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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

PROVOCAÇÕES PEDAGÓGICAS: INOVAR SEMPRE


 Formação de Professores: Ensino Híbrido e Novas Estratégias de Aprendizagem







As lições do professor que transforma crianças carentes em campeãs de matemática

A história de Luiz Felipe Lins mostra como um bom professor pode ser decisivo na trajetória de seus alunos


FLÁVIA YURI OSHIMA
28/10/2016 - 21h03 - Atualizado 09/06/2017 17h34

Matéria veiculada pela Revista Época.

Como ocorre o desenvolvimento cognitivo das crianças?
O aprendizado ocorre de forma homogênea nos estudantes?

A priori, essas indagações, entre tantas inquietam os profissionais da educação formal, sobretudo, os professores. Não é uma ação da sociedade pós-industrial tentar descobrir o processo de ensino aprendizagem. Vários estudiosos buscaram descobrir como ocorre o  desenvolvimento da aprendizagem em crianças, porém, o suíço Piaget (1896-1980), e também o russo Vygotsky (1896-1934).
Diante deste foco cruzado, qual metodologia recorrer para uma transformação qualitativa na educação formal brasileira?

Abaixo um professor de Matemática, ousou em seu método de ensino, é de suma importância, buscar referenciais teóricos metodológicos para a nossa prática docente. Para ter aceso ao conteúdo, Clic AQUI

Inovação Escolar. Como revolucionar a educação formal no país?

Todavia, quando está em questão metodologias educacionais, didática e resultados satisfatórios, não existe fórmulas prontas. No entanto, é possível encontrarmos embasamento teórico em várias literatura que discorre sobre a temática. 

Abaixo segue uma matéria veiculada na Revista Nova Escola do dia 11 de julho de 2017. Nela a autora do texto discorre sobre os conceitos de Protagonismo no contexto escolar e como desenvolvê-lo de forma que essa ação se transforme em simples escolha do aluno pelos temas do Currículo escolar. Que tal conferir a matéria na íntegra abaixo?

"Dar protagonismo não é apenas permitir que o estudante escolha o currículo"

Assessora do Alana fala sobre a transformação da sociedade por de meio de uma Educação que inclui estudantes, educadores e comunidade

por:
CM

Caroline Monteiro


Na matéria a autora começa discorrendo sobre o conceito de Protagonismo:
Primeiro, temos que deixar claro que que não estamos falando de um protagonismo solitário, de um estudante ou de um educador, nem de um protagonismo que acontece "de vez em quando". Falamos do protagonismo como potência de ação de uma coletividade, vinculada aos seus desafios e às necessidades de transformação. É uma atitude que não se limita ao estudante escolhendo o currículo.
A matéria completa encontrar-se-á AQUI.



Formação Continuada do Professor


A formação continuada é outra das funções da organização escolar, envolvendo tanto o setor pedagógico como o técnico e administrativo. A formação continuada é condição para a aprendizagem permanente e para o desenvolvimento pessoal, cultural, e profissional de professores e especialistas. (LIBÂNEO, p. 187, 2010). 

Na concepção de Libâneo (2010), a formação permanente na escola é uma missão a ser seguida não somente pelo docente, mas por todos envolvidos no processo de aprendizagem. Diante desse fato, é de suma importância, a busca constante de referenciais que explanam teorias e metodologias sobre a prática docente em sala de aula. A questão na educação, não é aceitar passivamente as teorias educacionais, e sim utilizá-las como referenciais para formular a nossa didática em sala de aula. Foi pensando nessa ação, que disponibilizo abaixo alguns vídeos que abordam várias temáticas educacionais que circulam pelo planeta. Acesse-as AQUI



Trabalhando com desafios: O Enigma do Triângulo.
Quantos triângulos há na imagem abaixo?




















segunda-feira, 24 de julho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: AUMENTO DE IMPOSTOS DOS COMBUSTÍVEIS

