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terça-feira, 14 de outubro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO DIA DO PROFESSOR: O DESAFIO DE SER PROFESSOR NO SÉCULO XXI

DIA DO PROFESSOR: O DESAFIO DE SER PROFESSOR NO SÉCULO XXI 

A princípio, o título deste artigo está sincronizado com os desafios de ser professor no século XXI, mediante a uma sociedade em que a maioria não valoriza a educação formal. Grosso modo, o que é ser professor na Contemporaneidade frente à complexidade de um mundo tecnológico, excludente e em muitas situações, ausente de valores e respeito? Diga-se de passagem, é uma indagação difícil de responder, devido à complexidade da questão. No entanto, é acreditar que uma sociedade justa e tolerante passa antes de tudo pelas mãos de um professor. Assim, é extremamente relevante conceber que essa profissão está entre tantas de fundamental importância na vida dos seres humanos, e não apenas comemorações no dia 15 de outubro; e mais, uma valorização permanente em que se reconhece o papel desse profissional. Diante dessa situação, discorrer-se-á sobre o dia do professor buscando a importância desse profissional na formação integral das crianças, construindo subsídios para que se tornem profissionais éticos e no quesito caráter, cidadãos com educação, respeito e valores. Todavia, a profissão professor está articulada com as demandas da sociedade, em outras palavras, o professor ou educador utilizar-se-á de estratégias para preparar as pessoas para os desafios do dia a dia na sociedade, lapidando-os. Nesse sentido, ser professor nos dias atuais é ir além dos conhecimentos acadêmicos, é estar presente na vida do educando nos aspectos afetivos e sociais, elencando valores para a vida toda. Ser professor diante da escola Contemporânea é perceber a diversidade que está sentada nos bancos escolares e tratá-los sem diferença, afinal, todos tem o direito de uma educação de qualidade. É sabido, um professor deixa marcas: positivas ou negativas, isto é, o tempo passará, e aquelas crianças lembrarão de você, nos aspectos positivos ou negativos. E com certeza os positivos sobressairão, pois todos aqueles que se prezam e têm uma profissão digna passam pelas mãos de um mestre. Considerações finais: Ser professor em muitas situações é colocar no mesmo pedestal os alunos e os seus filhos. É óbvio que não está fácil diante de tantos conflitos, entretanto, ser professor é saber que temos uma missão: transformar a vida dos alunos, como salienta Augusto Cury quando a: “[...] nossa missão como educadores esta muito além dos cálculos matemáticos. Está acima de tudo, na capacidade que tivermos de fazer a diferença na vida de nossos educandos”. Isso é a mais pura verdade, alguém fez a diferença na vida deste educador e escritor, um professor.  Feliz Dia do Professor.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.    

domingo, 14 de setembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: ONDE ESTÃO OS MENSALEIROS?

ONDE ESTÃO OS MENSALEIROS?

A título de ilustração, este artigo está fundamentado nas prisões das pessoas que estavam envolvidos com o MENSALÃO, gerando indagações como: Aonde andam os mensaleiros que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa colocou na cadeia? Os mesmos saíram de cena para não comprometer as campanhas eleitorais de 2014 dos seus respectivos partidos? Não é aqui pretensão de este escritor fazer um juízo de valor sobre a Justiça Brasileira, porém, a mesma só funciona quando os donos do poder, nos bastidores, têm algum interesse. Em outras palavras, o que está por traz da aposentadoria de Joaquim Barbosa, uma personagem corajosa que rompeu com o jeitinho brasileiro e colocou os donos do poder atrás das grades? A priori, são tantas indagações e, com certeza, não saberemos as respostas. Aliás, por um instante pensou-se que a Justiça iria funcionar na República Federativa do Brasil, quando o Ministro do Supremo Tribunal, Joaquim Barbosa, resolveu fazer uma faxina na Política dessa nação, oportunizar a felicidade de um povo que está cansado de pagar impostos e não ter uma vida digna com excelente saúde pública, educação e segurança. Na verdade, foi o mesmo que dormir e acordar concebendo que tudo não passava de um sonho, ou seja, os mensaleiros não estão atrás das grades, ao contrário, estão trabalhando e passando bons momentos com a família. Esse é o paradoxo de um país em que a Justiça não segue o princípio de equidade. Será que se essas pessoas se não fossem magnatas e tão influentes, os mesmos teriam os benefícios da lei? É óbvio que não. E mais, muitos brasileiros honestos e pagadores de impostos, circulam dia a dia à procura de emprego, e não têm a mesma sorte, pois não podem contar com o apadrinhamento ou do jeitinho brasileiro de burlar a Lei. Porquanto, voltando ao questionamento do artigo: aonde andam os mensaleiros? Também é viável perguntar: Onde está Joaquim Barbosa? Considerações finais: Quanto à indagação onde andam os mensaleiros, os mesmos estão nos bastidores da política trabalhando como se nada tivesse acontecido. Enfim, Joaquim Barbosa um brasileiro como nós que sonhava com um país justo e uma Justiça equitativa, independente, das condições socioeconômicas, foi tirado de cena, outrossim, foi aposentado, porque ele estava fazendo aquilo que já deveria ser feito há muito tempo, moralizar a política e combater a corrupção e, certamente, isso incomoda muita gente, sobretudo, aqueles que percebem seus Impérios do Poder desmoronar.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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A FINALIDADE DO DISCURSO GENERALIZANTE
Grosso modo, a ideia de escrever sobre essa temática surgiu a partir da reflexão dos discursos inferidos na Contemporaneidade, pois é uma constante ouvirmos em discursos midiáticos, em reuniões ou em propagandas políticas os oradores tecer comentário generalizante, ou seja, relacionado ao senso comum. A título de ilustração, as generalizações por mais simplistas que possam parecer não podem ser descartadas, e, diga-se de passagem, tem o seu momento e público. Em outras palavras, se um orador profere um discurso generalizante em uma plateia diversificada, a sua fala tem como objetivo atingir um número máximo de ouvintes, obviamente toda regra tem a exceção, então, é aquela velha frase popular: “Joga-se a carapuça para cima, se for minha eu pego”. A generalização não é uma ferramenta de pessoas desconhecedora do assunto, ou quem utiliza somente do senso comum para justificar determinados fatos, a bem da verdade, as pessoas sábias também utilizam dessa ferramenta de comunicação para atingir pequenos grupos de pessoas no meio da multidão. Todavia, quando alguém pronuncia para um público: A população brasileira não gosta de ler. A frase tem uma entonação e afirma que os 202 milhões de brasileiros não têm o hábito de leitura, entretanto, sabe-se que uma parcela de 20% ou quem sabe mais, são leitores assíduos. Partindo desse pressuposto, qual a intenção do discurso? Se atingir um número máximo de público, impactará, ou seja, chamará a atenção para algo de extrema importância. A priori, foram lançadas através da Catapulta do discurso várias carapuças que dirá, realmente, quem se enquadra ou não tem o hábito de leitura, basta alguém pegá-la. Diga-se de passagem, uma frase bastante pertinente é quando se utiliza o velho chavão: A educação brasileira está com uma péssima qualidade. É sabido que nem todas as escolas no Brasil estão com a qualidade educacional duvidosa, no entanto, como o número de unidades é maior, é preciso chamar a atenção para esse fato, provocar as unidades que não dispõem de uma boa educação formal. Considerações finais: O discurso generalizante faz parte das nações desenvolvidas que tinham como metas jogar a responsabilidade para toda população, dessa forma, na impossibilidade de conversar com todos os munícipes, a saída é a generalização. Por outro lado, não devemos ficar chateados se o discurso é direcionado a todos naquele momento, devemos, sim, ficar incomodados se o que o orador está falando serve para a minha pessoa. É comum ouvirmos pessoas nas empresas, escolas, políticas e outras Instituições proferirem calorosos discursos, na verdade, há de se reconhecer que essas pessoas são muito inteligentes no seu discurso. Portanto, sábios são aqueles que concebem que a frase citada não se encaixa no seu perfil ou na sua atitude. Em um mundo onde a propaganda, a mídia eletrônica e o discurso estão a todo o momento em nossos lares e empregos deve-se tomar cuidado com as carapuças que são jogadas a todo instante. Será que ela me serve?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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ARTIGO E OPINIÃO: VIOLÊNCIA NA ESCOLA: QUE GERAÇÃO É ESSA?


