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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E A POBREZA DO CONHECIMENTO ESCOLAR.

Diga-se de passagem, a sociedade da informação é uma denominação atribuída ao mundo digital em todas as suas dimensões, principalmente, inclusa nesta categoria a Internet, um dos adventos revolucionários da história da humanidade na contemporaneidade. Nunca se desfrutou de tamanha informação como nesta sociedade, informação esta que por meio de um provedor e fibras ópticas, circula nos quatro cantos do planeta com apenas um “clic” do mouse. A título de ilustração, no ano de 2004, o Google indexou mais de 6 bilhões de itens na Web, transpondo para uma humanidade no Planeta que, igualmente, girava em torno de 6 bilhões de habitantes. Mediante a esse fato, considera-se aproximadamente, uma informação por pessoa no planeta naquela época. À luz da reflexão, nos dias atuais as informações veiculada na Web pelo Google e outros sites triplicaram, enquanto a humanidade não ultrapassou a casa de 8 bilhões de habitantes. Em contrapartida, nunca se presenciou uma desmedida pobreza do conhecimento escolar, acarretando ao país amargar as últimas posições no quesito educação de qualidade. Para tanto, basta analisar os indicadores internos e externos, em que o Brasil se encontra aquém de uma educação formal de qualidade, levando show de países com o PIB – Produto Interno Bruto inferior ao daqui. Segundo o estudioso francês Pierre Lévy, vivencia-se um novo Dilúvio (uma analogia ao Dilúvio durante a história bíblica de Noé) de informações. Esse mesmo autor faz uma reflexão sociológica: Diante desse dilúvio de informações o que colocar dentro da ARCA (transformação do conhecimento)? Infelizmente, percebe-se que boa parte da população confunde informação com conhecimento, ou seja, basta acessar um site e o conhecimento ocorre ou transpõe para a mente das pessoas de forma automática. Partindo desse pressuposto, esse é o paradoxo da sociedade da informação, uma avalanche de informações e uma pobreza de conhecimento, sobretudo, no contexto escolar. Considerações finais: Afinal, como transformar informação em conhecimento escolar, para direcionar o país a alcançar uma educação de qualidade e figurar entre as nações com indicadores significativos neste quesito? Na verdade, não há fórmulas prontas para transformar informação em conhecimento escolar de qualidade, porém algumas dicas são fundamentais para essa ação. A priori, é essencial analisar a entrada de dados (procedência); processá-la (selecionar e sistematizar a informação); armazená-la (guardar o útil e descartar o inútil) e por fim, oportunizar a saída do conhecimento, ou seja, utilizá-la em prol de um problema real. Frente a essa linha de raciocínio, qual o ser humano no ambiente escolar ou fora dele consegue essa proeza? Uma minoria?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
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sábado, 13 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A LIBERDADE DE DIRCEU: O JUDICIÁRIO ESTÁ ISENTO DA CORRUPÇÃO?

Ao analisar e refletir sobre a informação veiculada a nível nacional e internacional, com o seguinte dizer: “STF decide libertar José Dirceu condenado na Lava Jato”, resolvi discorrer a respeito da temática. O que essa informação tem a ver com o título deste artigo? A priori, é essencial absorver a informação, processar e transformá-la em conhecimento. É sabido, a mídia em suas múltiplas dimensões veiculou sobre a “Operação Lava Jato”, uma categoria de Corrupção envolvendo dois Poderes da República, o Executivo e o Legislativo, deixando de fora o Judiciário (pertencente ao Supremo Tribunal Federal), poder responsável pela análise e julgamento da Operação Lava Jato. À luz da reflexão, o estranhamento reside em: Como que o Judiciário está isento e tem poder para julgar, se os mesmos que fazem parte do STF são indicações do Poder Executivo? E mais, para ocupar as cadeiras do STF, não precisam da validação do Executivo, ou seja, do Presidente da República? E na Lista do Ministro Fachin, não constavam nomes de Presidentes, a bem da verdade, integrantes do Poder Executivo, envolvidos e réus na Operação Lava Jato? Para o conhecimento de alguns, quando o Ministro do STF, Joaquim Barbosa aposentou no ano de 2015, a então Presidente da República da época, Dilma Rousseff, indicou Edson Fachin (pois é, o da lista bombástica) para ocupar a vaga. Voltando um pouco no tempo, o Ministro do STF Dias Toffoli, no ano de 2009, deixou de ser advogado do PT para assumir a cadeira no STF, após a morte do Ministro Carlos Alberto Menezes. Diante desses fatos, e transformando informações em conhecimento, existe uma relação direta entre a liberdade de José Dirceu e as escolhas do Judiciário? Quem são os Ministros do STF que concederam voto favorável para a libertação de Dirceu? Aqui estão eles: Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Isso mesmo, entre eles tem um ex-advogado do PT, Dias Toffoli. Inclusive, o Ministro do STF, Edson Fachin, divulgador da Lista de políticos da Esfera do Executivo e Legislativo, foi indicação da Presidente da República, aliás com o nome citado na Lista. Complexo não? Considerações finais: Mediante a tal complexa e inusitada situação, constata-se que o lamaçal e a vergonha nacional, isto é, a corrupção vai além dos Poderes Executivos e Legislativo. Em outras palavras, existem outros Poderes da República com o “rabo preso”, eis uma resposta plausível para se compreender o porquê de alguém condenado pela “Operação Lava Jato” receber o benefício de cumprir a pena em liberdade. Enfim, ainda restam vários capítulos da novela “Operação Lava Jato” e, certamente mais uma vez, tudo terminará em pizza, e os convidados para saboreá-la serão os representantes dos três Poderes da República: Executivo, Legislativo e o Judiciário. E o povo? Continuará a sobreviver com as migalhas do salário mínimo, sem perspectiva de aposentadoria e de qualidade de vida. Infelizmente, este é o Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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domingo, 30 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: JOGO DA BALEIA AZUL: QUE GERAÇÃO É ESSA???!!!???

