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domingo, 19 de abril de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.    

domingo, 5 de abril de 2015

SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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PÁSCOA: O CAMINHO PARA A PAZ

Grosso modo, existem vários significados para o termo Páscoa, que variam no tempo, no espaço, de versão histórica e de religião, porquanto, o objetivo deste artigo não é desenvolver uma tese em cima dessa temática, muito menos buscar a verdade sobre esse evento, pois cada um a interpreta de acordo com a sua crença e visão de mundo. Diante dessa complexidade, evocarei a origem da Páscoa fundamentada na Bíblia Sagrada, em que o evento está relacionado à libertação dos israelitas da escravidão no Egito, em outras palavras, Deus emitiu uma ordem para que o Faraó egípcio libertasse o seu povo, diante da persistência e resistência do soberano, o Senhor invocou várias pragas contra o Egito cujo intuito persistia na libertação dos israelitas. Diante de várias tentativas e a não obediência do Faraó, o Senhor lançou a décima e derradeira praga: “Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12). Para livramento dos filhos primogênitos dos israelitas das ações do anjo destruidor, o Todo Poderoso lançou uma ordem específica para proteção dos seus filhos, ou seja, todas as famílias sacrificariam um cordeiro macho de um ano de idade e o sangue seria exposto nas portas das casas israelitas com primogênitos, a marca evitaria que o anjo destruidor matasse os primogênitos daquelas casas. Partindo desse pressuposto, o termo Páscoa na cultura hebraica está articulado com  “Pesah”, que significa “pular a marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. A saber, como Deus libertou o seu povo da escravidão do Egito, o mesmo enviou o seu filho para libertar o povo dos pecados; dessa forma Jesus morreu na cruz e ressuscitou para nos libertar e mostrar o verdadeiro caminho para uma paz eterna e divina. Em outras palavras, nessa versão a Páscoa significa vida nova, recomeçar e renovar, ou seja, um momento de reflexão sobre as nossas ações como filho do senhor, buscar e oportunizar a liberdade.  Considerações finais: Versões a parte,  diante das tribulações e adversidades que nos afligem na contemporaneidade, precisa-se urgentemente de outra Páscoa para nos libertar da violência, da arrogância, dos males, das doenças, da inveja, isto é, de todas as mazelas que assolam a humanidade, e com certeza essa ação será menos atordoante se estivermos do lado do Senhor.  Estar do lado de Deus não significa  ficar esperando, acomodados, alienados de braços cruzados, como se todas as coisas boas caíssem do céu.  Com certeza está bastante difícil, mas não devemos fraquejar, pois nada é impossível, sobretudo, para aqueles que estão com o Senhor, e às vezes os sacrifícios que enfrentamos hoje será a tranquilidade do amanhã, esse foi o objetivo do sacrifício de Jesus, trocar a sua liberdade pela nossa liberdade. Uma ótima Páscoa a todos.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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sábado, 21 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA MUNDIAL DA ÁGUA: UM MOMENTO DE REFLEXÃO

Grosso modo, no ano de 1992 a ONU-Organização das Nações Unidas definiu o dia 22 de março como “Dia Mundial da água”, uma ação articulada com o contexto da época, quando os seres humanos internalizavam a afirmação, consumo logo existo. Durante as décadas subsequentes, em que boa parte dos seres humanos, considerada racional cientificamente, porém socialmente continuava irracional, deixou de acreditar na escassez desse líquido precioso. O resultado não demorou muito para aparecer, e estamos coletando hoje, a escassez. A priori, nunca estivemos perto do colapso hídrico, como este que está ocorrendo nas últimas décadas. Todavia, para alguns um discurso apocalíptico, para outros, alarde desnecessário, visto a abundância de água doce no Planeta, ou seja, de acordo com estudos e versões a distribuição se encontra nas seguintes proporções: 79% nas calotas polares, 1% na superfície e 20% no subsolo. Naturalmente, esses números transmitem certo otimismo para a população do planeta, no entanto, as ações antrópicas, juntamente com mudanças naturais, estão colocando esse líquido insubstituível e de suma importância para a manutenção da vida, em estado caótico para o uso. Além do mais, o desequilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provocou mudanças climáticas que afetaram o ciclo da água, trazendo escassez de chuvas, prejuízo humano e posteriormente econômico. Diante dessa problemática, é de fundamental importância ações urgentes para evitar o caos maior, sobretudo, nos grandes centros urbanos. O grande desafio é: Como conscientizar pessoas em um mundo utilitarista, consumista, egoísta e ausente de políticas públicas eficazes? Complicado, não? Contudo, é preciso desconstruir três discursos infundados sobre a preservação desse líquido mais precioso do planeta, o governamental, o imediatista e o futurista. Diga-se de passagem, o primeiro está relacionado com os políticos e os Governantes, tentando sensibilizar a população para que os mesmos façam a sua parte. A saber, no tocante aos políticos e aos governantes, as ações ficam engavetadas, ou seja, saindo do casulo somente próximo às eleições, isto é, em suas campanhas salvacionistas.  O segundo discurso, está articulado com o imediatismo, com as pessoas egocêntricas, que só pensam no momento e em si mesmas, pouco se sensibilizando com o restante da população do planeta, muito menos para os recursos naturais, no caso, a água. A seguir, têm os futuristas que explanam que é preciso cuidar da água para as gerações futuras, diante desse discurso, muitos esperam o futuro, para depois cuidar, aí já é tarde. Considerações finais: A bem da verdade, concebe-se uma infinidade de discursos e poucas estratégias de todos os responsáveis pela manutenção da água potável. Por quê?  Porque se vive em uma sociedade Contemporânea imediatista, consumista e desgovernada (falta de políticas públicas), o que importa é o aqui e o agora, pois o tempo de permanência do indivíduo no planeta é pequeno, sendo assim, jamais existirá credibilidade em expressão como: “Preservar a água para as futuras gerações ou sem água não haverá vida”. Por outro lado, a expressão futurista faz com que muitas pessoas acreditam que esse líquido é infindável, assim posso usar e abusar no presente que sobrará para as gerações futuras. Naturalmente, é preciso mudar os discursos governamentais, imediatistas e futuristas, na verdade, é salutar atitudes de todos, principalmente, daqueles em que o povo deposita confiança, os governantes. Reflexão: A preservação da água começa com pequenas ações no presente, que automaticamente refletirão nas gerações do presente e do amanhã. Porquanto, não vamos esperar o amanhã, quem quer, faz agora, não espera acontecer, ressaltava-se o Físico inglês Isaac Newton: “Toda ação gera uma reação”, aí está a reação da natureza e ela é visível.  Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 11 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO:DIMINUIÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

