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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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sábado, 14 de outubro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DO PROFESSOR: SER OU NÃO SER? EIS A QUESTÃO!

Ao longo dos anos, utilizei deste espaço para tecer algumas considerações sobre o Dia dos Professores comemorado no dia 15 de outubro e em alguns momentos discorri sobre a genealogia da data, ou seja, como surgiu a ideia. Hoje, porém focar-se-á sobre: Ser ou não ser professor na contemporaneidade, mediante o contexto no qual vive a educação e esses profissionais, quando impera o descaso? Antes de responder a essa inquietação é, profundamente relevante, conceber o que é ser professor no século XXI. Ser professor no século XXI, não é nada fácil, em outras palavras, é ter o dom de pegar os indivíduos com os seus conhecimentos prévios e lapidá-los para que construam o seu caminho acadêmico, além dos princípios e valores, imensamente significativos em uma sociedade complexa e cada vez mais exigente. À luz da reflexão, atualmente, ser educador no Brasil é figurar, resistir e permanecer com essa postura, para não se abater pelo descaso dos políticos, a bem da verdade, querem cortar investimentos em todas as dimensões educacionais. É conviver, com a falta de valorização por parte de alguns integrantes da sociedade, que preferem escolher políticos corruptos e que sugam os seus bolsos, ao invés de lutar para tirá-los do poder.  Na verdade, ser um docente na sociedade hodierna é ter esperança que um dia a educação e os professores farão parte da pauta de prioridades nos investimentos públicos. É ter esperança de uma aposentadoria digna, não obstante as mudanças nas políticas públicas previdenciária. Com essa esperança, cabe a indagação, citada acima, que gerou o teor deste artigo: Ser ou não ser professor, eis a questão? Com certeza, ser professor, é comemorar, mormente, se deparamos, nos vários caminhos da vida, com alguém que diz: “Você fez a diferença de forma positiva na minha vida”. Naturalmente, ser professor é compreender a nossa importância na formação integral das crianças e dos adultos, afinal um país de letrados segue para o caminho do desenvolvimento em todos as esferas. E por incrível que pareça, durante a rotina, não reconhecemos quão precioso é o nosso papel na sociedade. Considerações finais: É óbvio, que não conseguimos salvar todos, mesmo tentando arduamente, mas o maior presente de um professor é saber que fez a diferença positivamente na vida de alguém. E mais, qual profissão sente orgulho em saber que todos os demais profissionais têm que passar pelas mãos dos professores. Professores, já pensaram nisso? Tudo isso pode ser hipocrisia? Sim, pois necessitamos também de um salário digno para colocar comida em nossos lares, porquanto, o menosprezo dos governantes não tira o dom de ser o professor. A título de ilustração: Ser professor é, literalmente, dar a vida em prol de outras, como ocorrido na cidade de Janaúba-MG, em que a heroica Professora retornou para tirar as crianças e foi vitimada pelo fogo. Um sensacionalismo midiático e comoção tomou conta do país, inclusive de este escritor. No entanto, quando passar a data, tudo voltará ao normal, e muitos professores continuarão vítimas do sistema. Valorizar alguém quando morre, é ótimo, mas valorizar em vida isso não tem preço. Naturalmente, é o que conclamamos no momento. Ressaltando...quantos professores, ainda serão vitimados, no desenvolvimento do seu ofício para serem lembrados pela nação? Mesmo assim, amamos a nossa profissão. Um Feliz Dia do Professor!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Cidade: Hortolândia/SP.    



domingo, 1 de outubro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A EDUCAÇÃO E A CORRUPÇÃO POLÍTICA BRASILEIRA

