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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: ZICA VÍRUS, DENGUE E CHIKUNGUNYA: O PROBLEMA TAMBÉM É NOSSO.

Nas últimas décadas a sociedade brasileira passou a ser incomodada com algumas doenças que, a priori, teria sido erradicada, porém surgiu a Dengue, depois a Chikungunya, e nos últimos anos a Zica Vírus, todas doenças transmitidas pela fêmea do mosquito Aedes Aegypt. Diga-se de passagem, concebe-se que as autoridades públicas, sobretudo, as relacionadas com a Saúde Pública não estão conseguindo vencer a batalha contra essas doenças e o mosquito transmissor, fazendo algumas vítimas. Ressalto que essas ações são de responsabilidade dos órgãos governamentais, entretanto, o problema também é meu, ou melhor, é nosso, principalmente o cuidado com nosso espaço, evitando água parada, local de reprodução do mosquito. Não é aqui pretensão de tirar a responsabilidade dos Governantes na elaboração de políticas públicas no combate ao mosquito, ou investimentos na saúde pública, mas não há políticas públicas que solucionem essas mazelas, se a falta de compromisso de os cidadãos persistir (deixando recipientes acumulando água), contribuindo, assim, para os criadouros do mosquito Aedes Aegypt. Na verdade, é uma questão cultural, contudo é preciso construir um discurso de que cuidar do país e da nação brasileira não seja somente responsabilidade dos Governantes, e a minha parcela de corresponsabilidade como cidadão, tenho o direito sim de um país justo em todas as dimensões, mas e a parte que me cabe, participando, cobrando e agindo. Volto a ressaltar, não é aqui pretensão de este escritor tirar as responsabilidades dos governantes, mas sim, aguçar a reflexão da população sobre a parte que nós temos que fazer. Em outras palavras, o inimigo agora é um só, a Dengue, Chikungunya, e Zica Vírus, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypt. Partindo desse pressuposto, no momento necessitamos de um exército de combate que inclua toda a sociedade, independente de bandeiras políticas, credo, classe social, sexo, etc., pois o que está em jogo é a minha, a sua e a nossa saúde. Considerações finais: Construiu-se uma cultura no Brasil quando está em questão a Política, de que precisamos esperarmos sentados pelas ações dos Governantes. Obviamente, eles têm essa responsabilidade sim, afinal são eles os nossos representantes, além do mais, os mesmos trabalham com a máquina pública, porquanto, cabe a nós fazermos o nosso dever de casa, não esperando que o meu vizinho o faça em meu lugar. Combater a Dengue, a Chikungunya, e o Zica Vírus é uma ação governamental sim, por outro lado, necessita muito mais do que isso, é preciso mudança de cultura e atitude de todos, somente assim conseguiremos vencer essa batalha. 

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/

Cidade: Hortolândia/SP.    

sábado, 30 de janeiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A MAFIA DA MERENDA ESCOLAR

A priori, a educação formal é a base da sociedade, sobretudo se essa ação é um elemento em potencial na construção de uma sociedade justa, evitando uma das mazelas que usurpa os direitos da nação, a corrupção. Partindo desse pressuposto, é inadmissível que a corrupção adentre nessa Instituição, que preza pela educação interdimensional dos indivíduos. Este desabafo e, também repúdio, está em sinergia com uma matéria veiculado sobre o superfaturamento na licitação da merenda escolar, por pessoas ligadas à administração de 16 prefeituras no Estado de São Paulo; e, três cidades da RMC- Região Metropolitana de Campinas estão sendo investigadas: Americana, Sumaré e Campinas. À luz da reflexão, o esquema está ligado ao superfaturamento, ou seja, um pacote de arroz para a merenda escolar das crianças girava em torno de R$27,00, enquanto no mercado custa em média R$12,00. Na verdade, fatos assim acabam direcionando para a naturalização da corrupção no país, pois notícias midiáticas de corrupção na política e economia como o Mensalão e Lava Jato, já se tornaram rotina. Todavia, se não bastasse a falta de investimento em educação pública em todas as modalidades que colaboram para a qualidade da mesma, surgem ao todo instante, vigaristas e inimigos na nação para aproveitar e encher os seus bolsos de dinheiro público. A ação de superfaturamento na merenda escolar colabora para as propagandas governamentais sobre investimentos em educação, com isso aumentando os preços, sobra para os malfeitores usufruir da coisa pública, e um dos indicadores para os políticos utilizarem nas propagandas eleitorais mascarando a realidade educacional, dizendo que existem investimentos em educação pública, e que as mesmas dispõem de qualidade em todas as áreas. Considerações finais:  A corrupção nos envergonha em todas as esferas, fere a imagem da nação brasileira em território nacional e internacional, mas utilizar da educação pública, uma das instituições responsáveis por construir pessoas de valores, dignas, justas e, principalmente capacitadas, para fazer dessa Instituição moeda de troca dos inimigos públicos número um da nação brasileira, os políticos corruptos, isso é inadmissível. Ressaltando, o Grego Pitágoras (570- 495 a.C): “Eduque as crianças e não será necessário castigar os adultos”. A máfia da merenda escolar, só comprova que esses malfeitores faltaram nas aulas de ética, valores, justiça e dignidade na escola, preferindo as disciplinas de como ser mau caráter e como aprender a corrupção e outras formas de se dar bem com dinheiro público.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MOMENTO EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES UNESP-ABERTA


