MARKETING

MARKETING
ESPAÇO PARA ANÚNCIO ON-LINE

MATERIAL PARA CONCURSO PÚBLICO

MATERIAL PARA CONCURSO PÚBLICO
Fonte original: http://www.apeoesp.org.br/

PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
CLIC NA IMAGEM E ACESSE O CURRÍCULO DE 2013

VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.
Clic na imagem acima e assista aos vídeos.

PROFESSORES QUE TAL NOS UNIRMOS

ENTRE NA REDE

domingo, 23 de novembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: APÓS AS ELEIÇÕES 2014: VEM A TEMPESTADE

Após o término das Eleições Nacionais 2014, o que se espera do novo administrador Federal? A princípio, que o mesmo consiga uma política Nacional articuladora que agradam a gregos e troianos, visto que no último pleito a diferença entre a Candidata Dilma e Aécio Neves não foi tão significativa. Diga-se de passagem, após a tempestade vem a calmaria, no entanto, em se tratando de Eleições, esse dito popular não segue a regra, ou seja, após a calmaria vem a tempestade. Explico: Em tempo de eleições, o que importa é atacar o adversário, e para isso demonstram que o Brasil é um país sem problemas, sem tempestade, outrossim, reina a calmaria, com pessoas felizes, ótima educação, segurança de primeiro mundo além de hospitais de dar inveja. Este Brasil existe? Sim, na época das campanhas eleitorais, entretanto, após esse pleito, vem a tempestade, como essa notícia: Rombo de R$ 100 bilhões em 2015 é desafio para nova equipe econômica”, isto é, o novo ministro da fazenda terá que dar um jeitinho na casa. Uma pergunta não se cala: Se esse rombo astronômico existe, quem estava no governo Federal anterior? E mais, porque isso não saiu à tona nas campanhas eleitorais? Estranho, muito estranho. A saber, não é aqui pretensão de este escritor fazer julgamento ou advogar em nome de alguém, longe dessas pretensões, mas provocar pensamentos alheios, pois esse é o papel do formador de opinião, jogar uma fagulha para que os outros construam a sua opinião. Mas vamos adiante, quem não ouviu durante as propagandas eleitorais de 2014, discursos de que no meu governo foram feitos tantos hospitais, escolas, moradias e desemprego com índices baixíssimos, etc.? Acredito que todos aqueles que têm um aparelho de Televisão em casa, a não ser que no momento da Propaganda Eleitoral gratuita desligasse o aparelhinho. E agora, o que os veículos de comunicação explanam? Considerações finais: Na realidade existem dois Brasis, aquele durante o período das propagandas eleitorais, o país das maravilhas e o país após as eleições, o Brasil real, com os problemas de segurança, saúde pública, educação, além de escândalos da Petrobrás, mensaleiros sendo poupados das prisões, etc. É bom parar por aqui, pois, o espaço que tenho para escrever é limitado. E o pior de tudo, é o povo que concede esse poder a eles. O que está errado? Acorda Brasil!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.   


ARTIGO DE OPINIÃO: O PARADOXO DO ENEM 2014

Grosso modo, a gênese do ENEM-Exame Nacional do Ensino Médio estava fundamentado para avaliar a qualidade da Educação Básica no país, sobretudo, da escola pública, em outras palavras, diagnosticar os pontos de atenção e propor investimentos. No entanto, tudo isso ficou na teoria, pois o Exame surgiu desde 1998, e, diga se de passagem, quase duas décadas já se passaram (16 anos), e ainda, não houve uma reestruturação na Educação Básica, principalmente, no Ensino Médio, oportunizando, assim, uma educação pública gratuita de qualidade como preconiza a Legislação vigente. Diante de tudo isso, observa-se cada vez mais, a educação formal brasileira pública (Ensino Médio) indo para o abismo, carregando índices baixíssimos nas avaliações internas e externas, ficando atrás de países com o PIB-Produto Interno Bruto inferior ao nosso, como o Uruguai e o Chile.  Partindo desse pressuposto, são detectados e registrados os pontos de atenção, entretanto, o remédio está longe de chegar às escolas. E para variar, esse exame nacional, a partir do ano de 2009, sofreu alterações, ocupando os lugares dos múltiplos Vestibulares que circulavam pelo país. O intuito era promover um índice maciço de estudantes da Rede Pública nos bancos universitários, coisa que só ficou no papel, devido à complexidade do Exame e o despreparo de boa parte dos estudantes do Ensino Médio das redes públicas. A título de ilustração, o ENEM, com toda a sua reestrutura universalizou a entrada dos alunos da Escola Pública nas Universidades? A priori, a quantidade de alunos do Ensino Médio Público nas Universidades é mínima, visto a quantidade de alunos que concluirão essa modalidade em 2014, sobretudo, se muitos não conseguem resultados satisfatórios, cedendo as suas vagas para os Colégios particulares renomados. Partindo dessa afirmação, o Exame não mudou ainda a realidade da Educação Básica em nosso país, ou seja, fornecer a matéria prima para a graduação. Outra indagação é: os Vestibulares serviam a quem? A todos aqueles que queriam estudar, sendo oriundos dos Colégios Particulares de Excelência, dos Colégios Públicos de qualidade, outrossim, os amantes do estudo e do conhecimento. Considerações finais: Quando está em jogo educação formal em nosso país muda-se a conjuntura e não a estrutura, ou seja, o problema talvez não estivesse nos vestibulares, que segregavam a maioria sim, mas talvez em uma Educação Básica decadente com uma parcela razoável de alunos apáticos que não tinha subsídios para enfrentar os Vestibulares. Dessa forma, veio o ENEM, na verdade, está mais complexo do que os Vestibulares para aqueles que não levam a sério a Educação Básica. Esse é o grande paradoxo da educação em nosso país, muda-se para ficar do mesmo jeito que está. E mais, entrar em uma Universidade é o primeiro passo, o segundo é sair, e mais, com um conhecimento de qualidade, é isso que a sociedade espera. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.   


