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Fonte original: http://www.apeoesp.org.br/

PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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Clic na imagem acima e assista aos vídeos.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

A & R- INOVAÇÕES PEDAGÓGICAS


A & R- Inovações Pedagógicas está fundamentada na Escola que pretendemos para o século XXI, sobretudo, em uma sociedade cada vez mais conectada com as Tecnologias Digitais.  


Foi pensando na Sociedade da Informação Digital que surgiu a ideia de montar estratégias para atender essa nova geração. Neste espaço, oferta-se desde livros, blogs, objetos e até formação educacional relacionada com as tecnologias. 
Um exemplo é o calendário abaixo, uma ótima lembrança para entregar para os docentes no final de ano. 


Notavelmente na Contemporaneidade, é preciso resgatar a importância dos professores em todas as dimensões. Dessa forma, é preciso homenageá-los. Como?


Quais os desafios da educação formal no século XXI, uma sociedade informatizada, digital e conectada? Não existem respostas prontas para essa inquietação, porém, temos certeza que a escola de hoje, é totalmente diferente das unidades escolares do passado. O Professor agora é a peça fundamental, esse profissional é o organizador do conhecimento. Abaixo, o vídeo do português Antonio Nóvoa deixa claro isso. 




Nas palavras do português Antonio Nóvoa, o papel essencial na educação formal é o professor. Partindo desse pressuposto, esse profissional necessita de uma formação contínua. 

Seguindo a mesma linha de raciocínio, encontra-se o Filósofo Mário Sérgio Cortella no vídeo: Novos Paradigmas da Educação". 


A escola no passado estava centrada no professor detentor do saber, da informação e do conhecimento. De certa forma, as informações não estavam ao alcance de muitas pessoas, sobretudo, os estudantes. Era uma didática mecanicista, como representa a figura abaixo.

A escola nesse período chegou a ser comparada com as fábricas.

Com advento das tecnologias digitais de informação, as coisas transformaram. Naturalmente, a informação e a produção do conhecimento centradas na unidade escolar e no educador, foram transpostas para além dos muros da escola. A figura abaixo representa o público estudantil da sociedade da informação.


Diante dessas transformações, para alguns negativa e outros positiva, o que fazer? Qual será o desafio para que essa instituição educativa não perca a importância? A Geekie, uma das Plataformas em tecnologia digital está fazendo a diferença na sociedade da informação. Abaixo o Educador José Pacheco da Escola da Ponte em Portugal, realiza um diálogo com Cláudio Sassaki, um dos fundadores da Geekie. 














quarta-feira, 9 de novembro de 2016

SIMULADOS E JOGOS DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA: APRENDENDO BRINCANDO.

Próximo aos Vestibulinhos das Escolas Técnicas ou não, muitos jovens deparam com o desafio de estudar para obtenção de resultados satisfatórios. No entanto, como estudar diante de tantas informações? Uma das dicas e saídas são os ODA- Objetos Digitais de Aprendizagem, ou seja, jogos eletrônicos e simulados onde os educandos aprendem brincando.

Se preparar para os Vestibulinhos ou qualquer tipo de exame, é o elemento diferenciador nos resultados satisfatórios. Então vamos preparar: 


Na disciplina de História existem alguns simulados. Clic aqui no RACHACUCA. e estude brincando para os Vestibulinhos. 



Abaixo testes sobre a Ditadura Militar(1964-1985) e o AI- Ato Institucional número-5.


Ditadura Militar Brasileira de 1964 a 1985.

Cartaz representando a censura durante a ditadura militar no Brasil.

Acesse AQUI OS testes sobre a Ditadura Militar Brasileira de 1964 a 1985.

Recado do Professor Alberto:
Estudar através de simulados e testes na Web, é o desenvolvimento de uma aprendizagem autônoma, ou seja, o estudante tem que ser sincero para não olhar as respostas antes (gabarito), pois dessa forma não estará desenvolvendo o aprendizado autônomo. 


Jogos Educacionais sobre a Ditadura Militar Brasileira de 1964-1985.
Como seria a sua vida nos tempos da Ditadura Militar Brasileira? 

Acesse o Jogo AQUI e estude brincando. 

Teste os seus conhecimentos sobre o Período da Escravidão no Brasil através de simulados online e autocorrigidos. 


A Escravidão no Brasil durante o Período Colonial.


Abaixo, simulado sobre a Escravidão no Brasil. 
Acesse AQUI o Simulado e boa sorte.


Como despertar o interesse nos estudantes na disciplina de Geografia? Não existe fórmulas prontas, porém, pode-se afirmar com propriedade que o interesse está alinhado com o querer e o fazer, ou seja, para aprender o sujeito deve estar interessado, caso contrário não existe receitas prontas ou estímulos externos que dê jeito. Discurso a parte, existem aqueles que discorrem sobre as tecnologias digitais, sobretudo, afirmando que os jogos educacionais digitais são elementos em potencial na aprendizagem neste século XXI. 
Dessa forma, abaixo segue alguns jogos educacionais de Geografia.