A priori, não era de se surpreender o aumento nos impostos dos combustíveis, anunciado pelo Governo nesta sexta-feira (21/07/2017), ainda mais com o desgoverno que vem ocorrendo em nosso país, principalmente a parte que toca ao Executivo, representado pelo Presidente da República. Aliás, a outra parte que deveria defender o povo, o Legislativo, se sujeita também ao desgoverno para não perder as suas regalias. Outrossim, fica difícil para os Representantes do Legislativo escolher de qual lado ficar, visto que a maioria dos políticos está no mesmo barco da corrupção, ou seja, para não descobrir as minhas falcatruas é conveniente acobertar as falcatruas do outro. Diante de tudo isso, a base da pirâmide que sustenta o país, o povo, tem que arcar com as consequências, o aumento de impostos, aumento dos preços dos pedágios, supermercados, falta de investimentos básicos em educação, saúde, segurança, entre outras categorias de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade, e subsequente, do país. Por outro lado, o que chama mais a atenção e chega a ser esdrúxulo, é a coragem de um Governo sem legitimidade para governar, aumentar impostos sobre os combustíveis, em um momento, cujos políticos do Executivo (inclusive o Presidente da República) e do Legislativo estão atolados até o pescoço no lamaçal da Corrupção. Coragem ou comodismo do povo? Na verdade, é um menosprezo tremendo para com a população, discursar que o aumento de impostos é para sanar o rombo nas dívidas públicas, além de proferir a compreensão da população. Considerações finais: A propósito, os rombos nas contas públicas foram causados pela corrupção que envolve políticos de várias siglas, em que os mesmos usurpam somas bilionárias de reais desviados de empresas para as suas contas milionárias. Outra ação causadora do rombo da dívida pública, se chama regalias dos políticos, com salários e benefícios astronômicos que oneram a arrecadação de impostos. Porventura, se ouve dos corruptores políticos, discursos que tal ação causou rombo nos cofres públicos? Então, a saída é jogar essa conta para a população? À luz da reflexão, por que não repatriar toda a fortuna subtraída, por meio da corrupção, para sanar o rombo da dívida pública ao invés de usurpar o dinheiro do povo? De que forma o trabalhador, já saturado de tantos impostos e na contramão recebendo serviços públicos de segunda categoria, contribuiu para o rombo na dívida pública? Sabem o motivo da dinheirama toda não ser devolvido para tapar o rombo da dívida pública? É simples, no final das contas essa soma infindável servirá para pagar a pizza, em outras palavras, quando tudo terminar em pizza. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
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quinta-feira, 20 de julho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A REFORMA TRABALHISTA: BENEFICIARÁ QUEM?



Uma análise profunda sobre a Reforma Trabalhista possibilita uma analogia com o dito popular: “A corda arrebentará para o lado mais fraco”. A Reforma Trabalhista é mais uma ação sancionada pelo Governo prevista para entrar em vigor em novembro deste ano. Diga-se de passagem, sempre quando está em questão os acordos entre patrões e empregados, o trabalhador acaba levando desvantagens, em outras palavras, no sistema Capitalista não tem como todos ganharem ao mesmo tempo. Dessa feita, enquanto uns ganham, outros perdem, e nesse caso, os outros são os trabalhadores. Para reflexão de todos: Se os acordos entre patrões e empregados fossem imparciais, contribuindo também para o trabalhador, a justiça trabalhista e os Sindicatos precisariam lutar pelos direitos dos mesmos? Porventura, algumas categorias não ficariam anos e anos sem aumento salarial? Após as indagações acima, poder-se-á debater os pontos que podem ser negociados na Reforma Trabalhista, ei-los: A flexibilidade da jornada de trabalho; intervalo de almoço e a troca dos dias dos Feriados. Quanto à flexibilidade da jornada de trabalho, o diálogo entre as partes envolvidas é o mote, outrossim, patrão e empregado poderão acordar na diminuição da jornada. E o salário, como fica? Não existirá uma pressão do empregador, com ameaças de demissão, caso o funcionário não aceite? Referente ao intervalo de almoço, poderá ser reduzido para 30 minutos, caso as partes cheguem a um acordo. Porquanto, perante as demandas da empresa corre-se o risco desse horário se diluir para atender as necessidades do andamento da empresa, comprometendo a qualidade de vida do funcionário. Em caso de não aceitação do empregado, não existe a possibilidade de demissão por justa causa? A troca dos dias dos feriados, é outro ponto polêmico, pois caracteriza que o trabalhador ficará exclusivo da empresa para atender as suas necessidades, comprometendo o seu descanso semanal com a sua família. Então, como fica a negociação entre os itens citados acima na Reforma Trabalhista, sobretudo se o país passa por uma crise econômica sistêmica? Não haverá um assédio trabalhista por parte do patrão quando ocorrer uma crise na empresa? Considerações finais: É fato, vive-se no Brasil e no mundo, o modo de produção Capitalista. Diga-se de passagem, esse sistema caracteriza pelos que detém os meios de produção (empregador), formando uma classe dos donos do poder e dono da produção. Assim, na contramão encontra-se os despossuídos dos meios de produção (o trabalhador), que vende a sua mercadoria (a mão de obra). Aliás, não possuidora dos meios de produção e necessitando do emprego, a classe trabalhadora se sujeitará a qualquer acordo, mesmo sofrendo o prejuízo. Em uma possível disputa empregatícia entre os donos do meio de produção (Empregador) e os despossuídos dos meios de produção (trabalhador), quem sairá com a vantagem? E mais, diante desse questionamento, a quem a Reforma Trabalhista beneficiará? Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: O RETORNO DE AÉCIO NEVES AO SENADO