terça-feira, 14 de outubro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO DIA DO PROFESSOR: O DESAFIO DE SER PROFESSOR NO SÉCULO XXI

DIA DO PROFESSOR: O DESAFIO DE SER PROFESSOR NO SÉCULO XXI 

A princípio, o título deste artigo está sincronizado com os desafios de ser professor no século XXI, mediante a uma sociedade em que a maioria não valoriza a educação formal. Grosso modo, o que é ser professor na Contemporaneidade frente à complexidade de um mundo tecnológico, excludente e em muitas situações, ausente de valores e respeito? Diga-se de passagem, é uma indagação difícil de responder, devido à complexidade da questão. No entanto, é acreditar que uma sociedade justa e tolerante passa antes de tudo pelas mãos de um professor. Assim, é extremamente relevante conceber que essa profissão está entre tantas de fundamental importância na vida dos seres humanos, e não apenas comemorações no dia 15 de outubro; e mais, uma valorização permanente em que se reconhece o papel desse profissional. Diante dessa situação, discorrer-se-á sobre o dia do professor buscando a importância desse profissional na formação integral das crianças, construindo subsídios para que se tornem profissionais éticos e no quesito caráter, cidadãos com educação, respeito e valores. Todavia, a profissão professor está articulada com as demandas da sociedade, em outras palavras, o professor ou educador utilizar-se-á de estratégias para preparar as pessoas para os desafios do dia a dia na sociedade, lapidando-os. Nesse sentido, ser professor nos dias atuais é ir além dos conhecimentos acadêmicos, é estar presente na vida do educando nos aspectos afetivos e sociais, elencando valores para a vida toda. Ser professor diante da escola Contemporânea é perceber a diversidade que está sentada nos bancos escolares e tratá-los sem diferença, afinal, todos tem o direito de uma educação de qualidade. É sabido, um professor deixa marcas: positivas ou negativas, isto é, o tempo passará, e aquelas crianças lembrarão de você, nos aspectos positivos ou negativos. E com certeza os positivos sobressairão, pois todos aqueles que se prezam e têm uma profissão digna passam pelas mãos de um mestre. Considerações finais: Ser professor em muitas situações é colocar no mesmo pedestal os alunos e os seus filhos. É óbvio que não está fácil diante de tantos conflitos, entretanto, ser professor é saber que temos uma missão: transformar a vida dos alunos, como salienta Augusto Cury quando a: “[...] nossa missão como educadores esta muito além dos cálculos matemáticos. Está acima de tudo, na capacidade que tivermos de fazer a diferença na vida de nossos educandos”. Isso é a mais pura verdade, alguém fez a diferença na vida deste educador e escritor, um professor.  Feliz Dia do Professor.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.    

domingo, 14 de setembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: ONDE ESTÃO OS MENSALEIROS?

ONDE ESTÃO OS MENSALEIROS?