A priori, toda vez que se discorrer sobre essa temática, “a Diminuição da Maioridade Penal” é de fundamental importância tecer um olhar crítico e problematizador, pois além de um assunto polêmico, corre-se o risco de opiniões superficiais. Assim, assumirei o risco de pontuar algumas considerações sobre esse impasse, quando no dia 31 de Março de 2015 (terça-feira), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o projeto de emenda à Constituição (PEC), em que se reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Na verdade, ao se falar na diminuição da maioridade penal em nosso país, parte-se da perspectiva de que a punição deve estar articulada à ação, ou seja, a pena deve estar à altura do crime, a saber, essa lei já funciona em países como os Estados Unidos (pelo menos é o que a mídia nos mostra). Contudo, por trás dessa estratégia, é preciso conceber a complexidade dessa lei para que a mesma funcione na prática, principalmente se em nosso país convive-se com a diferença social, isto é, aqueles que têm poder aquisitivo e os que estão excluídos dele, logo, o dinheiro está acima da Justiça. Grosso modo, a eficiência dessa lei em países desenvolvidos está em sinergia com a estrutura politica (a inexistência da corrupção), social (menos desigualdade social), econômica (equilíbrio entre a desigualdade econômica) e cultural (pessoas conscientes dos seus direitos e deveres). Resumindo, a desigualdade socioeconômica por lá não é exorbitante como em nosso território, sem contar, a ausência de Justiça para os donos do poder. É sabido, urge colocar um basta nas barbaridades que os nossos jovens estão aprontando, tirando a vida de pessoas inocentes, molestando e, em muitas situações até mesmo estuprando. Entretanto, se faz necessário fiscalizar a classe social e a etnia que essa legislação irá atuar, em outras palavras, todos deverão ter um julgamento equitativo, independe da posição social e financeira, caso contrário, é uma lei que já nasce com um alvo definido, os pobres. Considerações finais: Estamos passando por um momento ímpar na História da humanidade, sobretudo, no Brasil, é inegável, a violência está fazendo a sociedade retroceder à época do Feudalismo, em que as pessoas, por receio da violência, se trancafiam em seus feudos para se protegerem de bandidos e delinquentes juvenis. A diminuição da maioridade penal é uma das ações que poderá diminuir a criminalidade envolvendo menores desde que seja justa para todos. A título de ilustração, essa iniciativa se assemelha ao Código de Hamurabi, a Lei de Talião: “Olho por olho e dente por dente”, porquanto, é preciso saber de quem será o olho e o dente dos infratores. Sendo assim, antes dessa lei sair do papel para a prática é preciso reflexão/ação/reflexão, senão será mais uma lei para inglês ver, ou melhor, para pobre ver.
Alberto Alves Marques
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POLÍTICA BRASILEIRA: A LISTA DA IMPUNIDADE E DA VERGONHA?