A priori, a mídia eletrônica jornalística e televisiva, bombardeou o país nos últimos dias com uma notícia bizarra, para não dizer idiota o “Jogo da Baleia Azul”. Segundo as informações superficiais, os adolescentes envolvidos no jogo têm que aceitar alguns desafios como mutilar o próprio corpo, em casos extremos tirar a própria vida.  Assim pergunto: Que geração é essa em que a maioria se deixa levar por uma abominação como essa? Continuando a inquietação: Se essas crianças estivessem compromissadas com os estudos e os trabalhos em casa (é obrigação dos filhos contribuírem para os trabalhos domésticos, sim), os mesmos teriam tempo para essa idiotice? Certamente, não. A propósito, essa geração é fruto do permissivismo da sociedade e dos responsáveis pelas mesmas, pois aceitam tudo em prol de não magoar as crianças ou traumatizá-las. Na verdade, pais/responsáveis permissivos, omissos, ausentes, colaboram para a irresponsabilidade, irreverência, indisciplina, individualismo, resistência às regras...de seus pupilos. Um público, a bem da verdade, de revoltados sem causas, outrossim, chamada de geração “Nem/Nem”, ou seja, nem trabalha nem estuda. Grosso modo, essa geração é fruto da mídia, da conivência da sociedade que acredita que medidas corretivas, educativas e alguns castigos traumatizarão as crianças. No entanto, é uma sociedade que se preocupa em traumatizar as crianças e adolescentes, porém são traumatizados quando os seus filhos cometem absurdos dessa natureza. Volto a ressaltar, que geração é essa? É a geração em que a maioria não reconhece os limites, os respeitos para com os outros, para com os professores, em muitas situações para com os próprios pais, que em alguns casos “perdidos”, por não usarem as intervenções necessárias, que na minha época se chamava... chinelo e castigo.  Em outras palavras, é esse público-alvo que se encontra na maioria das escolas, e o mais estarrecedor e preocupante... é que tal público nos substituirá como professores, médicos, engenheiros, psicólogos, entre outras profissões, isto é, (se a Reforma da Previdência permitir), essas profissões precisarão de profissionais. Diante dessa situação continua a minha indagação: O que está errado? Lembro de quando éramos crianças e adolescentes, ocupávamos o nosso tempo no período da manhã nas escolas, quando chegávamos em casa após o almoço, ajudávamos lavando a louça. Na parte da tarde, ocupávamos um tempo com os jogos de futebol, bolinha de gude, assistir à Sessão da Tarde, entre outras diversões com os amigos, isso quando não íamos trabalhar nas lavouras para ajudar os pais. E as meninas? Essas brincavam com as suas bonecas ou estudavam o tempo todo. Quando chegava à noite, era reservado para os afazeres das escolas, as tarefas, quando os pais ou irmãos mais velhos sentavam ao nosso lado proporcionando suporte. Considerações finais: Ah, se fazíamos algo errado, éramos punidos, com algumas palmadas e até castigos, e o mais incrível, não ficamos revoltados e traumatizados. Ao contrário, uma parcela razoável das pessoas que tem a idade de este escritor hoje, têm um curso superior e Pós-Graduação (em muitas situações mais do que um curso superior), conquistas que um número expressivo dessa geração que comete suicídio com o Jogo da Baleia Azul, terá que suar muito para concluir. Enfim, não tínhamos Internet, Playstation, Tablets, Smartphones, entre outras parafernálias da atualidade, mas com certeza, tínhamos amor aos nossos pais, aos amigos e à escola. Logo, é essencial o questionamento a respeito do discurso de alguns estudiosos, que Planeta deixaremos para essa geração??!!?? Um pensamento equivocado, pois deveríamos refletir o seguinte: Que geração deixaremos para esse planeta? Infelizmente, esse é o grande desafio do Planeta, sobreviver com essa geração no futuro, isto é, se os mesmos não o destruírem antes.

