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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMAS NO ENSINO MÉDIO.

Diga-se de passagem, ao se encontrar em questão mudanças na educação formal em nosso país, as coisas mudam para ficar do mesmo jeito, não é de hoje que essa ação vem acontecendo na educação formal, porém os resultados continuam o mesmo, outrossim, não trouxeram mudanças significativas.  À luz da reflexão, essa linha de raciocínio está articulada com as reformas que o Governo Federal pretende realizar no Ensino Médio através de uma MP- Medida Provisória. Não vamos ser hipócritas, é óbvio que o Ensino Médio necessita com urgência de transformações para atender as demandas da geração do século XXI, no entanto, não é excluindo disciplinas que se alavancará a qualidade dessa modalidade. É emergencial, um Plano de Ação que atenda as demandas e todas as dimensões desse público, além do mais, como já foi discorrido por este escritor, as mudanças na educação direcionando-a para a qualidade, estão atreladas aos quatros pilares que sustentam essa instituição: Políticas Públicas (investimento governamental), Segmentos da Educação (uma formação e valorização constante dos docentes e gestores), Comunidade (Família presente e atuante) e Educandos (comprometidos com o estudo). Em outras palavras, se um desses pilares não faz a sua parte, tudo desmorona como um jogo de cartas. Nesse sentido e retornando à reforma do Ensino Médio, reforça-se a necessidade de um Plano de Ação, e saber onde se quer chegar, isto é, traçar metas a curto, médio e longo prazo (não tão longo assim), pois se não tenho um objetivo qualquer caminho serve, construindo um currículo à deriva, que parte de lugar algum para chegar em lugar nenhum. A priori, isso é péssimo, na verdade, alguns professores (polivalentes) tentarão ensinar tudo e terminarão por ensinar nada. Não é aqui pretensão deste formador de opinião frear as transformações, sobretudo na educação, é fato, tudo na história da humanidade precisa passar por mudanças no decorrer do caminho para uma evolução positiva, ser contra as mudanças é concordar com a estagnação e ficar no mesmo lugar, em muitas situações dando um giro de 360º (corre-se o risco de cair no mesmo lugar), gerando o conformismo e comodismo. Porquanto, toda reforma deve vir seguida de um diagnóstico, planejamento e após a execução, uma verificação, analisando os pontos frágeis e os que precisam melhorar. Grosso modo, um Ensino Médio integral e flexível propagado pelo Governo é necessário para atender a um público conectado com as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, por outro lado, os seres humanos também necessitam de outros valores, algo de suma importância em qualquer profissão. Nesse sentido, a qualidade no Ensino Médio não está em retirar algumas horas aulas ou flexibilizar o currículo, deixando a encargo dos estudantes a escolha das disciplinas que os mesmos irão cursar. E mais, qual o grau de maturidade e autonomia que um jovem de 15, 16 e 17 anos tem para fazer as suas escolhas? É preciso refletir também sobre isso, para não transformar as unidades educativas em “espaços educativos do futuro”, em que se pode tudo, menos produzir conhecimento acadêmico. A qualidade do Ensino Médio está na responsabilidade de todos em colocar a mão na massa. E volto a ressaltar, a qualidade dessa modalidade e das demais repousa na responsabilidade dos quatros pilares que a sustentam: Governo (investimento e políticas educacionais de acordo com a realidade nacional), Segmentos escolares como Docentes e Gestores (valorização, investimentos e formação continuada em todas as dimensões), Família (presente e atuante), e principalmente o Protagonista nesta história, os Educandos (adentrar de corpo e alma em seus estudos). Somente assim, sairemos das últimas colocações nos rankings internacionais e entraremos para a História. Caso contrário, reforma nenhuma trará resultados satisfatórios, validará uma velha frase que se percebe em relação às reformas educacionais: “Mudar para ficar do mesmo jeito que está”.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php

Cidade: Hortolândia/SP.     

domingo, 25 de setembro de 2016

APRESENTAÇÃO DE AULA DE GEOGRAFIA

Diga-se de passagem, o objeto de estudo da Disciplina de Geografia é o Espaço Geográfico.

O espaço Geográfico está articulado com as ações praticadas pelos seres humanos no meio natural. Umas das grandes dificuldades é a concepção dos educandos em relação ao conceito de Espaço Geográfico, Paisagens, Cartografia, entre outros objetos de estudo dessa disciplina.

Para início de conversa segue abaixo uma atividade para diagnosticar o nível de aprendizagem dos educandos, independente de qual série os mesmos se encontram.






Abaixo segue um mapa sobre os Projetos mais poluentes do Planeta, essa ferramenta contribuir-se-á, para que os estudantes percebam que o Espaço Geográfico, está sofrendo cada vez mais interferências humanas. 

Fonte: colunas.revistaepoca.globo .com.

Outra forma de construir o conhecimento geográfico juntamente com os educandos, é a utilização dos Objetos Digitais de Aprendizagem.  Abaixo segue um vídeo animado, da turma da Mônica. Essa ferramenta audiovisual, dará subsídios para os educadores quando está em questão a preservação ambiental.



Fonte: https://www.youtube.com/results?search_query=como+salvar+o+planeta+turm.