Antes de tecer algumas considerações sobre a divulgação da lista, que envolve políticos de primeiro escalão na Operação Lava Jato, é de fundamental importância conceber o que é Política. Mediante a tantas versões sobre esse conceito, ressalta-se Marco Aurélio Nogueira, estudioso do assunto, que discorre: “A política diz respeito às atividades que fazem com que as comunidades humanas se organizem se reconheçam e se governem.” Partindo desse pressuposto, não existe sociedade sem governo, pois imperaria o caos, em que lutaria todos contra todos, como afirmava Thomas Hobbes (1588-1679).  Diga-se de passagem, a introdução acima contribuiu na construção de argumentos para discorrer sobre o assunto, a Operação Lava Jato, divulgada em várias mídias. A meu ver, se comprovado a culpa desses políticos, haja vista, no Brasil assuntos desta natureza tendem a acabar em pizza, naturalizou-se no Brasil uma politicagem esdrúxula e vergonhosa; sobretudo, porque essa lista contém políticos que foram escolhidos para nos representarem, ocupando cargos de extrema importância, como os Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados. Diante dessa circunstância e da gravidade dessa ação, tanto interna como externa, só nos restam a indagação: Todos os políticos brasileiros são corruptos? O que torna um político corrupto, o poder, a impunidade ou a índole do mesmo? Quando está em pauta a Politicagem em nosso país, o importante não é a resposta, e sim, o percurso e outros questionamentos que originaram de indagações anteriores. Como assim? É simples, na lista têm políticos que já foram condenados em tempos passados por estarem envolvidos em corrupção, como é o caso do então Senador de Alagoas Fernando Collor de Melo, a bem da verdade, jamais poderia integrar essa lista, pois se pressupõe que oito anos fora da vida Política seriam uma lição e reflexão sobre os seus atos. Todavia, ao escrever este artigo não significa a prática de julgamento sumário por parte do escritor, mas a reflexão sobre um fato que incomoda muita gente, principalmente por se viver em um país onde se encontram a gasolina mais cara do planeta e o salário mínimo mais baixo do globo, e na contramão, Projetos de Lei para o aumento dos salários dos governantes. Considerações finais: Concomitante, a lista de políticos corruptos envolvidos com a Operação Lava Jato, segue outra, a de direitos sociais usurpados da população, dentre uma infinidade, que tal começar por Universidades passando por dificuldades por falta de investimentos correndo o risco de fechar as portas, Escolas com infraestruturas inadequadas, Hospitais públicos desmoronando, Segurança pública decadente, entre outros direitos sociais de extrema importância na construção de uma vida digna. Para finalizar elencar-se-á essa interrogação: Será que essa lista é apenas uma especulação política da oposição, como uma parcela de políticos está falando? Cabe a nós como cidadãos politizados acompanhar os resultados, no entanto, onde ha fumaça há fogo, diz o dito popular.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
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sábado, 7 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No dia 08 de março, “comemora-se” o Dia Internacional da Mulher, porém, não se sabe ao certo a criação da data, sendo assim busca-se uma versão bastante circulada no Brasil e no mundo. A priori, a data foi escolhida para homenagear mulheres incendiadas em uma fábrica na cidade de Nova Iorque, no ano de 1857, a mando do patrão. Contudo, o dia foi realmente oficializado em 1910, na Dinamarca, como “Dia Internacional da Mulher”. Versões à parte, esse dia é um momento de reflexão, visto que a sociedade mundial ainda esconde resquício de um passado machista. Diga-se de passagem, as mulheres conquistaram bastante direitos, mas não conseguiram ainda a liberdade plena. Será que as mulheres, de maneira geral, podem comemorar? Quantas ocupam cargos importantes no mundo atual? Em outras palavras, as mulheres deram um passo bastante significante em busca de seus direitos e muitas já estão colhendo frutos, mas estamos longe ainda do reconhecimento da igualdade de direito. Assim, basta analisar o salário ganho por uma mulher e um homem se os mesmos ocupam cargos iguais. Certamente, não é a intenção de este escritor passar uma imagem de imobilismo e que nada muda no mundo, ao contrário, trazendo a problemática para o debate, faz com que muitos reflitam e conscientizem sobre a luta dessas batalhadoras no passado e no presente, pela equidade perante o sexo oposto. No entanto, como vivemos em um mundo Capitalista alguém tirará proveito disso, e transformará a data em fonte de lucro inimaginável, em síntese, a própria data esconde uma visão machista e excludente, pois nos passa a impressão de que as mulheres só podem contar com este dia, ficando os restantes para os homens. É lamentável quando programas de televisão colocam atrizes e pessoas públicas para representar as mulheres brasileiras, deixando de fora as donas de casa.  Pressupondo que essas celebridades encontram as mesmas dificuldades do que àquelas que vivem nos confins da Amazônia, Nordeste e outras regiões brasileiras assoladas pela pobreza e a fome, levando-as aos trabalhos penosos para sustentar a família. Considerações finais: Enquanto muitos vivem em um mundo idealista usando a data para lucrar, inúmeras Marias, Aparecidas e Joanas se sujeitam às barbáries das safras da cana, nas fábricas de carvão, nas lavouras de sisal e nas salas de aulas, sem contar as que estão vulneráveis à violência doméstica. Reflexão: O dia das mulheres são todos os dias, independente de ser uma atriz, gari, catadora de papelão ou professora, o reconhecimento deve ser global. E mais, não podemos ser coniventes, construindo um idealismo propagandeado pela mídia com mulheres requintadas e exuberantes, elas também fazem parte, mas não podemos privilegiá-las em detrimento das outras. A princípio, a luta pela equidade começou pela Joana, Maria, Aparecida, independente de cor, condições socioeconômicas e beleza exterior. Feliz Dia das mulheres, ou melhor, felizes todos os dias do ano para todas as mulheres.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
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quarta-feira, 4 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: POR QUE EXISTEM ESCOLAS DEPREDADAS X ESCOLAS BEM CUIDADAS

POR QUE EXISTEM ESCOLAS DEPREDADAS X ESCOLAS BEM CUIDADAS?