Acesse AQUI os Jogos de Geografia. com e descubra como aprender Geografia brincando através das tecnologias digitais educacionais. 

Jogo Geo Quizz Europa. Clic AQUI e boa sorte.


Que tal exercitar o cérebro com os simulados de Geografia? 

Acesse AQUI o simulado


As tecnologias digitais, sobretudo, os jogos eletrônicos educacionais são elementos em potencial no aprendizado na sociedade da informação. Diga-se de passagem, aprendemos de duas formas, a convivência com o meio e as habilidades mentais que cada indivíduo constrói ao longo de sua vida. No entanto, cada sujeito tem o seu tempo e nível de aprendizagem. As tecnologias educacionais, os jogos contribuem para que as crianças construam o seu aprendizagem através da mediação de um adulto. 

Em outras palavras, as tecnologias digitais de informação produz o conhecimento brincando. 



Dentre tantos sites recomendados para o aprendizagem das crianças que estão na educação infantil é o Escola Games. Acesse AQUI os jogos educacionais e insira-os em seu Plano de Aula. 

Como ocorre o processo de aprendizagem nas crianças? Por que algumas crianças têm o desenvolvimento cognitivo mais rápido e qualitativo do que outras crianças da mesma faixa etária? Essas inquietações sempre incomodaram os profissionais da educação.  O estudioso Vygotsky, foi um dos estudiosos que defendeu a interatividade no processo de aprendizagem.  Mas afinal, como as crianças aprendem? O vídeo abaixo elencará algumas pistas sobre essa complexidade.




Partindo desse pressuposto, as tecnologias digitais de informação, sobretudo, através dos jogos eletrônicos, poderão contribuir para o desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Em outras palavras, os jogos e simuladores proporcionam uma interatividade entre o aprendente e o objeto a ser aprendido. E o professor, perderá o seu papel? Não. Agora o seu papel é de organizador da informação para que a mesma possa ser transformada em conhecimento. 

Simulado de História sobre a Escravidão no Brasil.





terça-feira, 8 de novembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: ENEM E A PONTUALIDADE NA CHEGADA.

O ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio 2016, aplicado nos dias 05 e 06 de novembro deste ano, novamente, conviveu-se com alguns candidatos chegando atrasados. Isso evidencia alguns vícios cometidos na escola que não podem ser repetidos para além dela, o atraso. É inadmissível e incompreensível: Como que um indivíduo chega atrasado para um compromisso que já foi divulgado com um tempo de antecedência? É óbvio que algumas implicações externas, como o trânsito são elementos dificultadores na pontualidade dos candidatos. No entanto, cabe ao planejamento e logística dos mesmos, ou seja, sair para a realização da prova com um tempo hábil, para assim, evitar contratempos. Dessa forma, só nos restam acreditar que um dos elementos que contribuíram para o atraso é a comodidade de boa parte dos nossos jovens. Durante toda a vida escolar na Educação Básica, esses estudantes (hoje muitos candidatos do ENEM), chegaram atrasados às escolas e com as justificativas, perdi a hora; quantos alunos não cumpriu o seu papel de estudante, entregando trabalhos e atividades atrasadas, tendo a concepção que “não dá nada não”. Agora deu. Sem generalizar, mas boa parte dos candidatos que chegaram atrasado ao ENEM/2016, é em parte (com raras exceções), esses mesmos alunos que não demonstraram compromisso durante a Educação Básica, chegando e entregando trabalhos atrasados para as aulas. Considerações finais: Grosso modo, uma das Diretrizes da Educação Básica é preparar os estudantes para a cidadania, prosseguimento nos estudos e o mundo do trabalho. O ENEM, é uma oportunidade de os ex-estudantes adentrarem em uma Faculdade ou Universidade utilizando para isso uma Bolsa de Estudo ofertada pela nota que os mesmos tirarem no exame, principalmente na redação. Dessa forma, a falta de pontualidade durante a Educação Básica na entrega de trabalhos e estudos, sobretudo, chegando atrasados e sempre com justificativas medíocres. Aliás, perdi a hora, não é um argumento válido para o ENEM. Lembra-se, quando o professor discorria que a escola tolera tudo, mas lá fora é uma outra história? Então, as oportunidades da nossa vida começam com o nascimento, só que existe alguns momentos que o cumprimento das responsabilidades pode pesar muito, isto é, chegar atrasado para a prova do ENEM. Infelizmente, a maioria (ou minoria, não conheço todas) das escolas toleram muita coisa em nome da formação do caráter e da responsabilidade dos estudantes, porquanto, o ENEM, um exame que selecionará os melhores, não. Voltando às Diretrizes da Educação Básica, os candidatos que chegaram atrasados ao ENEM, terão que adiar o prosseguimento nos seus estudos, quiçá, o preparo para o mundo do trabalho. E aí Geração (é óbvio a minoria!!!), não está na hora de valorizar mais a educação Básica?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs - Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
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Cidade: Hortolândia/SP.    