 VIOLÊNCIA NA ESCOLA: QUE GERAÇÃO É ESSA?

“Aluna da 7ª série do Ensino Fundamental foi agredida por uma aluna de 16 anos em uma escola de Sorocaba, [...], a garota chegou a ficar a desacordada e perdeu três dentes quando a agressora bateu a cabeça dela contra a parede”. Grosso modo, essa é mais uma entre tantas notícias de barbárie que acontece nas escolas públicas brasileiras. A priori, antes de continuar explanando este artigo, é de fundamental importância deixar claro para os eleitores que em alguns momentos é preciso relativizar um fato, porém, quando se quer atingir e sensibilizar as autoridades competentes, as famílias e a sociedade, a generalização é a melhor estratégia; outrossim, é sabido que existem escolas com ambientes harmoniosos e de paz. Portanto, as generalizações servem para as autoridades competentes que, constantemente, prolifera o discurso infundado de que esse fato é um caso isolado. Leviandade de quem pensa assim, e mais, falta de informações, informações estas que poderiam ser coletadas pelos profissionais que estão dentro das unidades educativas, as fontes vivas que, diariamente, estão em contato com essas ações de agressões. Em outras palavras, o discurso de que essas ações são isoladas, utiliza-se do senso comum, portanto, é preciso mapear e tabular esses casos no interior das Instituições Educativas, pois, se for realmente um caso isolado, está na hora de atitudes para não deixar se alastrar para as demais unidades educativas. Todavia, quando esses casos absurdos aparecem na mídia, indaga-se: Que geração é essa que está chegando a uma Instituição que se preza pela informação, conhecimento, afetividade, diálogo e sociabilidade? Que geração é essa que agride professores, colegas, e outros funcionários das escolas? Esse é o paradoxo educacional, pois, quando a escola era para poucos, lutamos para que a mesma fosse para todos, e isso aconteceu, ótimo. Entretanto, é preciso valorizá-la, antes que essa Instituição de extrema importância na sociedade exclua os alunos que, realmente, querem estudar, e deixa no seu interior apenas aqueles que não querem nada com nada. Isso é fato, mediante a violência escolar, muitos alunos bons estão emigrando para outras escolas de qualidade, principalmente, as particulares de excelência. Considerações finais: A saber, é preciso resgatar o verdadeiro papel da escola, articuladora do conhecimento acadêmico, afetividade, amizade, tolerância, respeito e, sobretudo, um lugar para conceber o outro como seu semelhante. A base para o desenvolvimento de um país em todas as dimensões está alicerçada em escolas de qualidade, consequentemente, uma educação para todos exige comprometimento de todos.
Alberto Alves Marques
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EDUCAÇÃO NO BRASIL: GASTO OU INVESTIMENTO?

Após analisar uma notícia divulgada sobre o investimento per capita por aluno em nosso país, em que, segundo pesquisa internacional, a quantidade de investimentos por estudantes em nosso país é o segundo entre os países investigados, só nos restam indagar: Por que no Brasil educação pública é considerada gastos e não investimentos? Diga-se de passagem, estamos entre as dez maiores potências econômicas do Planeta, por que não entre as melhores em nível educacional? Eis um questionamento um tanto complexo que responde, de acordo, com essa mesma pesquisa, enquanto outras nações investem ao ano em torno de R$ 20.000,00 por aluno, no Brasil a situação é aquém, destinados somente R$ 6.745,00. A título de ilustração, os investimentos em educação básica não são os únicos elementos a elencar uma escola pública de qualidade, é óbvio, soma-se a isso a valorização desse bem precioso pela sociedade, o acompanhamento das famílias e o primordial, o interesse dos alunos. Contudo, investimento em educação é o ponto de partida para uma Escola Pública de Qualidade, preconizada na Legislação e pelos políticos, sobretudo, em época de campanhas políticas. É sabido que não adianta uma avalanche de recursos direcionados para a educação, esses precisam ser redirecionados e utilizados de forma coerente e correta, caso contrário, acabam indo para a torneira do desperdício, gerando como consequência uma educação de qualidade duvidosa. Entretanto, os países que investiram e investem em educação, estão hoje colhendo frutos políticos, sociais, econômicos e culturais, colocando-os em uma posição privilegiada. Além do mais, segundo alguns especialistas que acompanham os índices de qualidade educacional no Brasil, existe uma articulação entre o IDEB- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e a precariedade dos investimentos, fazendo com que as Instituições Educacionais Públicas não alcancem a meta. Considerações finais: Enquanto em países como a Noruega, Suécia e os Estados Unidos consideram a educação formal como investimento, no Brasil, infelizmente, os nossos políticos ainda não conceberam essa verdade inquestionável. Logo, investir em educação torna-se sinônimo de pessoas conscientes pelos seus direitos e escolhas, principalmente, relacionadas às eleições. Capital nas escolas significa melhores oportunidades no mercado de trabalho e, consequentemente, alavancará melhores condições socioeconômicas, matéria-prima de suma importância no desenvolvimento social, econômico e cultural da nação, indicadores de extrema relevância para erradicar a pobreza, a fome e a ignorância, as principais mazelas do século XXI. Acorda Brasil, investir em educação formal é o caminho para a transição entre a barbárie e a civilização.
Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: SARESP 2013 UM RESULTADO NADA SATISFATÓRIO.

