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sábado, 11 de julho de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: O AUMENTO DOS PEDÁGIOS E AS FÉRIAS ESCOLARES

O AUMENTO DOS PEDÁGIOS E AS FÉRIAS ESCOLARES

A priori, muitos leitores devem estar pensando, qual a conexão entre o aumento dos preços dos pedágios e as férias escolares. Diga-se de passagem, é difícil fazer uma articulação entre ambos, porém, ao analisar esse fato dentro da órbita Capitalista, cujo lucro é o jogo, existe uma sinergia entre ambos, pois o Capitalismo é flexível e a sua sobrevivência depende dessa ação. Segundo o economista escocês Adam Smith, pai do Liberalismo Econômico e escritor do livro “Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações”, o Estado não deve intervir no mercado, e foi seguindo essa linha de raciocínio que o escritor escreveu e deixou claro em seus pensamentos que o Capitalismo tinha vida própria. De acordo com Smith: “[...] a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica”. Na verdade, o aumento dos preços dos pedágios ocorrem para atender os interesses de grupos particulares que pertencem ao Capital, sem interferência do Estado, outrossim, nessa lógica ganham o Estado e a Concessionária que adiministra as rodovias, obviamente perdendo o contribuinte. Obviamente, algumas Rodovias são de ótima qualidade, mas e os preços, às vezes, não são exorbitantes? Agora, muita gente ainda deve estar perguntando qual a relação entre esse aumento e as férias escolares? Então vamos lá, grosso modo, o Liberalismo é uma corrente política/econômica que não aceita a intervenção do Estado na economia, sendo assim, o Capitalismo flui livremente, ou seja, os donos do capital agem livres para aumentar preços dos seus produtos. Por outro lado, complementando o pensamento, no sistema capitalista funcioana a lei da oferta e da procura, quanto mais produtos no mercado mais os preços tendem a diminuir, assim mercadoria escassa significa aumento de preço. Considerações finais: Agora, concebendo a relação entre ambos: o aumento dos pedágios aparece no período das férias, simplesmente porque nesse momento ocorre um aumento de viagens devido ao descanso escolar, fazendo com que os capitalistas aproveitem disso, em outras palavras, o aumento está articulado com a quantidade de carros que passam nos pedágios. Reflexão: Só podemos compreender o Capitalismo, se tecermos uma visão histórica e de totalidade nesse sistema econômico, aliás, sustentado por nós, mesmo não ciente do fato. Boas férias e boa viagem!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
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Cidade: Hortolândia/SP.    


domingo, 5 de julho de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: O FERIADO 9 DE JULHO



O FERIADO 9 DE JULHO

Hoje é feriado no Estado de São, a data está articulada com a Revolução Constitucionalista de 1932, em que os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio grande do Sul estavam descontentes com o Governo Federal daquela época, Getúlio Vargas. No entanto, somente o Estado de São Paulo levantou armas contra o Governo Federal, não contando com a participação efetiva e uma adesão mais forte de Minas Gerais e Rio Grande do Sul; com isso, as tropas estaduais receberam uma derrota humilhante das tropas federais, a bem da verdade, mais equipadas.  Uma linha de Historiadores defende a tese que o Estado de São Paulo queria uma nova Constituição para o país, por outro lado, há estudiosos que defendem a versão que o levante estava em sinergia com a perda do poder dos coronéis paulistas para Getúlio Vargas, também coronel do Rio Grande do Sul. Versões à parte, “[...] o Historiador tem a função de lembrar o que os outros esquecem ou cometem equívocos”, expressava o Historiador Britânico Eric Hobsbawm. Com isso, não foi possível conter as inquietações de Historiador, quando pela manhã no programa da Ana Maria Braga da Rede Globo, a mesma discorreu sobre o Feriado de 9 de Julho e ao MMDC, Movimento criado pela morte dos jovens Martins, Miragaia, Dráusio (14 anos) e Camargo no dia 23 de maio de 1930, como uma homenagem a morte de quatro soldados, e não de quatro jovens estudantes. Considerações finais: Ações assim, a priori, desinformadas contribuem para apagar a história e diminuir a participação do povo e, principalmente, dos estudantes no levante de 1932, denominada Revolução Constitucionalista. Um História omitida apaga a memória de um povo e inibe a participação de diferentes grupos nos movimentos populares. Reflexão: Por que diante das mazelas políticas (corrupção) econômica (aumento dos preços sem precedentes) e sociais (desemprego, educação e saúde pública caótica), não temos uma Revolução Constitucionalista semelhante à de 1932? O brasileiro está alienado e acomodado?