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO ESCOLA SEM PARTIDO: UM RETROCESSO NA EDUCAÇÃO


Primeiramente, “A Escola Sem Partido”, está fundamentada no Projeto de lei 193/2016 do Senador Magno Malta (PR-ES) e vários movimentos que discorrem sobre criação de um sistema educacional, contra a doutrinação política, cultural, ideológica e religiosa dos estudantes. Implicitamente, isso não seria deixar os alunos fazerem o que quiserem nas escolas, sem um norte acadêmico? Na verdade, não é de hoje que projetos envolvendo a Escola sem Partido vem sendo discutido, grosso modo, a primeira vez que o assunto foi pautado nos noticiários, foi em 2004, mas caiu no esquecimento, agora, o tema voltou à tona. Como em um texto, se faz necessário uma releitura implícita do assunto, para perceber que essa ação nada mais é do que a banalização da educação formal e sistematizada nas escolas. Em outras palavras, tirar-se-á todo conhecimento acadêmico sistematizado, construído através do Patrimônio Histórico da Humanidade e elencado ao longo da história na Instituição escolar. Paralelamente, eliminar a liberdade de cátedra dos docentes e da unidade escolar, outrossim, uma escola à deriva. Nesse sentido, a “Escola sem Partido” é a mais clara sensação de retrocesso na educação, ou seja, desconstruir essa instituição secular, levando toda a produção do conhecimento em um retorno sem precedentes para o mundo da ignorância e das trevas.  Notavelmente, a escola como uma instituição com poderes para desconstruir as mazelas da sociedade será desestruturada por um Projeto de Lei, elaborado por um Senador da República, a bem da verdade, têm os seus filhos nos melhores colégios particulares do país ou no exterior. Durante boa parte da História da humanidade, a escola formal e sistematizada era privilégios de poucos, diga-se de passagem, precisou que as classes menos abastadas lutassem para obter esse direito, imprescindível para a formação dos indivíduos em todas as dimensões. E, de repente, toda luta e conquista estão banalizadas por um Senador e movimentos de uma pequena parcela da sociedade? Considerações finais: Nas palavras dos defensores da Escola sem Partido, proliferam discursos infundados de que o atual Currículo Escolar, além de doutrinar, tira a liberdade de pensamento do estudante. Ledo engano! Aliás, esses magistrados estão aquém em informações sobre o contexto escolar, pois o espaço escolar, independente da precariedade e do descaso dos governantes, tem como objetivo a promoção da formação de jovens críticos em todas as dimensões, isso não é doutrinação, e sim, libertação e conscientização, antídoto imprescindível no combate de políticos corruptos. Obviamente, a escola não pratica a doutrinação dos seus alunos, esse discurso por parte dos defensores da Escola sem Partido, é uma forma de enganar a população. Por outro lado, o que realmente os defensores da Escola sem Partido querem é uma população de jovens acríticos, incultos e conformados com a situação vigente, para que possam ser doutrinados, e ao mesmo tempo, manipulados, para com isso, permanecerem no poder e na prática da corrupção em todas as esferas. Em síntese, a escola não doutrina, ao contrário, essa unidade educacional liberta os indivíduos das amarras da ignorância praticada pelo Estado (Governo). Escola sem Partido, é o fim da evolução humana, ação defendida pelos doutrinadores da população. Quem? Naturalmente, a maioria dos políticos e uma casta da sociedade brasileira!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A PEC 241 E O ESTRANGULAMENTO DA EDUCAÇÃO FORMAL.

A priori, antes de tecer algumas considerações sobre a PEC -241, é de suma importância, conceber o significado dessa ação política que envolve a Constituição Federal de 1988. Grosso modo, uma PEC- Proposta de Emenda à Constituição ocorre quando o Executivo (Presidente da República) individualmente encaminha algumas alterações à Constituição Federal para o Congresso Nacional, em outras palavras, são ações emergenciais inserida nesse documento. Diga-se de passagem, essa decisão está na órbita do executivo, analogicamente falando, uma estratégia muito utilizada durante a Ditadura Militar Brasileira (1964-1985) quando o Presidente da República suspendia a Constituição, baixando os AIs- Atos Institucionais, ou seja, leis criadas pelo próprio executivo. Mas afinal, por que essa medida causou estardalhaço nas mídias nos últimos dias? O que essa ação unilateral por parte do Executivo, com a validação do Congresso Nacional pode implicar na educação formal em nosso país quando está em questão os investimentos do Governo Federal? À luz da reflexão, a Proposta de Emenda à Constituição de número 241, impactará diretamente nos setores públicos em todas as suas dimensões, mas, neste instante abordar-se-á sobre a educação formal. Levando em consideração, que a PEC- 241 versa sobre o congelamento das verbas do Governo Federal destinada a setores de extrema importância na sociedade como a educação, outrossim, o Estado deixará de investir nesta modalidade durante 20 anos, a mesma congelará o FUNDEB- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica, deixando os Estados e Municípios à própria sorte. Todavia, o resultado será o sucateamento daquilo que já vem sendo sucateado há muito tempo em nosso país, as escolas públicas.  Não obstante, essa decisão é a maior prova da omissão do Estado (Governo) para com as suas obrigações nas esferas de grande importância no desenvolvimento de um país. Durante a inexistência do Estado nos primórdios da história da humanidade, “ O homem era o Lobo do próprio homem”, em que a sociedade travava uma luta constante de todos contra todos na concepção de Thomas Hobbes (1588- 1679), com isso surgiu o Estado, cujo propósito seria apaziguar e equilibrar o caos na sociedade. No entanto, diante da omissão do Estado na Contemporaneidade para com os seus cidadãos, percebe-se uma inversão, o lobo do próprio homem é o próprio Estado. Considerações finais: A Proposta de Emenda à Constituição deturpa o próprio Art. 205, pois segundo essa Lei: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. A PEC-241, é a forma institucionalizada de transformar o brasileiro em pessoas incultas, sucateando ainda mais as escolas públicas e freando o desenvolvimento da nação. Por quê? Quanto menos pessoas, instruídas, formadas, conscientes e educadas, com certeza teremos mais Operação Lava Jato, corrupção política, mensalões, compra de votos e todas as mazelas utilizadas pela maioria dos donos do poder para permanecer no poder. Resumindo, é preciso a desconstrução de ideias simplistas de que a educação pública em nosso país não é investimento e sim gastos desnecessários. Quem perde com tudo isso? O povo.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduação em Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
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sábado, 29 de outubro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO E A CONIVÊNCIA DA SOCIEDADE.