Primeiramente, um país que investe em todas as modalidades da educação formal tem grandes chances de desenvolvimento econômico, social, político e cultural do seu povo. Uma sociedade que valorizasse a educação formal como raiz e causa no desenvolvimento da nação em todas as esferas, com certeza, não presenciaria tanto sobre corrupção, como a que vivenciamos em Brasília. Diante dessa constatação, este artigo de opinião procurar-se-á discorrer sobre os indicadores da educação pública em nosso país e a sua articulação com a corrupção, algo que a bem da verdade, já era uma tragédia anunciada diante do descaso em todas a dimensões... mas vamos aos indicadores. De acordo com o site Spotniks, aproximadamente 75% dos alunos que concluem a última etapa da Educação Básica, não apresentam proficiências necessárias para prosseguir seus estudos na Graduação. Ainda pior, ao se analisar os indicadores de Matemática, pois 95% não assimilaram as operações básicas dessa disciplina. Assim, eis os resultados: menos pessoas preparadas e um Ensino Superior com qualidade duvidosa. O mais chocante, dos universitários que estão cursando uma Universidade, 45% não são plenamente alfabetizados; diante desse fato, apenas 16% de pessoas têm Cursos Superiores no Brasil. Nesse sentido, com esses indicadores estamos na retaguarda dos países como Colômbia, Azerbaijão, Arábia Saudita e Cazaquistão, nações com instabilidades sociais (guerras civis) e muito mais pobre que o Brasil. Com isso, amargamos os últimos índices em educação formal, e mais, com grande percentual de analfabetos funcionais, comprometendo o desenvolvimento social, político, econômico e cultural. No entanto, pode-se questionar: Como uma nação classificada entre os 10 maiores PIB-Produto Interno Bruto do planeta, consegue ficar nos últimos lugares em educação formal? O que está errado com o país? Com o país nada, mas com a “corja” de políticos, sim. Diga-se de passagem, sempre estaremos na retaguarda educacional, enquanto figurar esse lamaçal entre os Três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Tradicionalmente, essa divisão impetrada pelo francês Barão de Montesquieu, tinha como objetivo tirar os poderes das mãos do Rei e dividi-los com o povo, além do funcionamento independente e de forma harmoniosa entre ambos. No Brasil, infelizmente, ocorreu o contrário, isto é, dividiu-se somente o voto e a miséria. Considerações finais: Mormente em terras brasileiras, o Legislativo se encarrega do planejamento da corrupção, cabendo ao Executivo colocá-la em prática e para o Judiciário, a responsabilidade de validar, para que tudo “termine em pizza”. E o povo? Esse também tem a sua parcela de culpa, pois assistimos a tudo “bestializados na arquibancada’, prefere-se “Big Brother” e carnaval, em detrimento de fazermos uma Revolução, a bem da verdade começa nas escolas. E os alunos? Também têm a sua responsabilidade. Por acaso, não serão os “futuros” políticos, advogados, engenheiros, professores etc.? Porém, para que tal aconteça, os mesmos precisam sair do comodismo e quebrar a falta de interesse de uma maioria.  O que tudo isso tem a ver com os péssimos indicadores educacionais? Tudo. Matematicamente falando, quanto mais corrupção, descaso pela educação e estudantes nem-nem (nem estuda e nem trabalha), menor serão os investimentos em educação, reluzindo em péssima qualidade e aumentando o analfabetismo funcional. Logo, quanto mais analfabetismo funcional, mais pessoas acríticas, incultas e não questionadoras de seus direitos... consequência: mais corrupção e menos educação. Enfim, para o povo nada, mas tirar-se-á deles tudo, principalmente o conhecimento, é sabido que essa ação é o maior poder contra a corrupção. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CORRUPÇÃO: O BRASIL NÃO TEM POVO E SIM PÚBLICO.

À luz da reflexão, o título deste artigo foi proferido pelo escritor pré-modernista, Lima Barreto, que discorria sobre a situação da população brasileira no final do século XIX, ou seja, um conformismo, alienação e comodismo. Essa frase foi retirada do livro: Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi, do escritor José Murilo de Carvalho, que explana sobre a transição do Império para a República, em 15 de novembro de 1889 e sem a participação da massa (povo) nesse processo de transição. De acordo com Carvalho, e o olhar clinico de Lima Barreto, a população brasileira bestializada, assistiu a tudo de camarote, sem saber o que estava acontecendo, pois, a República foi proclamada por uma elite cafeeira, que estava descontente com o Imperador D. Pedro II, deixando a massa de fora do processo.  A priori, ao refletir sobre o assunto, encontrei a oportunidade para traçar uma analogia com o atual contexto brasileiro, referente aos quesitos Política e Corrupção, sobretudo ao entrelaçar presente e passado nas reflexões. A título de ilustração, o trabalho dos Historiadores é lembrar o que os outros esquecem. Partindo dessa reflexão, o Brasil tem povo ou público diante do cenário político, da corrupção desenfreada, da situação precária da educação e da saúde pública, e de outras mazelas que atingem a população brasileira na atualidade? Como dizia o Filósofo e escritor francês, Voltaire: “Devemos julgar um homem mais por suas perguntas do que por suas respostas”. Partindo dessa linha de raciocínio, a indagação é: se o país tivesse um povo esclarecido e consciente, estaríamos presenciando Operação Lava Jato e outras politicagens? Em uma nação mais politizada, o povo não sairia da arquibancada e questionaria a qualidade do ensino público em nosso país, o preço dos alimentos, dos combustíveis e a qualidade da saúde pública, PERANTE A CORRUPÇÃO? Povo não conforma com o calvário, ainda mais, se precisa de hospitais públicos. Um país que tem povo, não questionaria a sobrecarga dos tributos, que contradiz com um dos menores salários mínimos do planeta, Enquanto MALAS DE DINHEIRO SÃO ENCONTRADAS? Um país com um povo esclarecido, não aceitaria a podridão com as participações de um Presidente da República, Membros do Legislativo e do Executivo, usurpando a riqueza da nação e envolvidos com a Corrupção em todas as dimensões.  Todavia, o que estamos percebendo é um público que prefere contentar-se com as políticas assistencialistas em detrimento de lutar por uma nação mais equitativa, na política, na sociedade e na economia, lutar por melhores escolas, hospitais, segurança, ou seja, por uma vida digna de uma nação de pagadores de imposto. Considerações finais: Toda essa carência de indagações e direitos são fruto e reflexo das nossas escolhas, isto é, podemos ficar na arquibancada e prestigiar o espetáculo, ou fazer parte dele, cobrando, lutando, questionando. Reflexão: As Eleições 2018 foram lançadas, assim, precisamos mais do que nunca, neste momento, deixar de ser público e assumir o papel de povo, caso contrário, sempre assistiremos aos espetáculos que, a bem da verdade, demoram uma eternidade para acabar. Um país que tem somente público, espectadores da arquibancada, em detrimento de um povo ativo, estará fadado a presenciar malas com somas infindáveis de dinheiro nas fortalezas dos donos do poder. E mais, patrocinados por nós, afinal esses indivíduos não chegaram ao poder através de um simples passe de mágica. Somos nós que os escolhemos. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 2 de setembro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: DESABAFO E AGRESSÕES A PROFESSORES!!!