Alberto Alves Marques
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sábado, 29 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA OU REVOLUÇÃO?

À luz da reflexão, o teor deste artigo originou após uma entrevista do Presidente da República Michel Temer, sobre a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, em que o mesmo expressou o seguinte: “Quero ser conhecido como o Presidente das grandes reformas”. A priori, é essencial conhecer alguns conceitos, sobretudo os de Reforma e Revolução, para assim analisar se elas são favoráveis ao povo brasileiro, principalmente a classe trabalhadora. Dentre tantos significados da palavra Reforma, figura-se: “reparação e conserto”. Processando essas informações em conhecimento, entende-se que o verbo reparar está alinhado a mudar algo em partes, ou seja, consertar aquilo que já existe, naturalmente aproximando da palavra Revolta, originária do Latim voltar para trás. Diante desse fato, a palavra Reforma não transformará, muito menos atenderá às necessidades das partes envolvidas, outrossim, não terá uma ação holística.  Historicamente falando, por outro lado encontra-se a palavra “Revolução”. Segundo o dicionário de Filosofia: “É uma perturbação profunda, brusca e geralmente violenta, destinada a instaurar uma nova ordem política e social”. Transformando essas informações em conhecimento, Revolução é quando surge uma nova ordem em todas as dimensões, seja ela Política, Social, Econômica e Cultural, e atinge todas as camadas da sociedade no sentido de evoluir positivamente, isto é, ir avante. Ao traçar uma analogia entre as Palavras Reformas e Revolução, percebe-se que a última se aproxima de uma ação que o povo brasileiro almeja ao longo de anos, quiçá, séculos. A bem da verdade, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, são intervenções imediatistas ou remendos para resolver parte do problema, responsabilizando somente uma camada da sociedade, o pobre trabalhador, onerando os seus direitos, e permitindo que as castas abastadas permaneçam imunes. Considerações finais: Certamente, o Excelentíssimo Presidente da República será lembrado por suas grandes reformas, porém, essa atuação não resultou em transformação holística para a sociedade, ao contrário, proporcionou sim, prejuízo para o povo. O mesmo deveria ser conhecido nos livros de História, como o Presidente que ativou uma Revolução na história do país, propiciando a todas as classes sociais brasileiras viverem dignamente, após longos anos de pagamento de tributos e trabalho árduo. Na verdade, ao longo da história brasileira, o nosso país ficou carente de Revoluções, e a maioria desses representantes, em que muitos se julgam representantes do povo, são lembrados nos livros de História como aqueles que praticaram ações negativas contra o povo. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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sexta-feira, 21 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Nos últimos meses, a população brasileira ficou perplexa com a proposta, por parte dos políticos, para a Reforma da Previdência, em outras palavras, ações inconsequentes advindas daqueles que se proclamam representantes do povo. Sem sombra de dúvida, tal mudança resultará em perdas de direitos para a maioria dos trabalhadores, sem mencionar a questão dos Direitos Adquiridos ao longo dos anos, assim se essa Reforma for aprovada, muitos se aposentarão quase no leito de morte, e são essas medidas que fazem com que desacreditemos nos políticos. Mediante a situação, cabe algumas indagações: Por que no Brasil as Reformas políticas, na maioria das vezes, prejudicam aqueles que mais precisam? Essa Reforma alcançará todos os brasileiros, todas as classes sociais, seja pobre ou rico? E os políticos que estão votando a favor da Reforma da Previdência serão atingidos, aposentando quase no leito de morte? Obviamente, não. A bem da verdade, a Reforma da Previdência refletir-se-á direto na classe pobre trabalhadora, já assoberbada pelos impostos e vivenciando o seu dinheiro usurpado pelos políticos corruptos. A priori, prosseguindo com a temática do artigo, vale ressaltar, que a palavra Reforma é proveniente do Latim, reformātu”, traduzindo para a Língua Portuguesa, entre tantas definições encontra-se: “ disfarçado”. Partindo desse pressuposto, a Reforma da Previdência é mais uma tentativa disfarçada de onerar os direitos dos pobres que trabalharam uma vida para se aposentar e ter o direito de usufruir do suor do seu trabalho. Outrossim, essa proposta de mudança na Previdência é mais uma ação comprovada que na História do Brasil os políticos enfatizaram, as mudanças ao invés das Revoluções. Sabem por quê? Naturalmente, Revoluções impactará direto na elite brasileira privilegiada, enquanto as Reformas repercutirão direto nos pobres trabalhadores. Considerações finais: A Reforma da Previdência é mais uma atitude de políticos que procuram terceirizar a crise econômica, pela qual o país está passando, para as categorias que menos oneram os cofres públicos, a classe pobre trabalhadora. Enfim, não é a Reforma da Previdência que irá acabar com recessão econômica em nosso país, pois o que está acabando com o desenvolvimento político, econômico, social e cultural do Brasil, são os Políticos corruptos. E mais, uma parcela razoável deles é responsável pela aprovação da Reforma da Previdência que usurpará direitos dos pobres trabalhadores. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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terça-feira, 18 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: EDUCAÇÃO: (DES) CONSTRUINDO PARADIGMAS!!???!!