O vídeo acima da turma da mônica: " Um Plano para salvar o planeta", ajudará os educadores a propor juntamente com os educandos um Plano para Salvar o Planeta. Dessa forma, o professor poderá elencar uma atividade partindo de um Plano microrregional, começando com a elaboração de um Plano de Ação na escola, transpondo para o bairro e subsequente para o país. 
A princípio, o docente levará os estudantes para um passeio no interior da escola, principalmente, no pátio. 

Roteiro para trabalho em grupo microrregional (Escola):

1- Local visitado na escola.
2- O que o grupo observou sobre a questão ambiental, lixo nos corredores, no pátio, na quadra, no banheiro, etc?
3- Que tipo de lixo foi encontrado?
4- Qual o local onde foi encontrado a maior quantidade de lixo?
5- Que Plano de Ação seria possível elaborar para sanar essa problemática na escola? 

Roteiro para trabalho em grupo microrregional (Bairro):

1- Local visitado no Bairro.
2- O que o grupo observou sobre a questão ambiental, lixo nas ruas, do Bairro?
3- Que tipo de lixo foi encontrado na visita?
4- Qual o local onde foi encontrado a maior quantidade de lixo?
5- Que Plano de Ação seria possível elaborar para sanar essa problemática no Bairro? 

Roteiro para trabalho em grupo macrorregional (País):

Nesta etapa da proposta de aula, os estudantes poderão utilizar os netbooks ou outros instrumentos de pesquisa (livro didático, Atlas, entre outros encontrados na escola) para pesquisar as regiões brasileiras onde os impactos ambientais é mais grave.

1- Local pesquisado no Brasil.
2- O que o grupo observou sobre a questão ambiental, lixo nas ruas em nosso país?
3- Que tipo de lixo foi encontrado no local pesquisado?
4- Qual região ou cidade foi encontrada a maior quantidade de lixo?
5- Que Plano de Ação seria possível elaborar para sanar essa problemática no Brasil? 

Finalizando a pesquisa.

Foi realizado a pesquisa, agora é o momento de transformar dados em indicadores ou conhecimento geográfico.  Através dos registros, fazer um levantamento dos locais onde a quantidade de lixo encontrada foi maior.  Levantar hipótese como: Os impactos ambientais estão ocorrendo em escala local (escola) Regional (Bairro) e Nacional (País)? Confeccionar um gráfico para apresentar para a sala. 

Abaixo segue um modelo de gráfico que poderá ser alterado de acordo com a realidade de cada contexto escolar, o mesmo está disponível para Download.





quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SÉCULO XXI: O TRABALHO EM EQUIPE NA EDUCAÇÃO

"O todo é maior do que as soma das partes"( Aristóteles). 
Quando está em questão uma educação de qualidade, é de suma importância, a sinergia entre todos os segmentos responsáveis pelo aprendizado dos discentes. 


No entanto, como trabalhar em equipe em prol de uma aprendizagem de qualidade, sem invadir o espaço do outro e respeitando sua singularidade? Não existe fórmulas prontas e sim algumas sugestões. Veja aqui em Trabalho em Equipe na escola. 

A unidade educativa fazendo parte de uma comunidade maior em seu entorno, só terá um resultado satisfatório no aprendizado dos educandos quando todas as engrenagens trabalharem em sincronia. 








RECURSOS TECNOLÓGICOS EM EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

A Revolução Inacabada, mostra uma direção radicalmente nova para a tecnologia da informação e como será possível usá-la para fazer os sistemas de computação servirem às pessoas...



Segundo Pierre Lévy no livro Cibercultura: " A quantidade bruta de dados disponíveis se multiplica e se acelera. A densidade dos links entre as informações aumenta vertiginosamente nos bancos de dados, nos hipertextos e nas redes (p.13). 
Diante desse dilúvio de informações como fica as unidades educativas na questão aprendizado? 
Diga-se de passagem é preciso que as instituições educativas reflitam sobre o seu papel, ou melhor, currículo na sociedade digital e informatizada. 
Como elaborar uma proposta de aula para as Disciplinas de Geografia, História, Ciências entre outras da grade curricular para atender as demandas dos educandos que do século XXI?  

Abaixo uma apresentação de como utilizar os recursos digitais para tornar as aulas mais criativas. 


Acesse o Download completo aqui.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

APRESENTAÇÃO DE AULAS DE HISTÓRIA

Um dos grandes desafios na sociedade Hodierna é ensinar ou melhor, produzir conhecimento em uma geração de educandos conectados com as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação. Não obstante, significa que a qualidade da educação formal melhorou com o advento da internet, em outras palavras, estamos vivenciando segundo Pierre Lévy, vive-se um dilúvio de informação na sociedade contemporânea, contudo, toda essa avalanche de dados, necessita com urgência ser transformada em conhecimento útil para essa geração. 
Um exemplo de aula utilizando as TDIC- Tecnologias Digitais  de Informação e Comunicação. Download Aqui

Ditadura Militar Brasileira de 1964 - 1985.





APRESENTAÇÃO DE AULAS DE CIÊNCIAS

As Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, possibilitam aos educadores trabalharem com os ODAs- Objetos Digitais de Aprendizagem. Essa ação oportunizará aos educandos uma aprendizagem alinhada com a sociedade da informação. 
A primeira aula está em formato de Power Point. Download aqui 

sábado, 17 de setembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: ESCOLA: FORMAÇÃO PARA QUÊ?