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP.
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AMERICANA: VAMOS DAR A VOLTA POR CIMA?
Grosso modo, este artigo tem relação com a crise política, econômica, social e cultural que a cidade de Americana está passando, para variar esse município está localizado na RMC- Região Metropolitana de Campinas, uma das regiões mais rica do país. É estarrecedor, uma cidade que já se figurou no cenário nacional como a mais promissora nos aspectos social (em qualidade de vida) e econômico (entre as mais ricas do Estado) ser manchada por inescrupulosos políticos que só pensaram e pensam em si, deixando a população a mercê da própria sorte, e mais, desamparadas por pessoas que disseram representá-las durante as propagandas eleitorais. É inacreditável, que essa cidade, também conhecida como a Princesa Tecelã, devido a sua dinamicidade nas indústrias têxteis, sair em jornais por demitir uma quantidade astronômica de servidores públicos. Sabe por quê? Pelo fato de não ter dinheiro em caixa para efetuar o pagamento mensal desses funcionários. É lamentável, ouvir expressão de que é melhor demitir os funcionários do que deixar de pagar a coleta de lixo. Diga-se de passagem, conheço a cidade desde o final da década de 90, ao me aventurar para lecionar nas Escolas Estaduais dos municípios, aliás era de causar inveja, tanto as escolas como a cidade, e hoje passando por essa humilhação por causa de uma maioria de políticos que brincam de fazer Política. Mediante a esse cenário, eis me aqui tecendo as minhas considerações (ou um desabafo) sobre a politicagem que fizeram e estão fazendo com essa cidade que já proporcionou orgulho (e ainda continua) e acolheu muita gente de várias partes do país. Contudo, o mais preocupante, é que ao invés de buscar uma saída para amenizar o sofrimento dos munícipes, os políticos representantes da cidade ficam trocando farpas nos jornais, procurando responsabilizar um ao outro, sendo que todos têm uma parcela de culpa. Sabe quem está perdendo com tudo isso? A população americanense, que paga os seus impostos em dia e concebe esse desaparecer em um passe de mágica. Considerações finais: Em todo momento de crise é preciso a união para enfrentar um inimigo externo, e nesse caso, esse inimigo é a politicagem barata que assola a cidade. A priori, independente de qual sigla política está no poder, o que importa agora, é resgatar a credibilidade do município, a autoestima da população americanense, e o mais importante, a credibilidade política dos representantes do povo nessa cidade, pois neste momento quem mais sofre são os que mais precisam, o povo. É preciso ver essa linda cidade ser manchete nas páginas de jornais, não como algo vergonhoso, e sim, pelo seu dinamismo social, econômico e cultural. Americana, vamos dar a volta por cima.  
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
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sábado, 20 de junho de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: O AUMENTO DE SALÁRIO DO JUDICIÁRIO



O AUMENTO DE SALÁRIO DO JUDICIÁRIO
É de ficar perplexo, em outras palavras, repugnante. Diga-se de passagem, os amigos leitores já estão tecendo as suas indagações: O que é perplexo e o que é repugnante? Este artigo está falando do aumento de 59,49% para os servidores do Judiciário, e mais, aprovado pelo plenário do Senado. Inclusive, a matéria foi votada com regime de urgência. É inacreditável, ações assim, sobretudo, em um país cujo salário mínimo é um dos menores do Planeta, e a votação para reajuste desse mísero salário é um estardalhaço, uma morosidade de semanas para a aprovação, e ao ser aprovado, um aumento de 10%. É de ficar abismado, com esse aumento, principalmente, diante da deflagração da greve dos professores da rede pública em vários Estados, implorando por aumento de salário e, o pior, voltaram para seus postos de trabalho sem aumento, sem ao menos uma satisfação. É estarrecedor, como aprovar um aumento de salário dessa proporção em um país cuja população sente a sua renda corroída pelo aumento da Energia, da água, dos pedágios e dos produtos nos supermercados? Considerações finais: Enquanto os holofotes estão direcionados para as operações ligadas à corrupção, estão metendo a mão no bolso da população de outra forma, permitindo um aumento astronômico para essa categoria. Em outras palavras, o Brasil vive dois tipos de apropriação do dinheiro arrecadado de impostos: o primeiro é a corrupção ativa, em que boa parte dos políticos usurpa o dinheiro público. A segunda é a apropriação institucionalizada, em que funcionários públicos de alto escalão recebem aumentos de salários abusivos, e mais, com a aprovação do Senado. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
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O LIMITE ENTRE O PARTIDO POLÍTICO E O CARGO PÚBLICO.