Primeiramente, o título deste artigo faz alusão aos indicadores sobre a educação brasileira na contemporaneidade, especialmente, se essa modalidade figura nos últimos lugares entre os países considerados em desenvolvimento. A título de ilustração, a nível internacional de 74 países avaliados, o Brasil encontra-se na 60ª posição no ranking, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mediante a essa catástrofe, é vital (des) construir velhos paradigmas com prazo de validade vencidos na Educação Básica para construir novos, que atenda as demandas da sociedade do século XXI, uma sociedade da informação tecnológica. A propósito, uma boa fundamentação teórica importada de países desenvolvidos é um dos elementos em potencial na aprendizagem de qualidade. No entanto, se um paradigma (padrão) de ensino não atende e nem resolve os problemas educacionais, é essencial desconstruí-lo, (re) inventando novas intervenções que evitem o modismo educacional que nivela essa modalidade por baixo. À luz da reflexão, um dos paradigmas que se transformou em modismo foram as nomenclaturas Habilidades/Competências, em que, conforme alguns estudiosos, a construção do conhecimento ocorre somente a partir do desenvolvimento dessas nomenclaturas.  Em virtude desse fato e, paralelamente a pensamentos apressados, renegou para segundo plano os conteúdos específicos das disciplinas, ou melhor das múltiplas Ciências (visto que antes de se tornarem Disciplinas escolares, as mesmas são Ciências no mundo Acadêmico). Concordo plenamente, as Habilidade/Competências são práticas na educação que reluzem em indicadores satisfatórios, porém é imprescindível uma articulação com os conteúdos; em outras palavras, não se desenvolvem Habilidades/Competências a partir do vazio de conhecimentos, é necessário conteúdo específico de cada disciplina, para que ocorra um processo dialógico entre conteúdos, Habilidades e Competências. Diga-se de passagem, essas nomenclaturas, há décadas, permearam e ainda permeiam os Currículos Oficiais da Educação Básica em nosso país. Aliás, será que todos os envolvidos com a Educação Básica sabem realmente o significado e a eficácia dessas nomenclaturas, ou é mais um modismo educacional? Considerações finais: Inquietações à parte, o grande desafio é entender como um país que ocupa no ranking a 10ª posição entre as potências econômica, consegue amargar a 60ª posição no quesito educação de qualidade. Enfim, se está em questão uma educação de qualidade em todas as dimensões, é indispensável analisar os paradigmas vigentes, isto é, enquanto algumas nomenclaturas educacionais trazem resultados positivos ou fascinam o meio educacional, as mesmas devem permanecer nas Diretrizes; mas se não conseguem resolver os problemas e explicar os resultados negativos, não está na hora de procurar novos paradigmas? Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A LISTA DE FACHIN