A título de ilustração, este artigo está fundamentado nas prisões das pessoas que estavam envolvidos com o MENSALÃO, gerando indagações como: Aonde andam os mensaleiros que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa colocou na cadeia? Os mesmos saíram de cena para não comprometer as campanhas eleitorais de 2014 dos seus respectivos partidos? Não é aqui pretensão de este escritor fazer um juízo de valor sobre a Justiça Brasileira, porém, a mesma só funciona quando os donos do poder, nos bastidores, têm algum interesse. Em outras palavras, o que está por traz da aposentadoria de Joaquim Barbosa, uma personagem corajosa que rompeu com o jeitinho brasileiro e colocou os donos do poder atrás das grades? A priori, são tantas indagações e, com certeza, não saberemos as respostas. Aliás, por um instante pensou-se que a Justiça iria funcionar na República Federativa do Brasil, quando o Ministro do Supremo Tribunal, Joaquim Barbosa, resolveu fazer uma faxina na Política dessa nação, oportunizar a felicidade de um povo que está cansado de pagar impostos e não ter uma vida digna com excelente saúde pública, educação e segurança. Na verdade, foi o mesmo que dormir e acordar concebendo que tudo não passava de um sonho, ou seja, os mensaleiros não estão atrás das grades, ao contrário, estão trabalhando e passando bons momentos com a família. Esse é o paradoxo de um país em que a Justiça não segue o princípio de equidade. Será que se essas pessoas se não fossem magnatas e tão influentes, os mesmos teriam os benefícios da lei? É óbvio que não. E mais, muitos brasileiros honestos e pagadores de impostos, circulam dia a dia à procura de emprego, e não têm a mesma sorte, pois não podem contar com o apadrinhamento ou do jeitinho brasileiro de burlar a Lei. Porquanto, voltando ao questionamento do artigo: aonde andam os mensaleiros? Também é viável perguntar: Onde está Joaquim Barbosa? Considerações finais: Quanto à indagação onde andam os mensaleiros, os mesmos estão nos bastidores da política trabalhando como se nada tivesse acontecido. Enfim, Joaquim Barbosa um brasileiro como nós que sonhava com um país justo e uma Justiça equitativa, independente, das condições socioeconômicas, foi tirado de cena, outrossim, foi aposentado, porque ele estava fazendo aquilo que já deveria ser feito há muito tempo, moralizar a política e combater a corrupção e, certamente, isso incomoda muita gente, sobretudo, aqueles que percebem seus Impérios do Poder desmoronar.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.   


A FINALIDADE DO DISCURSO GENERALIZANTE
Grosso modo, a ideia de escrever sobre essa temática surgiu a partir da reflexão dos discursos inferidos na Contemporaneidade, pois é uma constante ouvirmos em discursos midiáticos, em reuniões ou em propagandas políticas os oradores tecer comentário generalizante, ou seja, relacionado ao senso comum. A título de ilustração, as generalizações por mais simplistas que possam parecer não podem ser descartadas, e, diga-se de passagem, tem o seu momento e público. Em outras palavras, se um orador profere um discurso generalizante em uma plateia diversificada, a sua fala tem como objetivo atingir um número máximo de ouvintes, obviamente toda regra tem a exceção, então, é aquela velha frase popular: “Joga-se a carapuça para cima, se for minha eu pego”. A generalização não é uma ferramenta de pessoas desconhecedora do assunto, ou quem utiliza somente do senso comum para justificar determinados fatos, a bem da verdade, as pessoas sábias também utilizam dessa ferramenta de comunicação para atingir pequenos grupos de pessoas no meio da multidão. Todavia, quando alguém pronuncia para um público: A população brasileira não gosta de ler. A frase tem uma entonação e afirma que os 202 milhões de brasileiros não têm o hábito de leitura, entretanto, sabe-se que uma parcela de 20% ou quem sabe mais, são leitores assíduos. Partindo desse pressuposto, qual a intenção do discurso? Se atingir um número máximo de público, impactará, ou seja, chamará a atenção para algo de extrema importância. A priori, foram lançadas através da Catapulta do discurso várias carapuças que dirá, realmente, quem se enquadra ou não tem o hábito de leitura, basta alguém pegá-la. Diga-se de passagem, uma frase bastante pertinente é quando se utiliza o velho chavão: A educação brasileira está com uma péssima qualidade. É sabido que nem todas as escolas no Brasil estão com a qualidade educacional duvidosa, no entanto, como o número de unidades é maior, é preciso chamar a atenção para esse fato, provocar as unidades que não dispõem de uma boa educação formal. Considerações finais: O discurso generalizante faz parte das nações desenvolvidas que tinham como metas jogar a responsabilidade para toda população, dessa forma, na impossibilidade de conversar com todos os munícipes, a saída é a generalização. Por outro lado, não devemos ficar chateados se o discurso é direcionado a todos naquele momento, devemos, sim, ficar incomodados se o que o orador está falando serve para a minha pessoa. É comum ouvirmos pessoas nas empresas, escolas, políticas e outras Instituições proferirem calorosos discursos, na verdade, há de se reconhecer que essas pessoas são muito inteligentes no seu discurso. Portanto, sábios são aqueles que concebem que a frase citada não se encaixa no seu perfil ou na sua atitude. Em um mundo onde a propaganda, a mídia eletrônica e o discurso estão a todo o momento em nossos lares e empregos deve-se tomar cuidado com as carapuças que são jogadas a todo instante. Será que ela me serve?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php

ARTIGO E OPINIÃO: VIOLÊNCIA NA ESCOLA: QUE GERAÇÃO É ESSA?