Grosso modo, existe um limite entre o Partido Político e o Cargo Público. O teor deste artigo de opinião está articulado com uma notícia em que o PT-Partido dos Trabalhadores convoca o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso para esclarecimentos sobre a prisão temporária do ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Diga se de passagem, a cúpula do PT tentará enquadrar o Ministro da Justiça (que tem lá seus 30 anos de filiação) com o Partido dos Trabalhadores e intimidá-lo, visto que o mesmo é responsável pela PF-Polícia Federal, a Instituição responsável pela prisão de Vaccari Neto. Diante dessa situação é de fundamental importância conceber os limites entre o Partido Político e o Cargo Público do Ministro da Justiça, a verdade, entre o Partido Político e o Cargo Público, se encontra a ética política, ou seja, a Justiça deve ser equitativa e transparente, punindo a todos, independentemente de qual sigla política o réu pertença, isso são ações praticadas em países democráticos e justos. Logo, o cargo público que um político assume está acima dos interesses partidários, afinal, agora ele é representante do povo, inclusive daqueles que não optaram por ele nas urnas no dia das eleições. A priori, atitudes como essa do PT, em chamar o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso e colocá-lo contra a parede, pelo fato de o mesmo pedir a investigação de pessoas ligadas ao Partido ao qual se encontra filiado há 30 anos, é mais uma prova de que os interesses do Partido Político estão acima da justiça e do povo brasileiro. Considerações finais: No momento que um representante de partido deixa o mesmo para exercer um cargo público, ele não mais representa os interesses particulares do partido, e sim, passa a representar o povo e, no caso do Ministro José Eduardo Cardoso, a Justiça. Como ressaltou o ex-presidente Lula, cortar na própria carne.
Alberto Alves Marques
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A VENEZUELA É AQUI.
Analisando o episódio exibindo Senadores da República brasileira sendo hostilizados em território venezuelano, algumas inquietações não param de fervilhar na cabeça de muitos brasileiros, ou melhor, um fato incompreensível. Na verdade, incompreensível porque o episódio mexe com a soberania do país, em outras palavras, a Venezuela é um país soberano e a mesma tem as suas leis, o seu povo e o seu regime de Governo. Sendo assim, até que ponto é permitido Senadores de países vizinhos intrometendo-se na sua soberania? Por outro lado, vamos nos colocar no lugar do outro: E se o episódio fosse ao contrário, ou melhor, se fossem senadores venezuelanos visitando o território brasileiro? Como ficaria a soberania?  Complexo, não? É sabido que o Governo de Nicolas Maduro não segue os ditames de um país democrático, portanto, essas implicações devem ser discutidas na OEA- Organização dos Estados Americanos, Entidade responsável pela manutenção da paz, justiça, promoção da solidariedade, defesa da soberania dos países, integridade territorial e independência dos países membros. Isso não significa que o nosso país deva aceitar as formas de governo venezuelano, além do mais, não é a intenção de este escritor e formador de opinião concordar com a forma de aproximação entre o governo brasileiro e o chefe de Estado de Caracas. No entanto, se faz necessário cautela nesse episódio, sobretudo, quando é preciso organizar a nossa casa para depois inferir e participar de problemas alheios.  Grosso modo, existe um velho provérbio: “Quem tem telhado de vidro não atira pedra no dos outros”. Não obstante, com todas as mazelas afetando a nação brasileira nos aspectos políticos (corrupção), econômicos (aumento sem precedentes do custo de vida) e sociais (desemprego, educação de qualidade duvidosa, saúde, etc.), não seria mais viável, primeiramente fazer a faxina de casa? Afinal, não foi para isso que os Senadores foram escolhidos? A saber, ao invés de viajar para a Venezuela com avião da Força Aérea Brasileira, porque esses políticos não procuram explorar o território brasileiro. Considerações finais: Que tal fazer uma visitinha nos hospitais públicos com filas enormes, em que muitos pacientes esperam por um atendimento? Façam uma visita nas escolas públicas do nosso país, onde a maioria convive com uma educação de péssima qualidade por falta de investimentos. Enfim, a Venezuela é aqui, diante de tudo isso, então só posso tratar dos problemas dos outros, quando os meus já estiverem solucionados, caso contrário, em tratando da politicagem brasileira, isso aparentemente só pode ser rixa política, e quem, infelizmente perde, é o povo. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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sábado, 23 de maio de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: BRASIL DEPOIS DA COPA DO MUNDO


BRASIL DEPOIS DA COPA DO MUNDO.