“Sempre acreditei na Justiça do meu País”. Eis são as palavras de Aécio Neves-Senador da República, flagrado e denunciado por corrupção passiva, em que exigia dinheiro dos empresários da JBS. Frente ao fato, pode-se afirmar que estamos vivenciando o lado mais esdrúxulo da política brasileira, sobretudo, diante da decisão do Ministro Marco Aurélio Mello, em permitir que o mesmo retornasse ao seu cargo de Parlamentar, e mais, para representar o povo.  Nas palavras do Ministro Marco Aurélio: “Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas”. Concordo plenamente, porém com algumas ressalvas. Se o mandato do Parlamentar é coisa séria, porque o mesmo empossado com o poder dos cidadãos, não aproveita das prerrogativas (as vantagens que o povo a ele concedeu), e representa esta nação cansada de corrupção?  Caro Ministro, ações dessa envergadura só corrobora para que a nação desacredite na justiça em nosso país, pelos brasileiros e até mesmo pelos olhares externos. Grosso modo, a nação brasileira está virando chacota no exterior quando está em questão a corrupção e a vitalidade desses corruptos no poder, ou seja, o Brasil está formando uma casta de pessoas acima da lei. Diga-se de passagem, um dos argumentos do Ministro para a realocação do Senador a seu cargo foi: “[...] que os delitos supostamente praticados por Aécio não estão entre os considerados como inafiançáveis, como tortura, tráfico e entorpecentes, terrorismo e crimes hediondos, [...]”. Todavia, analisando a justiça em nosso país será que esses delitos se tornariam punitivos, caso praticados pelos donos do poder? Em outras palavras, se os políticos não torturam como na Ditadura Militar (1964-1985), não praticam tráfico de entorpecentes, etc., então podem usurpar o dinheiro público e saírem ilesos? As ações envolvendo corrupção é sim atitudes terroristas, pois estão destruindo os país nas categorias educação, saúde, segurança e tudo mais direcionado para uma qualidade de vida de um país que figura entre as 10 potências econômicas do planeta. A priori, o que ouvimos nesta sexta-feira dia 30/06/2017, sobre a decisão do Ministro do STF é vergonhoso, e mais, como explicar para a sociedade e os meus alunos que no Brasil a Justiça é imparcial. Como convencê-los de que vivemos em um país democrático? Ou melhor, convencê-los de que o Brasil é um país de todos? Considerações finais: Um dia nos bastidores do lar, junto com a esposa, discorri que ainda era muito prematuro acreditar que o parlamentar citado acima iria pagar pelos crimes cometidos. Hoje, (30/06/2017), novamente abordamos o assunto, não somente eu, mas milhões de brasileiros, e infelizmente, é isso que estamos presenciando, a destruição do nosso país em todas as dimensões. Ah... referente à frase do então Senador Aécio Neves com os dizeres: “Sempre acreditei na Justiça do meu País”, causa desânimo a mim e a milhões de brasileiros, mesmo que ínfima, tínhamos um fundo de esperança na Justiça brasileira. No entanto, hoje, essa notícia fez este escritor e os demais brasileiros perderem a esperança. Que país é este???!!!???

Alberto Alves Marques
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ARTIGO DE OPINIÃO: A NOMEAÇÃO DE TORQUATO JARDIM PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

