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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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quarta-feira, 22 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O PARADOXO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

A priori, é preciso comemorar as posições de 1º lugar da USP e de 2º da Unicamp, em outras palavras, duas Instituições públicas no ranking que envolvem as 10 melhores Universidades da América Latina.  Grosso modo, essas informações estão em um novo ranking de reputação acadêmica da revista Times Higher Education (THE), dedicado às universidades da América Latina. Se levarmos em consideração, que a América Latina tem aproximadamente 32 países, então essa classificação é de suma importância no aspecto educacional. No entanto, tal classificação esconde um paradoxo, sobretudo ao verificar que a Educação Básica, inclusive pública, carece dessa qualidade, e mais, os financiadores de ambas são os brasileiros pagadores de impostos. Prosseguindo com esse paradoxo, a Educação Básica do país está nas últimas colocações, principalmente, se está em questão a avaliação da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Diga-se de passagem, existem uma articulação entre a classificação das Universidades e a Educação Básica em nosso país? A bem da verdade, não, ou seja, por que temos uma Instituição Pública de Ensino Superior em primeiro lugar no Ranking dos países da América Latina e amargamos os últimos lugares nas Avaliações externas da Educação Básica (Ensino Infantil, Fundamental e Médio)? Falta investimento na Educação Básica? Em algumas situações o importante não são as respostas e, sim, os questionamentos posteriores às próprias perguntas que direcionam para a reflexão. Dessa forma, o que se percebe em nosso país o seguinte, ao se encontrar em pauta a Educação Básica, faltam os quatro pilares essenciais para uma educação de qualidade, como Investimento Público, Participação da sociedade, Interesse do Educando e Formação dos docentes.  Para aqueles com pensamentos sumários, que já devem estar questionando, qual seria a solução? Deixo este recado, não existe soluções ou receitas prontas quando está em jogo uma educação de qualidade, mas envolvimento de todos, porém, só teremos uma educação Básica de qualidade quando os segmentos responsáveis pelo aprendizado assumir as suas responsabilidades, começando pelos órgãos públicos, em se tratando do nosso país, muitos estão se isentando dessa responsabilidade. Considerações finais: É uma constante, discursos das mais variadas formas de que o professor e a Educação Básica são responsáveis por todas as profissões, devido a passagem de todos por essa modalidade. Porquanto, ainda é perceptível a ausência de vários investimentos nessa categoria imprescindível para a sociedade. Obviamente, é muito relevante para a nação a classificação da USP e da UNICAMP, em primeiro e segundo lugares no Ranking das melhores Universidades da América Latina, em contrapartida essa medalha teria outro sabor se estivéssemos entre os melhores países na Educação Básica também, afinal, uma Educação Básica de qualidade é a matéria prima para o desenvolvimento das Universidades, seja ela Pública ou Particular. 

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
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Cidade: Hortolândia/SP.   


quarta-feira, 15 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: UMA VISÃO HISTÓRICA SOBRE A CASSAÇÃO DE EDUARDO CUNHA

Após negar até o fim a sua inocência, o Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, foi cassado pelo Conselho de Ética por 11 votos a 9. Esse fato envolvendo um dos três Poderes, o Legislativo, é reflexo da Politicagem que ocorre em nosso país há várias décadas, quiçá séculos, cuja denominação é a corrupção, ação em que os nossos políticos usurpam o dinheiro do povo em prol dos seus interesses particulares. À luz da reflexão, se não bastasse o lamaçal no Executivo com o afastamento da Presidente Dilma, agora a nação brasileira depara com essa vergonha Nacional e Internacional. Na verdade, o que mais nos deixam perplexos é a negação desses corruptos até o último caso, tentando convencer a opinião pública e os Juízes do STF- Supremo Tribunal Federal, a sua inocência. Analisando essa novela vergonhosa, fica difícil procurar um indivíduo na Política que não esteja envolvido com a corrupção em todas as suas dimensões, deixando-nos à espera de notícias de quem será o próximo corrupto. No entanto, diante dessa vergonha Nacional os que mais perdem são os que mais precisam, ou seja, o povo brasileiro que sempre fica às margens do Estado. Buscando uma visão Histórica sobre o nosso país, a princípio fomos usurpados pelos portugueses, em outras palavras, foram mais de três séculos de espoliação da sociedade e da nossa riqueza. Grosso modo, veio a Independência, mas continuamos sobre o jugo de Portugal com Dom Pedro I e Dom Pedro II.  Não fazia sentido um país Monárquico perante a várias Repúblicas na América, assim veio a República, infelizmente esse regime serviu, somente, para atender as necessidades dos fazendeiros e da elite urbana. Passando pela Era Vargas (Getúlio Vargas), JK (Juscelino Kubitschek, o Período Desenvolvimentista e a Ditadura Militar, página negra da nossa História, percebe-se, que sempre os Donos do poder procuraram usurpar e saquear o povo. Considerações finais:  Diga-se de passagem, lutamos e morremos por uma causa digna, a democracia e, após 21 anos de Ditadura Militar (1964-1985), conseguimos a Nova República (1985), porém, de nova ela não tinha nada, pois os Donos do Poder estavam de volta e seriam os mesmos com pensamentos do Brasil Colônia, da República Velha, e da Ditadura Militar. Resumindo, os mesmos que estão hoje na frente da Política Brasileira, sejam no Legislativo ou no Executivo. E o que mais nos deixam indignados é que o povo é o mesmo também, isto é, há séculos esperando por uma independência econômica e social. Estaremos fadados a conviver com as mazelas da corrupção eternamente? Não. Podemos reverter essa situação através da maior arma que temos, o voto. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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domingo, 12 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: BRASIL A DIFERENÇA ENTRE POLÍTICA E POLITICAGEM