Após 15 anos de magistério, profissão que exerço com grande orgulho e, confesso que já vivenciei vários contextos escolares durante esse período. Partindo desse pressuposto e fundamentando a minha linha de raciocínio em referenciais teóricos, posso afirmar com propriedade sobre a realidade no interior de muitas escolas, não como o dono da verdade, algo impossível em um mundo onde a produção dessa ação perde a sua validade em questão de segundos. Mas como uma pessoa que acredita no poder da educação formal como elemento em potencial no desenvolvimento das pessoas em todas as dimensões necessárias para enfrentar os desafios do mundo Contemporâneo, quiçá tecnológico e excludente. Assim, ao discorrer sobre a reflexão acima, algumas indagações são necessárias para compreender o contexto das escolas na atualidade. Por que se convive constantemente com unidades educativas depredadas e outras bem cuidadas neste mundo hodierno? Como explicar a funcionalidade de algumas escolas nas dimensões acadêmicas e formação para a vida, conforme a Legislação? E, em outras, lamentavelmente, observa-se situações de indignação, como a destruição, e, na maioria das vezes, uma ação feita pelos próprios alunos? Na verdade, se vivemos em uma sociedade em que o importante não é mais as respostas prontas, e sim as novas questões geradoras de outras indagações, é preciso relativizar e problematizar os fatores que contribuem direta e indiretamente para a destruição de uma instituição milenar de suma importância no desenvolvimento político, econômico, social e cultural da população, a escola; afinal, com o povo instruído em todas as dimensões, certamente, não teríamos corrupção e “Operação Lava Jato”. No entanto, não são as palavras que ajudarão a preservar as escolas, tampouco a Legislação (essa primordial, porém há algo a mais para ser feito), ou seja, uma ação coletiva. Diga-se de passagem, é uma constante o descaso dos políticos para com a educação formal, contudo, alguns Gestores, Professores, Alunos e Famílias, conseguiram formar o seu nicho em prol da comunidade em seu entorno. Na Contemporaneidade essa ação recebe o nome de trabalho em Equipe e Excelência em Gestão, em que a primeira estratégia é gostar daquilo que se faz e trazer a comunidade para dentro da escola de forma participativa. Como? Não existem fórmulas prontas, cada Instituição, com certeza, encontrará a sua. Obviamente, alguns tecerão julgamento sumário e condenarão esse professor escritor no Tribunal da Inquisição pela sua visão utópica, mediante a realidade vigente. É utópico, mas quem não tem sonhos perde a essência de viver e de refletir, pois sempre há uma esperança. A saber, outras vozes, também apressadas dirão que essa ação diminuirão as responsabilidades dos governantes e, com isso, transferir as suas responsabilidades para a escola. É fato, não é preciso alertar sobre o descaso por parte dos governantes, essa ação é visível e, consoante Karl Marx (1818 – 1883): “Não é a consciência que determina a sua existência e sim a existência que determina a sua consciência”, isto é, a realidade vivida oportuniza utilizar o discurso contra quem o faz. Considerações finais: A título de ilustração, a educação formal, aquela organizada e sistematizadas em escolas, faz parte de uma realidade e não há como negá-la, porquanto, é preciso que as pessoas conheçam essa realidade e tentem transformá-la, construindo novos conhecimentos e discursos para combater os descasos, sobretudo, do Poder Público. Enfim, agora eu consigo a resposta para o porquê de existirem escolas depredadas e escolas cuidadas. É simples, felizmente nessas unidades existe alguém como esse escritor e educador que acredita no potencial da educação formal na vida das pessoas, além do mais, desenvolve uma ação primordial, o trabalho em equipe entre os Gestores, Professores, Alunos e, principalmente, com a Família, em outras palavras, esses são os Quatro Pilares de uma escola bem cuidada.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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Na verdade, o que motivou este escritor a discorrer sobre o tema deste artigo, foram as notícias mediáticas como: “Agência Brasil Relatório do TCU mostra que 44% das escolas no DF precisam de reparos”. “Em crise Universidade Estadual do Rio de Janeiro atrasa o pagamento de 621bolsistas”. “Sem verba, universidades do PR correm risco de fechar as portas”. Essas são algumas notícias, entre tantas ocultadas, pelo poder ideológico do Estado sobre a educação formal em nosso país. Assim, ao analisar tais notícias veiculadas nas diversas mídias, indagar-se-á: Estamos retrocedendo na época do medievalismo, ou melhor, na Idade Média, ou quem sabe voltando para as cavernas? Grosso modo, a era medieval foi marcada pelo retrocesso em boa parte do conhecimento, ficando sob o monopólio da religião, em que o domínio desse bem precioso estava concentrado nas mãos de poucos, os denominados detentores do poder divino e terreno, em outras palavras, da Igreja e da Nobreza. Por outro lado, estamos retornando para as cavernas pelo simples fato de retrocedermos ao ponto de partida, quando os nossos ancestrais acenderam a primeira fonte enérgica na história da humanidade, o fogo e, com isso, lançou-se a primeira chama rumo ao conhecimento. Durante todo esse percurso os seres humanos procuraram se relacionar com a natureza, com o propósito de transformá-la e, ao mesmo tempo, se transformar, acumulando informação e conhecimento, cujo nome se chamou evolução. Isso mesmo, informação e conhecimento está em sinergia com a evolução da humanidade, não precisamos partir do início para aprender, basta utilizar todas as informações acumuladas durante todo processo histórico e, com certeza, a educação formal, através da Educação Básica ou dos Cursos Superiores, têm grande papel nessa ação. Partindo desse pressuposto, quando se deixa de investir e valorizar a educação formal em todas as dimensões e nas suas diversas modalidade em nosso país, estamos desconstruindo todo um patrimônio histórico e cultural deixado pelos nossos ancestrais, que iniciou ao acenderem a primeira fogueira, iluminando o conhecimento. A saber, o que presenciamos agora com o descaso pela educação formal, é análogo ao que aconteceu durante a Idade Média, em que boa parte do conhecimento acumulado pelos gregos e romanos foram desconstruídos em nome de pessoas que queriam afastar o saber das massas. Partindo desse pressuposto, por que séculos depois ainda presenciamos ações análogas à época da Idade Média? É simples. Conhecimento é poder, e o mesmo liberta como também aprisiona as pessoas, liberta quando esse conhecimento não permite que os outros tirem proveito das nossas ações. Por outro lado, aprisiona, pois a falta dele faz com que nos calamos perante os detentores do conhecimento, não cobrando os nossos direitos. Considerações finais: O Renascimento do século XV, juntamente com o Iluminismo do século XVIII, refutou o obscurantismo medieval, propiciando que o conhecimento fosse levado às camadas menos favorecidas, oportunizando a esse público lutar pelos seus direitos, entre eles, a educação laica e gratuita para todos. A priori, é o que está precisando acontecer no Brasil com relação à Educação Formal, em outras palavras, é urgente renascer e iluminar os pensamentos dos nossos governantes e, inclusive, da sociedade. Outrossim, conhecimento é poder, e isso, reluzirá em um povo mais consciente em seus direitos, evitando a politicagem e a corrupção que já se naturalizaram em nosso país.  Será que esse é o motivo da falta de investimento em Educação Formal em nosso país? Logo, se justifica, pois pessoas informadas, sábias e detentoras de conhecimento incomodam muita gente, principalmente, aqueles que querem monopolizá-lo.  

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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segunda-feira, 2 de março de 2015

GOVERNO MUDA AS REGRAS DO PAGAMENTO DA PROVA MÉRITO NO MEIO DO JOGO.