A priori, a nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, é uma das manobras do Presidente da República Michel Temer, para tentar frear a Operação Lava Jato. Ressalta-se, aqui, que o comando da Polícia Federal está a encargo do Ministro da Justiça. Embora, essas considerações não mudarem os rumos da Operação Lava Jato, fica uma incógnita e inquietação para a população que não vê a hora dessa novela da corrupção acabar e, obviamente, os culpados serem punidos. Aliás, as mudanças no Ministério da Justiça, deliberadamente no momento em que o País passa por uma investigação que envolve até o Presidente da República, direcionam para que essas investigações, inclusive de Michel Temer, acabem em pizza. Essa é a tal política da troca de favores, ou seja, lhe faço um favor (colocando-o em um cargo de confiança) e você procura “limpar a minha barra”, essa troca de favores político não é exclusividade do Governo brasileiro atual. A título de ilustração, essa manobra política faz parte do nosso país desde quando os Portugueses aportaram em solo brasileiro. Basta lembrarmos nas aulas de História, em que o mestre discorria sobre o Coronelismo, Política dos Governadores, o voto de cabresto e a troca de favores, uma das estratégias para manter no Poder sempre as mesmas pessoas, e o pior, que usurpam o dinheiro do povo. A nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, nos faz reverenciar tal período em pleno século XXI, quando permeia em solo brasileiro uma política do início do século passado. Será que essas pessoas que foram escolhidas para representar a nação brasileira (ou melhor deveriam nos representar), sabe o verdadeiro significado da palavra República, proferida por Platão (427-347 a.C), em seu livro a República? No pensamento de Platão, a República seria uma sociedade ideal, governada por reis-filósofos, amantes das verdades, as únicas pessoas capazes de atingir o mais alto nível de conhecimento. Considerações finais: Mediante tudo isso, estamos longe de uma sociedade ideal, quiçá de políticos amantes das verdades, com alto nível de conhecimento. Talvez esteja aí a resposta para a nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, não querem uma sociedade ideal, muito menos que a verdade política saia dos porões de Brasília. E para terminar, segue uma reflexão: Será que a nomeação de Torquato Jardim para Ministério da Justiça, tem ligação com a absolvição da Chapa Dilma - Temer pelo TSE - Tribunal Superior Eleitoral e o arquivamento do Processo de Aécio Neves?  Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E A POBREZA DO CONHECIMENTO ESCOLAR.

Diga-se de passagem, a sociedade da informação é uma denominação atribuída ao mundo digital em todas as suas dimensões, principalmente, inclusa nesta categoria a Internet, um dos adventos revolucionários da história da humanidade na contemporaneidade. Nunca se desfrutou de tamanha informação como nesta sociedade, informação esta que por meio de um provedor e fibras ópticas, circula nos quatro cantos do planeta com apenas um “clic” do mouse. A título de ilustração, no ano de 2004, o Google indexou mais de 6 bilhões de itens na Web, transpondo para uma humanidade no Planeta que, igualmente, girava em torno de 6 bilhões de habitantes. Mediante a esse fato, considera-se aproximadamente, uma informação por pessoa no planeta naquela época. À luz da reflexão, nos dias atuais as informações veiculada na Web pelo Google e outros sites triplicaram, enquanto a humanidade não ultrapassou a casa de 8 bilhões de habitantes. Em contrapartida, nunca se presenciou uma desmedida pobreza do conhecimento escolar, acarretando ao país amargar as últimas posições no quesito educação de qualidade. Para tanto, basta analisar os indicadores internos e externos, em que o Brasil se encontra aquém de uma educação formal de qualidade, levando show de países com o PIB – Produto Interno Bruto inferior ao daqui. Segundo o estudioso francês Pierre Lévy, vivencia-se um novo Dilúvio (uma analogia ao Dilúvio durante a história bíblica de Noé) de informações. Esse mesmo autor faz uma reflexão sociológica: Diante desse dilúvio de informações o que colocar dentro da ARCA (transformação do conhecimento)? Infelizmente, percebe-se que boa parte da população confunde informação com conhecimento, ou seja, basta acessar um site e o conhecimento ocorre ou transpõe para a mente das pessoas de forma automática. Partindo desse pressuposto, esse é o paradoxo da sociedade da informação, uma avalanche de informações e uma pobreza de conhecimento, sobretudo, no contexto escolar. Considerações finais: Afinal, como transformar informação em conhecimento escolar, para direcionar o país a alcançar uma educação de qualidade e figurar entre as nações com indicadores significativos neste quesito? Na verdade, não há fórmulas prontas para transformar informação em conhecimento escolar de qualidade, porém algumas dicas são fundamentais para essa ação. A priori, é essencial analisar a entrada de dados (procedência); processá-la (selecionar e sistematizar a informação); armazená-la (guardar o útil e descartar o inútil) e por fim, oportunizar a saída do conhecimento, ou seja, utilizá-la em prol de um problema real. Frente a essa linha de raciocínio, qual o ser humano no ambiente escolar ou fora dele consegue essa proeza? Uma minoria?