A formação do docente é de suma importância na evolução profissional e pessoal, e mais, essa ação acaba reluzindo nos estudantes, visto que professores atualizados tem um potencial a mais na hora de preparar as suas propostas de aula.

Partindo desse pressuposto, a Unesp oferece cursos gratuitos para professores nas Áreas Biológicas, Humanas e Exatas. Os interessados devem acessar o link abaixo: http://unespaberta.ead.unesp.br/


INSCRIÇÕES PARA O FIES -2016 
O MEC, abre nesta terça-feira (26/01) as inscrições para o FIES- Fundo de Financiamento Estudantil. Para os interessados em financiar e obter mais informações sobre o Ensino Superior, acesse o site abaixo: 



sábado, 23 de janeiro de 2016

ARTIGO: A SOCIEDADE E O MAU-CARÁTER DE ALGUNS.

A priori, não se conhece ao certo a gênese da palavra “caráter”, porém sabe-se que a mesma segue o seu tempo e o espaço, ou seja, cada sociedade designou um conceito. No entanto, o seu significado é unanimemente, pois ao afirmamos que uma pessoa é mau-caráter estamos classificando-a como desqualificada, desonesta não tendo princípio moral, ação de extrema relevância para a convivência humana, sobretudo, se vivemos em grupos de trabalho ou familiar. A palavra tem um significado tão importante na relação humana que o Filósofo Heráclito afirmou com propriedade: “O caráter do homem é seu destino”. À luz da reflexão, é o caráter da pessoa o elemento norteador para aceitá-lo em sociedade, outrossim, a ausência dessa ação fará com que acabe sozinho, isolado e desacreditado por muitos. Mas afinal, de onde vem o caráter das pessoas? Devido à complexidade da indagação, ressalto ilustres pensadores para a construção do conhecimento Ocidental, Rene Descarte (1596-1650), John Locke (1632-1704) e Emanuel Kant (1724-1804), o primeiro estudioso francês, o segundo inglês e o último prussiano (parte atual da Alemanha). Levando em consideração o pensamento de Descarte que defende o Racionalismo ao discorrer que todo conhecimento provém da Razão, ou seja, do pensamento, as pessoas nascem com caráter. Por outro lado, o inglês Locke defensor do Empirismo, expressa que a produção do conhecimento é obtida da experiência, assim, segundo a linha de raciocínio dele, o caráter é uma categoria adquirida na interação com a sociedade. A terceira via que são os Estudos de Kant, procura articular o pensamento de Descarte com os de Locke, ou seja, o caráter do indivíduo é uma articulação entre o pensamento (Razão) e o meio na qual a pessoa vive (experiência). Consoante a uma fundamentação teórica dos estudiosos sobre assunto, podemos tirar as nossas considerações. É fato que uma pessoa é suscetível geneticamente a desenvolver o mau caráter ou o bom caráter, visto que está na sua gênese, porém, o meio e a criação têm o poder de conduzir as pessoas para a dignidade moral, algo imprescindível para ser aceito na vida em sociedade; e essa interação é primordial, e sempre leva em consideração: “ Não faça aos outros aquilo que não queres para ti”. Considerações finais: Na verdade, a origem do elemento determinante sobre o caráter, talvez não seja um fator preponderante, mas uma coisa é certa, a falha de caráter destrói vidas, corações, credibilidade, entre outras formas de uma convivência saudável, fazendo com que o mau-caráter termine solitário, em todas as dimensões. Por fim, essa categoria não escolhe condições social, econômica, política e cultural, podendo ser um político, o chefe, e até mesmos um parente. Reflexão: este artigo de opinião tem como o propósito refletirmos sobre as pessoas que colocamos em nossas vidas, isto é, àquelas que abrimos a nossa casa e coração com o intuito de fazer o bem. Quem são essas pessoas? Essa inquietação fica para você leitor, afinal somente você sabe para quem abriu a sua casa e o seu coração!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O ESTADO: O LEVIATÃ DA POPULAÇÃO.