Diga-se de passagem, nos últimos dias veiculou em diversas mídias, a imagem de uma professora sendo agredida (espancada) por um “suposto” aluno, causando mais uma vez perplexidade e comoção nacional. Outrossim, uma vergonha global, visto que a escola é um lugar em que a harmonia, valores, princípios, diálogo e, inclusive, a produção do conhecimento antecede qualquer ação dessa “imbecibilidade”. Na verdade, um ato covarde, esdrúxulo, não bárbaro, pois os bárbaros nos primórdios da humanidade davam a chance de defesa para os seus inimigos. À luz da reflexão, que chance de defesa este aluno oportunizou para a professora, antes de agredi-la? O pior, quem colocou na cabeça do indivíduo que ele pode e/ou tem o direito de sair por aí agredindo pessoas? Para alguns especialistas e governos que só conhecem o chão da sala de aula através das mídias, poderão discorrer que é um fato isolado, porém não é a realidade, porque muitos educadores, por medo de represálias, se calam diante das múltiplas violências. O que estamos presenciando não são fatos isolados, e sim, um isolamento da categoria professor, seja por políticos, por uma maioria de alunos e por boa parte da sociedade. É difícil conceber, como alguns especialistas conseguem teorias mirabolantes e as divulgam expressando que essa geração Z é singular e que devem ser tratados diferentes. Concordo plenamente, que uma parcela dos jovens de hoje, considerados Nativos Digitais ou Geração Z, está na escola produzindo novos conhecimentos, desenvolvendo tecnologias entre outras ações próprias de um ambiente educacional; promovendo, assim, o diálogo permanente com os seus mestres através do respeito mútuo. No entanto, casos de violência praticados contra professores, ou melhor, contra qualquer pessoa, deveria sair do isolamento e ser tratado por outras instituições, pois ações dessa natureza são caracterizada como crime. Enquanto, não se diferenciar caso isolado, indisciplina, violência de crime, e tomar as providências cabíveis, as nossas escolas, o país e os educadores estarão fadadas ao fracasso. A maior perplexidade é que, alguns teóricos desavisados saem em defesa desses delinquentes e proferem o seguinte: “Essa geração precisa extravasar a sua revolta causada pelo entorno na qual ele está inserido”? Ingenuidade pura de quem talvez não conheça o que está acontecendo em solo Nacional na política, na sociedade e na economia. Considerações finais: Estamos passando por corrupções de cunho Político (Operação Lava Jato), na sociedade (13 milhões de desempregado) e na economia (o nosso dinheiro sendo corroído pelo aumento dos preços da gasolina, pedágios, entre outros), tudo isso porque em Brasília tem os piores inimigos do povo, os Políticos.  Agora, pasmem... querem leiloar a Amazônia!!! Então, quem são os inimigos do povo??? Esses sujeitos, sim, seriam os inimigos do povo, não os professores. A título de ilustração, esses jovens delinquentes que batem em professores, a bem da verdade, já se encontram surrados pelos políticos, deveriam ir para Brasília e fazer jus ao discurso dos teóricos que justificam tais ações:  “Essa geração precisa extravasar a sua revolta causada pelo entorno na qual ele está inserido”. Por que não fazem isso? Por que não ficam revoltados com a PODRIDÃO da política?  É simples, todo covarde sabe com quem mexe. É cômodo chutar aquele que está no chão há décadas, desvalorizados pelos políticos, e muitos casos, encurralados pela sociedade!!! Desabafo de um Professor: Só queremos fazer aquilo que sabemos fazer, ou seja, ministrar aulas. Obviamente, através de um diálogo constante com os alunos, que subsequente produzirão o conhecimento em todas as dimensões, reluzindo na luta contra os políticos corruptos deste país e os covardes espancadores de PROFESSORES. Um país que bate em professor e desvaloriza os seus mestres, sofrerá uma implosão sem precedentes.  Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

PROVOCAÇÕES E INOVAÇÕES PEDAGÓGICAS



 Formação de Professores: Ensino Híbrido e Novas Estratégias de Aprendizagem






Diga-se de passagem, o Ensino Híbrido é uma metodologia de ensino que atende as exigências e níveis de aprendizagens dos educandos, unindo as TDIC- Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação e os as tecnologias convencionais (livros, aulas expositivas, leitura compartilhadas, fichamentos, etc). 