Diga-se de passagem, uma sociedade que se cala perante as mazelas que assolam a educação formal no país, é conivente com a corrupção política e falta de valores que imperam na contemporaneidade. Por outro lado, um estudante que se nega a estudar, é conivente com a baixa qualidade da educação em nosso país, pois com essa ação, além de atrapalhar todo o processo educacional no contexto escolar, contribui para o analfabetismo funcional. Nesse sentido, pais ou responsáveis que não acompanham o desenvolvimento educacional do seu filho, não intervêm na incivilidade e na indisciplina escolar, são coniventes pela falta de educação que impera entre os adolescentes e jovens. Naturalmente, um Estado (Governo) omisso com as suas responsabilidades contribuirá para o fracasso da educação e todas as instituições de um país.  Mas também, se uma escola, juntamente com a sua equipe, fecharem os olhos para as mazelas que os discentes estão fazendo no interior do espaço escolar, com certeza, estar-se-ão contribuindo para a proliferação de estudantes deseducados em todas as dimensões, que reluzirá em uma quantia significativa de jovens delinquentes e violentos. Partindo desse pressuposto, se está em questão a educação formal e a informal em nosso país, não resta dúvida, impera a conivência da sociedade em geral, contribuindo para a naturalização das mazelas em suas múltiplas dimensões. Ao presenciarmos/vivenciarmos atos violentos, incivilidade juvenil, indisciplinas, a falta de valores, entre outras atitudes que tiram a dignidade humana, questionamos com veemência. Por que isso ocorre? De quem é a responsabilidade? A priori, é de fundamental importância conceber que essa ação não é uma exclusividade do Brasil, isto é, essa ocorrência está se naturalizando. Na verdade, sob a tutela e conivência da sociedade, cujos valores se alicerçam em três instituições básicas: Estado, Família e Escola. Em outras palavras, se uma Instância abdica de sua responsabilidade, todos em geral pagam um preço muito alto como a violência, a incivilidade juvenil, indisciplina e a falta de valores. À luz da reflexão, todas as civilizações que sucumbiram ao longo da história da humanidade, tiveram problemas em aceitar as normas e regras para civilizar a sociedade. Não é aqui pretensão, instaurar um saudosismo ao autoritarismo, nem pensar! No entanto, parafraseando o Filósofo, Cortella, é preciso impor uma normatização nas ações da sociedade, em outras palavras: [...] é preciso um equilíbrio entre o que eu posso, o que eu quero e o que eu devo fazer. Considerações finais: Enfim, uma sociedade conivente com as mazelas que assolam o seu povo, principalmente, a instituição escolar, estará fadada a sofrer essa própria ação na pele.  Grosso modo, a conivência institucionalizada, contribuirá para a permanência de políticos corruptos, analfabetismo funcional, a incivilidade juvenil, a indisciplina, a violência e a falta de valores, direcionando para um caos sem precedentes. A moralização da sociedade é um alinhamento entre a Família, a Escola e o Estado em todas as dimensões, caso contrário, enfrentaremos o retrocesso, ou melhor, a desumanização.

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: TECNOLOGIA DIGITAL NA EDUCAÇÃO: MUDANÇA DE PARADIGMA.