Primeiramente, a lista do Ministro do Supremo Tribunal Federal e Relator da Operação Lava Jato, Edson Fachin, envolvendo Políticos de grande escalão na Política brasileira é uma vergonha nacional, em outras palavras, a deterioração da Política. Notavelmente, a corrupção alastrou-se pelo cenário político em nosso país paralisando todo o desenvolvimento político, econômico, social e cultural. Na citada lista apareceu nome de políticos, a bem da verdade, passava a imagem de bons representantes da população, melhor dizendo, representantes que faziam com que acreditássemos na existência de políticos honestos.  Todavia, boa parte desses corruptos é formada por pessoas que depositamos a nossa confiança para nos representar, a título de ilustração: Ex-presidentes, Governadores de Estados, Deputados, Senadores, entre outros políticos que estão no poder pela validação do nosso voto. Diante dessa situação, como discorrer nas escolas, na sociedade, com os filhos ou nas rodas de conversas sobre a importância da política, de outro modo, como convencer aqueles que não são politizados, que a Política ainda compensa? Obviamente, o que nos causa mais indignação é que, além de usurpar o dinheiro do povo pago com impostos, temos que conviver com a falta de investimentos em educação, saúde e segurança pública. Sabe por quê?  É simples, pois, esses políticos que estufam o peito nas campanhas e propagandas políticas dizendo que o povo ficará em primeiro lugar, não precisam de escolas, hospitais e segurança pública, os mesmos só necessitam do dinheiro público (NOSSOS IMPOSTOS), para que os seus familiares e compadres usufruam das regalias em solo nacional e internacional. À luz da reflexão, na Lista de Fachin, estão também aqueles políticos que VOTARAM na Reforma da Previdência, uma ação que fará com que os trabalhadores (PAGADORES DE IMPOSTOS) aposentem quase no leito de morte. Considerações finais: Triste processo histórico do Brasil, sobretudo, quando a usurpação do erário público é uma constante na história do país. Durante a colonização o usurpador da coisa pública era externo, ou seja, os portugueses. Com o advento da Independência, a família real se responsabilizou de retirar a riqueza da nação. Findando o Império e iniciando a República, os Fazendeiros e Coronéis se encarregaram de apropriar da riqueza do país e do povo. Com o surgimento da Ditadura Militar, um dos momentos mais sombrios da nossa história, novamente, os políticos apoderaram do dinheiro público. Descontentes e cansados do autoritarismo, o povo lutou e muitos morreram para que o nosso país tornasse uma nação democrática, oportunizando a escolha dos nossos representantes. Infelizmente, ainda não foi o momento de uma ruptura em todo processo de usurpação do povo. Quando isso ocorrerá? Não se tem uma fórmula pronta, porém, teremos no ano de 2018 eleições para Presidente da República, Governador, Senadores e Deputados. Será que lembraremos dos políticos da Lista de Fachin?

Alberto Alves Marques
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domingo, 9 de abril de 2017

MUDANÇAS NA BASE NACIONAL COMUM

Em 06 de abril de 2017, aprovou-se a terceira versão da Base Nacional Comum. O que isso significa? Significa o seguinte: se o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprová-la, e se a mesma entrar em vigor até novembro/2017, mudanças ocorrerão na Educação Básica brasileira, especificamente, nas escolas públicas.  Dentre as mudanças, está a antecipação da alfabetização das crianças para o 2º Ano do Ensino Fundamental Anos Finais, ou seja, ao término dos sete anos deverão estar alfabetizadas, praticando a leitura e a escrita, além dos conteúdos de estatística e probabilidade. Ao meu ver, um risco de grandes proporções, pois é sabido que, conforme, estudos sobre o desenvolvimento psicológico das crianças, principalmente, os fundamentados na linha de raciocínio de Piaget (1896- 1980), a construção da aprendizagem ocorre em etapas, nível cognitivo e de acordo com a faixa etária das crianças. Tal processo segue uma variável de criança para criança; em outras palavras, antecipar a idade de alfabetização das crianças poderá comprometer o aprendizado das mesmas. Consoante a linha de pensamento de Piaget, nesse período os educandos se encontram na Fase II do desenvolvimento cognitivo, as Operações Concretas de Aprendizagem, contrariando assim, a complexidade da alfabetização. Mediante a situação, antecipar a alfabetização dos pequenos, poder-se-á reluzir nas fases seguintes da Educação Básica e transformá-los em alunos analfabetos funcionais, aqueles que leem, mas não interpretam, e mais, não saber o que está lendo. Obviamente, mudanças relacionadas à Educação Básica são consideráveis, porém é necessário um diálogo para com aqueles que conhecem o chão das salas de aula, os professores, afinal são eles que trabalham com alunos semianalfabetos ou analfabetos iniciantes no Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais e Ensino Médio. A título de ilustração, crianças com fragilidades na alfabetização... se tornarão adultos analfabetos funcionais. Na verdade, são essenciais reformas na Educação em todas as dimensões em nosso país, por outro lado, essa ação deve ser seguida de precaução, e atenta aos modismos educacionais que permeiam os bastidores e pensamentos daqueles que em muitas situações conhecem as escolas públicas pela telinha da televisão ou de seus confortáveis escritórios. Por outro lado, as escolas particulares também aderir-se-ão às reformas? E as Universidades, como se reestruturarão para atender as demandas com as Reformas? Considerações finais: Grosso modo, se as transformações atingirem somente as escolas públicas, novamente, essas medidas direcionam para uma exclusão institucionalizada para com os alunos dessas unidades nos vestibulares, especialmente, nas Universidades Públicas. Por quê? Enquanto as unidades escolares públicas tentam trabalhar em prol da reforma sem recursos e formação dos docentes, as Particulares trabalharão os métodos tradicionais, aqueles aceitos pelos vestibulares das Universidades Públicas. Frente a essa linha de raciocínio: Quais alunos se encontrarão preparados para enfrentar os vestibulares públicos e prosseguir nos estudos, os estudantes das Públicas ou Particulares? Enfim, outra vez, as mudanças na educação ocorrem para ficar do mesmo jeito como está, excluindo aqueles que mais precisam? Acorda Brasil!