Existe diferença entre política e politicagem? A bem da verdade, sim, pois os gregos inventaram a Política como Ciência, enquanto podemos afirmar com propriedade que a maioria dos políticos brasileiros inventou a politicagem, sobretudo, perante a atual conjuntura política brasileira. Segundo a etimologia, a palavra política nasce na Grécia Antiga com Aristóteles, sendo sinônimo da palavra democracia, governo de todos. A priori, a palavra política origina de polis (cidade), ou politeia, assuntos relacionados à administração da cidade, ou seja, governar em prol de todos os cidadãos em detrimento de alguns grupos ou de siglas partidárias. No entanto, quando buscamos a etimologia da palavra politicagem, a mesma rima com malandragem e pilantragem, algo corriqueiro na maioria dos políticos brasileiro, que diga-se de passagem, não escolhendo sigla partidária. À título de ilustração, a vida pública em nosso país confunde com a vida privada, quando muitos políticos brasileiros estão preocupados em fazer politicagem, transformando a esfera pública no quintal de sua casa. Diga-se de passagem, as assembleias gregas eram discutidas na Ágora (praça pública), transbordando e atingindo os cidadãos gregos. Entretanto, em nosso país, sobretudo, em Brasília o que transborda é uma cachoeira de corrupção, derramando um mar de lama que atinge aqueles que mais precisam, os pagadores de impostos. Por outro lado, política é o que ocorreu na França, o povo cansou de ver as mesmas caras administrando o país e resolveu trocar o conservadorismo pelo socialismo, uma nova via almejando mudanças. E no Brasil? A princípio, são as mesmas caras e convicções políticas e, mais, a corrupção prevalece há décadas sem solução, e a cada dia a cachoeira aumenta derramando no povo a miséria, desemprego, educação de qualidade duvidosa e uma saúde pública de levar o cidadão a morte. E mais, política ainda, foi o que aconteceu na Primavera Árabe, quando o povo derrubou políticos autoritários no Egito e na Líbia, que usurpavam o poder do povo há décadas. E no Brasil? Na verdade, assistimos de camarote, esvaziar os cofres públicos e os nossos bolsos com impostos para abarrotar as contas nos paraísos fiscais dos que utilizam da politicagem para promoção financeira. Considerações finais: A principal diferença entre a política e a politicagem é: com a política, o cidadão ganha, já com a politicagem o único que ganha é os politiqueiros, usurpando os direitos e deixando só os deveres, pagar impostos. E mais, pagar tributos para se contentar com um salário mínimo de aproximadamente R$ 870, 00, em ficar desempregado, com uma escola de qualidade duvidosa, com uma saúde pública degradante, comparada a quantidade de imposto que pagamos. Reflexão: Não está na hora de valorizar mais o nosso voto e mudar a concepção que temos da política?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 7 de maio de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA                           

O Dia das Mães comemorado no segundo domingo de maio em várias partes do globo foi iniciativa da estadunidense Anna Jarvis no Estado da Virgínia Ocidental, em 1905. Na verdade, essa jovem ao perder a mãe decidiu fazer uma homenagem para ela, coincidindo com o segundo domingo de maio, e a data teve repercussão mundial, já no Brasil a data passou a ser comemorada durante o Governo de Getúlio Vargas no ano de 1932. Versões históricas e consumismo à parte, o que é ser mãe em pleno século XXI, diante das transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na estrutura familiar e na sociedade? Diga-se de passagem, ser mãe na Contemporaneidade é reconhecer as mudanças nos aspectos político e familiar, em que essa figura antes detentora somente da educação das crianças teve que conquistar com muita luta o comando das famílias, deixando o seu feminismo perfeccionista nessa Instituição de suma importância na formação integral das crianças. Ser mãe no século XXI, sobretudo, nos aspectos sociais, é assumir o desenvolvimento dos filhos em todas as dimensões, educando, amando e confortando-o, desde os primeiros segundos de vida até o momento... mãe é para sempre. No mundo Hodierno ser mãe é conceber as transformações econômicas impostas pelas mulheres, quando essas adentraram no mercado de trabalho para oportunizar uma vida digna para os filhos. Mãe é aquela que reconhece as transformações culturais, entretanto, percebe que não é preciso mudar a sua cultura para cuidar dos filhos, pois mesmo em épocas de mudanças utiliza-se de sabedoria de mãe para direcionar os filhos para o caminho dos valores. A título de ilustração, ser mãe é compreender a complexidade da sociedade e reconhecer que essa função não necessariamente começa com a gestação, a saber, mãe é quem cria. Ser essa figura de suma importância é contar as horas, os minutos, segundos e milésimos, esperando o retorno da sua prole para o lar. Considerações finais: Partindo desse pressuposto, é de extrema importância valorizar aquela que dedicou a cuidar dos filhos desde o momento em que esses foram reconhecidos em seu ventre ou entrou em sua vida (momentos delicado da vida), pois é nesse exato instante que começa o carinho, amor e afeto. Contudo, não pensa que devemos fazer homenagens somente nesse dia acreditando que já é suficiente, é uma ótima iniciativa, no entanto, é preciso homenageá-las todos os dias, diga-se de passagem, sem elas, com certeza, não estaríamos aqui para venerá-las. E, mais, enquanto as têm, só quem já vivenciou essa experiência sabe a falta que ela faz. Feliz Dia das Mães, quando em inúmeras situações abdica da sua vivência em prol dos seus filhos.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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domingo, 1 de maio de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: DEMOCRACIA: A DISTÂNCIA ENTRE TEORIA E PRÁTICA.