Você sabe o que aconteceu com a receita adquirida na Copa do Mundo de 2014 realizada no Brasil? Que o investimento trouxe receitas para o país é fato, entretanto, quem ficou com esse lucro? O povo brasileiro? É óbvio que não, pois não é objetivo informar a população sobre essa parte da Copa. Logicamente, quem está pagando a conta, e acredite muito alta, somos nós. A saber, o vexame diante do baile contra a Alemanha, esse nem conta, jamais será esquecido, investiram somas infindáveis na construção de Estádios, Pontes, Aeroportos, Rodovias, Centro de treinamentos, Hidrovias, Ferrovias, etc.; com um discurso de que a população iria usufruir dessas benfeitorias após a Copa do Mundo de 2014. Porém, com o término do campeonato mundial, um silêncio profundo, não se fala mais nas receitas que esse evento gerou, e mais, o que aconteceu com as construções e quem está usufruindo delas. Já que estamos falando de dinheiro, não sabemos quanto foi a receita deixada no Brasil após a Copa do Mundo, entretanto, o gasto nesse evento foi considerado um dos mais caros do planeta nessa modalidade, ou seja, 35 bilhões de reais. O mais incrível é que a FIFA ao deixar o país levou essa dinheirama toda para a Suíça (obviamente, para os bolsos dos envolvidos atualmente na Corrupção dessa identidade, que vergonha), deixando para trás somente os impostos. Sabe por quê? Os impostos quem paga somos nós, sobretudo, embutidos no aumento no preço do Combustível, da energia elétrica, água, entre outros bens de extrema necessidades para a sobrevivência dos brasileiros, que a bem da verdade, não conseguiu comprar um ingresso para ver o espetáculo, devido ao custo alto. Para completar, os Estados brasileiros que sediaram a Copa, tiveram que arcar com a dívida, essa que será repassada para a população através de aumento de preços e impostos. Não é de se estranhar que entramos no ano de 2015, com uma carga de tributos que será repassada para a nação, assim sobram receitas públicas para aumentar os lucros do Mensaleiros e dos envolvidos na Operação Lava Jato. Considerações finais: Está fazendo um ano do vexame em solo brasileiro pelos “trabalhadores” mais bem pagos desse país, os jogadores, e adivinha o que eles deixaram de lembrança para nós? O menor salário mínimo do planeta, hospitais desmoronando, energia e água mais cara do planeta, educação pública duvidosa, e se isso não bastassem, uma corrupção sem precedentes, inclusive atingindo agora a FIFA. Quem perdeu esse campeonato? A seleção Brasileira? Não, naturalmente, fomos nós, aliás, os jogadores estão aí de volta com salários altíssimos para participarem da Copa América, e mais, voltando a serem idolatrados por muitos. Agora, o povo além de perder o espetáculo (afinal, somos brasileiros e gostamos de futebol), ficou com a carga maior, o aumento no custo de vida pós Copa. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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ESSA É A PÁTRIA EDUCADORA?ESSA É A PÁTRIA EDUCADORA?