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domingo, 2 de abril de 2017

A CORRUPÇÃO NO BRASIL: DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Naturalmente, quando está em questão o termo Corrupção, logo, boa parte da sociedade alinha com a Política Brasileira. Será que esse câncer da humanidade se figura somente na vida pública, ou pessoas no seu dia a dia, também cometem essa ação? Quantas vezes somos oportunistas ao tentarmos levar vantagem em tudo? É óbvio, isso não permite o direito de os políticos serem corruptos. Seguindo essa linha de raciocínio, elenca-se aqui, inúmeros subsídios para uma reflexão. Refletir não é aceitar a corrupção, e sim, conhecer o fenômeno para, em seguida, levantar opiniões e as possíveis intervenções. De fato, estamos vivenciando um momento ímpar da nossa História, porém é preciso uma análise profunda e sistematizada desse fenômeno, que tem direcionado o nosso país para um retrocesso, sem fim, nas esferas políticas, sociais, econômicas e culturais. À luz da reflexão, é preciso interpretar a corrupção em suas múltiplas dimensões, ou seja, a sua gênese e os espaços que essa chaga permeia. Para começo de conversa, a corrupção não é algo da sociedade hodierna brasileira, essa prática iniciou quando os portugueses desembarcaram em terras brasileiras, entretanto, não existiam meios de comunicação para divulgá-las, ficando a encargo dos professores de História essa incumbência. Outro senso comum, é estufar o peito e dizer que em outros países a corrupção é nula. Ledo engano, existem listas dos países mais corruptos do planeta (infelizmente esse mérito não é somente nosso), o que nos diferencia deles, é que, lá, talvez a punição seja mais severa, além do percentual de pessoas públicas envolvidas seja bem menor. Para aqueles que praticam o julgamento sumário, não é a intenção desvincular as responsabilidades dos políticos corruptos e inocentá-los, muito menos, tirar a corresponsabilidade da sociedade atual, em cobrar e fiscalizar as ações corruptas no país. Grosso modo, a intenção aqui é refletir: A Corrupção que assola o nosso país nas últimas décadas, ocorre porque existe uma certa conivência por parte da população? Diga-se de passagem, esses políticos corruptos, não é resultado da escolha da maioria, através do voto? É fato, também, que muitos políticos tentam ludibriar a população através de propagandas enganosas, se passando por bom mocinho. Contudo, o que não dá para engolir é que esses corruptos, estão no poder há décadas e, boa parte da população acaba escolhendo-os novamente. Considerações finais: Histórias e reflexões à parte, corrupção é uma conta negativa na sociedade brasileira, pois tal conduta contribuirá com um saldo negativo para escolas, hospitais e segurança pública, entre outros benefícios, no quesito qualidade de vida. Enfim, a sociedade civil necessita, inclusive, analisar a nossa contribuição para com a corrupção, sinalizando algumas indagações como: A corrupção na sociedade brasileira, em suas múltiplas dimensões, é reflexo dos políticos corruptos ou os políticos corruptos são reflexos de uma sociedade que utiliza: o famoso “jeitinho brasileiro” para se dar bem nas diversas situações? Em outras palavras, resta a dúvida: Qual é a gênese da corrupção? Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA NO ENSINO MÉDIO: UMA MEDIDA EQUIVOCADA?

Novamente, a Educação Básica Brasileira, passa por uma restruturação sistêmica, “A Reforma do Ensino Médio”. Segundo os governantes e alguns especialistas em educação, uma ação necessária para atender as demandas da nova geração. Entretanto, como atender as demandas de uma geração, diga-se de passagem, uma parcela razoável desses sujeitos que está nos bancos escolares não quer saber de estudar? Talvez, aí esteja a resposta para essa complexidade. Obviamente, o currículo do Ensino Médio em suas múltiplas dimensões, precisa de reformulações para alinhar com as demandas da sociedade tecnológica e informatizada. Contudo, reestruturar a grade curricular dessa última etapa de ensino da Educação Básica, é muita responsabilidade, não só dos governantes, mas também da sociedade. Outrossim, é preciso investimentos em infraestrutura, formação e contratações dos profissionais para atuarem nessa modalidade. Por outro lado, reformar somente o Ensino Médio contribuirá para o prosseguimento dos estudos? E as universidades ficarão intactas em sua estrutura? Concebe-se, mudanças no Ensino Médio Público para os alunos da classe trabalhadora, perante uma Universidade Pública de qualidade para os filhos dos donos do poder.  Partindo desse pressuposto, percebe-se que a inclusão dos jovens, de acordo com a sua vocação ou um ensino técnico, encontrará obstáculos na exclusão ao tentar adentrar às universidades públicas, ainda mais pelo conteúdo exigido, pois o que se cobra é a excelência acadêmica e muito estudo para se ingressar e permanecer nessas instituições e sair com qualidade. Assim, existem algumas precauções em reformar somente uma etapa educacional, neste caso o Ensino Médio, do contrário, corre-se o risco da exclusão dos alunos dessa categoria nos vestibulares. Considerações finais: À luz da reflexão, não é aqui pretensão que as Universidades baixem o seu nível, mesmo porque caracteriza nivelamento por baixo, essa reforma só terá eficácia, se tal ação estiver alinhada com as mudanças das universidades, mas sem nivelar por baixo. Enfim, eis o grande paradoxo da educação pública no Brasil: A reforma do Ensino Médio poderá não contribuir para que os estudantes consigam entrar nas Universidades. Em contrapartida, essa modalidade de ensino, da forma em que se encontra estruturada, consegue colocar alunos nas instituições de ensino superior? Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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domingo, 29 de janeiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: INÍCIO DO ANO LETIVO E UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