À luz da reflexão, desde os primórdios da humanidade existe a formação das pessoas. A priori, essa ação era realizada no conjunto familiar, cujo propósito dos mestres, pais e mães era educar as crianças para seguir a sua, profissão, outrossim, substituí-los. Todavia, existem alguns críticos dessa modalidade de educação, porém, não é esse o foco deste artigo. Com o advento do mundo medieval essa ação ficou a encargo das Igrejas, independente de qual segmento religioso essa modalidade de ensino preparava o indivíduo para o mundo metafísico, além da matéria ou após a morte, assim, o que se aprendia só seria útil após a vida. Grosso modo, chegou a Era Moderna e com os eventos do Renascimento, do Iluminismo, da Revolução Francesa e da Revolução Industrial, o ensino perde o caráter religioso e passa a ser laico (desvinculado da Igreja), mesmo assim essa modalidade ainda atendia uma parcela muita pequena da sociedade, os bens nascidos. No entanto, vale ressaltar que na Era Moderna, sobretudo, com o acontecimento da Revolução Industrial, a educação deveria estar alinhada ao mundo das fábricas, em outras palavras, preparar os indivíduos para o trabalho fabril. Naturalmente, alguns críticos com uma fundamentação teórica ou não, tecem algumas considerações negativas sobre esse período. Não obstante, adentramos na Contemporaneidade e, logo em seguida, o mundo Pós-Moderno, em que o modelo de sociedade industrial cede lugar ao mundo das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, ocupando cada vez mais espaço entre as pessoas. Notavelmente, as escolas sejam públicas ou privadas, pertencem a este mundo. Durante toda a história do mundo educacional, o currículo escolar, a didática e a prática do educador esteve voltada para o mundo além dos muros das escolas. A humanidade ao longo de toda a sua trajetória sofreu transformações políticas, sociais, econômicas e culturais. A bem da verdade, vivemos na Contemporaneidade, porém em uma era digital, dessa forma, cabe alguns indagações e inquietações. Perante a sociedade da informação, a estrutura da escola, atualmente, trabalha com um currículo em todas as suas dimensões? Voltado para atender as demandas dos educandos para que possam fazer parte da era digital? Os críticos da educação por repetição (aprender o ofício dos pais), do tecnicismo (preparar para a fábrica) e do tradicionalismo, será que conseguem uma resposta perante a educação formal de hoje, que não se encontrou ainda e vivendo à deriva tendo que amargar alguns indicadores educacionais negativos? E mais, está-se preparando os jovens para qual segmento social? Para a vida, para o trabalho ou não se tem um norte ou um foco?  Considerações finais: É chocante, mas é a pura a realidade, a maioria das unidades educativas, juntamente com todos os segmentos responsáveis pelo aprendizado dos discentes, necessitam com urgência refletir sobre o seu papel na sociedade tecnológica, digital e informatizada. Podemos tecer críticas ao passado, se não conseguimos resolver as demandas educacionais do presente?  Em outras palavras, no passado remoto e mesmo próximo, a escola estava articulada com as necessidades da sociedade, não era o ideal de educação para alguns, mas era o básico para atender as demandas daquela sociedade. No entanto, hoje muitos batem no peito dizendo que a escola é diferente em relação ao passado, atendendo toda a multiplicidade. Porquanto, preparamos o indivíduo para que? Qual demanda da sociedade a escola está atendendo, se muitas dessas unidades optam por uma didática das sociedades primitivas, medievais e moderna? Enfim, necessita-se, urgentemente, rever a estrutura educacional em todas as suas dimensões, caso contrário, estaremos sempre criticando o passado e escondendo o primordial, a qualidade duvidosa da educação no presente. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: IDEB 2015 E A ESTAGNAÇÃO DA EDUCAÇÃO?


O IDEB- Índice da Educação Básica foi criado no ano de 2007 para verificar os indicadores da Educação Básica e elencar as possíveis intervenções com o propósito de melhorias. Grosso modo, esses indicadores vão de uma escala de 0 a 10. Para melhores informações, objetivos e saber o resultado da sua escola consulte aqui IDEB- 2015.