Alberto Alves Marques
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sábado, 13 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A LIBERDADE DE DIRCEU: O JUDICIÁRIO ESTÁ ISENTO DA CORRUPÇÃO?

Ao analisar e refletir sobre a informação veiculada a nível nacional e internacional, com o seguinte dizer: “STF decide libertar José Dirceu condenado na Lava Jato”, resolvi discorrer a respeito da temática. O que essa informação tem a ver com o título deste artigo? A priori, é essencial absorver a informação, processar e transformá-la em conhecimento. É sabido, a mídia em suas múltiplas dimensões veiculou sobre a “Operação Lava Jato”, uma categoria de Corrupção envolvendo dois Poderes da República, o Executivo e o Legislativo, deixando de fora o Judiciário (pertencente ao Supremo Tribunal Federal), poder responsável pela análise e julgamento da Operação Lava Jato. À luz da reflexão, o estranhamento reside em: Como que o Judiciário está isento e tem poder para julgar, se os mesmos que fazem parte do STF são indicações do Poder Executivo? E mais, para ocupar as cadeiras do STF, não precisam da validação do Executivo, ou seja, do Presidente da República? E na Lista do Ministro Fachin, não constavam nomes de Presidentes, a bem da verdade, integrantes do Poder Executivo, envolvidos e réus na Operação Lava Jato? Para o conhecimento de alguns, quando o Ministro do STF, Joaquim Barbosa aposentou no ano de 2015, a então Presidente da República da época, Dilma Rousseff, indicou Edson Fachin (pois é, o da lista bombástica) para ocupar a vaga. Voltando um pouco no tempo, o Ministro do STF Dias Toffoli, no ano de 2009, deixou de ser advogado do PT para assumir a cadeira no STF, após a morte do Ministro Carlos Alberto Menezes. Diante desses fatos, e transformando informações em conhecimento, existe uma relação direta entre a liberdade de José Dirceu e as escolhas do Judiciário? Quem são os Ministros do STF que concederam voto favorável para a libertação de Dirceu? Aqui estão eles: Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Isso mesmo, entre eles tem um ex-advogado do PT, Dias Toffoli. Inclusive, o Ministro do STF, Edson Fachin, divulgador da Lista de políticos da Esfera do Executivo e Legislativo, foi indicação da Presidente da República, aliás com o nome citado na Lista. Complexo não? Considerações finais: Mediante a tal complexa e inusitada situação, constata-se que o lamaçal e a vergonha nacional, isto é, a corrupção vai além dos Poderes Executivos e Legislativo. Em outras palavras, existem outros Poderes da República com o “rabo preso”, eis uma resposta plausível para se compreender o porquê de alguém condenado pela “Operação Lava Jato” receber o benefício de cumprir a pena em liberdade. Enfim, ainda restam vários capítulos da novela “Operação Lava Jato” e, certamente mais uma vez, tudo terminará em pizza, e os convidados para saboreá-la serão os representantes dos três Poderes da República: Executivo, Legislativo e o Judiciário. E o povo? Continuará a sobreviver com as migalhas do salário mínimo, sem perspectiva de aposentadoria e de qualidade de vida. Infelizmente, este é o Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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domingo, 30 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: JOGO DA BALEIA AZUL: QUE GERAÇÃO É ESSA???!!!???