À luz da reflexão, durante o processo de Impeachment da Presidenta da República na Câmara dos Deputados, na maioria dos Deputados ecoava a frase em nome da Democracia, sobretudo para justificar a posição política e do Partido Político que representava. A priori, um equívoco por parte dessas pessoas que escolhemos para nos representar. Etimologicamente falando, discorre no Dicionário de Filosofia: “ A Democracia segundo Aristóteles é o Governo dos pobres ou das pessoas pouco afortunadas”. No sentido geral, entende-se por Democracia uma forma de Governo em que ocorre a divisão dos poderes em Executivo, Legislativo, Judiciário e o Povo, em outras palavras, é o governo do povo em todas as dimensões políticas, sociais, econômicas e culturais e não somente o Governo de poucos. Partindo desse pressuposto, quando os Deputados evocavam a palavra Democracia os mesmos estavam preocupados com a população em si, ou querem somente a troca de sigla partidária e a ausência das massas da transformação? Todavia, é difícil saber o que está por trás das ações dos políticos, porém, algumas evidências nos preocupam. Na verdade, as mudanças são essenciais, principalmente ao se conceber que as estruturas política, econômica e social em nosso país estão comprometidas, reluzindo no desemprego, inflação e precariedade nos serviços públicos, logo as mudanças são necessárias. Contudo, a palavra Democracia não deve ser evocada somente no momento do Impeachment, e sim após esse evento, quando a população clamar por participação não apenas na política através do voto, mas também na economia, com salários dignos que aumentem o poder de compra de todos. Além do mais, Democracia está articulada com a ordem social, ou seja, ter os direitos sociais garantidos em forma de boas escolas, hospitais, segurança e um plano de moradia amplo, que abarque inúmeras camadas sociais não apenas os mais favorecidos que estão no poder.  Outrossim, Democracia, é ter direito de se expressar e não ser intimidado por outrem com pensamentos divergentes do nosso. Considerações finais: Não obstante, após explanar o conceito de Democracia nas linhas e entrelinhas acima percebe-se que a nação brasileira necessita com urgência de transformações, estamos carentes de algo novo na Política. Porquanto, outra indagação nos atormenta: Será que o Impeachment nos oportunizará um Governo do povo, com investimentos em educação pública, segurança, saúde, emprego, transporte público, entre outras formas de alavancar a qualidade de vida e nosso país, uma das maiores economias do planeta? Infelizmente, se tudo isso não acontecer, os próprios deverão passar pelo mesmo processo de Impeachment, pois sabemos que em uma Democracia republicana existe as divisões dos Poderes, porém, o quarto Poder deve ser o mais ativo quando a Democracia está sendo corrompida. Só nos restam aguardar para ver, pois, na Democracia o Governo deve atender a todos e não a vontade de uma minoria, isso caracteriza uma Oligarquia.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 30 de abril de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O DIA DO TRABALHO.

À luz da reflexão, antes de tecer algumas considerações sobre o dia do trabalho, porque não retroceder e buscar a etimologia da palavra. Grosso modo, a palavra trabalho tem sua origem no Latim TRIPALIUM, designando-o como instrumento de tortura, sofrimento, dor, etc. Na verdade, o trabalho em Roma Antiga era praticado pelos escravos, situação que somente as classes subalternas praticavam, nesse fato reside a resistência das classes abastadas pelo trabalho; sendo assim, incentivavam o ócio como algo nobre, e apenas a elite usufruía desses benefícios para os estudos, lazer e as festas. Com o passar do tempo, a partir da Revolução Industrial Inglesa em meados do século XVIII, com a implantação do Capitalismo e o fim da escravidão, a palavra trabalho passa de tortura para dignidade. Com isso, o Capitalismo moldou a sociedade industrial, tirou o trabalho do lugar do sofrimento e o inseriu na produção, a principal ação para a acumulação da riqueza dos Capitalistas, eis o motivo da origem do Dia do Trabalho. Prosseguindo, surge nos Estados Unidos, o país símbolo do Capitalismo, no ano de 1886, em que vários operários reivindicavam melhores condições de trabalho diante das condições degradantes nas indústrias e não tardou para o Primeiro de Maio irradiar para outras partes do Globo.  Assim, o dia 1º de maio é lembrado em vários países como o Dia do Trabalhador, com festas, comemorações e homenagens. Contudo, no Brasil a data passou a ser comemorado oficialmente a partir de 1917, quando imigrantes europeus fizeram uma greve por melhores condições de trabalho, mas só no ano de 1924, o Presidente da República Arthur Bernardes, decretou feriado Nacional. A priori, esse feito revela algo que acontece em nosso país na Contemporaneidade, ou seja, esperamos as coisa prontas, vindas do exterior, importadas de países europeus ou dos Estados Unidos. Partindo desse pressuposto, indaga-se: se não fosse a participação do povo europeu não teríamos no primeiro de maio as comemorações do Dia do Trabalhador Brasileiro? A saber, uma inquietação difícil de responder, história à parte, seguimos em frente, pois no sistema Capitalista tempo é dinheiro, e o trabalho, as ações e as ideias são filhas deste sistema. Nesse sentido, o Capitalismo se apropriou do trabalhador e de sua dignidade, juntamente com a mais valia (acumulação de capital) uma das maiores invenções da burguesia e, conseguiu transformar o sofrimento (trabalho) em algo benéfico para uma pequena parcela humanidade, a concentração de renda na Contemporaneidade. Talvez, alguns leitores desavisados poderão tecer ideias falsas sobre este escritor, de que o mesmo é contra o trabalho, seria leviandade da parte desse formador de opinião ser contra uma forma que sustenta a estrutura social e econômica de uma nação, ao contrário, sou a favor, pois mesmo com as mudanças em seu significado, o trabalho em condições humanas é o caminho para evitar as mazelas hodiernas. Considerações finais: Após discorrer sobre algumas versões sobre o Dia do trabalho, o que presenciamos hoje é uma inversão de valores com a palavra trabalho, ou seja, na Roma Antiga, o ócio significava um tempo livre para filosofar, estudar, produzir novas ideias, novos inventos, enquanto uns trabalhavam, outros pensavam. Na atualidade, sobretudo, em nosso país, muitos confundem o ócio com oficina para fazer coisas erradas, ou melhor, ter tempo para planejar assaltos, sequestros, homicídios, etc. Mesmo que você não tenha o trabalho dos sonhos, ainda é melhor do que ficar sem ele, pois a maioria das pessoas ainda não consegue no sistema Capitalista utilizar o tempo vago para produzir novos pensamentos, ideias ou estudar, por isso, se você está empregado, dê graças a Deus. Agora o difícil é para aqueles que ganham um dos menores salários mínimos do mundo, ter estímulos para comemorar. Paciência meus amigos, um bom Feriado e torça para mudar a estrutura política, econômica, social e cultural do país!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
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quarta-feira, 27 de abril de 2016