Governo muda as regras no meio do jogo.

Após ter anunciado que iria pagar o valor retroativo para os professores que fizeram a prova mérito de 2014 no mês de abril/2015, o mesmo volta atrás e disse que irá pagar em maio de 2015. O pior do que não ter uma regra clara, é mudá-la no meio do jogo, isso causa descrédito, sobretudo, sabendo que o Estado de São Paulo é o mais rico da Federação. Essa é a Política de valorização do magistério tanto falado por ele? Veja abaixo a matéria em sua totalidade.

Acesse AQUI no site da Secretaria da Educação de São Paulo.

Abaixo: Resultado do IDESP de 2014
Caros amigos saiu o resultado do IDESP de 2014. O Bônus está provisionado no Banco do Brasil e será pago no dia 31 de março, boa sorte. Consulte AQUI o IDESP
 da sua escola.



Olá pessoal, o Bônus dos professores da Rede Estadual de São Paulo é mais misterioso do que o surgimento da vida no planeta, quando se opõe a Teoria Criacionista e a Evolucionista. Todo ano quando chega próximo ao final de março começa todo essa euforia, preocupação, ansiedade e sofrimento para os docentes que durante o ano letivo procuram desenvolver em seus alunos um aprendizado de qualidade. 

A priori, não se sabe realmente o resultado do Saresp e do Idesp, em outras palavras, ainda não tem nada de oficial, como diz boa parte dos professores, tudo gera em torno de especulação. Contudo, descobri algumas informações, volto a ressaltar, não é nada de oficial é um percentual de esperança para aqueles que dedicam boa parte de seu tempo em construir conhecimento juntamente com os seus alunos.

Abaixo segue algumas informações e quem tem direito a esse dinheiro. 
 Acesse AQUI mais informações sobre esse prêmio e boa sorte.
Confiram abaixo a lista dos professores da Rede Estadual que foram classificados na Prova Mérito de 2014. 


Finalmente saiu a lista dos professores que passaram na Prova Mérito de 2014. De acordo com o site da Secretaria da Educação o pagamento ocorrerá em abril de 2015 e será retroativo a julho de 2014, ou seja, mais uma vez o docente arcará com os tributos, principalmente, Imposto de Renda. Quer saber mais,  acesse AQUI a lista completa.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: A FALTA D’ÁGUA NO BRASIL: UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA


 Nos últimos meses convivemos com uma notícia incômoda, a falta de água em um país que comporta aproximadamente 12% da água doce do planeta. Quase que a ilustre frase do grego Heráclito ecoou em boa parte do país, em que o Filósofo expressou: “Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio”. Portanto, não é de hoje que vários especialistas vêm alertando para essa tragédia, daí o nome deste artigo uma “Tragédia Anunciada”. Diga-se de passagem, esse fato já faz parte da agenda de muitos chefes de Estados ha três décadas, por volta dos anos 80 e 90, em que diversas nações do planeta começaram a desenvolver planos para conter os impactos ambientais. A partir da década de 90, vários tratados foram criados para alertar as consequências dos impactos ambientais, sobretudo, diante do crescimento desenfreado da industrialização e da população mundial. Grosso modo, para citar alguns de extrema importância, se encontra a Convenção Sobre as mudanças Climáticas realizadas em território brasileiro na cidade do Rio de Janeiro, conhecida como ECO-92. Subsequente a essa, temos o Protocolo de Kyoto no Japão, no ano de 1997, definindo políticas públicas que articulassem planejamento, desenvolvimento e sustentabilidade, gerando um documento cujo nome seria Agenda 21. Prosseguindo, no ano de 2002 os países voltaram a se reunir, inclusive o Brasil, para tratar da questão ambiental, desta vez foi na cidade de Johannesburgo na África do Sul, para consolidar a Agenda -21. Por incrível que pareça até o ano de 2005 essas ações ainda permaneciam na teoria e engavetada em nosso país, e voltou à tona somente na época da eleição, ou seja, nada tinha saído do papel naquele e nos próximos anos (a não ser como já dito, próximo às Eleições) até chegar à calamidade atual, a falta d’água potável em algumas regiões do país. A saber, o Governo Brasileiro através dos seus representantes participou de todos os tratados internacionais relacionados à questão ambiental, mas não atribuiu importância para essa ação vital. Programa-se uma Política externa de ajuda a países que sofreram catástrofes naturais como, o Haiti, e deixa o planejamento das questões ambientais para o futuro, onde todos, provavelmente, já pereceram. Compramos aviões de caça da França por preços exorbitantes, sem ter tecnologia para explorar o Aquífero Guarani; sediamos uma Copa do mundo, um dos Campeonatos Mundiais mais caros do globo, mas não compramos Dragas para aprofundar os leitos dos nossos reservatórios d’água. Avançamos na extração e refino do petróleo, fomos mais profundo e descobrindo o Pré-Sal com a nossa maior empresa, a Petrobrás. Todavia, durante todo esse tempo os nossos governantes fizeram vista grossa para o Planejamento em questão, a geração de água potável, em outras palavras, os eventos citados acima fizeram com que menosprezassem uma questão de suma importância, a água potável, o crescimento populacional e a industrialização, resultando no caos que se passa hoje. É óbvio, investimentos na Petrobrás, na Copa do Mundo renderam Capitais. Entretanto, quem usufruiu dele? No caso da Petrobrás não precisa ser especialista para saber quem usufruiu ou está usufruindo de toda a riqueza. Considerações finais: Nos últimos dias com a falta d’água muitos procuravam o responsável e acabou sobrando para São Pedro pela falta de chuva, pois esse não concorre a nenhum cargo político, por isso é fácil responsabilizá-lo. Contudo, se os nossos políticos de décadas atrás tivessem planejado, investido e executado planos concretos com relação à oferta de água potável, com certeza, a temática deste artigo seria outra. É inconcebível que essa questão seja discutida em período de propagandas eleitorais, com propósito de elencar votos da população. A bem da verdade, a falta d’água é mais uma questão política do que uma questão natural, provocada pela falta de chuva. Acorda Brasil!
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: CORRUPÇÃO NO BRASIL: NADA SE CRIA TUDO SE CONSTRÓI.