 VIOLÊNCIA NA ESCOLA: QUE GERAÇÃO É ESSA?

“Aluna da 7ª série do Ensino Fundamental foi agredida por uma aluna de 16 anos em uma escola de Sorocaba, [...], a garota chegou a ficar a desacordada e perdeu três dentes quando a agressora bateu a cabeça dela contra a parede”. Grosso modo, essa é mais uma entre tantas notícias de barbárie que acontece nas escolas públicas brasileiras. A priori, antes de continuar explanando este artigo, é de fundamental importância deixar claro para os eleitores que em alguns momentos é preciso relativizar um fato, porém, quando se quer atingir e sensibilizar as autoridades competentes, as famílias e a sociedade, a generalização é a melhor estratégia; outrossim, é sabido que existem escolas com ambientes harmoniosos e de paz. Portanto, as generalizações servem para as autoridades competentes que, constantemente, prolifera o discurso infundado de que esse fato é um caso isolado. Leviandade de quem pensa assim, e mais, falta de informações, informações estas que poderiam ser coletadas pelos profissionais que estão dentro das unidades educativas, as fontes vivas que, diariamente, estão em contato com essas ações de agressões. Em outras palavras, o discurso de que essas ações são isoladas, utiliza-se do senso comum, portanto, é preciso mapear e tabular esses casos no interior das Instituições Educativas, pois, se for realmente um caso isolado, está na hora de atitudes para não deixar se alastrar para as demais unidades educativas. Todavia, quando esses casos absurdos aparecem na mídia, indaga-se: Que geração é essa que está chegando a uma Instituição que se preza pela informação, conhecimento, afetividade, diálogo e sociabilidade? Que geração é essa que agride professores, colegas, e outros funcionários das escolas? Esse é o paradoxo educacional, pois, quando a escola era para poucos, lutamos para que a mesma fosse para todos, e isso aconteceu, ótimo. Entretanto, é preciso valorizá-la, antes que essa Instituição de extrema importância na sociedade exclua os alunos que, realmente, querem estudar, e deixa no seu interior apenas aqueles que não querem nada com nada. Isso é fato, mediante a violência escolar, muitos alunos bons estão emigrando para outras escolas de qualidade, principalmente, as particulares de excelência. Considerações finais: A saber, é preciso resgatar o verdadeiro papel da escola, articuladora do conhecimento acadêmico, afetividade, amizade, tolerância, respeito e, sobretudo, um lugar para conceber o outro como seu semelhante. A base para o desenvolvimento de um país em todas as dimensões está alicerçada em escolas de qualidade, consequentemente, uma educação para todos exige comprometimento de todos.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/

Facebook: http://www.facebook.com/home.php Cidade: Hortolândia/SP.    

EDUCAÇÃO NO BRASIL: GASTO OU INVESTIMENTO?

Após analisar uma notícia divulgada sobre o investimento per capita por aluno em nosso país, em que, segundo pesquisa internacional, a quantidade de investimentos por estudantes em nosso país é o segundo entre os países investigados, só nos restam indagar: Por que no Brasil educação pública é considerada gastos e não investimentos? Diga-se de passagem, estamos entre as dez maiores potências econômicas do Planeta, por que não entre as melhores em nível educacional? Eis um questionamento um tanto complexo que responde, de acordo, com essa mesma pesquisa, enquanto outras nações investem ao ano em torno de R$ 20.000,00 por aluno, no Brasil a situação é aquém, destinados somente R$ 6.745,00. A título de ilustração, os investimentos em educação básica não são os únicos elementos a elencar uma escola pública de qualidade, é óbvio, soma-se a isso a valorização desse bem precioso pela sociedade, o acompanhamento das famílias e o primordial, o interesse dos alunos. Contudo, investimento em educação é o ponto de partida para uma Escola Pública de Qualidade, preconizada na Legislação e pelos políticos, sobretudo, em época de campanhas políticas. É sabido que não adianta uma avalanche de recursos direcionados para a educação, esses precisam ser redirecionados e utilizados de forma coerente e correta, caso contrário, acabam indo para a torneira do desperdício, gerando como consequência uma educação de qualidade duvidosa. Entretanto, os países que investiram e investem em educação, estão hoje colhendo frutos políticos, sociais, econômicos e culturais, colocando-os em uma posição privilegiada. Além do mais, segundo alguns especialistas que acompanham os índices de qualidade educacional no Brasil, existe uma articulação entre o IDEB- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e a precariedade dos investimentos, fazendo com que as Instituições Educacionais Públicas não alcancem a meta. Considerações finais: Enquanto em países como a Noruega, Suécia e os Estados Unidos consideram a educação formal como investimento, no Brasil, infelizmente, os nossos políticos ainda não conceberam essa verdade inquestionável. Logo, investir em educação torna-se sinônimo de pessoas conscientes pelos seus direitos e escolhas, principalmente, relacionadas às eleições. Capital nas escolas significa melhores oportunidades no mercado de trabalho e, consequentemente, alavancará melhores condições socioeconômicas, matéria-prima de suma importância no desenvolvimento social, econômico e cultural da nação, indicadores de extrema relevância para erradicar a pobreza, a fome e a ignorância, as principais mazelas do século XXI. Acorda Brasil, investir em educação formal é o caminho para a transição entre a barbárie e a civilização.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.   