À luz da reflexão, a educação formal sistematizada nas unidades educativas, sejam elas públicas ou privadas, sempre esteve alinhada às demandas da sociedade. No passado, quando imperava o tempo das fábricas, o currículo escolar estava alinhado para atender as necessidades dessa instituição. Todavia, com advento das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, sobretudo, a Internet, o tempo das indústrias cedeu lugar para as tecnologias digitais. Dessa forma, para alguns estudiosos, estamos vivenciando uma sociedade da informação digitalizada, aquela conectada instantaneamente através das redes em escala local, regional, nacional e global. Notavelmente, em se tratando de países em desenvolvimento, como o Brasil, o percentual de pessoas com acesso à internet ainda é tímido, porém, qualquer indivíduo dessa sociedade está em contato com as tecnologias digitais de informação, seja, na forma dos códigos de barras nos supermercados, nas farmácias, ou nos caixas eletrônicos das agências bancárias. Então, pode-se afirmar com propriedade que estamos presenciando uma sociedade da informação digital, mesmo sabendo que ter informação não significa obtenção de conhecimento, algo muito mais complexo. Diante desse fato, e seguindo a linha de raciocínio do Francês Pierre Lévy (2010), estamos convergindo para uma “Cibercultura”, ou seja, uma das categorias do ciberespaço. Grosso modo, nas palavras deste estudioso sobre a sociedade da informação digital, estamos vivenciando um novo espaço de comunicação nas esferas sociais, políticas, econômicas e sobretudo cultural, reluzindo da formação humana em todas as suas dimensões, principalmente no contexto escolar. Partindo desse pressuposto, e a escola inserida nessa cultura digital, como ficará o currículo escolar nas suas múltiplas dimensões, perante uma sociedade informatizada e digital? A educação no contexto da antiguidade, atendia as necessidades familiares, cujos filhos tinham que substituir os ofícios dos pais. Naturalmente, durante a Idade Média, a Igreja, sobretudo, a católica se incumbiu de instruir as crianças. Com advento da Modernidade e da industrialização, o chão das fábricas se tornou uma extensão do currículo escolar. No entanto, estamos presenciando uma transformação tecnológica digital sem precedentes, em que muitas escolas ainda preservam uma concepção didático pedagógica semelhante aos tempos das fábricas, outrossim, uma educação analógica/mecanicista. Por quê? Como reverter essa situação, mediante a uma sociedade que resiste ao ensino com o uso das tecnologias digitais? Como implantar um currículo escolar articulado com a sociedade da informação digital em escolas, sem infraestrutura? A resposta está em desconstrução de paradigmas, ou seja, ter a percepção de que o modelo didático pedagógico atende as necessidades de sua época, que o mesmo deve ser revisto, de acordo, com a sociedade em que a escola está inserida, notar que as tecnologias digitais planejadas e investimentos são extensões do currículo escolar.  Em outras palavras, em uma era digital, não tem sentido um currículo focado somente nas informações circuladas dentro dos muros escolares, é preciso navegar por espaços nunca antes navegados. Considerações finais: Uma educação de via única, em que o professor é o detentor do conhecimento, deve ceder lugar por uma prática didático pedagógica coletiva, em que a construção do conhecimento transpassa os muros escolares, através do diálogo entre os principais protagonistas, professores e alunos, presencial e digital. Também, se faz necessário, conceber que a informação por si só, não tem sentido; além do mais, a mesma precisa ser transformada em conhecimento, e mais o aprendizado vai além dos livros didáticos e, com certeza, as tecnologias digitais serão elementos em potencial nessa transposição. É lógico, que os investimentos humanos (profissionais da educação), infraestrutura, antecedem a transposição do analógico para o digital. Logo, é preciso, urgentemente, rever que tipo de educação e pessoas que queremos formar para enfrentar a sociedade da informação e digital.

Alberto Alves Marques
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domingo, 23 de outubro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: PROFESSOR: SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO?

Ao longo dos anos utilizei deste espaço para tecer algumas considerações sobre o Dia dos Professores, comemorado no dia 15 de outubro, todavia, em alguns momentos discorri sobre a genealogia da data, ou seja, o surgimento da ideia. No entanto, hoje focar-se-á sobre: Ser ou não ser professor na contemporaneidade, diante do contexto no qual residem a educação e os profissionais, sobretudo se impera o descaso por alguns setores da sociedade? Na verdade, ser professor no século XXI, não é nada fácil, em outras palavras, é ter o dom de interagir com as crianças e jovens, alinhando os seus conhecimentos prévios (em muitas situações uma vida conturbada) e lapidá-los para que construam o seu Projeto de Vida, o seu caminho acadêmico e os valores de extrema importância em uma sociedade complexa e cada vez mais exigente e excludente. Em diversas situações o profissional assume o papel de pai/mãe, médico, psicólogo, entre outros, omissos pela sociedade. Obviamente, ser professor na sociedade atual, é também, conviver com a falta de valorização por parte de alguns integrantes da sociedade, em que muitos preferem escolher políticos corruptos, sugadores de nossos bolsos, ao invés de lutar para tirá-los do poder. Prosseguindo, ser um docente na sociedade hodierna é ter esperança de que um dia a educação e os professores farão parte da pauta de prioridades nos investimentos públicos? É carregar expectativas por uma aposentadoria digna, mesmo com as mudanças nas políticas públicas previdenciária? Por outro lado, ser Professor é, ainda sentir orgulhoso, pois concebe-se que o avião, o navio, o carro, a televisão, o notebook, o celular, e as inúmeras invenções humanas, juntamente com os profissionais que as construíram, tiveram e têm que passar pelas mãos de um mestre, implicitamente falando, tem o toque do Professor. Em outras palavras, não teríamos a evolução tecnológica, social, política, econômica, intelectual e cultural se as pessoas envolvidas nesse processo não ouvissem as palavras de um Professor -mesmo que não se adaptaram à escola, afinal, elas foram alfabetizadas! Então, já pensaram nisso? Pode ser hipocrisia? Sim, mas necessitamos, a bem da verdade, de um salário digno para colocar comida em nossos lares, porquanto, o descaso dos governantes e de uma parcela da sociedade, não tira o dom de ser Professor. Considerações finais: Infelizmente, não conseguimos atingir a todos, mesmo tentando arduamente, no entanto a satisfação maior para um professor: é saber que fez a diferença na vida de alguém!!! À luz da reflexão, qual profissão resulta em orgulho por saber que os demais profissionais, via de regra, têm que passar pelas mãos de um Professor? Inclusive, o próprio Professor! Ser professor é ter consciência, que a nossa profissão não é reconhecida, sobretudo por aqueles que passaram pelas nossas mãos e não conseguimos resgatá-los, os Políticos corruptos. Mas, é fato, fizemos e continuamos a fazer a diferença na vida de muitos.   