Notavelmente, o Ensino Híbrido, ou melhor a "Sala de Aula Invertida", não é algo novo, surgido nos últimos três anos. A bem da verdade, os mentores foram, os Professores de Química da Universidade do Colorado (EUA), Jonathan Bergmann e Aaron Sans no ano de 2007. 

Para melhores informações acesse a matéria completa AQUI

Mas afinal, qual a contribuição da Sala de Aula Invertida, no processo de ensino aprendizagem?




Não é de hoje, que vários estudiosos debruçaram sobre os livros para analisar o processo de desenvolvimento cognitivo nos estudantes. Todavia, é uma constante. A aprendizagem é uma ação singular, outrossim, cada indivíduo tem seu tempo e nível para processar as informações e transformá-las em conhecimento. 

O Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida, veio para analisar como a escola produzia conhecimento e, oportunizar aos educadores outras formas de construí-lo. 

Analisando a imagem abaixo, existe a possibilidade dessa escola sobreviver nos tempos atuais? Com certeza não. 


Na atualidade, sobretudo, diante de uma sociedade tecnológica digital, a escola juntamente com a sua equipe precisa de novas estratégias de ensino aprendizagem. 

A imagem abaixo possibilita um aprendizagem significativo, atendendo as demandas dos estudantes da sociedade tecnológica e digital? Com certeza é um elemento em potencial. 


Fonte: http://porvir.org/especiais/tecnologia/


A priori, a escola e a Educação formal sempre partiu das aulas expositivas dos professores, quando o mestre discorre sobre determinado assunto e os educandos tem como meta a realização das tarefas no pós-aula, em casa ou até mesmo nos momentos de realização de atividades na sala. Não obstante essa estratégia parte do pressuposto que todos estudantes tem o mesmos desenvolvimento cognitivo, ou seja, aprendem da mesma forma. 

Mas afinal o que muda com o Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida? Acesse AQUI uma matéria da Revista Nova Escola sobre o assunto. 

Qual a contribuição das Tecnologias Digitais na Educação Formal? 


Para a construção do conhecimento sobre o papel das Tecnologias Digitais na Educação formal, reproduzir-se-á o vídeo abaixo: " Especial Tecnologia na Educação: por que usar tecnologia", do site Provir Educação. Acesso 26/08/2017. 


video
Fonte: http://porvir.org/especiais/tecnologia/.Acesso 26/08/2017.



No entanto, para a inserção das TDIC- Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação na Educação Formal, é necessário que os professores acreditem no seu potencial transformador da educação. À luz da reflexão, é preciso investimento em tecnologias no contexto escolar. Em outras palavras, é impossível inovar em plataformas escolares (contextos escolares), imutáveis, porém, é muito mais impossível inovar com docentes condicionados, é preciso abandonar a zona de conforto.  

Todavia não existe respostas e muito menos fórmulas pontas, e sim muito estudo, dedicação e criatividade. Coisa que não falta no mundo da internet. Segue AQUI, o site da Organização POR VIR, uma entidade que discorre sobre o uso consciente e colaborativo das Tecnologias Digitais na Educação Formal.

Naturalmente, o Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida, está em consonância com o quatros pilares da Educação: " Aprender a Conhecer" (construir autonomia para pesquisar e construir o conhecimento de acordo com o seu nível cognitivo); " Aprender a Fazer" (ser protagonista, tomar iniciativa diante de uma situação e resolução de problema); " Aprender a Viver (conceber as múltiplas identidades no contexto escolar e além dele, perceber que cada indivíduo é singular) e " Aprender a Ser" (concebendo as múltiplas identidades, conhecer-se-á como um indivíduo ímpar). 

Fonte: Neurociências e os quatro pilares da educação. Acesso 26/08/2017.


Dessa forma, os Quatros Pilares da Educação, é um elemento em potencial na otimização de uma aprendizagem de qualidade. Além do mais, é possível utilizar estratégias alinhadas também com os conteúdos: Conceituais, Procedimentais e Atitudinais.
Em outras palavras:

Aprender a Conhecer: Categoria que possibilita ao docente, acompanhar o desenvolvimento da autonomia e da heteronomia do estudante. Outrossim, Aprender a Conhecer está articulado com os Conteúdos Conceituais, sobretudo, quando os educandos transformam informações em conhecimentos.
Aprender a Fazer: Categoria articulada com o saber fazer, transpor a teoria para a prática diante de um situação ou resolução de um problema, em outras circunstâncias, é colocar a mão na massa, ter competência para utilizar o conhecimento adquirido em prol de um aprendizado de qualidade.
Aprender a Viver e Aprender a Ser: São Categorias na construção da identidade, valores, aprender a reconhecer as múltiplas especificidades de cada indivíduo, ou seja, saber conviver diante da diversidade, respeitando as diferenças em suas dimensões. 
Para acompanhar esse desenvolvimento, é de suma importância que o educador registre todas as informações, assim, o mesmo construir-se-á uma base de dados para avaliar o aprendizado dos educandos. 