A Presidenta da República Dilma, que tem sofrido rejeição pela maioria dos brasileiros, nos surpreendeu, novamente, cortando investimentos em Secretarias de extrema importância na vida dos brasileiros, sobretudo na Educação. O teor deste artigo surgiu, após analisar uma matéria veiculada no site da UOL, discorrendo que a Educação Pública terá um corte de 9 bilhões de reais, em torno de 13%. Não obstante, ficarmos nos últimos lugares nas avaliações externas, inclusive na retaguarda de países com PIB (Produto Interno Bruto) inferior ao brasileiro, a Chefe de Estado e de Governo toma uma iniciativa, diga se de passagem, inadmissível; é sabido, que a educação formal é a base para o desenvolvimento do país em todas as dimensões. Algo muito estranho, visto que durante a sua campanha política para a reeleição, a mesma discursava que iria transformar o país em uma “Pátria Educadora”. Por outro lado, é inaceitável ações assim, pois a corrupção se alastra em nosso país, só para citar um entre tantos, a Operação Lava Jato, que usurpou somas infindáveis da Petrobrás, dinheiro que se investido em Educação Pública já promoveria a qualidade desta. Por que o corte de investimentos na Educação Formal e pública? Não se tem certeza, mas os governantes na história da humanidade com o intuito de reduzir o conhecimento do povo, afastaram as massas das escolas, pois essa ação inibe as falcatruas dos mesmos, haja visto as mentes pensantes incomodarem. Grosso modo, durante a Idade Média a Igreja Católica e a Nobreza queimavam os livros, considerados proibidos, uma estratégia para afastar as classes menos favorecidas do conhecimento para que as mais abastadas dominassem o povo. Igualmente, aconteceu em governos Totalitários na Europa, incluindo o Nazismo alemão e o Fascismo Italiano, mandando livros para a fogueira, com isso, evitavam que o conhecimento chegasse as massas e elas utilizassem-no contra o regime. Durante muito tempo o povo brasileiro lutou pela universalização da Educação Básica, e essa proeza somente ocorreu a partir da década de 90, com o advento da nova LDB/96, Legislação que organiza a Educação Nacional, contudo, concebe-se a divisão do país em dois: aquele das campanhas eleitorais e o outro, após as eleições. Logo, só nos resta a indagar, outra vez: Por que corte de investimentos? A resposta é certa, o conhecimento liberta as pessoas das amarras da ignorância, e gente com conhecimento incomoda governantes, evitando Mensalões, Corrupção dos correios e Operação Lava Jato. A saber, pessoas inteligentes e sábias, não se contentam somente com Programas Sociais, como Bolsas Famílias e outros tipos de assistencialismo do Governo esperando em troca o voto nas eleições. Ao contrário, essas pessoas cobrarão dos governantes atitudes que justifiquem a sua eleição pelo povo. E para finalizar, será que esses governantes não percebem que dinheiro na educação não é gasto e, sim, investimentos. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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Novamente, a Presidenta da República, Dilma, aquela que vem sofrendo rejeição da maioria dos brasileiros nos surpreendeu cortando investimentos em Secretarias de extrema importância na vida dos brasileiros, Educação e Saúde. Veja mais informações no link, acesse AQUI




domingo, 19 de abril de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA

DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA
O Dia das Mães comemorado no segundo domingo de maio em várias partes do globo foi iniciativa da estadunidense Anna Jarvis no Estado da Virgínia Ocidental, em 1905. Na verdade, essa jovem ao perder a mãe decidiu fazer uma homenagem para ela, coincidindo com o segundo domingo de maio, e a data teve repercussão mundial, já no Brasil a data passou a ser comemorada durante o Governo de Getúlio Vargas no ano de 1932. Versões históricas e consumismo à parte, o que é ser mãe em pleno século XXI, diante das transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na estrutura familiar e na sociedade? Diga-se de passagem, ser mãe na Contemporaneidade é reconhecer as mudanças nos aspectos político e familiar, em que essa figura antes detentora somente da educação das crianças teve que conquistar com muita luta o comando das famílias, deixando o seu feminismo perfeccionista nessa Instituição de suma importância na formação integral das crianças. Ser mãe no século XXI, sobretudo, nos aspectos sociais, é assumir o desenvolvimento dos filhos em todas as dimensões, educando, amando e confortando-o, desde os primeiros segundos de vida até o momento... mãe é para sempre. No mundo Hodierno ser mãe é conceber as transformações econômicas impostas pelas mulheres, quando essas adentraram no mercado