Alberto Alves Marques
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domingo, 9 de outubro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: APÓS AS ELEIÇÕES INICIA-SE A POLÍTICA

A priori, este artigo discorrerá sobre o término das eleições municipais que ocorreram no domingo (02 de outubro de 2016), exceto para os municípios que terão o segundo turno. À luz da reflexão, a Política como a Ciência, começam no momento em que as pessoas escolhidas para nos representarem assumem o poder propriamente dito. Não obstante, nas campanhas eleitorais ocorrem a pré-política, ou seja, o plano de governo, mas é governando que se percebe a Política realmente sendo praticada, caso contrário, a proposta de governo fica somente nas promessas de campanhas.  Em outras palavras, o verdadeiro sentido da palavra Política começará no ano de 2017, quando os candidatos a prefeitos e a vereadores tomarem os seus postos e, efetivamente, iniciar a representação do povo, para o povo e com o povo, resumindo, isso é a essência da democracia. Naturalmente, em época de campanhas políticas, não se sabe ao certo se os candidatos irão cumprir as suas promessas, diga-se de passagem, são inúmeras. Na verdade, mesmo analisando o histórico de ambos, ao assumirem os seus postos e conhecerem a máquina pública, correr-se-ão o risco de desvirtuarem da honestidade política e seguirem o rio tortuoso da corrupção. Todavia, algo me chamou a atenção neste ano de eleições municipais, as mudanças nas cadeiras de prefeitos e vereadores, pois muitos prefeitos e vereadores que não queriam deixar a cadeira da mordomia, acabaram sendo substituídos, isto é, falou mais alto o sentimento de mudança da população, não esperando mais os longos quatro anos para outra análise. Nesse sentido, as eleições de 2016 tendem a promover uma lição para os eleitos que assumirão as cadeiras públicas no ano de 2017. Como? Andar na linha política, respeitar as pessoas que depositaram confiança para representa-las, afinal de contas, o poder é legítimo do povo e não uma particularidade do candidato eleito e dos seus amigos e apadrinhados. Ao buscar uma fundamentação teórica metodológica na obra Política de Aristóteles, entende-se que o conceito de Política é a Arte de Governar a Polis (cidade), em prol do povo. Considerações finais: Partindo desse pressuposto, os políticos que representarão o povo no ano de 2017 na esfera municipal, já podem conceber, que a sociedade que os mesmos representarão é formado por múltiplas categorias, inclusive aqueles que não os escolheram nas eleições. Dessa forma, anseia-se um projeto de governo que satisfaça e atenda às necessidades de todos, com isso, ao ganhador das eleições não convém ficar preso às siglas partidárias, neste momento ele é um representante do povo, senão nos próximos quatro anos, o mesmo sofrerá as transformações ocorridas nas eleições de 2016. Lembre-se, as eleições é uma ponte para se chegar até a Política, obviamente, com a permissão do povo para representá-lo em um mandato de quatro anos. Enfim, a permanência do político, após essa etapa, dependerá da forma de governo, pois a sociedade se encarregará de lembrar e cobrá-lo sobre isso.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humana,s na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.     


ATUALIDADES: VESTIBULINHOS, VESTIBULARES E ENEM. UNIVERSIDADES PORTUGUESAS ACEITAM A NOTA DO ENEM.







15/11/2016- Fonte: Uol-Educação.
O ENEM- Exame Nacional do Ensino Médio não é uma exclusividade do Brasil. Diga-se de passagem, outros países também utilizam exames semelhantes. A priori, o ENEM, só perde para o exame Chinês que este ano teve aproximadamente 9 milhões de candidatos.  Abaixo segue algumas curiosidades dos exames praticados em alguns países para assegurar uma vaga nas Universidades. 

Acesse AQUI mais informações de exames nacionais em outros países.