Considerações finais:
Após explanação teórica sobre o Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida, concebe-se, que essa estratégia está em consonância com os Quatro Pilares da Educação: Aprender a Conhecer; Aprender a Fazer; Aprender a Conviver e Aprender a Ser. Por outro lado, os Pilares da Educação estão aliados com o Protagonismo Juvenil, a construção da autonomia dos educandos, que reluzirão nos Conteúdos Conceituais, Procedimentais e Atitudinais, uma construção do conhecimento que contribuirá para o alinhamento entre a Excelência Acadêmica e a Educação Interdimensional.  

Ficha de avaliação para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes no Ensino Híbrido (Sala de Aula Invertida): 



Diga-se de passagem, o Ensino Híbrido, junto com a Sala de Aula Invertida, veio para substituir as estratégias, quando os docentes tinham com meta a transferência de informações. A Sala de Aula Invertida utiliza-se de uma metodologia em que os educando passam a fazer parte do processo na construção do conhecimento. Abaixo segue um link da Revista Carta Capital sobre o assunto. Clic AQUI.

Abaixo uma sugestão de Atividade em que o professor poderá utilizar as estratégias do Ensino Híbrido:



Aula 03 alberto 9º ano 29_08_ Guerra Fria de Alberto Alves Marques


O Ensino Híbrido e as Teorias Educacionais 

A priori, existe uma quantidade significativa de estudiosos da educação, discorrendo que a construção do conhecimento é um diálogo constante entre o indivíduo, os estágios cognitivos e o meio que o cerca.  Dentre os mais famoso seguindo a linha construtivista citar-se- á, Lev Vygotsky e  Jean Piaget, dois gênios sobre o estudo da epistemologia educacional. 

Para Vygotsky, a construção do conhecimento 

Para Piaget, a construção do conhecimento,....

Em breve todo o conteúdo, mas antes segue uma apresentação de Vygotsky para reflexão e Provocações Pedagógicas










segunda-feira, 24 de julho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: AUMENTO DE IMPOSTOS DOS COMBUSTÍVEIS

A priori, não era de se surpreender o aumento nos impostos dos combustíveis, anunciado pelo Governo nesta sexta-feira (21/07/2017), ainda mais com o desgoverno que vem ocorrendo em nosso país, principalmente a parte que toca ao Executivo, representado pelo Presidente da República. Aliás, a outra parte que deveria defender o povo, o Legislativo, se sujeita também ao desgoverno para não perder as suas regalias. Outrossim, fica difícil para os Representantes do Legislativo escolher de qual lado ficar, visto que a maioria dos políticos está no mesmo barco da corrupção, ou seja, para não descobrir as minhas falcatruas é conveniente acobertar as falcatruas do outro. Diante de tudo isso, a base da pirâmide que sustenta o país, o povo, tem que arcar com as consequências, o aumento de impostos, aumento dos preços dos pedágios, supermercados, falta de investimentos básicos em educação, saúde, segurança, entre outras categorias de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade, e subsequente, do país. Por outro lado, o que chama mais a atenção e chega a ser esdrúxulo, é a coragem de um Governo sem legitimidade para governar, aumentar impostos sobre os combustíveis, em um momento, cujos políticos do Executivo (inclusive o Presidente da República) e do Legislativo estão atolados até o pescoço no lamaçal da Corrupção. Coragem ou comodismo do povo? Na verdade, é um menosprezo tremendo para com a população, discursar que o aumento de impostos é para sanar o rombo nas dívidas públicas, além de proferir a compreensão da população. Considerações finais: A propósito, os rombos nas contas públicas foram causados pela corrupção que envolve políticos de várias siglas, em que os mesmos usurpam somas bilionárias de reais desviados de empresas para as suas contas milionárias. Outra ação causadora do rombo da dívida pública, se chama regalias dos políticos, com salários e benefícios astronômicos que oneram a arrecadação de impostos. Porventura, se ouve dos corruptores políticos, discursos que tal ação causou rombo nos cofres públicos? Então, a saída é jogar essa conta para a população? À luz da reflexão, por que não repatriar toda a fortuna subtraída, por meio da corrupção, para sanar o rombo da dívida pública ao invés de usurpar o dinheiro do povo? De que forma o trabalhador, já saturado de tantos impostos e na contramão recebendo serviços públicos de segunda categoria, contribuiu para o rombo na dívida pública? Sabem o motivo da dinheirama toda não ser devolvido para tapar o rombo da dívida pública? É simples, no final das contas essa soma infindável servirá para pagar a pizza, em outras palavras, quando tudo terminar em pizza. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 20 de julho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A REFORMA TRABALHISTA: BENEFICIARÁ QUEM?