AS CARREIRAS PROMISSORAS E OS CURSOS EM ALTA PARA OS VESTIBULARES 2017

 O grande desafio na Contemporaneidade para os jovens após uma trajetória na Educação Básica, é a escolha do Curso Superior. À luz da reflexão, enfrentamos um mundo intempestivo em todas as dimensões. O desemprego está em alta, a política desacreditada por muitos e a Graduação não é mais garantia sucesso pessoal e profissional principalmente quando os diplomas ficam engavetados. Diante dessa situação, que curso superior está em alta na atualidade? Qual carreira é mais promissora? No site da UOL abaixo, encontrar-se-á as carreiras promissoras e os cursos em alta para os vestibulares no ano de 2017. Acesse aqui mais informações.







domingo, 10 de abril de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O MOMENTO POLÍTICO BRASILEIRO: REVOLUÇÃO OU REVOLTA?

Não há dúvida, o Brasil está passando por um momento singular e delicado em sua estrutura, que envolve a base Política, Econômica, Social e Cultural. Obviamente, já existiu períodos na história desse país em que essas estruturas foram abaladas, porém, com o advento das mídias eletrônicas digitais e outros suportes da comunicação, as notícias acabam espalhando em instantes, mesmo quando alguns preferem assistir ao Big Brother (nada contra o gosto), ao invés de estar articulado com o episódio político brasileiro, pois o preço do arroz, do feijão, dos combustíveis está alinhado com as decisões tomadas pelos integrantes do cenário político. À luz da reflexão, esse estardalhaço, sobretudo da Operação Lava Jato e do Impeachment da Presidenta, faz com que muitos apressados atropelem os fatos Históricos e emitem opinião, sobre a ocorrência de uma suposta Revolução. A priori, foi pensando nessa linha de raciocínio que resolvi discorrer sobre essas temáticas e a diferença entre Revolução e Revolta. Na verdade, é uma constante vozes acaloradas levantar bandeiras de que a nação brasileira está fazendo uma Revolução, ingenuidade à parte ou falta de informação, cometem alguns equívocos. Revela-se na Operação Lava Jato e no processo de Impeachment da Presidente uma Revolução ou uma Revolta? Diga-se de passagem, em muitas situações as respostas não são tão importantes, e sim, outras perguntas que provocarão outras respostas, academicamente, recebe o nome de construção do conhecimento. Levando em consideração essa linha de raciocínio, é preciso percepção para uma compreensão mais profunda da estrutura de um país, cuja base é a Política, Economia, Sociedade e Cultura, antes de tecer um olhar superficial e conceber qualquer movimento como uma Revolução. Buscando uma fundamentação teórica metodológica no Dicionário de Conceitos Históricos entende-se Revolução: “[...]como categoria de análise, significa todo e qualquer fenômeno que transforma radicalmente as estruturas de uma sociedade”. Em outras palavras, ocorrer-se-á uma Revolução se mudar toda essa formação. Frente a esse pensamento, cabe a pergunta: que mudanças substanciais estamos percebendo até o momento com a Operação Lava Jato? Grosso modo nenhuma, apenas estardalhaços e especulações. Longe de transmitir conivência com o episódio, mas se faz necessário uma visão Histórica e Sociológica de forma holística, para evitar o senso comum. Por outro lado, não é a intenção de este escritor de artigos de opinião passar a sensação de imobilismo e conformismo com a situação vigente, mas é sim, refletir, sobre a o que difere uma Revolução de uma Revolta. Considerações finais: Grosso modo, a Revolta antecede a Revolução, e somente no momento que essa ação mudar toda a estrutura de um país, estado, cidade, acontecerá uma Revolução, ao contrário, corre-se o risco de ser considerada uma tentativa frustrada. Outrossim, essa é a justificativa que eu, da Área de Ciências Humanas, encontro para não tecer argumentos simplistas e reducionistas sobre os acontecimentos na Política Brasileira. Não podemos cair na ingenuidade e discorrer opiniões sumárias sobre um fato, mormente, se tal atitude está inserida em uma incógnita política, sem saber qual será o resultado. Enfim, para que seja uma Revolução e não uma simples Revolta, essa situação não pode acabar em pizza.