SARESP 2013 UM RESULTADO NADA SATISFATÓRIO.
Grosso modo, o SARESP é uma avaliação externa aplicada pela Secretaria da Educação de São Paulo desde 1996. A princípio, o seu propósito era gerar indicadores para fomentar políticas públicas em prol de uma escola pública estadual de qualidade; mas, ao longo dos anos, aquilo que era uma estratégia para sanar as defasagens dos alunos... se perdeu no tempo. A propósito, o discurso de este escritor e formador de opinião está fundamentado no resultado do SARESP de 2013, pois desde 2008 não havia um índice tão ruim, salvo algumas Escolas de Ensino Integral. A saber, a linha filosófica desse exame externo é construir indicadores para que o Estado possa sanar as defasagens dos alunos, investindo infraestrutura e formação continuada dos profissionais da educação, entretanto, já se passaram quase duas décadas e nada de uma educação de qualidade no Estado de São Paulo. Diga-se de passagem, o que está errado com o SARESP? Por que não estamos coletando bons resultados na educação pública no Estado de São Paulo, aliás, o mais rico da Federação? A priori, não existem fórmulas prontas e sim algumas hipóteses que devem ser levadas em considerações ao almejar uma educação pública de qualidade. Em outras palavras, é um conjunto de fatores que deveriam ser levados a sério por todos aqueles que prezam por uma educação de qualidade, na verdade, coletar-se-ão resultados positivos, no momento em que a educação formal do Estado de São Paulo implantar um Currículo fundamentado em quatros pilares de extrema importância: Políticas Públicas, Escolas, Famílias e Alunos. A título de ilustração, teremos uma escola que atenda a todos com qualidade, quando os Governantes elaborarem Políticas Públicas educacionais que invistam em capital Humano (valorização dos profissionais) e material (escolas adequadas à sociedade do século XXI). Certamente, uma Escola preparada para a diversidade e com profissionais em formação constante alcançará bons resultados nas avaliações externas e internas. Uma boa Instituição Educativa em todas as dimensões deve contar com alunos que queiram aprender, para tanto, o interesse é de suma importância no seu aprendizado, ultimamente, algo raro. Para terminar, o quarto pilar é a parceria entre a escola e a Família, instituição relevante na formação e acompanhamento dos estudantes, não basta matricular, há de se acompanhar, educar, e, sobretudo, cobrar dos seus filhos. Considerações finais: A bem da verdade, se em 1997 um ano após a primeira edição do SARESP, todos os envolvidos com a educação formal utilizassem os indicadores dessa avaliação, não estaríamos agora lamentando as condições da educação pública no Estado de São Paulo, outrossim, sempre estamos produzindo indicadores, porém, estamos jogando-os na lata do lixo. Concordamos que a educação é um processo lento e gradual, no entanto, é preciso que alguém comece as transformações.

Alberto Alves Marques
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ARTIGO DE OPINIÃO ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PROPAGANDA POLÍTICA?

ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PROPAGANDA POLÍTICA?

A pouco mais de um mês das Eleições Nacionais, as propagandas eleitorais invadem a sua telinha, seu rádio, sua caixa de mensagem e, também, a sua caixa de correio. Em outras palavras, uma avalanche de papel, imagens, e-mails, e outras ações para ganhar o seu voto, no entanto, por trás dessa estratégia esconde uma arma muito perigosa, a enganação, a mentira e o mascaramento da realidade. E mais, aquilo que achamos engraçado e criativo, e que rouba a cena, exemplo, o candidato Tiririca, nos faz refletir sobre o modo como muitos menosprezam a Política enquanto Ciência. Por outro lado, a propaganda trabalha com valores apelativos, ou seja, atinge um público-alvo indefeso, em que muitos ainda não têm opinião formada, e de cabeça baixa acredita nas promessas mirabolantes dos candidatos, seguindo e escolhendo aqueles que estão nas melhores classificações nas pesquisas, pois para inúmeras pessoas, o que importa é não perder o voto. Grosso modo, a propaganda é tão sarcástica que mascara a realidade, foi por isso, que o chefe de propaganda de Hitler dizia que uma mentira contada 100 vezes acabava transformando em verdade. Partindo desse pressuposto, quando as propagandas eleitorais invadem o seu espaço privado com promessas e mais promessas, as chances de esses políticos chegarem ao poder é imensa. Mas afinal, como escolher um candidato honesto no Brasil de hoje para representar os interesses do povo e não o próprio? A priori, não existem fórmulas prontas, assim é de fundamental importância utilizar o senso crítico, conhecer, ou seja, pesquisar a história política e particular dessas pessoas ajuda, para não acreditar em tudo que dizem. Considerações finais: As propagandas políticas que estão invadindo as nossas casas, a maioria é irreal e o seu propósito é ganhar o nosso voto, contudo, as filas que estão aumentando cada vez mais à procura de tratamento médico em hospitais de péssima qualidade, são reais. A saber, pode até parecer engraçado as piadinhas do candidato Tiririca em horário eleitoral, entretanto, não é nada engraçado quando saímos para trabalhar e não temos certeza se voltamos para casa, devido à falta de segurança. A título de ilustração, boa parte das promessas que estão chegando até nós, parece que vai solucionar o problema do dia para a noite em um passe de mágica, porquanto, há quanto tempo estamos implorando por uma educação pública gratuita de qualidade? E o que é mais chato em tudo isso, é que essas pessoas não chegam ao poder sozinhos, precisam de uma mãozinha, o nosso voto. Será que cada povo tem o Governante que merece, como dizia o Filósofo francês, Joseph-Marie Maistre (1753-1821)? Não está na hora de mudar esse discurso? Acorda Brasil!!!   
Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

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sábado, 31 de maio de 2014

BLOG DO PROFESSOR ALBERTO NA COPA : ARTIGO DE OPINIÃO COPA DO MUNDO: UMA EXPLICAÇÃO FILOSÓFICA!

COPA DO MUNDO: UMA EXPLICAÇÃO FILOSÓFICA!