Uma análise profunda sobre a Reforma Trabalhista possibilita uma analogia com o dito popular: “A corda arrebentará para o lado mais fraco”. A Reforma Trabalhista é mais uma ação sancionada pelo Governo prevista para entrar em vigor em novembro deste ano. Diga-se de passagem, sempre quando está em questão os acordos entre patrões e empregados, o trabalhador acaba levando desvantagens, em outras palavras, no sistema Capitalista não tem como todos ganharem ao mesmo tempo. Dessa feita, enquanto uns ganham, outros perdem, e nesse caso, os outros são os trabalhadores. Para reflexão de todos: Se os acordos entre patrões e empregados fossem imparciais, contribuindo também para o trabalhador, a justiça trabalhista e os Sindicatos precisariam lutar pelos direitos dos mesmos? Porventura, algumas categorias não ficariam anos e anos sem aumento salarial? Após as indagações acima, poder-se-á debater os pontos que podem ser negociados na Reforma Trabalhista, ei-los: A flexibilidade da jornada de trabalho; intervalo de almoço e a troca dos dias dos Feriados. Quanto à flexibilidade da jornada de trabalho, o diálogo entre as partes envolvidas é o mote, outrossim, patrão e empregado poderão acordar na diminuição da jornada. E o salário, como fica? Não existirá uma pressão do empregador, com ameaças de demissão, caso o funcionário não aceite? Referente ao intervalo de almoço, poderá ser reduzido para 30 minutos, caso as partes cheguem a um acordo. Porquanto, perante as demandas da empresa corre-se o risco desse horário se diluir para atender as necessidades do andamento da empresa, comprometendo a qualidade de vida do funcionário. Em caso de não aceitação do empregado, não existe a possibilidade de demissão por justa causa? A troca dos dias dos feriados, é outro ponto polêmico, pois caracteriza que o trabalhador ficará exclusivo da empresa para atender as suas necessidades, comprometendo o seu descanso semanal com a sua família. Então, como fica a negociação entre os itens citados acima na Reforma Trabalhista, sobretudo se o país passa por uma crise econômica sistêmica? Não haverá um assédio trabalhista por parte do patrão quando ocorrer uma crise na empresa? Considerações finais: É fato, vive-se no Brasil e no mundo, o modo de produção Capitalista. Diga-se de passagem, esse sistema caracteriza pelos que detém os meios de produção (empregador), formando uma classe dos donos do poder e dono da produção. Assim, na contramão encontra-se os despossuídos dos meios de produção (o trabalhador), que vende a sua mercadoria (a mão de obra). Aliás, não possuidora dos meios de produção e necessitando do emprego, a classe trabalhadora se sujeitará a qualquer acordo, mesmo sofrendo o prejuízo. Em uma possível disputa empregatícia entre os donos do meio de produção (Empregador) e os despossuídos dos meios de produção (trabalhador), quem sairá com a vantagem? E mais, diante desse questionamento, a quem a Reforma Trabalhista beneficiará? Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: O RETORNO DE AÉCIO NEVES AO SENADO

“Sempre acreditei na Justiça do meu País”. Eis são as palavras de Aécio Neves-Senador da República, flagrado e denunciado por corrupção passiva, em que exigia dinheiro dos empresários da JBS. Frente ao fato, pode-se afirmar que estamos vivenciando o lado mais esdrúxulo da política brasileira, sobretudo, diante da decisão do Ministro Marco Aurélio Mello, em permitir que o mesmo retornasse ao seu cargo de Parlamentar, e mais, para representar o povo.  Nas palavras do Ministro Marco Aurélio: “Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas”. Concordo plenamente, porém com algumas ressalvas. Se o mandato do Parlamentar é coisa séria, porque o mesmo empossado com o poder dos cidadãos, não aproveita das prerrogativas (as vantagens que o povo a ele concedeu), e representa esta nação cansada de corrupção?  Caro Ministro, ações dessa envergadura só corrobora para que a nação desacredite na justiça em nosso país, pelos brasileiros e até mesmo pelos olhares externos. Grosso modo, a nação brasileira está virando chacota no exterior quando está em questão a corrupção e a vitalidade desses corruptos no poder, ou seja, o Brasil está formando uma casta de pessoas acima da lei. Diga-se de passagem, um dos argumentos do Ministro para a realocação do Senador a seu cargo foi: “[...] que os delitos supostamente praticados por Aécio não estão entre os considerados como inafiançáveis, como tortura, tráfico e entorpecentes, terrorismo e crimes hediondos, [...]”. Todavia, analisando a justiça em nosso país será que esses delitos se tornariam punitivos, caso praticados pelos donos do poder? Em outras palavras, se os políticos não torturam como na Ditadura Militar (1964-1985), não praticam tráfico de entorpecentes, etc., então podem usurpar o dinheiro público e saírem ilesos? As ações envolvendo corrupção é sim atitudes terroristas, pois estão destruindo os país nas categorias educação, saúde, segurança e tudo mais direcionado para uma qualidade de vida de um país que figura entre as 10 potências econômicas do planeta. A priori, o que ouvimos nesta sexta-feira dia 30/06/2017, sobre a decisão do Ministro do STF é vergonhoso, e mais, como explicar para a sociedade e os meus alunos que no Brasil a Justiça é imparcial. Como convencê-los de que vivemos em um país democrático? Ou melhor, convencê-los de que o Brasil é um país de todos? Considerações finais: Um dia nos bastidores do lar, junto com a esposa, discorri que ainda era muito prematuro acreditar que o parlamentar citado acima iria pagar pelos crimes cometidos. Hoje, (30/06/2017), novamente abordamos o assunto, não somente eu, mas milhões de brasileiros, e infelizmente, é isso que estamos presenciando, a destruição do nosso país em todas as dimensões. Ah... referente à frase do então Senador Aécio Neves com os dizeres: “Sempre acreditei na Justiça do meu País”, causa desânimo a mim e a milhões de brasileiros, mesmo que ínfima, tínhamos um fundo de esperança na Justiça brasileira. No entanto, hoje, essa notícia fez este escritor e os demais brasileiros perderem a esperança. Que país é este???!!!???