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: SARESP 2013 UM RESULTADO NADA SATISFATÓRIO.

SARESP 2013 UM RESULTADO NADA SATISFATÓRIO.
Grosso modo, o SARESP é uma avaliação externa aplicada pela Secretaria da Educação de São Paulo desde 1996. A princípio, o seu propósito era gerar indicadores para fomentar políticas públicas em prol de uma escola pública estadual de qualidade; mas, ao longo dos anos, aquilo que era uma estratégia para sanar as defasagens dos alunos... se perdeu no tempo. A propósito, o discurso de este escritor e formador de opinião está fundamentado no resultado do SARESP de 2013, pois desde 2008 não havia um índice tão ruim, salvo algumas Escolas de Ensino Integral. A saber, a linha filosófica desse exame externo é construir indicadores para que o Estado possa sanar as defasagens dos alunos, investindo infraestrutura e formação continuada dos profissionais da educação, entretanto, já se passaram quase duas décadas e nada de uma educação de qualidade no Estado de São Paulo. Diga-se de passagem, o que está errado com o SARESP? Por que não estamos coletando bons resultados na educação pública no Estado de São Paulo, aliás, o mais rico da Federação? A priori, não existem fórmulas prontas e sim algumas hipóteses que devem ser levadas em considerações ao almejar uma educação pública de qualidade. Em outras palavras, é um conjunto de fatores que deveriam ser levados a sério por todos aqueles que prezam por uma educação de qualidade, na verdade, coletar-se-ão resultados positivos, no momento em que a educação formal do Estado de São Paulo implantar um Currículo fundamentado em quatros pilares de extrema importância: Políticas Públicas, Escolas, Famílias e Alunos. A título de ilustração, teremos uma escola que atenda a todos com qualidade, quando os Governantes elaborarem Políticas Públicas educacionais que invistam em capital Humano (valorização dos profissionais) e material (escolas adequadas à sociedade do século XXI). Certamente, uma Escola preparada para a diversidade e com profissionais em formação constante alcançará bons resultados nas avaliações externas e internas. Uma boa Instituição Educativa em todas as dimensões deve contar com alunos que queiram aprender, para tanto, o interesse é de suma importância no seu aprendizado, ultimamente, algo raro. Para terminar, o quarto pilar é a parceria entre a escola e a Família, instituição relevante na formação e acompanhamento dos estudantes, não basta matricular, há de se acompanhar, educar, e, sobretudo, cobrar dos seus filhos. Considerações finais: A bem da verdade, se em 1997 um ano após a primeira edição do SARESP, todos os envolvidos com a educação formal utilizassem os indicadores dessa avaliação, não estaríamos agora lamentando as condições da educação pública no Estado de São Paulo, outrossim, sempre estamos produzindo indicadores, porém, estamos jogando-os na lata do lixo. Concordamos que a educação é um processo lento e gradual, no entanto, é preciso que alguém comece as transformações.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.    

ARTIGO DE OPINIÃO ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PROPAGANDA POLÍTICA?

ELEIÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DA PROPAGANDA POLÍTICA?