No início de fevereiro, de acordo com o Censo Escolar, retornarão às salas de aula brasileiras aproximadamente 38 milhões de estudantes da Educação Básica. Mediante a essa situação complexa, cujos indicadores não são favoráveis à uma educação de qualidade, surgem uma indagação: Próximo ao início do ano letivo de 2017, como almejar uma educação de qualidade para os estudantes brasileiros? Grosso modo, uma educação equitativa e qualitativa fundamenta-se em quatro Pilares de extrema importância em um aprendizado de qualidade. O primeiro Pilar está articulado aos investimentos públicos na educação em todas as dimensões, principalmente na valorização dos profissionais e na infraestrutura, pois é preciso uma escola que atenda as demandas de uma clientela que pertence ao século XXI, ou seja, uma sociedade da informação. O segundo Pilar da educação, é uma mudança radical dos educandos em conceber que a única forma de uma elevação positiva em todas as esferas passa pela escola, em outras palavras, as crianças, os adolescentes e os jovens precisam ter percepção e interesse pelos estudos e perceber que as Instituições escolares diferem dos Shoppings, das praças, das redes sociais, lugares em que somente o bate papo é o elemento importante. Naturalmente, a escola é o lugar da produção acadêmica, do conhecimento que, subsequente, reluzirá na formação profissional e pessoal.  Quando está em propósito o terceiro Pilar, é necessário, urgentemente, a construção da corresponsabilidade das famílias para com o desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem dos seus pupilos. Outrossim, compreender que o simples fato de jogar os seus filhos na escola, não caracteriza um aprendizado de qualidade. Na verdade, a produção do conhecimento somado ao aprendizado, é um processo complexo e exige dedicação e alinhamento entre as duas instituições de suma importância na vida dos estudantes, a escola e a família. O quarto Pilar, está no próprio Currículo Escolar nas múltiplas categorias, seja o Real (as características da comunidade e dos discentes), o Oculto (as dimensões impossíveis de observar a olho nu) e o Oficial (aquele enviado as escolas pelas Secretaria da Educação e os seus órgãos competentes). Considerações finais: Percebem quão complexo é o processo de ensino aprendizagem e o porquê da educação formal está passando por uma crise sistêmica? À luz da reflexão, essa instituição é um organismo vivo e, necessita emergencialmente, acompanhar o processo evolutivo da humanidade. E dentro desse processo evolutivo se encontram a corresponsabilidade e o alinhamento entre os quatros pilares que sustentam uma educação de qualidade, são eles: o Governo (com as políticas públicas de investimento), o Estudante (dedicar mais aos estudos em suas múltiplas dimensões), a Família (acompanhar e ser corresponsável no processo de aprendizagem) e a Escola (buscar inovações e uma formação continuada permanente). Como discorre O Doutor em Comunicação pela USP, José Manuel Moran: “A educação é um processo em que reunimos o maior número de certezas para lidar com as incertezas”. Seguindo a linha de raciocínio de este estudioso em comunicação e tecnologia educacional, as instituições educativas no Brasil estão na fase de produção de dados informativos, é preciso ultrapassar essa etapa se quisermos que essa instituição passe por um processo inovador em todas as esferas e áreas, é preciso transformar esses dados em conhecimento, sobretudo ao se almejar uma educação de qualidade. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A CRISE NOS PRESÍDIOS BRASILEIROS