de trabalho para oportunizar uma vida digna para os filhos. Mãe é aquela que reconhece as transformações culturais, entretanto, percebe que não é preciso mudar a sua cultura para cuidar dos filhos, pois mesmo em épocas de mudanças utiliza-se de sabedoria de mãe para direcionar os filhos para o caminho dos valores. A título de ilustração, ser mãe é compreender a complexidade da sociedade e reconhecer que essa função não necessariamente começa com a gestação, a saber, mãe é quem cria. Ser essa figura de suma importância é contar as horas, os minutos, segundos e milésimos, esperando o retorno da sua prole para o lar. Considerações finais: Partindo desse pressuposto, é de extrema importância valorizar aquela que dedicou a cuidar dos filhos desde o momento em que esses foram reconhecidos em seu ventre ou entrou em sua vida (momentos delicado da vida), pois é nesse exato instante que começa o carinho, amor e afeto. Contudo, não pensa que devemos fazer homenagens somente nesse dia acreditando que já é suficiente, é uma ótima iniciativa, no entanto, é preciso homenageá-las todos os dias, diga-se de passagem, sem elas, com certeza, não estaríamos aqui para venerá-las. E, mais, enquanto as têm, só quem já vivenciou essa experiência sabe a falta que ela faz. Feliz Dia das Mães, quando em inúmeras situações abdica da sua vivência em prol dos seus filhos.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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A EXECUÇÃO DE BRASILEIROS NA INDONÉSIA


Ultimamente, a execução de dois brasileiros na Indonésia acusados de tráfico de drogas gerou bastante polêmica e dividiu opiniões em solo brasileiro entre políticos, jornalistas e, principalmente, a Presidenta Dilma.  A priori, é de fundamental importância conceber que a pena de morte nas suas diversas modalidades faz parte de alguns países no globo, sobretudo, em alguns Estados estadunidenses, no entanto, não se sabe ainda se essa forma de punição inibe o crime, essa ação necessita de um estudo científico. Grosso modo, o que eu quero discorrer neste artigo são três pontos de suma importância: a Soberania dos países; a opinião da Presidenta da República e os atos praticados pelos brasileiros executados na Indonésia. É sabido, todo país é soberano para elaborar a sua Legislação, ou seja, o Brasil tem autonomia para criar as suas próprias Leis, da mesma forma que a Indonésia também a tem, e tais leis discorrem em solo nacional; logo nem um governo internacional pode se intrometer na Soberania do outro. Por outro lado, está o papel de um Presidente da República, ou seja, esse ao assumir o cargo de representante da nação deixa de ser uma pessoa particular e transforma-se em um sujeito público. No caso brasileiro, o chefe de Estado e de Governo, diante dessa situação, as suas opiniões e decisões devem ser muito bem pensadas para não causar entendimento duvidoso e comprometer a sua gestão e o povo brasileiro, com falas precipitada e comprometedora para um representante da nação. No que toca as execuções dos brasileiros condenados na Indonésia, vale ressaltar, as ideias de Newton: “Toda ação gera uma reação” (não no Brasil onde se presencia e vivencia crimes bárbaros); em outras palavras, eles já sabiam dos riscos em fazer contrabando de drogas nesse país asiático, sendo assim, o mesmo assumiu as suas responsabilidades e pagando pelas mesmas. Todavia, o que mais me impressiona, e acredito a população brasileira também, é a parcialidade da Presidenta em tamanha preocupação com os brasileiros antes da execução, chegando a fazer o pedido formalmente por telefone, interferindo na soberania de um país estrangeiro, e mais, em prol de um traficante. Como seria a reação da mesma se um governo estrangeiro interferisse na política Nacional colocando descrédito na soberania do país? Diga-se de passagem, essa ação não transmite a sensação de querer que os outros países sigam as regras da impunidade, como acontece na maioria dos crimes praticado em solo brasileiro, em que a Justiça não é igual para todos? A bem da verdade, não se sabe qual a intenção da Presidenta, mas com certeza, é incoerente para um Governo estrangeiro sair por aí defendendo traficantes nos países em que a Justiça funciona, independente da classe social, credo ou religião. Considerações finais: Com tantos problemas internos em território brasileiro, mormente, uma corrupção jorrando um mar de lama (ou melhor, petróleo) na política nacional, tendo como suspeita pessoas e políticos filiados ao Partido da própria Presidenta, é inadmissível tamanha intromissão. Será que antes de tomar essa ação, a mesma refletiu sobre quantas pessoas perdem a vida pelo tráfico de drogas em nosso país, sem políticas enérgicas para sanar essa mazela? Ao se ocupar um cargo público dessa importância, as nossas palavras, não são mais minhas, pois estamos falando em nome da nação, sendo assim, não é de bom tom para um chefe de Estado tomar as dores de traficantes em países cuja Legislação deixa claro “Toda ação gera uma reação”. E mais, não é porque aqui se pode tudo, em outras nações também. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DO DIA DO TRABALHO