Grosso modo, este artigo foi amadurecendo quando passei a tecer uma análise crítica filosófica sobre os jogos da Copa do Mundo 2014 realizada no Brasil. Diga-se de passagem, para compreender uma realidade é de fundamental importância conhecer a complexidade da mesma, sendo assim, fundamentar-se-á a minha linha de raciocínio no Silogismo de Aristóteles. A princípio, essa ideia pode causar certo estranhamento na maioria dos leitores, mas calma, segue a explicação. A saber, o Silogismo é um termo filosófico utilizado pelo grego Aristóteles para fundamentar uma Lógica perfeita, ou seja, se as duas premissas são verdadeiras, a terceira que seria a conclusão, também o é. Então: “Todo Homem é mortal; Sócrates é Homem; logo, Sócrates é mortal”. Assim, se as duas premissas são verdadeiras, a conclusão que seria a terceira premissa também será verdadeira, resumindo: “Sócrates é Homem, assim ele é mortal”. Complexo não? Mas é verdadeiro. Vamos trazer o Silogismo para a Copa do Mundo, sobretudo, quando as seleções que seriam as favoritas ao título foram eliminadas, principalmente o Brasil, pois a maioria dos brasileiros acreditava no hexa. A primeira premissa era: o Brasil estava jogando em casa e isso garantiria o seu futebol. A segunda premissa, a seleção brasileira construiu um favoritismo não pelo seu futebol arte, e, sim pelo ufanismo exacerbado da maioria dos brasileiros, muitas vezes alardeado pela mídia. Então, partindo da primeira premissa e da segunda, a terceira não tem como ser verdadeira, pois a torcida, apenas contribui e a mídia não entra em campo, portanto esses quesitos não são suficientes e não ganham jogo. É fato, no jogo é onze contra onze, e dentro do campo talento, tática, organização, raça e humildade, esses sim, ganham jogo. Por outro lado, favoritismo se constrói na realidade e não pela propaganda midiática, além do mais, através de uma equipe coesa e não de talentos individuais. Nesse sentido, as duas primeiras premissas não sustentam a conclusão, ou seja, o Brasil chegar ao final da Copa do mundo como campeão. Para muitos, estou falando isso após a derrota do Brasil, sim eu sou brasileiro e acreditava, mas consciente das deficiências da Seleção canarinho percebido ao pegarmos um oponente mais bem preparado; é óbvio que eu, como milhares de brasileiros queria ver o Brasil HEXA, infelizmente muita humilhação, porém devemos ter os pés no chão e seguir em frente, com tristeza, choro e decepção, mas a vida continua. Considerações finais: Termino este artigo com as considerações finais partindo de uma indagação:  As outras seleções melhoraram o seu futebol ou o Brasil está piorando o seu futebol? A priori, pode-se buscar respostas no Capitalismo, outrossim, a exportação de jogadores brasileiros para o mundo todo, fez com que os demais países absorveram os talentos dos brasileiros, construindo um talento misturado com raça. Diga-se de passagem, isso não acontece com as tecnologias que é dominada pelos Estados Unidos, Japão, Alemanha e outros países da Europa, esses países não passam ou ensinam toda essa tecnologia para os demais países. Sabem por quê? Para não perderem o monopólio, isso sim, o monopólio do futebol não é mais brasileiro. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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Abaixo estão as escola do país que sediará a Copa do mundo de 2014.

Em nosso país muitos não querem enxergar isso, pois, quando estamos na zona de conformo fica difícil dar uma olhada para o outro lado. 















 






Fonte das imagens:  educacao.uol.com.br.




ALGUNS NÚMEROS DA COPA DE 2014
“O homem é a medida de todas as coisas” (Protágoras 490 a.C - 415 a.C). Não obstante, inicia-se este artigo de opinião com uma citação, lancei a ideia do Filósofo Grego Protágoras, com o intuito de aguçar a curiosidade das pessoas para reflexão sobre alguns números da Copa do Mundo de 2014, realizado no Brasil. Por que a frase “O homem é a medida de todas as coisas”? Pelo simples fato de que conforme a concepção desse estudioso, todas as coisas são relativas ao Homem, levando ao subjetivismo, em outras palavras, a realidade influencia nas interpretações das pessoas, ou seja, penso de acordo com o meio em que vivo. A priori, ao se abordar alguns números sobre a Copa do mundo, vêm logo à imaginação gols, lances, classificações e recordes de seleções, pois a realidade no momento é só a Copa do mundo, sendo sufocado pelo ufanismo e fanatismo. Na verdade, o Título deste artigo faz referência à FIFA e à quantidade de dinheiro que será distribuído para as seleções durante o evento. Analisando uma matéria sobre o evento e segundo esse jornal de grande circulação nesta região, a Entidade responsável pela organização juntou uma soma de US$ 476 milhões em premiações para distribuir às seleções participantes (não me pergunte de onde vem todo esse dinheiro). A princípio, dessa soma US$ 70 milhões são para os clubes que cederam jogadores para as seleções, consequentemente, para cada seleção classificada a FIFA entrega UR$ 1,5 milhão. Diga-se de passagem, o restante do montante será dividido da seguinte forma: Para o campeão, US$ 35 milhões; o vice, abafará nada mais do que US$ 25 milhões; o 3º colocado, US$ 22 milhões e o 4º lugar, US$ 20 milhões. Todavia, a seleção que parar nas quartas de final levará US$ 14 milhões; nas oitavas, US$ 9 milhões e as seleções eliminadas na 1ª fase embolsarão em sua conta nada menos do que US$ 8 milhões, a bem da verdade, ninguém sai de mãos vazias. Diante dessa situação, a frase de Protágoras subsidiará para o subjetivismo das pessoas sobre: De onde vem toda essa soma infindável de dinheiro? Os valores, diga-se de passagem, altíssimos, recebidos pelas seleções se ganharem ou não, poderão influenciar na competição? A saber, algumas pessoas acreditam que os números não oportunizam uma leitura profunda, ledo engando, pois os números fazem parte da linguagem simbólica, fazendo com que reflitamos sobre a origem desse dinheiro. Considerações finais: Essa análise apurada sobre todo o dinheiro da Copa do mundo não inviabiliza de torcermos pela seleção do nosso país, porém, é de fundamental importância compreender que proporcionar alegria aos cidadãos dos países da Copa custa muito caro. Afinal, quem patrocina tudo isso?  
Alberto Alves Marques
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A BOLA: FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO

A saber, já começou a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2014, faltam exatos 12 dias para o Brasil x Croácia abrirem, oficialmente, o evento. Diga-se de passagem, os holofotes do mundo todo estarão focados nessa competição, o maior evento da Terra durante 30 dias, cujo término ocorrerá em 13 de julho. Obviamente, no decorrer da competição o coro será uníssono, afinal somos brasileiros. Quem diria que a bola um objeto tão antigo, a saber, mais antigo do que os países participantes da Copa teria uma importância dessa magnitude. Em outras palavras, existem relatos de que a bola já fazia parte das brincadeiras de crianças japonesas por volta de 6.500 anos, vários Historiadores concebem-na como objeto lúdico na China Antiga, Grécia, Egito, entre outras Civilizações Antigas. Grosso modo, de um objeto confeccionado através de bexigas de animais, couro, pano, hoje uma peça fundamental no maior esporte do planeta, o Futebol. Naturalmente, durante os jogos, sobretudo, os dos Brasil os olhos estarão compenetrados na telinha da televisão, para aqueles que optam pela Rede Globo, a espera dos gritos do comentarista Galvão Bueno. Certamente, somos brasileiros, e torceremos pela nossa seleção chegar a final; aliás, seria muita ingenuidade de este escritor tentar jogar o povo contra essa competição. Portanto, emoções e Histórias à parte, este evento congelará o Brasil nos aspectos político, cultural, educacional, etc., concomitante, nos aspectos social e econômico permutarão os gritos de dores dos pacientes nos hospitais à espera de um tratamento digno para quem paga uma das maiores taxas de impostos do planeta, pelos gritos do Galvão Bueno, Goooooooool. Quanto aos aspectos Políticos, o som das martelada do Ministro Joaquim Barbosa, Presidente do Supremo Tribunal Federal, sentenciando os condenados do Mensalão, serão trocados pelas batucadas e tambores quando Neymar balançar a rede. A priori, no aspecto educacional, todos os nossos índices negativos sobre a educação formal em nosso país serão esquecidos e substituídos pelos índices de posse de bola da seleção brasileira. Considerações finais: Para aqueles que são apressados e, antes de tecer um olhar crítico sobre uma situação, utilizarão do senso comum para tachar este escritor como freio de mão e pessimista da Copa, principalmente, da seleção brasileira. Ao contrário, sou fã número-1 da seleção brasileira, mas também, sou um cidadão fã número-1 da Justiça social, econômica e política, o dia em que nós brasileiros conseguirmos essa proeza, estaremos comemorando os gols da seleção não na telinha, e sim, nos estádios, pois todos terão condições econômicas para isso. Essas são apenas algumas considerações de um Brasileiro e professor que luta por um país de todos, como aparece na televisão: “Brasil um país de todos”. Todos quem? Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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sexta-feira, 28 de março de 2014

BÔNUS DOS PROFESSORES DO ESTADO DE SÃO PAULO ANO 2014

Com investimento de R$ 700 milhões, 255 mil servidores recebem bônus de até 2,9 salários

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Pagamento aos funcionários da rede estadual acontecerá na próxima segunda-feira (31)
Um montante de R$ 700 milhões será destinado para pagar, nesse ano, o bônus por resultado para mais de 255 mil funcionários da Secretaria da Educação. Isso representa um aumento de cerca de 24% no número de servidores beneficiados com até quase 3 salários (2,9 salários) a mais, em comparação ao ano passado, quando 206 mil receberam. A ampliação acarreta acréscimo de R$ 100 milhões no que foi pago em 2013. Do total, 206 mil contemplados com o bônus são professores, dos quais 47 mil ganharão mais de R$ 5 mil (16 mil deles recebendo mais de R$ 8 mil).
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"A educação é um desafio permanente, que exige esforço e dedicação. Nada mais justo, portanto, que reconhecer o trabalho dos profissionais dessa área não só por meio de uma política inédita de valorização salarial, mas também com a bonificação por desempenho", afirma o governador Geraldo Alckmin.
Fonte da informação: http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/com-investimento-de-r-700-milhoes-255-mil-servidores-recebem-bonus-de-ate-2-9-salarios.Acesso em 28 de março de 2013.

terça-feira, 4 de março de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: A SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS

RMC: SAÚDE NOSSA DE CADA DIA

Após analisar as notícias veiculadas nas diferentes mídias na RMC–Região Metropolitana de Campinas, em que se encontrava na pauta a Saúde Pública e o caos que impera nesse setor, resolvi tecer algumas considerações e questionar sobre de quem é a responsabilidade dessa situação. Grosso modo, a Região Metropolitana de Campinas, com aproximadamente 3 milhões de habitantes, está entre as mais dinâmicas do país e no ranking nacional, com um PIB – Produto Interno Bruto Nacional de R$ 105,398 bilhões, a saber, muitas capitais estaduais não dispõem de tanta riqueza.  Por outo lado, em termos de Ensino Superior, está situado nesta Região uma das Universidades mais conceituada do país e do mundo, a Unicamp. Contudo, toda essa prosperidade contrasta com a Saúde Pública na Região que agrega 19 municípios. O que faz com que uma das regiões metropolitana mais rica do país tenha uma Saúde Pública de qualidade duvidosa, permitindo com que os cidadãos não tenham os seus direitos sociais cumpridos, como prega a Constituição de 1988? De quem é a responsabilidade pela Saúde Pública se encontrar na UTI? A priori, buscando fundamentação na base legal, a CF/88 em seu Artigo 196 explana que: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Portanto, a Saúde Pública é um dos direito inalienáveis dos cidadãos, pois é um dever do Estado e está na Constituição, a lei máxima do país. Além do mais, o Estado deve oportunizar o acesso universal, igualitário e gratuito a todos. No entanto, não é o que se observa na mídia, ao contrário, é divulgado filas enormes à espera de um tratamento nas Unidades de Pronto Socorro, onde muitos acabam por perecer devido à gravidade da doença.  Diga-se de passagem, para fundamentar o Art. 196, vale ressaltar o Art. 197 da Constituição Federal/88, em que dispõe: “São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado”. Onde estão as ações do Poder Público que tem a incumbência de fiscalizar e regulamentar o cumprimento dos Direitos do povo? Considerações finais: Esse é paradoxo do nosso Brasil, onde a riqueza contrasta com a pobreza de investimentos sociais. Novamente, estamos próximos às eleições nacionais, e logo irão bater a sua porta para pedir um poder insubstituível que pode reverter essa situação, o seu voto. No entanto, é nesse momento que se deve fazer uma reflexão sobre a Saúde Pública, a Educação Pública, Segurança Pública e outros direitos sociais de extrema importância para uma vida digna na sua região e país.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA