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Destaque: 07/04/2016 - Veja tabela do Bônus 2016. Bônus por servidor da Educação chega a R$ 20 mil.

Bônus por servidor da Educação chega a R$ 20 mil

Maioria dos professores e funcionários da Educação receberá mais de R$ 2.000 em bônus
O Governo do Estado de São Paulo pagará, até 15 de abril, R$ 450 milhões em bônus por mérito a 223,8 mil servidores da Secretaria da Educação, sendo 179 mil professores. O bônus poderá chegar a R$ 20 mil, sendo a média de R$ 2.008,73 por servidor. O pagamento será feito em uma parcela por meio de folha suplementar. Em breve, os funcionários da Educação poderão consultar o provisionamento.
Do total de servidores que receberão o bônus, 61,9 mil deles receberão até R$ 1.000 e 70,7 mil entre R$ 1.000 e R$ 2.000. Outros 46,6 mil receberão até R$ 3.000 e o restante (44,4 mil), acima desse valor. Há, neste montante, servidores que receberão até R$ 20 mil. Continue lendo a matéria AQUI


Maioria receberá até R$ 2.000 de Bônus da Educação


O Estado vai pagar até R$ 2.000 de Bônus da Educação para 60% dos servidores das escolas que melhoraram o desempenho no Idesp (índice da educação) entre 2014 e 2015.
Esse percentual representa um total de 132,6 mil profissionais.
Ao todo, 223,8 mil servidores terão direito à bonificação, que cairá na conta até o dia 15 deste mês.
Desse total, 61,9 mil receberão até R$ 1.000 e 70,7 mil ganharão entre R$ 1.000 e R$ 2.000.
Outros 46,6 mil receberão até R$ 3.000 e os demais, 44,4 mil, ganharão acima desse valor.
Fonte: http://www.agora.uol.com.br/trabalho/2016/04/1758370-maioria-recebera-ate-r-2000-de-bonus-da-educacao.shtml. Acesso em 07/04/2016.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A DESINFORMAÇÃO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

Não resta dúvida, estamos vivendo na sociedade da informação, sobretudo, com o advento da Internet Banda Larga. Esse é o discurso inflamado por muitos especialistas na atualidade, ou seja, proliferam que as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação colocaram a população do planeta em contato com a informação em tempo real. Com certeza, se generalizarmos, concebe-se que estamos na sociedade da informação, contudo, é preciso relativizar. A priori, o que seria informação, se ocorre acessibilidade de todos, se esses dados estão sendo transformados em conhecimento, entre outras estratégias fundamentais em uma comunidade conectada, a bem da verdade, somente essa ação não nos informa; o fato de estar conectado e ter acessibilidade, disponibilidade de hardwares (parte física dos computadores), softwares (parte lógica) e aplicativos não nos coloca no mundo da informação. De fato, posso ter um computador de última geração com internet Banda Larga e não ter acesso às informações necessárias, ficando somente nas redes sociais (não que essa ferramenta não traga informação), evitando o mundo das escolas, economia, sociedade e cultura (redes sociais também é cultura). Onde quero chegar? Simples, a informação só tem sentido se a mesma for transformada em conhecimento útil para o usuário. Grosso modo, se ligo o meu computador e conecto-o à Internet, tenho acesso aos trilhões de dados transformados em Bytes ou megabytes, assim a primeira tarefa é selecionar esses dados codificados e transformá-los em informações. Isso só basta? Não. À luz da reflexão, é preciso processar essas informações, armazenar e transformá-las em conhecimento para, em seguida, replicá-las; com isso, faço todo o processo na sociedade da informação, caso contrário, serei uma enciclopédia ambulante carregada de Bytes e Megabytes (simplesmente dados). Em outras palavras, essa Era Digital só nos trará benefícios se torná-la útil em todas as dimensões, senão seremos escravos de informações desconectadas. E vou além, estar conectado às Redes Sociais, não significa domínio das tecnologias digitas da informação, essa ação só comprova que somos consumidores de dados digitais, nos colocando bem distante dos construtores digitais, como os Estadunidenses, japoneses, chineses entre outros que dominam essa categoria. Considerações finais: A forma que utilizamos as mídias digitais, está parcialmente nos informando, porém é preciso ir além das redes sociais do CtrlC e CtrlV, é necessário transformar os dados virtuais em novas oportunidades, para que os mesmos possam adentrarem nas escolas, empresas e na sociedade em geral, produzindo novos conhecimentos. Acesso à informação não é reproduzir o que os outros fizeram, e sim criar coisas que serão úteis a todos. Nas palavras do estudioso francês, Pierre Lévy, estamos vivendo um dilúvio de informações, mas é preciso precaução para não nos afogarmos perante a essa ação. Seguindo a linha de raciocínio desse mestre, a questão não é ser contra ou a favor a essas inundações, e sim, compreender e produzir novos conhecimentos sobre as transformações quantitativas e qualitativas que esse fenômeno está proporcionando na Contemporaneidade.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
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Cidade: Hortolândia/SP.    

sábado, 26 de março de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: CORRUPÇÃO: A LISTA DA ODEBRECHT.