“Na natureza nada se cria nada se perde, tudo se transforma”. Grosso modo, utilizar-se-á da frase de Lavoisier (1743- 1794) para indagar sobre a Corrupção no Brasil, sobretudo, quando este país carece da construção da Justiça, da Moral e Ética Política. Mesmo assim, não se cria um país corrupto, ao contrário, se constrói um país corrupto com os políticos que ali estão, e o pior, em se tratando dessa ação, tudo acaba em pizza em nosso país, e tudo se perde, principalmente a população que vê seus impostos parar nos bolsos dos corruptos.  A título de ilustração, não se cria a Justiça, ela é formada ao longo do tempo e do espaço como bons representantes do povo. Como? É simples. Não é de hoje que a nação brasileira vem sendo assolada com notícias veiculadas na mídia sobre a corrupção envolvendo altos escalões do governo. Retrospectivamente falando, houve a CPI dos Correios, O Mensalão e agora a Operação Lava Jato envolvendo a maior empresa nacional e uma das maiores do planeta em extração de Petróleo. Grosso modo, não podemos afirmar com convicção que o país nasceu assim, ele foi construído, em outras palavras, não se cria a Justiça em um país, essa Instituição de extrema importância em uma nação soberana e democrática é construída ao longo de sua História, juntamente com a articulação entre os escolhidos para representar o próprio povo. Sendo assim, Políticos que não constroem a Justiça tendem a direcionar para as falcatruas, e tudo se perde, contrariando Lavoisier. Diga-se de passagem, se as pessoas responsáveis pelo envolvimento na Corrupção nos Correios tivessem sido punidas de acordo com a Lei, logo estaríamos construindo a confiança da população brasileira na Política desacreditada pelos mesmos. O mesmo digo dos envolvidos no Mensalão, que a bem da verdade, nem se ouve mais falar. Será que o caso foi abafado? Por onde andam os mensaleiros? Será que nas próximas eleições teremos notícias deles? Considerações finais: Lavoisier tinha razão, “Na natureza nada se cria tudo se transforma”, mas com relação a uma política corrupta, tudo se perde, pois os nossos impostos irão parar na grande torneira da corrupção.  A saber, se ações contra a Corrupção dos Correios fossem levadas para o tribunal de justiça, e devolvessem o dinheiro usurpado, com certeza estaríamos construindo mais escolas, alunos e um país melhor. Dessa forma, se todo o dinheiro desviado do Mensalão fosse realmente aplicado em prioridades, estaríamos levantando hospitais públicos de qualidade, evitando que se percam vidas em filas de espera. Enfim, se a Operação Lava Jato for mesmo apurada e os responsáveis forem julgados e condenados, pode-se afirmar com propriedade que no Brasil nada se cria nada se perde, tudo se constrói em cima da ética e a moral política, caso contrário, infelizmente mais uma vez tudo isso acabará em pizza. O pior de tudo é que muitos Políticos que estão nos representando dizem que irão “cortar a própria carne, doa a quem doer”, entretanto, até o momento somente a carne daqueles que mais precisam está sendo cortada com os aumentos abusivos das mercadorias e impostos. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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O AUMENTO DO PREÇO DA GASOLINA

Existe um dito popular que a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, diga-se de passagem, quanto mais corrupção em um país, maior é a probabilidade de o povo pagar a conta. Na introdução acima se procurou fazer uma analogia entre o escândalo da Petrobrás, a “Operação Lava Jato”, quiçá a nossa maior empresa nacional e o aumento da gasolina no último final de semana, onerando assim, o bolso do trabalhador. A priori, muitos devem estar questionando qual relação existe entre esses fatos, isto é, como o aumento da gasolina pode estar articulado com a corrupção enquadrada por Empresários, Políticos, Doleiros, Diretores e a Presidência da própria estatal. Calma, explico, e a resposta está nesta frase, que na verdade passou despercebida por muitos: “Petrobras despenca 11% e puxa maior queda da Bolsa em três anos”.  Nesse sentido, ressalta-se o pensamento básico dos Filósofos alemães Karl Marx e Engels, dois críticos do Capitalismo: “A realidade é concebida como um sistema extraordinariamente complexo e interligado onde tudo que existe está relacionado com o todo”. Do ponto de vista filosófico, essa frase sustenta o aumento do preço da gasolina como consequência dos escândalos da Petrobrás. Em outras palavras, os escândalos expurgam investidores estrangeiros que desconfiados rumam para outros mercados, fazendo com que as ações dessa Estatal de Capital Misto sofram queda na bolsa valor. Partindo desse raciocínio, é preciso suprir este rombo, ou seja, aumentar o preço da gasolina nos postos. Literalmente, quem acaba pagando a conta são aqueles que, infelizmente, não tem a nada a ver com isso? Isso é relativo, pois partindo do pressuposto de que: quem colocou os Políticos lá em Brasília e concedeu poder para eles foram os eleitores aptos para tanto... Portanto, entretanto e, todavia, como ficam aqueles que optaram por outra vertente não escolhendo os Políticos que direta e indiretamente tem culpa na Operação Lava Jato? Também irão pagar a conta. Considerações finais: Talvez esse seja a complexidade da Democracia, esse sistema significa a opinião da maioria, entretanto, se acontecem casos de corrupção é a minoria que escolheu a outra vertente e não a vigente, que paga a conta. Muitos devem estar pensando: O que fazer? Sinto muito, agora é esperar quatro anos para que revertamos esse quadro nas urnas, até lá vamos torcer pelos investidores estrangeiros comprar as ações da Petrobrás para que elas subam. E para finalizar este artigo vale citar o pensamento do renomado Filósofo Mario Sergio Cortella: “A escolha é sua, mas as consequências podem afetar muitas outras pessoas”.  Acorda Brasil, antes que seja tarde!!!
Alberto Alves Marques
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sábado, 13 de dezembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: NATAL E ANO NOVO: MOMENTO DE INOVAÇÃO E REFLEXÃO