Você sabia que Portugal aceita a nota do ENEM, para ingressar em uma Universidade Portuguesa? Isso mesmo, este ano 18 universidades já estão na lista. Entre elas está a Universidade abaixo.

Universidade de Lisboa em Portugal
Para mais informações acesse AQUI a lista completa das Universidades Portuguesas que aceitam o ENEM.

Assunto: TEMA DA REDAÇÃO DO ENEM-2016

Novamente, o tema da Redação do ENEM-2016, pegou vários candidatos de surpresa. Dessa vez, o Exame procurou explorar o tema, " Religião", especificamente: " Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil". Grosso modo, um assunto complexo, por passar a sensação de tolerância entre as múltiplas religiões espalhadas pelo país. No entanto, uma boa estratégia para conceber se os candidatos sabem diferenciar e argumentar sobre a religião sem levar para o lado do fanatismo que muitos aprendem no contexto das Igrejas. Quais as considerações dos professores sobre o tema? Acesse AQUI.

Neste dia 05 de novembro de 2016, milhões de brasileiros tiveram um desafio, realizar o ENEM, nas Áreas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Dessa forma, ao retornar para casa a ansiedade e expectativa está a flor da pele. Assim, é de suma importância, analisar alguns pontos e saber como que foi a prova. Veja AQUI o Gabarito de Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Boa sorte!

Abaixo segue algumas dicas de estudo para os Vestibulinhos, Vestibulares e ENEM

À luz da reflexão, quando os educandos chegam no término do Ensino Fundamental dos Anos Finais, muitos sonham com os Colégios Técnicos, sejam na modalidade integrado ou cursos técnicos. Todavia, essa expectativa ocorre também no término do Ensino Médio, quando chega o momento de enfrentar os vestibulares. 
No entanto, o grande desafio é estudar e passar nos vestibulinhos e vestibulares. Dentre tantas dificuldades e desafios encontram-se os assuntos da atualidade, outrossim, em escala local, regional, nacional e global. 
Diga-se de passagem, com o advento das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, sobretudo, a Internet, as coisas ficaram mais fáceis, porém, é preciso transformar essas informações em conhecimento. 
Não obstante, muitos jovens têm disponíveis todas as tecnologias em seu entorno, mas uma maioria encontra-se desinformados sobre os assuntos locais, regionais, nacionais e globais.

Para facilitar, a UOL, disponibiliza conteúdos da atualidades para que os estudantes possam se preparar para esse desafio. Acesse aqui o CONTEÚDO

É óbvio, que não sabemos como vai ser as provas e os temas das redações ou até mesmo das questões de atualidades. Mas uma coisa é certa, a leitura de jornais, documentários, sites, entre outros suportes de notícias sobre o que acontece nos espaços locais, regionais, nacionais e globais, ajudarão muito.

Um exemplo é estar por dentro das Temáticas abaixo.

http://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/olimpiadas-rio-2016.htm




Dicas para estudar para o ENEM.

Não existe uma receita ou fórmulas prontas para ser bem sucedido nos estudos. O que existe são algumas dicas. O ENEM- Exame Nacional do Ensino Médio, não avalia unicamente os conteúdos do Ensino Médio, essa avaliação externa avalia além dos conteúdos acumulados além da escolaridade básica, as competências dos candidatos diante de uma situação problema. À luz da reflexão, o exame além de ser uma prova com testes de múltiplas escolhas, exige uma redação com um peso na nota bastante significativa. 

Partindo desse pressuposto, o candidato tem que se preparar, sobretudo, quando este exame nacional passa a ser a porta de entrada para muitas Universidades e Faculdade. 

Quando está em questão estudar para as avaliações sejam elas externas ou internas, o que estudar diante do turbilhão de informações? Abaixo segue algumas dicas:



Estude AQUI para o ENEM

Antes de realizar a prova do ENEM, é de suma importância buscar a linha pensamento dessa avaliação. Dessa forma, uma boa dica é procurar nas provas anteriores um suporte. 

Simulado gratuito AQUI

Notavelmente, em uma sociedade globalizada e informatizada, é de extrema importância estar atualizado, ou seja, saber o que está acontecendo na escala local, regional, nacional e global, sobretudo, quando pretende-se uma boa nota na redação. 


Atualidades AQUI. 

Conheça AQUI os Dez Temas que poderão cair na Redação do ENEM/2016.

Como discorrer sobre uma boa redação?

1º Dominar o tema, ou melhor saber do que irá escrever;

2º Ter consciência de que existe uma estrutura para a Redação do ENEM, quantidade de linhas;

3º Todo redação tem uma estrutura;

Introdução: Introduzir o assunto que irá discorrer; Exemplo: Refugiados Sírios adentrando os países na Europa. Explicar o assunto que irá discorrer. Ex: Este texto tem como objetivo discorrer sobre os refugiados Sírios que estão adentrando os países europeus e as suas consequências para os mesmos.

  Desenvolvimento: falar do assunto- o que é? Como está acontecendo? Onde aconteceu? Quando? Por quê? Você irá embasar seu posicionamento em torno do tema com argumentos concretos e consistentes: estudos, pesquisas, notícias, pensadores, etc.