IDEB 2015 E A ESTAGNAÇÃO DA EDUCAÇÃO?
Foi divulgado pelo INEP-Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira no dia 08 de setembro de 2016 o resultado do IDEB do ano de 2015.  Grosso modo, essa ação faz parte de uma avaliação externa que utiliza as notas da Prova Brasil, aplicada de dois em dois anos cujo propósito é coletar indicadores sobre a Educação Básica, para elencar as possíveis intervenções. À luz da reflexão, essa última edição (2015) não trouxe resultados satisfatórios a nível nacional, outrossim, somente algumas instituições conseguiram atingir as metas. Só para divulgar alguns números, a meta para o Ensino Médio, última etapa da educação básica era de 4,3 em uma escala que vai de 0 a 10, a nota do IDEB/2015 para essa categoria ficou em 3,7, outrossim, um resultado abaixo do esperado, para a insatisfação do povo brasileiro, desde 2011 o Ensino Médio não consegue superar a meta estipulada. No tocante as demais etapas da Educação Básica, os Anos Iniciais do Ensino Fundamental conseguiram alcançar a meta de 4,9 com uma nota de 5,5 e o Ensino Fundamental Anos Finais, não atingiram a meta de 4,7, conseguindo na edição da prova de 2015 apenas 4,5. Notavelmente, concebe-se que a educação formal brasileira, envolvendo as unidades públicas e privadas estão caminhando para um abismo, salvo algumas instituições públicas e privadas. Todavia, a cada dia percebe-se fragilidades na qualidade da educação formal em nosso país, sobretudo, se comparado com outras nações sul-americana. Então, como o Brasil que se projeta entre as 10 potencias econômicas mundiais, não consegue resolver o problema crônico da educação básica? Falta nessa modalidade de educação investimentos e políticas públicas? É ausência e falta de comprometimento de todos os profissionais envolvidos em educação ou as famílias e estudantes também são culpados? São vários os questionamentos e poucas as respostas, devido à complexidade da situação. É claro, todos têm uma parcela de responsabilidade, visto que a educação formal é um problema de todos, sem exceção.  Considerações finais: Naturalmente, só alcançaremos uma educação de qualidade a nível nacional e internacional no momento em que os quatros pilares que sustentam a Educação Básica em nosso país dialogarem entre eles, ou seja, as Políticas Públicas Educacionais, os Segmentos escolares, as Famílias e os Educandos partirem para o diálogo, ação que poderá contribuir para uma educação de qualidade alavancando os índices nas avaliações externas e internas. Iniciando pelas Políticas Públicas, precisamos de governantes que concebam a educação como investimentos e não como gasto, nisso inclui a valorização dos profissionais da educação e investimento em infraestrutura. Quando está em questão a parte que cabe aos segmentos escolares (Gestores e Docentes), esses precisam sim lutar pelos seus direitos e ter salários dignos, porém, precisam conceber que a educação depende muito da dedicação, da formação continuada e comprometimento com a escolha da profissão, um ótimo salário pode estar articulado com dedicação plena naquilo que se faz. Quanto às famílias, precisam ocupar o papel de formadora da educação informal, construindo respeito e valores nas crianças, além de acompanhar integralmente o desenvolvimento do aprendizado do filho, e não os deixar à própria sorte. Com relação aos Educandos, desempenham papel primordial na busca de uma educação de qualidade, pois a aprendizagem necessita de estímulos externos e internos, isto é, para aprender é preciso querer (estímulos internos) alinhados com querer ensinar (estímulos externos), em outras palavras, ninguém estimula quem não quer ser estimulado, e mais, aquele que ensina pode perder o estímulo em ensinar. Enfim, educação de qualidade é um trabalho em equipe, em que todos os segmentos envolvidos, mormente, os acima citados, colocar a mão na massa, caso contrário, estaremos fadados ao fracasso, construindo sempre indicadores não muito satisfatórios. Sabe quem perde com tudo isso? Todos, pois educação formal de qualidade produzirá engenheiros, médicos, professores, advogados e outros profissionais com qualidade, contribuindo para o desenvolvimento da nação em todas as dimensões. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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terça-feira, 6 de setembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O IMPEACHMENT OCORREU. QUEM GANHA E QUEM PERDE?

Nos últimos dias, novamente pela segunda vez, um Presidente da República Brasileira sofreu um processo de Impeachment. A saber, o primeiro a experimentar esse processo foi o Presidente Fernando Collor, após envolvimento em algumas mazelas políticas em 1992, o Senado brasileiro resolveu cassar os seus direitos políticos por oito anos. História à parte, o que muda com o Impeachment da Presidenta Dilma na política, sociedade, economia e cultura no Brasil, sobretudo, perante a crise sistêmica que estamos passando? Não se sabe ainda, pois o nosso país clama por mudanças substanciais em todas as dimensões, quem sabe a saída está na China, visto que o Presidente neste momento turbulento, se encontrava em uma reunião do G-20, as vinte economias mais ricas do planeta. Na verdade, uma coisa é certa, para a Presidenta que sofreu o Impeachment, as coisas mudarão, principalmente, se relacionadas ao status de poder, porém, pouca coisa mudará na sua vida pessoal. De acordo com o Decreto 6.381/2008 criado pelos próprios Presidentes da República, os ex-presidentes, independente de cassados ou não, terão direito a oito servidores de sua livre escolha para trabalhar na área de segurança e apoio pessoal. Desses profissionais, 2 ficariam na área de segurança, 4 na assessoria e 2 trabalhariam como motoristas. Pensam que é só isso? Não, a ex-presidente, ainda terá a sua disposição dois carros oficiais para todos os momentos. Sabe quanto esses profissionais ganharão por mês? Grosso modo, os cargos direcionados às Direção e Assessoria, ganhará cada, em torno de R$ 11.235,00 mensal; dois funcionários de nível 4, receberá a soma mensal de R$ 8.554,70 por funcionário e dois classificados no nível 2, ganhará cada um R$ 2.227,85. Sistematizando esse montante, a ex-presidente tirará dos cofres públicos um total de R$ 19.000,00, no entanto, multiplicando essa soma por dois (os salários acima são individuais) chegaremos a um valor de aproximadamente R$ 38.0000,00 mensais, e ao multiplicar por 12 meses, resultaria em R$ 456.000,00. À luz da reflexão, após a análise matemática acima, podem ficar tranquilos, esse benefício não é somente da ex-presidente Dilma, tal exclusividade é de todos ex-presidentes dos Brasil. Considerações finais: Diante de toda a fundamentação matemática, supramencionada, quem realmente saiu perdendo com o Impeachment da Presidenta da República? Obviamente, o povo, nós é que pagamos a conta. E mais, quão inimaginável é, uma situação dessa em um país que tem um dos menores salários mínimos do planeta.