Antes de tecer algumas considerações sobre o dia do trabalho, porque não retroceder e buscar a etimologia da palavra. Grosso modo, a palavra trabalho origina do Latim TRIPALIUM, designando-o como instrumento de tortura, sofrimento, dor, etc. Na verdade, o trabalho em Roma Antiga era praticado pelos escravos, situação que somente as classes subalternas praticavam, nesse fato reside a resistência das classes abastadas pelo trabalho; sendo assim, incentivavam o ócio como algo nobre, e apenas a elite usufruía desses benefícios para os estudo, lazer e as festas. Com o passar do tempo, a partir da Revolução Industrial Inglesa em meados do século XVIII, com a implantação do Capitalismo e o fim da escravidão, a palavra trabalho passa de tortura para dignidade. Com isso, o Capitalismo moldou a sociedade da produção, tirou o trabalho do lugar do sofrimento e o inseriu na produção, a principal ação para a acumulação da riqueza dos Capitalistas, eis o motivo da origem do Dia do Trabalho. Prosseguindo, surge nos Estados Unidos, o país símbolo do Capitalismo, no ano de 1886, em que vários operários reivindicavam melhores condições de trabalho diante das condições degradantes nas indústrias e não tardou para o Primeiro de Maio irradiar para outras partes do Globo.  Assim, o dia 1º de maio é lembrado em vários países como o Dia do Trabalhador, com festas, comemorações e homenagens. Contudo, no Brasil a data passou a ser comemorado oficialmente a partir de 1917, quando imigrantes europeus fizeram uma greve por melhores condições de trabalho, mas só no ano de 1924, o Presidente da República Arthur Bernardes, decretou feriado Nacional. A priori, esse feito revela algo que acontece em nosso país na Contemporaneidade, ou seja, esperamos as coisa prontas, vindas do exterior, importadas de países europeus ou dos Estados Unidos. Partindo desse pressuposto, indaga-se: se não fosse a participação do povo europeu não teríamos no primeiro de maio as comemorações do Dia do Trabalhador Brasileiro? A saber, uma inquietação difícil de responder, história à parte, seguimos em frente, pois no sistema Capitalista tempo é dinheiro, e o trabalho, as ações e as ideias são filhas deste sistema. Nesse sentido, o Capitalismo se apropriou do trabalhador e de sua dignidade, juntamente com a mais valia (acumulação de capital) uma das maiores invenções da burguesia e, conseguiu transformar o sofrimento (trabalho) em algo benéfico para uma pequena parcela humanidade, a concentração de renda na Contemporaneidade. Talvez, alguns leitores desavisados poderão tecer ideias falsas sobre este escritor, de que o mesmo é contra o trabalho, seria leviandade da parte desse formador de opinião ser contra uma forma que sustenta a estrutura social e econômica de uma nação, ao contrário, sou a favor, pois mesmo com as mudanças em seu significado, o trabalho em condições humanas é o caminho para evitar as mazelas hodiernas. Considerações finais: Após discorrer sobre algumas versões sobre o Dia do trabalho, o que presenciamos hoje é uma inversão de valores com a palavra trabalho, ou seja, na Roma Antiga, o ócio significava um tempo livre para filosofar, estudar, produzir novas ideias, novos inventos, enquanto uns trabalhavam, outros pensavam. Na atualidade, sobretudo, em nosso país, muitos confundem o ócio com oficina para fazer coisas erradas, ou melhor, ter tempo para planejar assaltos, sequestros, homicídios, etc. Mesmo que você não tenha o trabalho dos sonhos, ainda é melhor do que ficar sem ele, pois a maioria das pessoas ainda não consegue no sistema Capitalista utilizar o tempo vago para produzir novos pensamentos, ideias ou estudar, por isso, se você está empregado, dê graças a Deus. Agora o difícil é para aqueles que ganham um dos menores salários mínimos do mundo, ter estímulos para comemorar. Paciência meus amigos e bom Feriado!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