A pouco mais de um mês das Eleições Nacionais, as propagandas eleitorais invadem a sua telinha, seu rádio, sua caixa de mensagem e, também, a sua caixa de correio. Em outras palavras, uma avalanche de papel, imagens, e-mails, e outras ações para ganhar o seu voto, no entanto, por trás dessa estratégia esconde uma arma muito perigosa, a enganação, a mentira e o mascaramento da realidade. E mais, aquilo que achamos engraçado e criativo, e que rouba a cena, exemplo, o candidato Tiririca, nos faz refletir sobre o modo como muitos menosprezam a Política enquanto Ciência. Por outro lado, a propaganda trabalha com valores apelativos, ou seja, atinge um público-alvo indefeso, em que muitos ainda não têm opinião formada, e de cabeça baixa acredita nas promessas mirabolantes dos candidatos, seguindo e escolhendo aqueles que estão nas melhores classificações nas pesquisas, pois para inúmeras pessoas, o que importa é não perder o voto. Grosso modo, a propaganda é tão sarcástica que mascara a realidade, foi por isso, que o chefe de propaganda de Hitler dizia que uma mentira contada 100 vezes acabava transformando em verdade. Partindo desse pressuposto, quando as propagandas eleitorais invadem o seu espaço privado com promessas e mais promessas, as chances de esses políticos chegarem ao poder é imensa. Mas afinal, como escolher um candidato honesto no Brasil de hoje para representar os interesses do povo e não o próprio? A priori, não existem fórmulas prontas, assim é de fundamental importância utilizar o senso crítico, conhecer, ou seja, pesquisar a história política e particular dessas pessoas ajuda, para não acreditar em tudo que dizem. Considerações finais: As propagandas políticas que estão invadindo as nossas casas, a maioria é irreal e o seu propósito é ganhar o nosso voto, contudo, as filas que estão aumentando cada vez mais à procura de tratamento médico em hospitais de péssima qualidade, são reais. A saber, pode até parecer engraçado as piadinhas do candidato Tiririca em horário eleitoral, entretanto, não é nada engraçado quando saímos para trabalhar e não temos certeza se voltamos para casa, devido à falta de segurança. A título de ilustração, boa parte das promessas que estão chegando até nós, parece que vai solucionar o problema do dia para a noite em um passe de mágica, porquanto, há quanto tempo estamos implorando por uma educação pública gratuita de qualidade? E o que é mais chato em tudo isso, é que essas pessoas não chegam ao poder sozinhos, precisam de uma mãozinha, o nosso voto. Será que cada povo tem o Governante que merece, como dizia o Filósofo francês, Joseph-Marie Maistre (1753-1821)? Não está na hora de mudar esse discurso? Acorda Brasil!!!   
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.    

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A&R- IMPORTADOS DIRETAMENTE DOS ESTADOS UNIDOS, PERFUMES, ÓCULOS, ENTRE OUTRO PRODUTOS.


Direto dos Estados Unidos - Produtos confiáveis




Deixe a sua marca por onde passar, utilize perfumes importados.




Acesse aqui os melhores perfumes importados

Lançamento de Tênis original, diretamente dos Estados Unidos.













   


Os perfumes mais vendidos no Brasil confiram


IMPERDÍVEL VEJA


sábado, 31 de maio de 2014

BLOG DO PROFESSOR ALBERTO NA COPA : ARTIGO DE OPINIÃO COPA DO MUNDO: UMA EXPLICAÇÃO FILOSÓFICA!

COPA DO MUNDO: UMA EXPLICAÇÃO FILOSÓFICA!