O que determina a qualidade da educação formal em um país? A priori, essa indagação surgiu após ler uma notícia midiática com os seguintes dizeres: “Alunos brasileiros ficam entre os últimos em teste de solução de problemas”. Em outras palavras, a frase acima está relacionada com teste em resolução de problemas matemáticos desenvolvido pela OCDE – Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico – em que os estudantes brasileiros ficaram na 38º posição no total de 44 países participantes. Para nosso desespero países bem mais pobres do que o Brasil ficaram em um ranking bem mais confortável, como a Rússia, a Cingapura, a Croácia e o Chile, nosso vizinho na América do Sul. A saber, esses dados estão em sincronia com a indagação citada no inicio deste artigo: O que determina a qualidade da educação formal em um país? A priori, devido à complexidade dessa inquietação cabe uma análise em sua totalidade, ou seja, para compreender o que contribui em um país para que aconteça uma educação de qualidade é preciso uma análise vários fatores, tais como: O percentual do PIB (Produto Interno Bruto) investido em educação é suficiente para almejar uma infraestrutura nas escolas públicas brasileiras, investindo em formação continuada, salários dos docentes e de todos os profissionais da educação? Por outro lado como é a sincronia entre as duas instituições de suma importância na formação dos alunos, a escola e a família? Além do mais, como está o comprometimento dos estudantes, devido à universalização das matrículas, todos se encontrão dentro das escolas? Grosso modo, são essas indagações responsáveis pela qualidade duvidosa da educação formal em nosso país, ou seja, se conseguirmos responder, ou melhor, transformar essas indagações em ações nas unidades educativas públicas, encontraremos as respostas que os países citados acima encontraram, transformando a sua educação pública em qualidade para todos. Considerações finais: Segundo o escritor Espanhol José Gimeno Sacristán, “A qualidade da educação e do ensino tem muito a ver com a cultura que nela se desenvolve, [...]”. Consoante a Sácristán, é preciso à construção de uma cultura educacional em nosso país, só assim conseguiremos bons resultados tanto nas avaliações externas como interna. Sem contar que, quanto mais qualidade na educação, consequentemente: melhor desenvolvimento político, econômico e social de uma nação. Na verdade, conhecimento é poder, sobretudo, na hora de cobrar pelos nossos direitos.
Alberto Alves Marques
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ENEM 2014: CONSTRUINDO OPORTUNIDADES

Ao analisar o recorde de inscrições do ENEM 2014 (Exame Nacional do Ensino Médio), com 9.519.827 inscritos, superando as inscrições do ano passado, concebe-se o quão esse Exame Nacional despertou o interesse naqueles que pretendem adentrar em um curso superior e pleitear uma bolsa de estudo. Grosso modo, desde sua criação em 1998 e com alterações em 2009, passando a ser configurado como processo seletivo para as Universidades, colocou em cheque os cursos preparatórios ou os Cursinhos das escolas particulares. No entanto, o objetivo aqui não é fazer uma retrospectiva desse programa, e sim, analisar o quão é importante essa ferramenta na contemporaneidade, sobretudo, se o nosso país carece de pessoas com cursos superiores nas diferentes áreas do conhecimento. A priori, a estimativa em 2010 de pessoas com nível superior estava próximo aos 7,9%, ou seja, apenas 12,8 milhões de brasileiros. Segundo o relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), o Brasil está em último lugar no ranking de 36 países ao se levar em consideração a população de 25 a 64 anos, um lugar muito incômodo para um país classificado entre as maiores potências econômicas do planeta. Só para fazer uma analogia não muito feliz, a Coreia do Sul tem aproximadamente 58% da nação com curso superior nessa faixa etária. Complementando essa lista incômoda, para um país (Brasil) com um PIB (Produto Interno Bruto) de 7ª potência econômica, encontra-se em sua frente o Chile com 24% e a Rússia com 54% de pessoas graduados em nível superior. Em outras palavras, desenvolvimento econômico não está articulado com o social, visto que quanto mais curso superior, melhor será o desenvolvimento em todas as dimensões do país. Diante dessa problemática, o ENEM é um elemento em potencial para alavancar a quantidade de pessoas nas Universidades e, posteriormente, o número de brasileiros com curso em nível superior. Considerações finais: O que melhora para um país com pessoas com nível educacional superior? A priori, teremos cidadãos mais conscientes sobre os seus Direitos Políticos, Sociais e Econômicos, evitando que o país seja assolado por corrupção ativa e passiva. Além do mais, deixaremos para trás os longos anos de consumidores para nos tornar produtores de Ciência, Tecnologia e Conhecimento, a bem da verdade, são elementos que fazem a diferença na Balança Comercial na atualidade. Contudo, para uma classe de políticos isso pode não ser tão vantajoso assim, pois pessoas formadas na academia se tornarão mais críticos e cobrarão mais pelos seus direitos. Será que a maioria dos políticos quer isso? A propósito, o ENEM é um instrumento em potencial em que a cria pode-se voltar contra o criador. Já imaginaram isso?
Alberto Alves Marques
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POR UMA NOVA PÁSCOA

Grosso modo, existem vários significados para o termo Páscoa, que variam no tempo, no espaço, de versão histórica e de religião, porquanto, o objetivo deste artigo não é desenvolver uma tese em cima dessa temática. Diante dessa complexidade, evocarei a origem da Páscoa fundamentada na Bíblia Sagrada, em que o evento está relacionado à libertação dos israelitas da escravidão no Egito, em outras palavras, Deus emitiu uma ordem para que o Faraó egípcio libertasse o seu povo, diante da persistência e resistência do soberano, o Senhor invocou várias pragas contra o Egito cujo intuito persistia na libertação dos israelitas. Diante de várias tentativas e a não obediência do Faraó, o Senhor lançou a décima e derradeira praga: “Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12). Para livramento dos filhos primogênitos dos israelitas das ações do anjo destruidor, o Todo Poderoso lançou uma ordem específica para proteção dos seus filhos, ou seja, todas as famílias sacrificariam um cordeiro macho de um ano de idade e o sangue seria exposto nas portas das casas israelitas com primogênitos, a marca evitaria que o anjo destruidor matasse os primogênitos daquelas casas. Partindo desse pressuposto, o termo Páscoa na cultura hebraica está articulado com  “Pesah”, que significa “pular a marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. A saber, como Deus libertou o seu povo da escravidão do Egito, o mesmo enviou o seu filho para libertar o povo dos pecados; dessa forma Jesus morreu na cruz e ressuscitou para nos libertar e mostrar o verdadeiro caminho para uma paz eterna e divina. Considerações finais: Versões a parte,  diante das tribulações e adversidades que nos afligem na contemporaneidade, precisa-se urgentemente de outra Páscoa para nos libertar da violência, da arrogância, dos males, das doenças, da inveja, isto é, de todas as mazelas que assolam a humanidade. No entanto, nem por isso deve-se ficar esperando, acomodados, alienados de braços cruzados, como se todas as coisas boas caíssem do céu.  Com certeza está bastante difícil, mas não devemos fraquejar, pois nada é impossível, sobretudo, para aqueles que estão com o Senhor, e às vezes os sacrifícios que enfrentamos hoje será a tranquilidade do amanhã. Uma ótima Páscoa a todos.
Alberto Alves Marques
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ÁGUA NOSSA DE CADA DIA