Nos últimos dias, uma das maiores empresas brasileira, a Odebrecht, que está envolvida na Operação Lava Jato da Polícia Federal, revelou uma lista com 200 políticos de 24 partidos políticos brasileiros. A priori, essa estratégia da Empresa não isenta a sua parcela de responsabilidade perante as investigações que articulam o seu envolvimento com a corrupção em nosso país. No entanto, o estranhamento para alguns (não para este escritor de artigos de opinião) são políticos da Região Metropolitana de Campinas com os seus nomes na lista. Partindo desse pressuposto e analisando o teor verídico dessa Lista (até que se prove o contrário... todos são inocentes), concebe-se que a corrupção no território brasileiro atinge as esferas Federal, Estadual e Municipal, a bem da verdade, uma vergonha global. Todavia, se essa lista tem realmente credibilidade, os envolvidos deverão ser julgados e punidos; é inconcebível, pessoas escolhidas para nos representar (Prefeitos, Vereadores, entre outros) usurparem do dinheiro alheio através de corrupção. Em contrapartida, a população recebe ruas esburacadas e água para o consumo de péssima qualidade. A propósito, a incógnita é, porque a Empresa Odebrecht resolveu divulgar essa lista agora, sendo que a mesma já vem sendo investigada há algum tempo. Será que essa entidade ao utilizar essa estratégia, acredita que sairia ilesa da operação? Não se sabe ainda qual foi a intenção dos responsáveis dessa Empresa, mas uma coisa é certa, deu mais acuracidade para a Operação Lava Jato. Na verdade, tal atitude validou e bateu o martelo confirmando a existência da corrupção, e para aqueles que acreditam que a empresa está colaborando para com as investigações, ledo engano, pois a partir do momento que eu aceito a corrupção, também sou conivente com ela, sendo assim, devo ser responsabilizado também. Considerações finais: O Cientista Social italiano Diego Gambetta caracteriza fazendo parte da corrupção três atores sociais distintos, ou seja, para que essa ação aconteça precisa de três personagens: o corruptor, o representante e os representados. Grosso modo, o corruptor são as grandes corporações empresarias ou um cidadão comum que procuram os políticos para obtenção de vantagens nas licitações. Já o representante, são os políticos que escolhemos para nos representarem, que aceita o corruptor e contribui com os favorecimentos políticos. Por fim fica os representados, que concebem os seus direitos sendo usurpados pelos corruptores e representantes, mas isso não nos isentam da nossa parcela de culpa, pois fomos nós que escolhemos os nossos representantes. Assim, fundamentando a linha de raciocínio desse cientista social, só existe corrupção porque as pessoas se deixam corromper. No entanto, este ano ocorrerão as eleições municipais. Não é este o momento de refletirmos sobre as nossas escolhas?  Reflexão: Se a Odebrecht não tivesse deixado se corromper, a mesma estaria divulgando essa lista? Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sexta-feira, 25 de março de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A PÁSCOA E AS SUAS DIMENSÕES.

À luz da reflexão, o grande desafio no mundo hodierno é buscar o verdadeiro significado das datas comemorativas, pois neste sistema tudo tem o seu valor, e acredite, até mesmo, àquelas relacionadas com as datas religiosas. Qual a relação que existe entre a Páscoa, Ovos de chocolates e Coelhos? Não se sabe muito bem a veracidade das versões, mas a única resposta plausível é encontrada no Capitalismo, o lucro. Será que na hora de comprar os ovos de Páscoa, a maioria sabe o verdadeiro significado desse ato? Ao degustarem os seus chocolates, a bem da verdade, com preços abusivos, será que essas pessoas sabem a simbologia por trás da data? Podemos acreditar que grande parte não. No entanto, para os chocolateiros, vai aqui uma colher de chá, para que antes de se lambuzarem com chocolates, absorvam um pouco de conhecimento.  Diga-se de passagem, existem várias versões sobre a origem e significado da Páscoa, entretanto, parafraseando Fernando Pessoa, tudo em nós é o ponto onde estamos, cada um escolhe a versão que mais lhe convém. Por consequência, a minha escolha foi essa: Páscoa de acordo com os preceitos religiosos cristãos significa ressuscitar, renascer, vida nova ou recomeçar, algo que sempre precisamos fazer na busca do novo, da felicidade. Partindo desse pressuposto, precisou do sofrimento de Jesus para recomeçar, que doou a sua vida para salvar a humanidade. E nós, quando devemos recomeçar a nossa Páscoa? Quando vamos servir de mártir em prol do próximo ou da humanidade? Parece que jamais, pois ao longo do tempo, seu significado sofreu alterações e interpretações, voltando à mercantilização e a consumação que visa os lucros astronômicos das grandes empresas do Capitalismo. Nada contra aqueles que gostam de saborear ovos de páscoa, mesmo sabendo que coelho não põe ovos, pois o mundo no qual vivemos o que importa é o momento, o consumismo, o individualismo, ou melhor, o aqui e agora, independente do meu orçamento. A Páscoa no sentido lato significa sim, festas, chocolates, encontros familiares; porém no sentido stricto significa paz em um país esquecido por nossos governantes, onde a corrupção assola o desenvolvimento. Em outras palavras, precisamos ressuscitar novos empregos para que o trabalhador possa colocar chocolates na mesa para seus filhos. Renascer outros políticos, porque os que temos se preocupam somente em aumentar os seus salários para ter uma Páscoa farta, satisfazendo a sua vontade, dos seus parentes e amigos. Todavia, páscoa é buscar e resgatar a família que, a meu ver, é o alicerce da prosperidade e base para tudo. Todos os dias milhares de brasileiros estão esperando uma Páscoa, (eu também), a boa nova, empregos, saúde de qualidade, educação, etc. O que fazer? Desanimar? Não. Temos que lutar e usar nosso senso crítico para questionar, não acreditar em picuinhas de candidatos e sempre acreditar em nosso potencial de superação. Considerações finais: Além de lutar temos que ter esperanças e sonhos e, com certeza, não cruzar os braços, lembre-se o maior Homem do mundo morreu de braços abertos para que você e eu possamos comer o maravilhoso chocolate no domingo de Páscoa. Todas as lutas foram travadas em cima de um ideal, e cada um tem o seu, em outras palavras, todos têm a sua Páscoa. Reflexão: Existem vários significados sobre a Páscoa, e cada um escolhe o seu, e lembre-se: a nossa felicidade depende das nossas escolhas, e às vezes a nossa Páscoa é renascer a felicidade daquelas pessoas que estão do nosso lado. Boa Páscoa a todos.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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terça-feira, 22 de março de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA MUNDIAL DA ÁGUA: UM MOMENTO DE REFLEXÃO