Alberto Alves Marques
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: PROPAGANDA ELEITORAL 2016.

Inicialmente, o TSE-Tribunal Superior Eleitoral, lançou em 16 de agosto de 2016 a autorização para as propagandas Eleitorais das Eleições Municipais deste ano. Notavelmente, este é um momento singular para os candidatos que concorrem a um cargo eletivo, pois os mesmos discorrerão sobre a sua proposta de trabalho, as suas metas e explanarem para o público um pouco sobre o seu currículo, fator imprescindível para que os eleitores conheçam a quem confiarão o seu voto e que nos representará. Partindo desse pressuposto, é de suma importância, que o eleitor em potencial leve em consideração as propagandas políticas, sobretudo neste momento, pois que boa parte dos candidatos sai da hibernação à procura dos eleitores. Provavelmente, neste período as nossas costas ficarão vermelhas de tanto tapinhas ofertadas pelos candidatos e o nosso e-mail receberá uma avalanche de códigos binários transformados em promessas pedindo o nosso apoio político. A nossa caixa de correio não ficará de fora da inundação de propagandas e promessas descabidas, utópicas e desconexas, e sem contar as ligações e chamadas de Whats App que nos perturbarão durante o dia e a noite. Diante dessa situação e a avalanche de propagandas, surge a indagação: Em quem confiar e votar para nos representar politicamente por um determinado período? Desde dos primórdios da humanidade não existe uma cartilha ensinando em quem votar, ou qual o candidato será certo para a administração pública. Diante da incerteza, o mais correto e confiável é, a priori, analisar as propostas dos indivíduos, verificar o seu histórico, ou seja, a sua genealogia na política e além dela, se o mesmo já teve um mandato político, como transcorreu enquanto servidor do povo, entre outras ações relevantes e alinhadas ao caráter da pessoa. Na verdade, se faz necessário, cautela com as promessas dos candidatos ao afirmarem que arrumarão a cidade do dia para a noite, principalmente, quando o nosso país está passando por uma crise sistêmica, e essa ação inviabiliza receitas oriundas do Estado e da União (Governo Federal). Alguns pensamentos sumários devem estar julgando o raciocínio de este escritor, tecendo considerações acerca da política estar articulada à corrupção e todo político ter caráter duvidoso.  Concordo plenamente, existem alguns políticos corruptos, porém não é exclusividade da política, outras instituições também os têm, na verdade, o maior e mais prestigiado esporte do planeta, o futebol, e quiçá as Olímpiadas do Rio/2016, ou seja, a politicagem e a corrupção são culturalmente humana, independente da instituição. Dessa forma, esta é a hora de valorizar o poder de escolha, isto é, fazer as opções corretas de acordo com o histórico pessoal de cada político, ou melhor, do candidato no qual depositaremos confiança. É fato, a política é uma das ações humanas que atravessou milênios, e acredite sem ela o caos seria pior, pois se temos o direito de escolher e ainda não está dando certo, imagine se nos tirar esse direito. Considerações finais: Enfim, se este direito for usurpado de nós, com certeza, os donos do poder se tornariam vitalícios, correndo o risco de se transformar em uma Ditadura Institucionalizada. Já pensaram nisso? Por mais complexo que seja a política, o voto e a incerteza de quem escolher, é a melhor arma nos regimes democráticos, no entanto, é preciso melhorar as nossas escolhas, aliás se as mesmas forem erradas teremos que conviver com elas por quatro anos, isso se ele não se reeleger. Já pensaram nisso também?

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O LEGADO DAS OLIMPÍADAS NO RIO 2016.