Grosso modo, este artigo foi amadurecendo quando passei a tecer uma análise crítica filosófica sobre os jogos da Copa do Mundo 2014 realizada no Brasil. Diga-se de passagem, para compreender uma realidade é de fundamental importância conhecer a complexidade da mesma, sendo assim, fundamentar-se-á a minha linha de raciocínio no Silogismo de Aristóteles. A princípio, essa ideia pode causar certo estranhamento na maioria dos leitores, mas calma, segue a explicação. A saber, o Silogismo é um termo filosófico utilizado pelo grego Aristóteles para fundamentar uma Lógica perfeita, ou seja, se as duas premissas são verdadeiras, a terceira que seria a conclusão, também o é. Então: “Todo Homem é mortal; Sócrates é Homem; logo, Sócrates é mortal”. Assim, se as duas premissas são verdadeiras, a conclusão que seria a terceira premissa também será verdadeira, resumindo: “Sócrates é Homem, assim ele é mortal”. Complexo não? Mas é verdadeiro. Vamos trazer o Silogismo para a Copa do Mundo, sobretudo, quando as seleções que seriam as favoritas ao título foram eliminadas, principalmente o Brasil, pois a maioria dos brasileiros acreditava no hexa. A primeira premissa era: o Brasil estava jogando em casa e isso garantiria o seu futebol. A segunda premissa, a seleção brasileira construiu um favoritismo não pelo seu futebol arte, e, sim pelo ufanismo exacerbado da maioria dos brasileiros, muitas vezes alardeado pela mídia. Então, partindo da primeira premissa e da segunda, a terceira não tem como ser verdadeira, pois a torcida, apenas contribui e a mídia não entra em campo, portanto esses quesitos não são suficientes e não ganham jogo. É fato, no jogo é onze contra onze, e dentro do campo talento, tática, organização, raça e humildade, esses sim, ganham jogo. Por outro lado, favoritismo se constrói na realidade e não pela propaganda midiática, além do mais, através de uma equipe coesa e não de talentos individuais. Nesse sentido, as duas primeiras premissas não sustentam a conclusão, ou seja, o Brasil chegar ao final da Copa do mundo como campeão. Para muitos, estou falando isso após a derrota do Brasil, sim eu sou brasileiro e acreditava, mas consciente das deficiências da Seleção canarinho percebido ao pegarmos um oponente mais bem preparado; é óbvio que eu, como milhares de brasileiros queria ver o Brasil HEXA, infelizmente muita humilhação, porém devemos ter os pés no chão e seguir em frente, com tristeza, choro e decepção, mas a vida continua. Considerações finais: Termino este artigo com as considerações finais partindo de uma indagação:  As outras seleções melhoraram o seu futebol ou o Brasil está piorando o seu futebol? A priori, pode-se buscar respostas no Capitalismo, outrossim, a exportação de jogadores brasileiros para o mundo todo, fez com que os demais países absorveram os talentos dos brasileiros, construindo um talento misturado com raça. Diga-se de passagem, isso não acontece com as tecnologias que é dominada pelos Estados Unidos, Japão, Alemanha e outros países da Europa, esses países não passam ou ensinam toda essa tecnologia para os demais países. Sabem por quê? Para não perderem o monopólio, isso sim, o monopólio do futebol não é mais brasileiro. Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.     
Abaixo estão as escola do país que sediará a Copa do mundo de 2014.

Em nosso país muitos não querem enxergar isso, pois, quando estamos na zona de conformo fica difícil dar uma olhada para o outro lado. 















 






Fonte das imagens:  educacao.uol.com.br.




ALGUNS NÚMEROS DA COPA DE 2014
“O homem é a medida de todas as coisas” (Protágoras 490 a.C - 415 a.C). Não obstante, inicia-se este artigo de opinião com uma citação, lancei a ideia do Filósofo Grego Protágoras, com o intuito de aguçar a curiosidade das pessoas para reflexão sobre alguns números da Copa do Mundo de 2014, realizado no Brasil. Por que a frase “O homem é a medida de todas as coisas”? Pelo simples fato de que conforme a concepção desse estudioso, todas as coisas são relativas ao Homem, levando ao subjetivismo, em outras palavras, a realidade influencia nas interpretações das pessoas, ou seja, penso de acordo com o meio em que vivo. A priori, ao se abordar alguns números sobre a Copa do mundo, vêm logo à imaginação gols, lances, classificações e recordes de seleções, pois a realidade no momento é só a Copa do mundo, sendo sufocado pelo ufanismo e fanatismo. Na verdade, o Título deste artigo faz referência à FIFA e à quantidade de dinheiro que será distribuído para as seleções durante o evento. Analisando uma matéria sobre o evento e segundo esse jornal de grande circulação nesta região, a Entidade responsável pela organização juntou uma soma de US$ 476 milhões em premiações para distribuir às seleções participantes (não me pergunte de onde vem todo esse dinheiro). A princípio, dessa soma US$ 70 milhões são para os clubes que cederam jogadores para as seleções, consequentemente, para cada seleção classificada a FIFA entrega UR$ 1,5 milhão. Diga-se de passagem, o restante do montante será dividido da seguinte forma: Para o campeão, US$ 35 milhões; o vice, abafará nada mais do que US$ 25 milhões; o 3º colocado, US$ 22 milhões e o 4º lugar, US$ 20 milhões. Todavia, a seleção que parar nas quartas de final levará US$ 14 milhões; nas oitavas, US$ 9 milhões e as seleções eliminadas na 1ª fase embolsarão em sua conta nada menos do que US$ 8 milhões, a bem da verdade, ninguém sai de mãos vazias. Diante dessa situação, a frase de Protágoras subsidiará para o subjetivismo das pessoas sobre: De onde vem toda essa soma infindável de dinheiro? Os valores, diga-se de passagem, altíssimos, recebidos pelas seleções se ganharem ou não, poderão influenciar na competição? A saber, algumas pessoas acreditam que os números não oportunizam uma leitura profunda, ledo engando, pois os números fazem parte da linguagem simbólica, fazendo com que reflitamos sobre a origem desse dinheiro. Considerações finais: Essa análise apurada sobre todo o dinheiro da Copa do mundo não inviabiliza de torcermos pela seleção do nosso país, porém, é de fundamental importância compreender que proporcionar alegria aos cidadãos dos países da Copa custa muito caro. Afinal, quem patrocina tudo isso?  
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.     
  