Considerações finais (conclusão): Espaço para a sua intervenção, uma solução ou que se direcione para uma reflexão. Lembre-se, não vale ficar em cima do muro? O corretor que saber se você domina o conteúdo, mas, se você elenca uma solução para a problemática. Quem corrigir a redação tem uma grade de correção, ele quer saber se o candidato explanou o assunto em todas as suas dimensões e propôs algumas intervenções.

Lembre-se: autenticidade e originalidade são fatores preponderantes na construção do seu texto!


Clic AQUI e veja os erros mais comuns na Redação do ENEM.

Diga-se de passagem, o ENEM é um exame que foge do conteudismo e da decoreba, outrossim, a estrutura da prova está alicerçada em Competências e Habilidades. Partindo dessa linha de raciocínio vale revisitar os conteúdos, não de forma mecânica e sim problematizando-o. Dicas de estudo por Disciplina, clic AQUI.


O ENEM é uma prova que tem uma estrutura de ensino por Habilidades e Competências. Dessa forma, estudar para este exame deve ser uma rotina, em outras palavras, se preparar ao longo do ano. 

Este LINK, dará algumas dicas de como se preparar em todas as dimensões para o Exame. 

Boa Sorte!!!










segunda-feira, 26 de setembro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMAS NO ENSINO MÉDIO.

Diga-se de passagem, ao se encontrar em questão mudanças na educação formal em nosso país, as coisas mudam para ficar do mesmo jeito, não é de hoje que essa ação vem acontecendo na educação formal, porém os resultados continuam o mesmo, outrossim, não trouxeram mudanças significativas.  À luz da reflexão, essa linha de raciocínio está articulada com as reformas que o Governo Federal pretende realizar no Ensino Médio através de uma MP- Medida Provisória. Não vamos ser hipócritas, é óbvio que o Ensino Médio necessita com urgência de transformações para atender as demandas da geração do século XXI, no entanto, não é excluindo disciplinas que se alavancará a qualidade dessa modalidade. É emergencial, um Plano de Ação que atenda as demandas e todas as dimensões desse público, além do mais, como já foi discorrido por este escritor, as mudanças na educação direcionando-a para a qualidade, estão atreladas aos quatros pilares que sustentam essa instituição: Políticas Públicas (investimento governamental), Segmentos da Educação (uma formação e valorização constante dos docentes e gestores), Comunidade (Família presente e atuante) e Educandos (comprometidos com o estudo). Em outras palavras, se um desses pilares não faz a sua parte, tudo desmorona como um jogo de cartas. Nesse sentido e retornando à reforma do Ensino Médio, reforça-se a necessidade de um Plano de Ação, e saber onde se quer chegar, isto é, traçar metas a curto, médio e longo prazo (não tão longo assim), pois se não tenho um objetivo qualquer caminho serve, construindo um currículo à deriva, que parte de lugar algum para chegar em lugar nenhum. A priori, isso é péssimo, na verdade, alguns professores (polivalentes) tentarão ensinar tudo e terminarão por ensinar nada. Não é aqui pretensão deste formador de opinião frear as transformações, sobretudo na educação, é fato, tudo na história da humanidade precisa passar por mudanças no decorrer do caminho para uma evolução positiva, ser contra as mudanças é concordar com a estagnação e ficar no mesmo lugar, em muitas situações dando um giro de 360º (corre-se o risco de cair no mesmo lugar), gerando o conformismo e comodismo. Porquanto, toda reforma deve vir seguida de um diagnóstico, planejamento e após a execução, uma verificação, analisando os pontos frágeis e os que precisam melhorar. Grosso modo, um Ensino Médio integral e flexível propagado pelo Governo é necessário para atender a um público conectado com as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, por outro lado, os seres humanos também necessitam de outros valores, algo de suma importância em qualquer profissão. Nesse sentido, a qualidade no Ensino Médio não está em retirar algumas horas aulas ou flexibilizar o currículo, deixando a encargo dos estudantes a escolha das disciplinas que os mesmos irão cursar. E mais, qual o grau de maturidade e autonomia que um jovem de 15, 16 e 17 anos tem para fazer as suas escolhas? É preciso refletir também sobre isso, para não transformar as unidades educativas em “espaços educativos do futuro”, em que se pode tudo, menos produzir conhecimento acadêmico. A qualidade do Ensino Médio está na responsabilidade de todos em colocar a mão na massa. E volto a ressaltar, a qualidade dessa modalidade e das demais repousa na responsabilidade dos quatros pilares que a sustentam: Governo (investimento e políticas educacionais de acordo com a realidade nacional), Segmentos escolares como Docentes e Gestores (valorização, investimentos e formação continuada em todas as dimensões), Família (presente e atuante), e principalmente o Protagonista nesta história, os Educandos (adentrar de corpo e alma em seus estudos). Somente assim, sairemos das últimas colocações nos rankings internacionais e entraremos para a História. Caso contrário, reforma nenhuma trará resultados satisfatórios, validará uma velha frase que se percebe em relação às reformas educacionais: “Mudar para ficar do mesmo jeito que está”.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
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