A priori, a participação como expectador nas Olimpíadas do Rio 2016, sobretudo nos eventos da cidade Olímpica, foi exclusivamente para a elite brasileira, devido ao preço exorbitante dos ingressos.  No entanto, não podemos negar o legado que esse evento deixará para a nação brasileira, principalmente para aqueles que não tiveram a oportunidade de nascer em um berço de ouro e sempre levou uma vida sacrificada, sofrida e espoliada pelos donos do poder. É uma constante, comentários de que os jogadores da Seleção Olímpica ganham salários astronômicos, isso é verdade, porém, alguns que ali estão têm uma história de vida bastante conflituosa, de luta e superação, ou seja, precisaram de muita luta e persistência para chegar onde chegaram. À luz da reflexão, que linda história a do baiano Isaquias, que se consagrou com três medalhas olímpicas na canoagem, feito inédito para o nosso país em Olímpiadas, e mais, quão difícil foi para o atleta conquistar tal feito. Nesse sentido, seguem as meninas do futebol feminino, infelizmente, não foram agraciadas com medalhas, no entanto, a história de vida e superação dessas atletas é de causar arrepios em qualquer ser humano. Prosseguindo, a seleção brasileira de Voleibol nos consagrou no domingo com uma medalha de ouro, e não podia faltar também, a história de vida desses atletas, em que muitos saíram das comunidades carentes para chegar no lugar mais alto do pódio olímpico. Naturalmente, não tem como lembrar e discorrer sobre todos os atletas olímpicos e as suas histórias, no entanto, todos de alguma forma, são exemplos de superação e analisando as Olímpiadas do Rio 2016, concebemos como o esporte transforma a vida das pessoas. Assim, esporte e educação são duas modalidades que caminham juntas e como elemento em potencial na vida das pessoas, construindo valores, Ética, bom caráter e cidadãos idôneos. Pena que tudo isso durou 15 dias, e muitos desses heróis olímpicos irão cair no esquecimento em breve pela mídia, quiçá, pela sociedade. Considerações Finais: As Olímpiadas nos passaram um legado de que vale a pena lutar pelos nossos sonhos ou melhor, o nosso Projeto de Vida, que o dinheiro não é o elemento primordial na vitória, e sim, acreditar que podemos conseguir, ou seja, podemos escrever a própria história. As Olímpiadas do Rio 2016, não veio para mascarar e abafar as mazelas do nosso país, esse acontecimento nos mostrou que é possível construir um mundo melhor, mesmo diante da corrupção política, saúde e educação pública precárias, a falta de segurança pública, entre outras mazelas que assolam a sociedade brasileira. Enfim, a magnitude desse evento mostrou-nos que somos capazes de grandes feitos, que podemos virar as páginas ruins pelos quais passamos, para tanto, basta que acreditemos somente em algo, no nosso potencial. 

Alberto Alves Marques
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sábado, 20 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: "O BRASIL NÃO TEM POVO E SIM PÚBLICO".

À luz da reflexão, o título deste artigo foi proferido pelo escritor pré-modernista, Lima Barreto, que discorria sobre a situação da população brasileira no final do século XIX, ou seja, um conformismo, alienação e comodismo. Essa frase foi retirada do livro: Os bestializados: o Rio de Janeiro e a república que não foi, do escritor José Murilo de Carvalho, que explana a transição do Império para a República, em 15 de novembro de 1889 e a não participação das massas (povo) nesse processo de transição. De acordo com Carvalho, e o olhar clinico de Lima Barreto, a população brasileira ficou bestializados assistindo tudo de camarote, sem saber o que estava acontecendo, pois, a República foi proclamada por uma elite cafeeira, que estava descontente com o Imperador D. Pedro II, deixando a massa de fora do processo.  A priori, ao refletir sobre o assunto, encontrei a oportunidade para traçar uma analogia com o contexto brasileiro atual, principalmente no quesito Política e Corrupção, sobretudo, quando o presente e passado se entrelaçam nas reflexões, além do mais, o trabalho dos Historiadores é lembrar o que os outros esquecem. Partindo dessa reflexão, o Brasil tem povo ou público diante do cenário político, da corrupção desenfreada, da situação precária da educação e da saúde pública, e de outras mazelas que atingem a população brasileira na atualidade? Como dizia o Filósofo e escritor francês, Voltaire: “Devemos julgar um homem mais por suas perguntas do que por suas respostas”. Partindo dessa linha de raciocínio, a indagação é: se o país tivesse um povo esclarecido e consciente, estaríamos presenciando as corrupções políticas como a Operação Lava Jato e outras politicagens? Em uma nação mais politizada, o povo não sairia da arquibancada e questionaria a qualidade do ensino público em nosso país, o preço dos alimentos, dos combustíveis e a qualidade da saúde pública? Povo não conforma com o calvário quando precisamos de hospitais públicos. Um país que tem povo, não questionaria a sobrecarga dos tributos, que contradiz com um dos menores salários mínimos do planeta? Todavia, o que estamos percebendo é um público que prefere contentar-se com as políticas assistencialistas em detrimento de lutar por uma nação mais equitativa, na política, na sociedade e na economia, lutar por melhores escolas, hospitais, segurança, ou seja, por uma vida digna de uma nação de pagadores de imposto. Considerações finais: Toda essa carência de indagações e direito são fruto e reflexo das nossas escolhas, isto é, podemos ficar na arquibancada e prestigiar o espetáculo, ou fazer parte dele, cobrando, lutando, questionando. Reflexão: As Eleições 2016 foram lançadas, assim, precisamos mais do que nunca neste momento deixar de ser público e assumir o papel de povo, pois do contrário, sempre iremos assistir espetáculos que, a bem da verdade, demora uma eternidade para acabar. E mais, patrocinados por nós.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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sábado, 30 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: RESPOSTA A REVISTA VEJA: PROFESSORES GANHAM MAL?