A priori, a mídia eletrônica jornalística e televisiva, bombardeou o país nos últimos dias com uma notícia bizarra, para não dizer idiota o “Jogo da Baleia Azul”. Segundo as informações superficiais, os adolescentes envolvidos no jogo têm que aceitar alguns desafios como mutilar o próprio corpo, em casos extremos tirar a própria vida.  Assim pergunto: Que geração é essa em que a maioria se deixa levar por uma abominação como essa? Continuando a inquietação: Se essas crianças estivessem compromissadas com os estudos e os trabalhos em casa (é obrigação dos filhos contribuírem para os trabalhos domésticos, sim), os mesmos teriam tempo para essa idiotice? Certamente, não. A propósito, essa geração é fruto do permissivismo da sociedade e dos responsáveis pelas mesmas, pois aceitam tudo em prol de não magoar as crianças ou traumatizá-las. Na verdade, pais/responsáveis permissivos, omissos, ausentes, colaboram para a irresponsabilidade, irreverência, indisciplina, individualismo, resistência às regras...de seus pupilos. Um público, a bem da verdade, de revoltados sem causas, outrossim, chamada de geração “Nem/Nem”, ou seja, nem trabalha nem estuda. Grosso modo, essa geração é fruto da mídia, da conivência da sociedade que acredita que medidas corretivas, educativas e alguns castigos traumatizarão as crianças. No entanto, é uma sociedade que se preocupa em traumatizar as crianças e adolescentes, porém são traumatizados quando os seus filhos cometem absurdos dessa natureza. Volto a ressaltar, que geração é essa? É a geração em que a maioria não reconhece os limites, os respeitos para com os outros, para com os professores, em muitas situações para com os próprios pais, que em alguns casos “perdidos”, por não usarem as intervenções necessárias, que na minha época se chamava... chinelo e castigo.  Em outras palavras, é esse público-alvo que se encontra na maioria das escolas, e o mais estarrecedor e preocupante... é que tal público nos substituirá como professores, médicos, engenheiros, psicólogos, entre outras profissões, isto é, (se a Reforma da Previdência permitir), essas profissões precisarão de profissionais. Diante dessa situação continua a minha indagação: O que está errado? Lembro de quando éramos crianças e adolescentes, ocupávamos o nosso tempo no período da manhã nas escolas, quando chegávamos em casa após o almoço, ajudávamos lavando a louça. Na parte da tarde, ocupávamos um tempo com os jogos de futebol, bolinha de gude, assistir à Sessão da Tarde, entre outras diversões com os amigos, isso quando não íamos trabalhar nas lavouras para ajudar os pais. E as meninas? Essas brincavam com as suas bonecas ou estudavam o tempo todo. Quando chegava à noite, era reservado para os afazeres das escolas, as tarefas, quando os pais ou irmãos mais velhos sentavam ao nosso lado proporcionando suporte. Considerações finais: Ah, se fazíamos algo errado, éramos punidos, com algumas palmadas e até castigos, e o mais incrível, não ficamos revoltados e traumatizados. Ao contrário, uma parcela razoável das pessoas que tem a idade de este escritor hoje, têm um curso superior e Pós-Graduação (em muitas situações mais do que um curso superior), conquistas que um número expressivo dessa geração que comete suicídio com o Jogo da Baleia Azul, terá que suar muito para concluir. Enfim, não tínhamos Internet, Playstation, Tablets, Smartphones, entre outras parafernálias da atualidade, mas com certeza, tínhamos amor aos nossos pais, aos amigos e à escola. Logo, é essencial o questionamento a respeito do discurso de alguns estudiosos, que Planeta deixaremos para essa geração??!!?? Um pensamento equivocado, pois deveríamos refletir o seguinte: Que geração deixaremos para esse planeta? Infelizmente, esse é o grande desafio do Planeta, sobreviver com essa geração no futuro, isto é, se os mesmos não o destruírem antes.

Alberto Alves Marques
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sábado, 29 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA OU REVOLUÇÃO?

À luz da reflexão, o teor deste artigo originou após uma entrevista do Presidente da República Michel Temer, sobre a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, em que o mesmo expressou o seguinte: “Quero ser conhecido como o Presidente das grandes reformas”. A priori, é essencial conhecer alguns conceitos, sobretudo os de Reforma e Revolução, para assim analisar se elas são favoráveis ao povo brasileiro, principalmente a classe trabalhadora. Dentre tantos significados da palavra Reforma, figura-se: “reparação e conserto”. Processando essas informações em conhecimento, entende-se que o verbo reparar está alinhado a mudar algo em partes, ou seja, consertar aquilo que já existe, naturalmente aproximando da palavra Revolta, originária do Latim voltar para trás. Diante desse fato, a palavra Reforma não transformará, muito menos atenderá às necessidades das partes envolvidas, outrossim, não terá uma ação holística.  Historicamente falando, por outro lado encontra-se a palavra “Revolução”. Segundo o dicionário de Filosofia: “É uma perturbação profunda, brusca e geralmente violenta, destinada a instaurar uma nova ordem política e social”. Transformando essas informações em conhecimento, Revolução é quando surge uma nova ordem em todas as dimensões, seja ela Política, Social, Econômica e Cultural, e atinge todas as camadas da sociedade no sentido de evoluir positivamente, isto é, ir avante. Ao traçar uma analogia entre as Palavras Reformas e Revolução, percebe-se que a última se aproxima de uma ação que o povo brasileiro almeja ao longo de anos, quiçá, séculos. A bem da verdade, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, são intervenções imediatistas ou remendos para resolver parte do problema, responsabilizando somente uma camada da sociedade, o pobre trabalhador, onerando os seus direitos, e permitindo que as castas abastadas permaneçam imunes. Considerações finais: Certamente, o Excelentíssimo Presidente da República será lembrado por suas grandes reformas, porém, essa atuação não resultou em transformação holística para a sociedade, ao contrário, proporcionou sim, prejuízo para o povo. O mesmo deveria ser conhecido nos livros de História, como o Presidente que ativou uma Revolução na história do país, propiciando a todas as classes sociais brasileiras viverem dignamente, após longos anos de pagamento de tributos e trabalho árduo. Na verdade, ao longo da história brasileira, o nosso país ficou carente de Revoluções, e a maioria desses representantes, em que muitos se julgam representantes do povo, são lembrados nos livros de História como aqueles que praticaram ações negativas contra o povo. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
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Cidade: Hortolândia/SP.    