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
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Cidade: Hortolândia/SP.   






ARTIGO DE OPINIÃO: A NOMEAÇÃO DE TORQUATO JARDIM PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

A priori, a nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, é uma das manobras do Presidente da República Michel Temer, para tentar frear a Operação Lava Jato. Ressalta-se, aqui, que o comando da Polícia Federal está a encargo do Ministro da Justiça. Embora, essas considerações não mudarem os rumos da Operação Lava Jato, fica uma incógnita e inquietação para a população que não vê a hora dessa novela da corrupção acabar e, obviamente, os culpados serem punidos. Aliás, as mudanças no Ministério da Justiça, deliberadamente no momento em que o País passa por uma investigação que envolve até o Presidente da República, direcionam para que essas investigações, inclusive de Michel Temer, acabem em pizza. Essa é a tal política da troca de favores, ou seja, lhe faço um favor (colocando-o em um cargo de confiança) e você procura “limpar a minha barra”, essa troca de favores político não é exclusividade do Governo brasileiro atual. A título de ilustração, essa manobra política faz parte do nosso país desde quando os Portugueses aportaram em solo brasileiro. Basta lembrarmos nas aulas de História, em que o mestre discorria sobre o Coronelismo, Política dos Governadores, o voto de cabresto e a troca de favores, uma das estratégias para manter no Poder sempre as mesmas pessoas, e o pior, que usurpam o dinheiro do povo. A nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, nos faz reverenciar tal período em pleno século XXI, quando permeia em solo brasileiro uma política do início do século passado. Será que essas pessoas que foram escolhidas para representar a nação brasileira (ou melhor deveriam nos representar), sabe o verdadeiro significado da palavra República, proferida por Platão (427-347 a.C), em seu livro a República? No pensamento de Platão, a República seria uma sociedade ideal, governada por reis-filósofos, amantes das verdades, as únicas pessoas capazes de atingir o mais alto nível de conhecimento. Considerações finais: Mediante tudo isso, estamos longe de uma sociedade ideal, quiçá de políticos amantes das verdades, com alto nível de conhecimento. Talvez esteja aí a resposta para a nomeação de Torquato Jardim para o Ministério da Justiça, não querem uma sociedade ideal, muito menos que a verdade política saia dos porões de Brasília. E para terminar, segue uma reflexão: Será que a nomeação de Torquato Jardim para Ministério da Justiça, tem ligação com a absolvição da Chapa Dilma - Temer pelo TSE - Tribunal Superior Eleitoral e o arquivamento do Processo de Aécio Neves?  Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs. Licenciatura Plena em História. Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica pela UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E A POBREZA DO CONHECIMENTO ESCOLAR.