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SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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domingo, 5 de abril de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Não é de hoje o descaso pela educação pública em nosso país, diga-se de passagem, muitos consideram investimento nessa secretaria como gasto. A priori, o teor do parágrafo acima tem relação com o PME- Plano Municipal de Educação – 2015, em que 20 cidades que compõem a RMC- Região Metropolitana de Campinas (uma das mais ricas do país), somente 10 municípios concluíram em tempo e apresentaram seus Planos Municipais de Educação. No entanto, o que chama a atenção, segundo a mídia investigativa, é que esse documento de suma importância para uma educação de qualidade não foi construído com a colaboração de todos os segmentos responsáveis pelo aprendizado, principalmente das famílias e dos professores. Partindo desse pressuposto, foi um Plano elaborado dentro dos gabinetes dos secretários e da cúpula de políticos, a bem da verdade, não concebem a educação pública como prioridade para o desenvolvimento político, econômico, social e cultural dos Municípios, Estados e País. Não obstante, a omissão por parte dos responsáveis em oportunizar uma participação mais democrática, consoante a mídia investigativa, muitos documentos foram copiados dos anteriores, trocando-se somente as datas. É lamentável, pois quem sai perdendo são os estudantes que dependem da educação pública para o seu desenvolvimento cognitivo. Como diria Pitágoras: “É preciso educar as crianças para que não seja necessário castigar os adultos”. E mais, uma criança alfabetizada e instruída educacionalmente, com certeza é um elemento em potencial para a diminuição de jovens delinquentes e adultos assaltantes.   Considerações finais: um Município, Estado e País que não investem em educação, e não percebem nessa ação o ponto de partida para um desenvolvimento em todas as dimensões, estará fadado ao retrocesso. Não seria o descaso pela educação o responsável de muitos municípios estarem em crise econômica, social e política? Acorda Políticos!!!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?
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PÁSCOA: O CAMINHO PARA A PAZ

Grosso modo, existem vários significados para o termo Páscoa, que variam no tempo, no espaço, de versão histórica e de religião, porquanto, o objetivo deste artigo não é desenvolver uma tese em cima dessa temática, muito menos buscar a verdade sobre esse evento, pois cada um a interpreta de acordo com a sua crença e visão de mundo. Diante dessa complexidade, evocarei a origem da Páscoa fundamentada na Bíblia Sagrada, em que o evento está relacionado à libertação dos israelitas da escravidão no Egito, em outras palavras, Deus emitiu uma ordem para que o Faraó egípcio libertasse o seu povo, diante da persistência e resistência do soberano, o Senhor invocou várias pragas contra o Egito cujo intuito persistia na libertação dos israelitas. Diante de várias tentativas e a não obediência do Faraó, o Senhor lançou a décima e derradeira praga: “Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12). Para livramento dos filhos primogênitos dos israelitas das ações do anjo destruidor, o Todo Poderoso lançou uma ordem específica para proteção dos seus filhos, ou seja, todas as famílias sacrificariam um cordeiro macho de um ano de idade e o sangue seria exposto nas portas das casas israelitas com primogênitos, a marca evitaria que o anjo destruidor matasse os primogênitos daquelas casas. Partindo desse pressuposto, o termo Páscoa na cultura hebraica está articulado com  “Pesah”, que significa “pular a marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. A saber, como Deus libertou o seu povo da escravidão do Egito, o mesmo enviou o seu filho para libertar o povo dos pecados; dessa forma Jesus morreu na cruz e ressuscitou para nos libertar e mostrar o verdadeiro caminho para uma paz eterna e divina. Em outras palavras, nessa versão a Páscoa significa vida nova, recomeçar e renovar, ou seja, um momento de reflexão sobre as nossas ações como filho do senhor, buscar e oportunizar a liberdade.  Considerações finais: Versões a parte,  diante das tribulações e adversidades que nos afligem na contemporaneidade, precisa-se urgentemente de outra Páscoa para nos libertar da violência, da arrogância, dos males, das doenças, da inveja, isto é, de todas as mazelas que assolam a humanidade, e com certeza essa ação será menos atordoante se estivermos do lado do Senhor.  Estar do lado de Deus não significa  ficar esperando, acomodados, alienados de braços cruzados, como se todas as coisas boas caíssem do céu.  Com certeza está bastante difícil, mas não devemos fraquejar, pois nada é impossível, sobretudo, para aqueles que estão com o Senhor, e às vezes os sacrifícios que enfrentamos hoje será a tranquilidade do amanhã, esse foi o objetivo do sacrifício de Jesus, trocar a sua liberdade pela nossa liberdade. Uma ótima Páscoa a todos.

Alberto Alves Marques
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