Inicialmente, após analisar um texto do escritor Claudio de Moura Castro publicado na Revista semanal Veja, resolvi discorrer e tecer algumas considerações sobre o artigo intitulado de: “Professores ganham mal?”, em que o escritor emitiu algumas ideias infundadas e desconexas sobre o contexto o qual os docentes trabalham. Naturalmente, que o mesmo frequentou uma escola de educação básica para adentrar no curso superior, porquanto, deve ter frequentado no mínimo as escolas privadas de excelência, em que o público ali presente fazia parte de uma elite de brasileiros privilegiados. A priori, digníssimo escritor, antes de expressar considerações sobre determinado fato, é de fundamental importância, conhecer e vivenciá-lo e, ainda apropriar-se do mesmo, em outras palavras, para tomar partido e assumir uma posição em torno de uma questão, seja ela positiva ou negativa, é relevante tê-lo vivenciado em todas as suas dimensões. Assim, as pessoas mais apropriadas para discorrer sobre a educação formal pública, são os professores que ali estão, da mesma forma que para tecer opinião sobre economia nada mais adequado do que um economista. Todavia, o economista Claudio de Mora e Castro, a bem da verdade, economista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado em Yale nos Estados Unidos e Doutorado pela Universidade Vanderbilt, também nos Estados Unidos, não seria uma pessoa com experiência e credibilidade para explanar sobre a educação, e mais, fazer deboche a respeito dos salários dos professores, propagando que os mesmos não ganham mal. À luz da reflexão, é ingenuidade do escritor, diga-se de passagem, esconde atrás de um editorial de uma Revista conceituada como a Veja, para não querer reconhecer a realidade educacional pública em solo brasileiro. Por outro lado, é sarcástico dizer que os professores oneram os cofres públicos, através das férias anuais e outros benefícios concebidos a esses profissionais. Será que esse cidadão graduado e pós-graduado nas melhores Universidades do Planeta, conhece a realidade educacional em nosso país, ou a presencia, por intermédio, do mascaramento midiático? Será que o próprio sabe quão altíssimo são os salários dos nossos representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, que permanecem em Brasília usurpando os cofres públicos? Será que esse economista Doutor sabe quanto é o salário de um professor da escola pública no Brasil? Considerações finais: Caríssimo Economista e Doutor, obviamente, existe dentro dessa profissão aqueles que deixam a desejar, porém, isso não é exclusividade da educação, existe também na política, na advocacia, e em todas as categorias profissionais, ah... inclusive na economia. Generalizar comprova a ingenuidade de um profissional que passou por todas as etapas do conhecimento até se tornar um Doutor. Além do mais, se torna necessário, retomar as aulas de economia na academia, pois ao colocar na ponta do lápis o quanto os professores oneram os cofres públicos, conceberá que é muito menos do que os salários dos políticos corruptos.  Reflexão: Dizem que quanto mais um indivíduo estuda, mais conhecimento e sabedoria adquiri, elevando e aprimorando a sua linha de raciocínio, evitando, com isso, opiniões infundadas. Será? Aliás, a indignação de este escritor repousa no fato de possuir o livro: “Os tortuosos caminhos da educação brasileira”, criação do autor em discussão, ou seja, Claudio de Moura Castro. Na obra, profere que a Educação deve ser baseada em evidências e pesquisas e, não em palpites; no entanto, o seu artigo está recheado de palpites. Não causa estranhamento e, paralelamente, é contraditório? Ao invés de tecer críticas aos professores, qual a sua contribuição, mediante ao caos, pelo qual a educação pública atravessa, por falta de investimento do poder público? Educação formal pública de qualidade não se faz nos bastidores da política e dos estudiosos sobre educação, essa ação é realizada no dia a dia, no chão da sala de aula pelos professores, independente dos seus salários. Sabe o porquê: Amamos o que fazemos.  Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
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quarta-feira, 27 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: SUZANE RICHTOFEN NA MÍDIA NOVAMENTE

“Suzane Richtofen é recepcionada e aplaudida por membros dos Direitos Humanos”. À luz da reflexão, eis a frase estampada na mídia ao utilizar da Web para atualizar as notícias no dia 20 de julho de 2016. Isso mesmo, Suzane Richtofen, aquela que matou os pais e deixou o seu irmão órfão, e após cumprir, aproximadamente dez anos na prisão, terá direito ao regime semiaberto. No entanto, o mais chocante, é que ela poderá deixar de ser ré e se transformar em uma popstar, isto é, uma celebridade, sobretudo, quando um órgão de grande competência, como os Direitos Humanos, faz uma referência dessa magnitude. Diga-se de passagem, na época o caso teve repercussão e causou um estardalhaço midiático, propagando na mídia nacional e internacional, e agora, a mesma será agraciada pelos membros dos Direitos Humanos? É repugnante tal atitude.  Por outro lado, como ficará o seu irmão, que na época sofreu todo impacto de perder os pais assassinados e tendo a própria irmã como culpada? Notadamente, a ré cumpriu a parte de sua pena, porém, jamais o seu irmão terá os seus pais de volta. Esse é o paradoxo do Brasil, ou seja, o criminoso tem mais benefícios do que a vítima. A perplexidade foi maior, no momento em que um membro de uma ONG-Organização Não Governamental discorreu o seguinte: “Queremos dar amparo para ela, pois sabemos que é uma fase de transição complicada, ainda mais para quem é órfão e não conta com uma família para apoiar”. Isso chega a ser sarcástico, e mais, se não fosse trágico seria cômico, pois se Suzane Richtofen não tem apoio da família significa que ela não existe, e por ironia do destino foi ela própria que contribuiu para matar, os seus pais. Dessa forma, é ridícula a frase dessa ONG, na verdade, a destruidora da própria família foi Suzane. Por outro lado, será que o irmão de Suzane e os entes queridos foram amparados pelos Defensores dos Direitos Humanos? Considerações finais: Não é aqui pretensão, discutir qual a função dessa instituição e questionar se a sua ação está certa ou errada, mas sim, indagar: Como fica a opinião pública? Nesse sentido, ações dessa natureza não induziria para o pensamento de que o crime compensa em solo brasileiro? Enfim, a sensação passada é que em nosso país as pessoas cometem qualquer tipo de crime e saem ilesos, além de aplaudidos por uma instituição que deveriam amparar as duas partes envolvidas e não praticar uma ação unilateral.