Nunca estivemos perto do colapso hídrico, como este que está ocorrendo nas últimas décadas. Para alguns um discurso apocalíptico, para outros, alardes desnecessários, visto a abundância de água doce no Planeta, que se encontra distribuída nas seguintes proporções: 79% nas calotas polares, 1% na superfície e 20% no subsolo. Naturalmente, esses números transmitem certo otimismo para a população do planeta, porém as ações antrópicas estão colocando esse líquido precioso e de extrema utilidade para a manutenção da vida, em estado caótico para o uso. Além do mais, o desequilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provocou mudanças climáticas que afetaram o ciclo da água, trazendo escassez de chuvas, e, subsequente prejuízo humano. Diante dessa problemática, é de fundamental importância ações urgentes para evitar o caos maior. O grande desafio é: Como conscientizar pessoas em um mundo utilitarista, consumista, egoísta e ausente de políticas públicas eficazes? Complicado, não? Contudo, é preciso desconstruir três discursos infundados sobre a preservação desse líquido mais precioso do planeta, o governamental, o imediatista e o futurista. Diga-se de passagem, o primeiro está relacionado como os políticos e Governantes, tentando sensibilizar a população de que os mesmos estão fazendo a sua parte. A saber, no que toca aos políticos e governantes, as ações ficam engavetadas, saindo do casulo somente próximo das eleições.  O segundo discurso, está articulado com o imediatismo, com as pessoas egocêntricas, que só pensam no momento e em si, pouco se lixando para o restante da população do planeta, muito menos para os recursos naturais, a água. Já os futuristas que explanam que é preciso cuidar da água para as gerações futuras, muitos esperam o futuro para depois cuidar, aí já é tarde. Considerações finais: A bem da verdade, concebe-se muito discurso e poucas estratégias de todos os responsáveis pela manutenção da água potável. Por quê?  Porque se vive em uma sociedade Contemporânea imediatista, consumista e desgovernada (falta de políticas públicas), o que importa é o aqui e o agora, ou seja, o tempo de permanência do indivíduo no planeta é pequeno, sendo assim, jamais existirá credibilidade em expressão como: “Preservar a água para as futuras gerações ou sem água não haverá vida”. Por outro lado, a expressão futurista faz com que muitas pessoas acreditam que esse líquido é infindável, assim posso usar e abusar no presente que sobrará para as gerações futuras. Naturalmente, é preciso mudar os discursos governamentais, imediatistas e futuristas, ou seja, é salutar atitudes de todos, principalmente, daqueles em que o povo deposita confiança, os governantes. Reflexão: A preservação da água começa com pequenas ações no presente, que automaticamente refletirão nas gerações do amanhã. Porquanto, não vamos esperar o amanhã, quem quer, faz agora, não espera acontecer.  
Alberto Alves Marques
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IMPOSTOS E DIREITOS SOCIAIS.

Após várias notícias veiculadas na mídia televisiva e eletrônica sobre a precariedade da educação pública brasileira, da saúde, da segurança e de todos os Direitos Sociais, resolvi tecer algumas considerações, relacionando os impostos usurpados da renda dos brasileiros e os direitos inalienáveis disponíveis na nossa Constituição de 1988. Vale salientar, que na Constituição Federal no Art. 6º, Direitos Sociais estão relacionados com: “A educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”. Diante dessa carga astronômica de garantir ao cidadão brasileiro uma vida digna, nos aspectos sociais, econômicos e culturais, foram criados os Impostos. Grosso modo, a etimologia da palavra vem do Latim, que significa: imposìtu-, particípio passado de imponère: impor, por como obrigação”, em outras palavras, seria uma obrigação do povo custear os Direitos Sociais, até aí tudo bem, porém, em se tratando de Brasil, aliás, têm os maiores Impostos do Planeta, alguns questionamentos não se calam: Os impostos que o povo paga com o suor do seu Labor (trabalho) estão sendo investidos na população em forma de educação pública de qualidade, segurança e saúde públicas, dignas de um país que está entre os mais ricos do Planeta em PIB (Produto Interno Bruto)? Se sim, por que quando se precisa de atendimento em hospitais públicos, muitos padecem na fila de espera, pagando com a própria vida? Por outro lado, segundo os nossos governantes, os impostos são necessários para custear os Direitos Sociais do povo. A propósito, como está a escola dos seus filhos? E mais, de acordo com a Constituição Federal citada acima, todos os brasileiros dentro da lei, têm o Direito de ir e vir. Diga-se de passagem, com a falta de segurança existente em nosso país, corre-se o risco de sairmos para ir à padaria e não retornarmos. A saber, onde está a carga de Impostos que pagamos? Considerações finais: O pior do que ter uma das maiores cargas tributárias do planeta, é não ter o “feedback” desse dinheiro, retirado da população que mais precisa de atendimento nos seus Direitos Sociais. E o que mais nos deixam perplexos, são as propagandas na telinha da televisão: “Brasil um país de todos”. De todos quem? Daqueles que usufruem dos nossos impostos. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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CONHECIMENTO É PODER