Novamente, o Brasil foi bombardeado com barbáries e genocídios em presídios, e mediante, a essa mortandade de pessoas se faz necessário uma análise sistêmica sobre a situação. Na verdade, a crise do sistema prisional brasileiro não é algo germinado, recentemente, ao longo do tempo as cadeias foram recebendo presos de todas as categorias criminais, e agora, a bolha estourou. À luz da reflexão, para uma compreensão interdimensional do ocorrido é perceptível a articulação entre essa ação a um conjunto de fatores, Político, Social, Econômico, Cultural, e sobretudo, Judicial. Grosso modo, quando está em questão os fatores Políticos, os governantes no decorrer do tempo não elaboraram leis para reestruturar os presídios, começando com investimentos materiais, educacionais e ocupacionais, sobretudo, com o intuito de promover a recuperação destes indivíduos, seja pelo trabalho, pela educação e pela ressocialização, diante desse descaso, esse espaço passou a ser controlado por chefes de facções criminosas, que agem entro e fora dos presídios. Na categoria fator Social, encontra-se a desvalorização da educação formal por uma parte da sociedade, um dos antídotos no combate ao crime, pois pessoas estudadas e (in)formadas, são na maioria das vezes, elementos em potencial à procura de empregos, não ficando vulneráveis às mazelas criminais. No fator econômico, não existe uma política que atenda aos desempregados, além de uma política zero para muitos adolescentes que não estudam e não trabalham, são os menores de 18 anos, presas fáceis para o crime. Na órbita cultural, podemos observar a construção do “jeitinho brasileiro”, em que muitos querem se “dar bem na vida” sem trabalhar, levando os indivíduos a acreditar que “o crime compensa” e o trabalho não, inclusive, soma-se a isso a credibilidade da sensação de impunidade. Por último, a questão judicial, é sabido que a justiça no Brasil tarda e falha nos julgamentos dos processos, além de manter uma massa de detentos que já foi julgada, condenada e continua presa, superlotando as cadeias. Devido a essa morosidade, negligência e descaso dos responsáveis pela Justiça, muitos presos de menor periculosidade estão em contatos com bandidos perigosos, aprendendo, assim, tudo sobre o crime. Considerações finais: Não é aqui, pretensão de este escritor de artigo de opinião, justificar os crimes, e sim, fazer com que tenhamos uma visão holística da complexa situação. Aliás, todos esses fatores são elementos externos que contribuem para a crise prisional, porém existem elementos intrínsecos que contribuem, diga-se de passagem, e muito para direcionar as pessoas para o lado correto da vida, e dentre tantos, eis alguns: Deus, Saúde, Família, Amor, Educação, Trabalho, e por fim, Fé e Foco. Logo, se os elementos intrínsecos estão consolidados, e acima dos extrínsecos, o meio em que vivemos não encontrará lacunas para se apropriar, outrossim, direcionando as pessoas para as mazelas da sociedade.

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: MUDANÇAS NAS PREFEITURAS EM 2017

A priori, para alguns analistas o ano começa após o carnaval, no entanto, contrariando essa teoria (ao meu ver infundada), o ano de 2017 nos municípios já iniciou com a posse dos Prefeitos eleitos nas eleições de 2016. À luz da reflexão, houve mudanças de prefeitos em várias cidades no país, em algumas situações muitos não tiveram a chance de se reelegerem, assim cumpriram somente o seu primeiro mandato. Diga-se de passagem, o que faz um prefeito com a máquina pública nas mãos perder uma reeleição? Seria uma má administração? Indiscutivelmente, percebe-se que a população está cansada de ser enganada e usurpada nos seus direitos em todas as dimensões, através das promessas mirabolantes dos governantes.  Notavelmente, os prefeitos que estão assumindo os seus cargos, ou melhor, cargos que a população validou, ficar-se-ão atentos sobre as suas promessas de campanhas, cuidando da sua gestão em prol do povo, pois a população está de olho, e, dependendo dos resultados, novamente as mudanças ocorrerão nas próximas eleições. Grosso modo, foi se o tempo em que os administradores públicos, conseguiam enganar a população, permanecendo no poder, ou colocando os seus afilhados, após a saída do cargo público. Aliás, no século XXI e na sociedade da informação tecnológica, não encaixam as práticas do coronelismo, em que os políticos faziam o que bem queriam e saiam impunes. No momento em que a tecnologia da informação está em tempo real, fica difícil jogar toda a sujeira para debaixo do tapete, outrossim, os munícipes estão mais informados e antenados. Considerações finais: Quando está em questão a Política, existem três processos de suma importância para a concepção de uma boa gestão: A priori, começa com a pré-política, etapa em que os candidatos ofertam à população as suas intenções como líderes do povo, por outro lado, os eleitores vão analisar todo o histórico desses candidatos, elegendo-os para o governar durante um período.  Passando essa etapa, chegou o momento de os eleitos validar a confiança do povo realizando a Política, ou seja, organizando a Polis (cidade) como salientavam os gregos antigos. A terceira etapa é o momento para os munícipes validar e analisar a gestão dos administradores, possibilitando a reeleição dos gestores ou optando por outros candidatos. Reflexão: Se todas as etapas da política são seguidas à risca, dificilmente a população será lesada por essas pessoas que, a bem da verdade, estão no poder com a validação do povo.

Alberto Alves Marques
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