sexta-feira, 21 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Nos últimos meses, a população brasileira ficou perplexa com a proposta, por parte dos políticos, para a Reforma da Previdência, em outras palavras, ações inconsequentes advindas daqueles que se proclamam representantes do povo. Sem sombra de dúvida, tal mudança resultará em perdas de direitos para a maioria dos trabalhadores, sem mencionar a questão dos Direitos Adquiridos ao longo dos anos, assim se essa Reforma for aprovada, muitos se aposentarão quase no leito de morte, e são essas medidas que fazem com que desacreditemos nos políticos. Mediante a situação, cabe algumas indagações: Por que no Brasil as Reformas políticas, na maioria das vezes, prejudicam aqueles que mais precisam? Essa Reforma alcançará todos os brasileiros, todas as classes sociais, seja pobre ou rico? E os políticos que estão votando a favor da Reforma da Previdência serão atingidos, aposentando quase no leito de morte? Obviamente, não. A bem da verdade, a Reforma da Previdência refletir-se-á direto na classe pobre trabalhadora, já assoberbada pelos impostos e vivenciando o seu dinheiro usurpado pelos políticos corruptos. A priori, prosseguindo com a temática do artigo, vale ressaltar, que a palavra Reforma é proveniente do Latim, reformātu”, traduzindo para a Língua Portuguesa, entre tantas definições encontra-se: “ disfarçado”. Partindo desse pressuposto, a Reforma da Previdência é mais uma tentativa disfarçada de onerar os direitos dos pobres que trabalharam uma vida para se aposentar e ter o direito de usufruir do suor do seu trabalho. Outrossim, essa proposta de mudança na Previdência é mais uma ação comprovada que na História do Brasil os políticos enfatizaram, as mudanças ao invés das Revoluções. Sabem por quê? Naturalmente, Revoluções impactará direto na elite brasileira privilegiada, enquanto as Reformas repercutirão direto nos pobres trabalhadores. Considerações finais: A Reforma da Previdência é mais uma atitude de políticos que procuram terceirizar a crise econômica, pela qual o país está passando, para as categorias que menos oneram os cofres públicos, a classe pobre trabalhadora. Enfim, não é a Reforma da Previdência que irá acabar com recessão econômica em nosso país, pois o que está acabando com o desenvolvimento político, econômico, social e cultural do Brasil, são os Políticos corruptos. E mais, uma parcela razoável deles é responsável pela aprovação da Reforma da Previdência que usurpará direitos dos pobres trabalhadores. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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terça-feira, 18 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: EDUCAÇÃO: (DES) CONSTRUINDO PARADIGMAS!!???!!