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 20 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O BLOQUEIO DO WATSHAPP: UM ATENTADO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Novamente, a sociedade brasileira foi surpreendida com a perda da liberdade de expressão, o bloqueio do WhatsApp pela juíza Daniela Barbosa, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias/RJ. Grosso modo, o fato ocorreu porque a empresa que administra o aplicativo negou a liberação e a interceptação de conversas para uma investigação criminal. Não é intenção de este escritor de artigo de opinião defender as atividades ilícitas, e sim, buscar uma fundamentação na liberdade de imprensa e de expressão das pessoas que vivem em um país democrático sem prejudicar também o trabalho da Justiça. É fato, em um Estado de direito e democrático, a liberdade de expressão é de suma importância para evitar o Estado Autoritário, aquele que por intermédio, de medidas coercivas e punitivas impedem as críticas da população. Além do mais, a comunicação digital e informacional através das redes sociais é uma das ações humanas mais bela, pois oportuniza para as pessoas, por meio do diálogo virtual, a quebra das barreiras físicas do mundo real. É óbvio, que a transgressão adentrou o mundo cibernético, contudo não é bloqueando os meios de comunicações e as redes sociais que essa modalidade de crime desaparecerá. À luz da reflexão, é preciso órgãos governamentais competentes para fiscalizar essas ferramentas digitais de comunicação, e não o bloqueio da mesma por ineficiência do próprio Estado. Em um mundo cada vez mais virtual, se faz necessário investimento e estudo em tecnologia de investigação virtual, assim evitar-se-á que a injustiça do mundo real recaia sobre o mundo cibernético. É sabido, o crime está se naturalizando em nosso país, buscando novas ferramentas para atuar de forma mais eficaz, porém não podemos deixar que essa chaga da sociedade brasileira contamine algo que está engatinhando em solo brasileiro, as Redes Sociais, uma categoria das Tecnologias Digitais de Informação. Considerações finais: A História do Brasil foi manchada pela contenção da liberdade de imprensa durante a Ditadura Militar (1964-1985), exigindo do povo uma luta constante contra o Estado opressor, agora novamente, uma medida unilateral e equivocada não pode derrotar as conquistas da nação brasileira em relação à liberdade de expressão. Perder a liberdade de imprensa é um retrocesso na história da humanidade. Por outro lado, essa ação da magistrada do Rio de Janeiro esconde um paradoxo que não se cala: Por que conseguem bloquear o WhatsApp, e não os celulares nos presídios? Não seria melhor investir em pessoas e equipamentos mais preparadas para lidar com o crime cibernético? Com certeza, seria melhor do que colocar uma mordaça na comunicação brasileira. Ditadura, nunca mais!

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: FRAUDE NA LEI ROUANET: CORRUPÇÃO EM TODAS AS DIMENSÕES.

À luz da reflexão, o teor deste artigo de opinião está fundamentado em uma notícia midiática que envolve a fraude na Lei Rouanet, denominada operação “Boca Livre”, em que a Polícia Federal prendeu 14 pessoas, inclusive sujeitos da RMC-Região Metropolitana de Campinas, participantes na fraude de R$ 180 milhões e beneficiados por essa Lei. Grosso modo, a Lei Rouanet é uma Ação do Governo Federal com o propósito de incentivar Políticas Públicas para a cultura nacional, a denominação da Lei é uma homenagem a Sérgio Paulo Rouanet, o então Secretário de Cultura quando a mesma foi criada, no ano de 1991. Após essa pequena explanação, pode-se analisar quão a naturalização da corrupção está impregnada em outras dimensões, além da política em nosso país. Se não bastasse o descaso pela Educação Pública de qualidade, uma das vertentes da Cultura brasileira, temos que conviver com essa usurpação escancarada, uma vergonha nacional, a corrupção em todas as dimensões. Não obstante o lamaçal na política, através da Lava Jato e outros tipos de corrupção que envolvem as esferas pública e privada, cujos lesados são os que mais precisam (os pagadores de impostos), agora somos bombardeados por essa podridão em um Órgão que procura nos singularizar e promover uma identidade como brasileiros, a nossa Cultura. Considerações finais: Não é aqui pretensão, analisar e aprofundar sobre as fragilidades dessa Lei, quando, a bem da verdade, a mesma favorece em alguns momentos à Elite do mundo da arte. A priori, é repugnar essa fraude, pois essa pouca vergonha, está lesando a própria população brasileira, visto que o financiamento dessa Entidade é mantido pela doação de um percentual do Imposto de Renda dos contribuintes. Virou uma constante, discursos evocando o senso comum de que a corrupção em nosso país é algo cultural.  Reflexão: Perante a esse episódio, o senso comum está prevalecendo na sociedade brasileira?  Estaremos fadados a conviver com a corrupção? Não. Contra a corrupção, sobretudo, na política, dispomos de uma arma infalível, a educação. Como ressalta o grande apresentador Jô Soares: “ O maior inimigo de um Governo é um povo culto”.

Alberto Alves Marques
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