Diga-se de passagem, a sociedade da informação é uma denominação atribuída ao mundo digital em todas as suas dimensões, principalmente, inclusa nesta categoria a Internet, um dos adventos revolucionários da história da humanidade na contemporaneidade. Nunca se desfrutou de tamanha informação como nesta sociedade, informação esta que por meio de um provedor e fibras ópticas, circula nos quatro cantos do planeta com apenas um “clic” do mouse. A título de ilustração, no ano de 2004, o Google indexou mais de 6 bilhões de itens na Web, transpondo para uma humanidade no Planeta que, igualmente, girava em torno de 6 bilhões de habitantes. Mediante a esse fato, considera-se aproximadamente, uma informação por pessoa no planeta naquela época. À luz da reflexão, nos dias atuais as informações veiculada na Web pelo Google e outros sites triplicaram, enquanto a humanidade não ultrapassou a casa de 8 bilhões de habitantes. Em contrapartida, nunca se presenciou uma desmedida pobreza do conhecimento escolar, acarretando ao país amargar as últimas posições no quesito educação de qualidade. Para tanto, basta analisar os indicadores internos e externos, em que o Brasil se encontra aquém de uma educação formal de qualidade, levando show de países com o PIB – Produto Interno Bruto inferior ao daqui. Segundo o estudioso francês Pierre Lévy, vivencia-se um novo Dilúvio (uma analogia ao Dilúvio durante a história bíblica de Noé) de informações. Esse mesmo autor faz uma reflexão sociológica: Diante desse dilúvio de informações o que colocar dentro da ARCA (transformação do conhecimento)? Infelizmente, percebe-se que boa parte da população confunde informação com conhecimento, ou seja, basta acessar um site e o conhecimento ocorre ou transpõe para a mente das pessoas de forma automática. Partindo desse pressuposto, esse é o paradoxo da sociedade da informação, uma avalanche de informações e uma pobreza de conhecimento, sobretudo, no contexto escolar. Considerações finais: Afinal, como transformar informação em conhecimento escolar, para direcionar o país a alcançar uma educação de qualidade e figurar entre as nações com indicadores significativos neste quesito? Na verdade, não há fórmulas prontas para transformar informação em conhecimento escolar de qualidade, porém algumas dicas são fundamentais para essa ação. A priori, é essencial analisar a entrada de dados (procedência); processá-la (selecionar e sistematizar a informação); armazená-la (guardar o útil e descartar o inútil) e por fim, oportunizar a saída do conhecimento, ou seja, utilizá-la em prol de um problema real. Frente a essa linha de raciocínio, qual o ser humano no ambiente escolar ou fora dele consegue essa proeza? Uma minoria?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 13 de maio de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A LIBERDADE DE DIRCEU: O JUDICIÁRIO ESTÁ ISENTO DA CORRUPÇÃO?

Ao analisar e refletir sobre a informação veiculada a nível nacional e internacional, com o seguinte dizer: “STF decide libertar José Dirceu condenado na Lava Jato”, resolvi discorrer a respeito da temática. O que essa informação tem a ver com o título deste artigo? A priori, é essencial absorver a informação, processar e transformá-la em conhecimento. É sabido, a mídia em suas múltiplas dimensões veiculou sobre a “Operação Lava Jato”, uma categoria de Corrupção envolvendo dois Poderes da República, o Executivo e o Legislativo, deixando de fora o Judiciário (pertencente ao Supremo Tribunal Federal), poder responsável pela análise e julgamento da Operação Lava Jato. À luz da reflexão, o estranhamento reside em: Como que o Judiciário está isento e tem poder para julgar, se os mesmos que fazem parte do STF são indicações do Poder Executivo? E mais, para ocupar as cadeiras do STF, não precisam da validação do Executivo, ou seja, do Presidente da República? E na Lista do Ministro Fachin, não constavam nomes de Presidentes, a bem da verdade, integrantes do Poder Executivo, envolvidos e réus na Operação Lava Jato? Para o conhecimento de alguns, quando o Ministro do STF, Joaquim Barbosa aposentou no ano de 2015, a então Presidente da República da época, Dilma Rousseff, indicou Edson Fachin (pois é, o da lista bombástica) para ocupar a vaga. Voltando um pouco no tempo, o Ministro do STF Dias Toffoli, no ano de 2009, deixou de ser advogado do PT para assumir a cadeira no STF, após a morte do Ministro Carlos Alberto Menezes. Diante desses fatos, e transformando informações em conhecimento, existe uma relação direta entre a liberdade de José Dirceu e as escolhas do Judiciário? Quem são os Ministros do STF que concederam voto favorável para a libertação de Dirceu? Aqui estão eles: Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Isso mesmo, entre eles tem um ex-advogado do PT, Dias Toffoli. Inclusive, o Ministro do STF, Edson Fachin, divulgador da Lista de políticos da Esfera do Executivo e Legislativo, foi indicação da Presidente da República, aliás com o nome citado na Lista. Complexo não? Considerações finais: Mediante a tal complexa e inusitada situação, constata-se que o lamaçal e a vergonha nacional, isto é, a corrupção vai além dos Poderes Executivos e Legislativo. Em outras palavras, existem outros Poderes da República com o “rabo preso”, eis uma resposta plausível para se compreender o porquê de alguém condenado pela “Operação Lava Jato” receber o benefício de cumprir a pena em liberdade. Enfim, ainda restam vários capítulos da novela “Operação Lava Jato” e, certamente mais uma vez, tudo terminará em pizza, e os convidados para saboreá-la serão os representantes dos três Poderes da República: Executivo, Legislativo e o Judiciário. E o povo? Continuará a sobreviver com as migalhas do salário mínimo, sem perspectiva de aposentadoria e de qualidade de vida. Infelizmente, este é o Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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