Primeiramente, o título deste artigo faz alusão aos indicadores sobre a educação brasileira na contemporaneidade, especialmente, se essa modalidade figura nos últimos lugares entre os países considerados em desenvolvimento. A título de ilustração, a nível internacional de 74 países avaliados, o Brasil encontra-se na 60ª posição no ranking, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mediante a essa catástrofe, é vital (des) construir velhos paradigmas com prazo de validade vencidos na Educação Básica para construir novos, que atenda as demandas da sociedade do século XXI, uma sociedade da informação tecnológica. A propósito, uma boa fundamentação teórica importada de países desenvolvidos é um dos elementos em potencial na aprendizagem de qualidade. No entanto, se um paradigma (padrão) de ensino não atende e nem resolve os problemas educacionais, é essencial desconstruí-lo, (re) inventando novas intervenções que evitem o modismo educacional que nivela essa modalidade por baixo. À luz da reflexão, um dos paradigmas que se transformou em modismo foram as nomenclaturas Habilidades/Competências, em que, conforme alguns estudiosos, a construção do conhecimento ocorre somente a partir do desenvolvimento dessas nomenclaturas.  Em virtude desse fato e, paralelamente a pensamentos apressados, renegou para segundo plano os conteúdos específicos das disciplinas, ou melhor das múltiplas Ciências (visto que antes de se tornarem Disciplinas escolares, as mesmas são Ciências no mundo Acadêmico). Concordo plenamente, as Habilidade/Competências são práticas na educação que reluzem em indicadores satisfatórios, porém é imprescindível uma articulação com os conteúdos; em outras palavras, não se desenvolvem Habilidades/Competências a partir do vazio de conhecimentos, é necessário conteúdo específico de cada disciplina, para que ocorra um processo dialógico entre conteúdos, Habilidades e Competências. Diga-se de passagem, essas nomenclaturas, há décadas, permearam e ainda permeiam os Currículos Oficiais da Educação Básica em nosso país. Aliás, será que todos os envolvidos com a Educação Básica sabem realmente o significado e a eficácia dessas nomenclaturas, ou é mais um modismo educacional? Considerações finais: Inquietações à parte, o grande desafio é entender como um país que ocupa no ranking a 10ª posição entre as potências econômica, consegue amargar a 60ª posição no quesito educação de qualidade. Enfim, se está em questão uma educação de qualidade em todas as dimensões, é indispensável analisar os paradigmas vigentes, isto é, enquanto algumas nomenclaturas educacionais trazem resultados positivos ou fascinam o meio educacional, as mesmas devem permanecer nas Diretrizes; mas se não conseguem resolver os problemas e explicar os resultados negativos, não está na hora de procurar novos paradigmas? Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A LISTA DE FACHIN

Primeiramente, a lista do Ministro do Supremo Tribunal Federal e Relator da Operação Lava Jato, Edson Fachin, envolvendo Políticos de grande escalão na Política brasileira é uma vergonha nacional, em outras palavras, a deterioração da Política. Notavelmente, a corrupção alastrou-se pelo cenário político em nosso país paralisando todo o desenvolvimento político, econômico, social e cultural. Na citada lista apareceu nome de políticos, a bem da verdade, passava a imagem de bons representantes da população, melhor dizendo, representantes que faziam com que acreditássemos na existência de políticos honestos.  Todavia, boa parte desses corruptos é formada por pessoas que depositamos a nossa confiança para nos representar, a título de ilustração: Ex-presidentes, Governadores de Estados, Deputados, Senadores, entre outros políticos que estão no poder pela validação do nosso voto. Diante dessa situação, como discorrer nas escolas, na sociedade, com os filhos ou nas rodas de conversas sobre a importância da política, de outro modo, como convencer aqueles que não são politizados, que a Política ainda compensa? Obviamente, o que nos causa mais indignação é que, além de usurpar o dinheiro do povo pago com impostos, temos que conviver com a falta de investimentos em educação, saúde e segurança pública. Sabe por quê?  É simples, pois, esses políticos que estufam o peito nas campanhas e propagandas políticas dizendo que o povo ficará em primeiro lugar, não precisam de escolas, hospitais e segurança pública, os mesmos só necessitam do dinheiro público (NOSSOS IMPOSTOS), para que os seus familiares e compadres usufruam das regalias em solo nacional e internacional. À luz da reflexão, na Lista de Fachin, estão também aqueles políticos que VOTARAM na Reforma da Previdência, uma ação que fará com que os trabalhadores (PAGADORES DE IMPOSTOS) aposentem quase no leito de morte. Considerações finais: Triste processo histórico do Brasil, sobretudo, quando a usurpação do erário público é uma constante na história do país. Durante a colonização o usurpador da coisa pública era externo, ou seja, os portugueses. Com o advento da Independência, a família real se responsabilizou de retirar a riqueza da nação. Findando o Império e iniciando a República, os Fazendeiros e Coronéis se encarregaram de apropriar da riqueza do país e do povo. Com o surgimento da Ditadura Militar, um dos momentos mais sombrios da nossa história, novamente, os políticos apoderaram do dinheiro público. Descontentes e cansados do autoritarismo, o povo lutou e muitos morreram para que o nosso país tornasse uma nação democrática, oportunizando a escolha dos nossos representantes. Infelizmente, ainda não foi o momento de uma ruptura em todo processo de usurpação do povo. Quando isso ocorrerá? Não se tem uma fórmula pronta, porém, teremos no ano de 2018 eleições para Presidente da República, Governador, Senadores e Deputados. Será que lembraremos dos políticos da Lista de Fachin?

Alberto Alves Marques
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