À luz da reflexão, no ano de 1992 a ONU-Organização das Nações Unidas definiu o dia 22 de março como “Dia Mundial da água”, uma ação articulada com o contexto da época, quando os seres humanos internalizavam a afirmação, consumo logo existo. Durante as décadas subsequentes, em que boa parte dos seres humanos, considerada racional cientificamente, porém socialmente continuava irracional, deixou de acreditar na escassez desse líquido precioso. O resultado não demorou muito para aparecer, e estamos coletando hoje, a escassez. A priori, nunca estivemos perto do colapso hídrico, como este que está ocorrendo nas últimas décadas. Todavia, para alguns um discurso apocalíptico, para outros, alarde desnecessário, visto a abundância de água doce no Planeta, ou seja, de acordo com estudos e versões a distribuição se encontra nas seguintes proporções: 79% nas calotas polares, 1% na superfície e 20% no subsolo. Naturalmente, esses números transmitem certo otimismo para a população do planeta, no entanto, as ações antrópicas, juntamente com mudanças naturais, estão colocando esse líquido insubstituível e de suma importância para a manutenção da vida, em estado caótico para o uso. Além do mais, o desequilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provocou mudanças climáticas que afetaram o ciclo da água, trazendo escassez de chuvas, prejuízo humano e posteriormente econômico. Diante dessa problemática, é de fundamental importância ações urgentes para evitar o caos maior, sobretudo, nos grandes centros urbanos. O grande desafio é: Como conscientizar pessoas em um mundo utilitarista, consumista, egoísta e ausente de políticas públicas eficazes? Complicado, não? Contudo, é preciso desconstruir três discursos infundados sobre a preservação desse líquido mais precioso do planeta, o governamental, o imediatista e o futurista. Diga-se de passagem, o primeiro está relacionado com os políticos e os Governantes, tentando sensibilizar a população para que os mesmos façam a sua parte. A saber, no tocante aos políticos e aos governantes, as ações ficam engavetadas, ou seja, saindo do casulo somente próximo às eleições, isto é, em suas campanhas salvacionistas.  O segundo discurso, está articulado com o imediatismo, com as pessoas egocêntricas, que só pensam no momento e em si mesmas, pouco se sensibilizando com o restante da população do planeta, muito menos para os recursos naturais, no caso, a água. A seguir, têm os futuristas que explanam que é preciso cuidar da água para as gerações futuras, diante desse discurso, muitos esperam o futuro, para depois cuidar, aí já é tarde. Considerações finais: A bem da verdade, concebe-se uma infinidade de discursos e poucas estratégias de todos os responsáveis pela manutenção da água potável. Por quê?  Porque se vive em uma sociedade Contemporânea imediatista, consumista e desgovernada (falta de políticas públicas), o que importa é o aqui e o agora, pois o tempo de permanência do indivíduo no planeta é pequeno, sendo assim, jamais existirá credibilidade em expressão como: “Preservar a água para as futuras gerações ou sem água não haverá vida”. Por outro lado, a expressão futurista faz com que muitas pessoas acreditam que esse líquido é infindável, assim posso usar e abusar no presente que sobrará para as gerações futuras. Naturalmente, é preciso mudar os discursos governamentais, imediatistas e futuristas, na verdade, é salutar atitudes de todos, principalmente, daqueles em que o povo deposita confiança, os governantes. Reflexão: A preservação da água começa com pequenas ações no presente, que automaticamente refletirão nas gerações do presente e do amanhã. Porquanto, não vamos esperar o amanhã, quem quer, faz agora, não espera acontecer, ressaltava-se o Físico inglês Isaac Newton: “Toda ação gera uma reação”, aí está a reação da natureza e ela é visível.  Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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domingo, 13 de março de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: CORRUPÇÃO NO BRASIL: UM PONTO DE MUTAÇÃO.