NATAL E ANO NOVO: MOMENTO DE INOVAÇÃO E REFLEXÃO
Parafraseando o Filósofo Mário Sérgio Cortella, “Não Nascemos Prontos”, estamos em constante formação e aprendizado. Seguindo a linha de raciocínio desse renomado Mestre, os seres humanos são os únicos seres vivos do planeta que concebem essa afirmação através da reflexão, diga-se de passagem, um dom extremamente humano (mesmo que em alguns momentos uma minoria tenta provar o contrário). Partindo desse pressuposto, o final do ano é o momento de analisar e colocar na balança o que deu certo e o que precisa melhorar para o próximo ano. Grosso modo, fazer uma autoavaliação sobre as nossas ações, ou seja, o que eu posso aperfeiçoar, e quais são os pontos de atenção a serem melhorados. Dentre tantas ações pessoais, profissionais, etc. uma merece atenção, o aspecto relacionado à solidariedade, sendo assim, a primeira reflexão é: Como foram as minhas relações pessoais no ano de 2014, no trabalho, na sociedade, na família ou junto aos amigos? As minhas atitudes foram solidárias, éticas e reconheceram o outro como um ser em construção igual a mim? Promovi ações agradáveis e fraternas? A priori, são essas inquietações que devem desorganizar as nossas reflexões, elemento de suma importância para a ação na busca da mudança. Uma coisa é fato, não podemos viver sem a companhia do outro, uma verdade tão consolidada que Aristóteles pronunciou a célebre frase: “ O Homem é um animal social”. A solidariedade para com os nossos semelhantes oportunizou a manutenção da vida possibilitando a evolução da espécie humana, os mais frágeis foram acolhidos pelos mais ágeis para enfrentar a natureza. Não disponibilizamos de equipamentos biológicos para enfrentar as condições adversas que a natureza nos oferece, mas as estratégias grupais fizeram com que nos adaptássemos a essa função, cujos nomes significam solidariedade e fraternidade, e acredite, este é o momento propício para refletir e agir sobre isso, sobretudo, ao se aproximar o Natal e o Ano Novo. Para alguns pode até ser simbolismo capitalista, incentivando o consumismo, porém, não há como negar, esta época do ano contagia até mesmo aqueles que se dizem descrentes de tudo. Considerações finais: O Sociólogo polonês Nobert Elias, afirma com propriedade por que os seres humanos estão predispostos a viver em sociedade, pois temos um elemento ímpar na manutenção da vida, a grande capacidade de comunicação e expressão das emoções. Segundo essa linha de pensamento, as emoções é uma das categorias que faz com que reconheçamos o outro como semelhante. Dessa forma, o que eu não quero que façam para mim, não posso praticar com o meu semelhante. Reflexão: Não é o momento de colocar tudo na balança, utilizar as nossas emoções e analisar as nossas ações? Ótimas festas natalinas e um excelente Ano Novo.
Alberto Alves Marques
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Grosso modo, não é de hoje que os seres humanos estão em busca de um corpo perfeito, desde os primórdios da humanidade, sobretudo, na Grécia Antiga, a população reverenciava a deusa Afrodite, responsável pela beleza, pelo amor e pela sexualidade. Diga-se de passagem, não era uma ação exagerada como na contemporaneidade, em que as pessoas passaram a ver o corpo como uma mercadoria a ser exposto nas vitrines, em outras palavras, um marketing para vender o seu produto. Nesse sentido, as consequências foi o crescimento astronômico das clínicas de estéticas, e em muitos casos a qualidade não é fator determinante, pois muitas não têm o mínimo de credibilidade para atuar. A saber, todo o discurso acima está sistematizado e contextualizado em um episódio com repercussão nacional e internacional, o caso da Modelo Andressa Urach, 27 anos, que nos últimos dias foi internada em Porto Alegre com aplicações de hidrogel nas pernas, e acredite, essa ação foi realizada há cinco anos, e somente agora apareceram as consequências. Dessa forma, algumas indagações pairam no ar: Até que ponto existe segurança para as pessoas que buscam o corpo perfeito? Será que em um futuro próximo, no momento em que a juventude acabar e ceder lugar para a fase idosa, as complicações não poderão ocorrer? “Toda ação gera uma reação”, a mesma pode ser positiva ou negativa, hoje ou amanhã, e só o tempo encarrega disso. Até quando compensa correr esse risco somente para atender as exigências da sociedade Capitalista, ou seja, o que importa é a beleza externa? São muitas indagações e algumas pessoas desavisadas pode conceber que este escritor e formador de opinião é contra a beleza. No entanto, digo, seria leviandade de minha parte lutar contra isso, mas a beleza é algo natural, independente do tempo, espaço, cores e características físicas, ou seja, estou falando de uma beleza interior a que se relaciona com o coração e o pensamento. A outra beleza, a física e externa também é importante, pois, afinal é a primeira imagem que fica, porém não pode ser vista como algo exacerbado, colocando a própria vida em jogo. Todavia, devemos cultuar a beleza, no entanto, a saúde e a própria vida estão em primeiro lugar e não tem preço. O que adianta um corpo perfeito se não posso colocá-lo em uma vitrine se o mesmo está comprometido com várias sequelas causadas por uma ação estética mal sucedida? Considerações finais: Longe aqui de formalizar um discurso contra a medicina que nas últimas décadas teve uma evolução sem precedentes, mas fazer com que as pessoas reflitam sobre um dito popular: “Será que eu devo mexer naquilo que está quieto”. Para finalizar este artigo, evoco as sábias palavras do Filósofo Mário Sérgio Cortella, quando o mesmo discorre que na vida devemos refletir e tomar decisões como: “Eu quero, eu posso e eu devo”. No mundo Contemporâneo e Capitalista essa decisão é o elemento primordial entre ação, reação e consequências. Um ótimo final de ano!