A BOLA: FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO

A saber, já começou a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2014, faltam exatos 12 dias para o Brasil x Croácia abrirem, oficialmente, o evento. Diga-se de passagem, os holofotes do mundo todo estarão focados nessa competição, o maior evento da Terra durante 30 dias, cujo término ocorrerá em 13 de julho. Obviamente, no decorrer da competição o coro será uníssono, afinal somos brasileiros. Quem diria que a bola um objeto tão antigo, a saber, mais antigo do que os países participantes da Copa teria uma importância dessa magnitude. Em outras palavras, existem relatos de que a bola já fazia parte das brincadeiras de crianças japonesas por volta de 6.500 anos, vários Historiadores concebem-na como objeto lúdico na China Antiga, Grécia, Egito, entre outras Civilizações Antigas. Grosso modo, de um objeto confeccionado através de bexigas de animais, couro, pano, hoje uma peça fundamental no maior esporte do planeta, o Futebol. Naturalmente, durante os jogos, sobretudo, os dos Brasil os olhos estarão compenetrados na telinha da televisão, para aqueles que optam pela Rede Globo, a espera dos gritos do comentarista Galvão Bueno. Certamente, somos brasileiros, e torceremos pela nossa seleção chegar a final; aliás, seria muita ingenuidade de este escritor tentar jogar o povo contra essa competição. Portanto, emoções e Histórias à parte, este evento congelará o Brasil nos aspectos político, cultural, educacional, etc., concomitante, nos aspectos social e econômico permutarão os gritos de dores dos pacientes nos hospitais à espera de um tratamento digno para quem paga uma das maiores taxas de impostos do planeta, pelos gritos do Galvão Bueno, Goooooooool. Quanto aos aspectos Políticos, o som das martelada do Ministro Joaquim Barbosa, Presidente do Supremo Tribunal Federal, sentenciando os condenados do Mensalão, serão trocados pelas batucadas e tambores quando Neymar balançar a rede. A priori, no aspecto educacional, todos os nossos índices negativos sobre a educação formal em nosso país serão esquecidos e substituídos pelos índices de posse de bola da seleção brasileira. Considerações finais: Para aqueles que são apressados e, antes de tecer um olhar crítico sobre uma situação, utilizarão do senso comum para tachar este escritor como freio de mão e pessimista da Copa, principalmente, da seleção brasileira. Ao contrário, sou fã número-1 da seleção brasileira, mas também, sou um cidadão fã número-1 da Justiça social, econômica e política, o dia em que nós brasileiros conseguirmos essa proeza, estaremos comemorando os gols da seleção não na telinha, e sim, nos estádios, pois todos terão condições econômicas para isso. Essas são apenas algumas considerações de um Brasileiro e professor que luta por um país de todos, como aparece na televisão: “Brasil um país de todos”. Todos quem? Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.    





sexta-feira, 28 de março de 2014

BÔNUS DOS PROFESSORES DO ESTADO DE SÃO PAULO ANO 2014

Com investimento de R$ 700 milhões, 255 mil servidores recebem bônus de até 2,9 salários

Categoria
Pagamento aos funcionários da rede estadual acontecerá na próxima segunda-feira (31)
Um montante de R$ 700 milhões será destinado para pagar, nesse ano, o bônus por resultado para mais de 255 mil funcionários da Secretaria da Educação. Isso representa um aumento de cerca de 24% no número de servidores beneficiados com até quase 3 salários (2,9 salários) a mais, em comparação ao ano passado, quando 206 mil receberam. A ampliação acarreta acréscimo de R$ 100 milhões no que foi pago em 2013. Do total, 206 mil contemplados com o bônus são professores, dos quais 47 mil ganharão mais de R$ 5 mil (16 mil deles recebendo mais de R$ 8 mil).
Siga a Secretaria da Educação no Twitter e no Facebook
"A educação é um desafio permanente, que exige esforço e dedicação. Nada mais justo, portanto, que reconhecer o trabalho dos profissionais dessa área não só por meio de uma política inédita de valorização salarial, mas também com a bonificação por desempenho", afirma o governador Geraldo Alckmin.
Fonte da informação: http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/com-investimento-de-r-700-milhoes-255-mil-servidores-recebem-bonus-de-ate-2-9-salarios.Acesso em 28 de março de 2013.