À luz da reflexão o “Ponto de Mutação” é o livro do austríaco, físico, teórico e escritor Fritjof Capra, o escritor discorre sobre as ações antrópicas (o Homem único animal racional) que vem impactando o Planeta. Grosso modo, esse estudioso explana que estamos em um ponto de mutação na questão ambiental, ou seja, é o momento de mudanças e transformações. Seguindo a linha desse especialista, não podemos mais consertar o impacto que fizemos com a natureza e os seres vivos, em outras palavras, não conseguiremos mudar o passado, porém, chegou o momento ápice, de rever as nossas ações e mudar o presente e o futuro.  Analisando essa linha de raciocínio, procurei fazer uma analogia com a corrupção política que ocorre em nosso país, sobretudo, quando uma maioria e/ou minoria, procura justificar a corrupção buscando subsídios no passado, dizendo que os políticos no passado também praticavam a corrupção. Todavia, não vamos ser ingênuos, é óbvio que se tratando de Brasil, a corrupção se naturalizou e o passado não ficou isento, porquanto, é preciso um “Ponto de Mutação” na Política Brasileira, ou seja, não vamos mudar o passado, mas podemos fazer um presente e um futuro melhor. A priori, ficar aprisionado ao passado, mormente, se está em questão a corrupção política, passa a sensação de imobilismo, naturalização e justificativa para fazer apologia a essa chaga que está atingindo a todos, principalmente, os trabalhadores honestos que pagam impostos. Não é aqui, pretensão de este escritor de artigos de opinião defender bandeiras políticas, e sim insuflar a reflexão sobre o que está acontecendo em nosso país hoje, e sobre a corrupção política. Não podemos mais buscar no passado respostas pelas mazelas da sociedade brasileira na Contemporaneidade, essa ação, causar-se-á imobilismo no presente, e daqui algumas décadas e séculos futuros, estarão os brasileiros buscando justificativas no passado. Não obstante, o “Ponto de Mutação”, é agora, no passado não interferimos, mas no presente sim, as mudanças não nos garantem sucessos, mas a mesma tem que acontecer, pois, só assim poderemos saber se houve uma evolução positiva. Considerações finais: A atual conjectura brasileira não tem espaço para o passado saudosista, quando procuramos justificar o presente através das mazelas do passado. Segundo o Historiador francês Jacques Le Goff (2003): “Com efeito, o interesse no passado está em esclarecer o presente; o passado é atingido a partir do presente”. Seguindo a linha de pensamento desse pensador francês, o passado nos proporcionará subsídios para a compreensão do presente, em outras palavras, não podemos cometer os mesmos erros sempre, é momento de mudanças, ficar do jeito que está é regredir, é voltar ao período da Colonização Portuguesa que perdurou por 322 anos, e mais, é desconstruir toda a História de luta do povo brasileiro por um país democrático. É preciso dar um basta na corrupção brasileira, independente da sigla partidária, o “Ponto de Mutação” é agora, ou amargaremos longos anos de regressão em todas as dimensões, políticas, sociais, econômicas e culturais. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
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sábado, 12 de março de 2016

Disciplina: PI/TCC- Plano de Intervenção e TCC-

Atividade: Diagnóstico da Escola.

Palavras-chave: Caracterização da Comunidade, Caracterização da Escola, Organização Escolar, Participação dos Pais, Perfil dos Professores.


1-Introdução
À Luz da reflexão, esta proposta de atividade tem como objetivo discorrer sobre a elaboração de um quadro diagnóstico da unidade escolar na qual atuo como Coordenador da Área de Ciências Humanas e Suas Tecnologias. Para isso, buscar-se-á uma fundamentação teórica metodológica nos materiais das Disciplinas PPPOE- Projeto Político Pedagógico e Organização do Ensino e PEGP- Políticas Educacionais e Gestão Pedagógica. Partindo do pressuposto, em que a construção de uma educação de qualidade articula-se aos espaços para a participação da comunidade, é de suma importância, fundamentar essa atividade ao contexto no qual a escola se encontra inserida, assim, diagnosticar a organização da comunidade, da escola, o perfil dos docentes, e sobretudo, da infraestrutura da unidade educativa. “No primeiro sentido, por meio de canais de participação da comunidade, a escola deixa de ser uma redoma, um lugar fechado e separado da realidade, para conquistar o status de uma comunidade educativa que interage com a sociedade civil”. (LIBÂNEO, 2013. p. 117).  Logo, para embasar as ideias de Libâneo (2013) e validar o diagnóstico, se faz necessário revisitar a pesquisa da AT.PI.03, juntamente com os referenciais teóricos para analisar a evolução, discutir no conselho de escola, inserir no PPP e fazer a divulgação do quadro diagnóstico no Blog pessoal ou da escola.

Diagnosticar a realidade no entrono da escola é de suma importância para conceber a complexidade do contexto escolar. À luz da reflexão, é preciso investigar a comunidade.

Clic no Quadro Diagnóstico abaixo para ampliá-lo.








Assista ao Vídeo abaixo sobre a importância da construção do Projeto Político Pedagógico.

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Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=fntnXK-LroY&ab_channel=magistraseemg
Considerações finais

Após pesquisar o contexto no qual a escola está inserida, fazer o levantamento da organização escolar, da infraestrutura e buscar o perfil dos docentes que atuam na mesma, foi possível por intermédio do Quadro Diagnóstico, conceber quão complexo é o contexto escolar. Diga-se de passagem, essa complexidade será estudada e entendida através da participação de todos os segmentos responsáveis pelo processo de ensino aprendizagem, em outras palavras, toda a problemática no interior e exterior da escola, será superado no momento que essa unidade educativa abrir caminho no sentido da democratização, outrossim, oportunizar a participação de todos, principalmente da comunidade em seu entorno.

Família e Escola: Duas instituições imprescindível no processo de ensino aprendizagem. Uma não substituem a outra, elas se complementam, em outras palavras, promove o diálogo em prol do desenvolvimento dos discentes. O vídeo abaixo elenca bem essa parceria.


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Referências
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. – 6. Ed. Rev. e ampl. – São Paulo: Heccus Editora.
OYAFUSO, Akiko; MAIA, Eny. Plano Escolar – caminho para a autonomia. S.P.: Editora biruta. 1999. 3ª. Ed.