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ARTIGO DE OPINIÃO: A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES NO BRASIL

A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES NO BRASIL
Pode-se afirmar com propriedade, quanto maior for o número de pessoas com cursos superiores em um país, maiores serão as chances de desenvolvimento nos setores socioeconômico, além, obviamente, de uma nação esclarecida em seus deveres e direitos. A priori, o discurso acima está fundamentado no resultado da Avaliação do MEC - Ministério da Educação, sobre os Cursos Superiores no Brasil. Grosso modo, no total de 2.020 Universidades avaliadas pelo MEC, 354 não obtiveram rendimentos satisfatórios na escala de 0 a 5, na verdade, 18% dessas Instituições conseguiram notas equivalentes a 1 e 2. Por outro lado, a maioria das Instituições de Ensino Superior (61%), elencou nota 3, isto é, rendimento satisfatório. Assim, apenas 1% dos cursos, ou seja, 25 Universidades estão com rendimento 5, categoria de excelência acadêmica. O que isso demonstra para um país que carece de pessoas com nível superior? Que estamos aquém de almejar uma Educação Superior de qualidade. No entanto, apenas mostrar esses dados não nos convém, é preciso buscar a raiz do problema, diagnosticar onde está a ponta do iceberg. A saber, em nosso país criou-se a cultura da avaliação, cria-se indicadores de todas as formas, por exemplo: O SARESP, IDESP, IDEB, ENEM, ENADE e PISA são todas avaliações externas estaduais, nacionais e internacionais, em outras palavras, são exames com o propósito de diagnosticar os pontos de atenção da educação brasileira (pelo menos é isso que está na Legislação), mas ano após ano temos que ouvir notícias assim. Outra indagação é: em que fase da educação nacional investir? Na educação Infantil? No Ensino Fundamental? No Ensino Médio ou na Universidade? A título de ilustração, educação formal é um processo em construção, ou seja, tem início na base, Educação Infantil e termina, ou melhor, não termina, pois ao término da graduação é de fundamental importância a formação continuada, caso o profissional queira sobreviver às demandas do mercado. Considerações finais: Uma nação se faz de pessoas instruídas, refletindo nas categorias Políticas, Econômicas, Sociais e Culturais, porquanto, é de fundamental importância analisar, planejar, executar, verificar e avaliar a Educação em nosso país, desde Educação Infantil até a Graduação e Pós Graduação. Um país que investe na Educação em todas as modalidades tem o seu lugar entre as nações desenvolvidas em todas as dimensões. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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A TRISTE REALIDADE DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.

É fato, uma educação de qualidade é um dos elementos primordiais no desenvolvimento Político, Social, Econômico e Cultural de um povo. Grosso modo, a afirmativa acima foi construída após analisar indicadores sobre a Educação Formal em nosso país. Segundo Terce - Terceiro Estudo Regional Comparativo e Explicativo, divulgado dia 04 de dezembro, financiado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), discorre que mais da metade dos estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental-I, não domina as habilidades básicas de Matemática e Leitura, transpondo isso para números, em torno de 64% de alunos comprometidos futuramente, isto é, os futuros analfabetos funcionais. É sabido que essa etapa da Educação Básica é primordial, porque fornecerá a matéria prima para o Ensino Fundamental-II, Ensino Médio e, posteriormente, nos Cursos Superiores. Mediante esse quadro, já é possível imaginar os profissionais que sairão para o mercado de trabalho. Longe, aqui, de buscar culpados, portanto: de quem é a responsabilidade de indicadores insatisfatórios na Educação Formal Brasileira? A priori, foi lançado o PNE-Plano Nacional da Educação, com 20 metas e, dentre elas, a erradicação do analfabetismo é uma das prioridades até 2020. Assim, se concebe o seguinte: sempre postergam as ações se está em questão a qualidade da Educação, gerando indagações como: O que estão fazendo no momento para reverter este quadro vergonhoso para um país que está entre os mais ricos do planeta? Grosso modo, o PNE se encontra na pauta de discussão dos governantes brasileiros desde 1961, passando pela Constituição Federal de 1988, e no ano de 2001, foi sancionado o Plano Nacional de Educação (PNE) através da Lei n. 10.172/2001, com previsões até 2010. Sem contar que o ano de 2014 está prestes a se findar e os resultados? Matematicamente falando, e levando em considerações a construção de registros, em 2014 completa-se 53 anos de PNE, em outras palavras, meio século de registros somando a meio século de descaso para com a Educação Formal em nosso país. Logo, se no início dos anos sessenta as autoridades responsáveis pela educação em nosso país tivessem agido, com certeza não estaríamos vivenciando essa realidade. Considerações finais: Esta é a triste realidade da educação brasileira, a construção de registros por longas décadas contrastando com a qualidade. Por quê? É simples, um povo instruído incomoda muito, pois é um elemento em potencial no combate da Corrupção, do Mensalão, Petrolão e de outras formas de usurpar o dinheiro do povo. Conhecimento é poder, perceberam porque quando está em jogo a qualidade da educação formal em nosso país, adiam sempre as ações em longo prazo? Como será em 2020?
Alberto Alves Marques
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