Grosso Modo, ao analisarmos a Contemporaneidade, especificamente a brasileira, principalmente se boa parte dos estudantes resiste à educação formal, ou seja, aquela que proporciona a Excelência Acadêmica, em que os indivíduos são preparados para seguir nos estudos, cabe algumas indagações: Essas mentes em formação sabem que o conhecimento é poder?  Ou melhor, porque padecem na ingenuidade, acreditando que o conhecimento não trará resultados satisfatórios? Diga-se de passagem, ainda pairam pensamentos infundados na ostentação do sucesso rápido, do dinheiro fácil sem esforço, crendo que poder é conhecimento. Naturalmente, em um mundo Capitalista, individualista e consumista, o poder acaba enganando boa parte das pessoas ingênuas, fazendo-as acreditar que esse é conhecimento. Concordo que o poder na História da Humanidade já foi conhecimento, porquanto, não consolidado, e sim usurpado do povo, essa época foi há muito tempo. A saber, o poder era conhecimento na era medieval (Idade Média) em que a Igreja com a sua ostentação no céu e na Terra dominava a escrita e a leitura, afastando a população do conhecimento, concomitantemente, o mesmo ocorria com os reis e imperadores, pois ambos dotados do poder divino monopolizavam o conhecimento para deixar os seus súditos intimidados. Em virtude disso, a população reagiu e fez a Revolução, exigindo também o conhecimento, em outras palavras, foram travadas muitas lutas para que a escrita e a leitura universalizassem chegando até a casa do camponês, do operário, das mulheres e demais pessoas que sempre ficaram às margens do conhecimento. Fazendo uma ponte com a atualidade, concebe-se que não nos encontramos em épocas medievais, ao contrário, estamos em um momento cujo conhecimento é poder, assim, as pessoas podem tirar tudo de você, mas o conhecimento ficará eterno, como os de Albert Einstein, Karl Marx, entre outros que contribuíram para a evolução humana. Considerações finais. O conhecimento constrói o poder nas pessoas, isso é tão verdade, que basta analisar o descaso de algumas Instituições com a educação formal em nosso país. Sabem por quê? Devido, o conhecimento libertar os indivíduos das tiranias dos governos corruptos, contribuir nas escolhas bem sucedidas no trabalho e em casa, e fazer a diferença em todas as dimensões humanas. Dessa forma, se não fosse o conhecimento, e sim o poder, você não estaria lendo esse pequeno texto que escrevi para a sua reflexão. Enfim, o poder cedeu lugar à universalização do conhecimento, levando o ato de ler e escrever a vários lares, oportunizando ao povo soltar as amarras da ignorância em busca de um mundo melhor. Conhecimento é poder, e, não, poder é conhecimento. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL
Nos últimos anos, as escolas públicas no Brasil vêm passando por crises estruturais, grosso modo, essa problemática está relacionada aos fatores políticos, sociais, econômicos e culturais. Diante dessa situação, o Governo do Estado de São Paulo no ano de 2012, lançou o Projeto de Escolas de Tempo Integral; a princípio 16 escolas aderiram ao programa, no ano seguinte de 2013, mais escolas integraram ao projeto, transformando, assim em um grupo de 69 escolas. Diga-se de passagem, faço parte de uma dessas escolas, portanto, posso relatar com propriedade o que acontece em seu interior. Naturalmente, antes de opiniões apressadas e fragmentadas sobre as unidades educativas de ensino integral é de fundamental importância diferenciar o que é senso comum de conhecimento científico. A saber, o senso comum generaliza os acontecimentos sem conhecer, além de fragmentar a informação sem sistematizá-la, já o conhecimento científico é preciso conhecer através de métodos para opinar, ou melhor, para produzir o conhecimento. Seguindo essa linha de pesquisa, iniciarei a explanação da Escola de Tempo Integral, ou melhor, educação de Tempo Integral, pois, aqui, o que se preza é a qualidade e não a quantidade. De fato, nessas instituições educativas o aprendizado está focado no aluno e no seu Projeto de Vida, isto é, nas suas escolhas, enquanto estiver na escola e quando sair dela, para enfrentar as surpresas que a vida lhes proporciona. Assim também, essa instituição articula a Base Nacional Comum (Currículo Oficial) e a Parte Diversificada (Currículo Real da comunidade), fazendo com que os alunos não só desenvolvam a Excelência Acadêmica para prosseguir nos estudos, mas também adquirir conhecimento para a vida, diga-se de passagem, uma educação interdimensional. Em outras palavras, aqui se formam jovens Solidários, prestes a fazer a diferença em um mundo de indiferentes; Autônomos, em vez de se tornarem alienados, tomarão iniciativa; e Competentes, fazendo a diferença diante de uma situação problema. Igualmente as outras escolas, inclusive, existem problemas, porém, trabalhamos em equipe para não deixar essa fragilidade crescer, além do mais, os próprios estudantes faz a diferença nas resoluções desses contratempos, pois nesse espaço eles são vistos como solução e não como problema, ou seja, ajudam a solucioná-los. Considerações finais: Após esse depoimento é possível observar que a educação formal em nosso país tem solução, basta força de vontade de todos, do Governo, da Família, da Sociedade, dos Professores e dos Alunos, nesse sentido, um verdadeiro trabalho em conjunto. Assim, quando precisarmos de referenciais de escolas de qualidade, não precisaremos buscar em outros países, basta coletá-los aqui mesmo. A saber, educação pública gratuita de qualidade, explanada na Legislação tem solução, mas para isso é preciso de um ponto de partida, quem sabe na educação integral repousa a solução?
Alberto Alves Marques
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TECNOLOGIA E ALIENAÇÃO

A temática deste artigo de opinião está relacionada com o uso das tecnologias na contemporaneidade e a alienação por parte de alguns usuários, em outras palavras, essas ferramentas tecnológicas estão fazendo com que muitas pessoas, sobretudo, as crianças e os adolescentes, deixem de fazer coisas simples e essenciais, como a leitura de um livro, as operações básicas da matemática, a tabuada e coisas do seu dia a dia, como até amarrar um sapato. É óbvio, que as tecnologias, principalmente a Internet, facilitaram as nossas vidas, desde que utilizadas de forma consciente, porém, percebe-se que tais ferramentas, além das benfeitorias provocam o comodismo e a alienação. A saber, muitas crianças na faixa etária de sete aos onze anos sabem navegar pelas redes sociais, mas encontram dificuldade em amarrar os seus sapatos, dependendo dos pais ou de um adulto. E mais, boa parte dos alunos estufa o peito satisfeito por dominar os recursos das redes, mas se está em questão as atividades escolares, ao se cobrar a tabuada, é aquela tragédia, e o mesmo acontece nas aulas de Língua Portuguesa, a maioria dos internautas mirins, consegue criar letras e palavras com a maior agilidade (mesmo sendo símbolos estranhos), contudo, se é uma leitura de textos simples e exposição de ideias, acontece o fiasco. Isto é, a Internet que deveria ser um recurso complementar, está substituindo algumas atividades essenciais para as crianças e adolescentes, fazendo com que muitos alunos saiam da escola alfabetos digitais e na excelência acadêmica, analfabetos funcionais.  Igualmente, todas essas ações estão fundamentadas no discurso propagandeado pelas grandes Corporações, que, aliás, precisam vender os seus produtos. Diga-se de passagem, não é de hoje o discurso de que a Ciência e a tecnologia resolveriam todos os problemas da humanidade, com o surgimento do Iluminismo no século XVIII, muitos acreditavam que a Ciência e a tecnologia salvariam a humanidade de todos os males, esse discurso só seria desconstruído após o término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), ao perceberem as atrocidades promovidas pela tecnologia. Atualmente, muitos devem estar perguntando: Como reverter essa situação se a população contemporânea é bombardeada pelas tecnologias e os discursos consumistas em tempo real, atingindo, sobretudo, as crianças e os adolescentes, ainda indecisos e vulneráveis em suas escolhas?  Diante dessa problemática, o que vale é o equilíbrio e a conscientização, e não a proibição do uso das tecnologias (Internet), pois proibindo o uso estamos também contribuindo para a alienação a outros suportes da tecnologia, os livros, a TV, entre outros. Considerações finais: Para fundamentar esse equilíbrio vale ressaltar as ideias do estudioso sobre educação José Carlos Libâneo: “A informação é um caminho de acesso ao conhecimento, é um instrumento de aquisição de conhecimento, que possibilita a filtragem e a crítica da informação, de modo que ela não exerça o domínio sobre a consciência e ação das pessoas”. Resumindo a ideias de Libâneo, é preciso um equilíbrio com o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, somente assim evitaremos a alienação.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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