À luz da reflexão, Leviatã é a obra prima do escritor inglês Thomas Hobbes ((1588-1679), o Filósofo utiliza a designação Leviatã para representar o Estado (Governo), como um grande monstro invencível que manuseia seu poder absoluto para coagir os súditos. A priori, o estudioso Hobbes faz uma analogia com a Bíblia sagrada, quando no Livro de Jó descreve o “Leviatã” como um crocodilo, o monstro imbatível. Assim, busquei uma fundamentação teórica metodológica na obra do estudioso inglês para discorrer sobre dois assuntos de fundamental importância para a população brasileira, o papel do Estado (Governo) na responsabilidade para com a população e a inflação (aumento dos preços). É fato, a inflação nos últimos anos aumentou astronomicamente, corroendo o poder de compra dos trabalhadores, contribuindo ainda mais com a promoção das desigualdades socioeconômicas no país. O mais incrível é que, de acordo com uma pesquisa divulgada pela BBC-Brasil, entre os elementos determinantes para o aumento da inflação, encontra-se a alta na conta de Luz, Água e Combustíveis, fatores de suma responsabilidade do Estado em promover uma política reguladora de preços. Não obstante, esses itens de extrema importância, serem produtos encontrados em abundância em solo brasileiro, como a Luz (temos as maiores hidrelétricas do planeta); no quesito água (os maiores rios do globo encontram-se no Brasil) e os Combustíveis (grandes produções de petróleo e etanol). Considerações finais: Partindo desse pressuposto, percebe-se que a analogia entre o livro “Leviatã” de Thomas Hobbes com a passagem Bíblica tem fundamento, pois o Estado (Governo) escolhido pelos cidadãos para proteger a nação, está fazendo o papel do grande monstro (o crocodilo), utilizando do seu poder, que aliás emana do povo, para usurpar o poder aquisitivo dos brasileiros através de medidas, acarretando o aumento da inflação, um monstro imbatível, sobretudo para aqueles que mais precisam, os trabalhadores. Às vezes fico pensando: Esse é o país de todos? Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: COMO EXPLICAR O AUMENTO NOS PREÇOS DOS ALIMENTOS?

Como explicar o inexplicável, o aumento nos preços dos alimentos no Brasil? Essa indagação levou-me a discorrer sobre essa temática através de uma interrogação. À luz da reflexão, o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou alguns indicadores sobre a safra de 2015 nas categorias leguminosas, cereais e oleaginosas. Constatou-se um recorde de produção: 209,5 milhões de toneladas, acima 7,7% da safra de 2014; e, segundo estimativas do IBGE, para 2016 espera-se 210,7 milhões de toneladas. Partindo desse pressuposto, como explicar o aumento dos preços dos alimentos nos supermercados? É o mesmo que tentar explicar o inexplicável, além do mais, essa linha de raciocínio contraria uma das regras do Capitalismo: “A lei da oferta e da procura”, ou seja, quanto mais um produto circula no mercado consumidor, maior é a probabilidade do seu preço sofrer queda. Na concepção do escocês Adam Smith (1723 – 1790), a economia é movida por uma mão invisível do Capitalismo, assim, a riqueza das nações resulta da atuação dos capitalistas movido pela ganância, fazendo com que a produção aumente, objetivando o lucro. Dessa forma, existe uma sincronia entre o aumento da produção, o lucro, a concorrência e a lei da oferta e da procura, em outras palavras, a disputa pelo acréscimo da produção faz com que o excedente de mercadorias circule pelos mercados, fazendo os preços diminuírem. Todavia, o aumento dos preços dos alimentos no Brasil contrapõe, até mesmo, uma das leis do Capitalismo que procura explicar sobre o que gera a riqueza das nações.  Não obstante, terão aqueles economistas que procurarão respostas no aumento dos preços dos combustíveis, outra ação inexplicável, já que de acordo com o Governo Federal, somos autossuficientes em petróleo e etanol. Considerações finais: Como explicar o inexplicável em torno do aumento dos preços dos alimentos em um país de clima tropical e de grandes extensões territoriais, propício para qualquer plantio de produtos agrícolas, em que tudo que se planta colhe? É difícil, porém, com a corrupção que assola a nação de norte a sul, só nos resta acreditar que isso é especulação e um conluio entre a iniciativa privada e as esferas públicas, cujo intuito é o de gerar riqueza para poucos, sobretudo, para os donos dos agronegócios e os políticos que optaram pela via do favorecimento, gerando uma sincronia de corrupção entre o público e particular. Enfim, é inexplicável o aumento dos preços dos alimentos no Brasil, e se isso não bastasse, é perceptível observar o nosso salário corroído pela inflação, sem falar que temos que conviver com serviços públicos de qualidade duvidosa, como a educação, saúde e segurança pública. O que mais nos restam? Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES NO BRASIL

Diga-se de passagem, a qualidade do Ensino Superior de um país é um dos indicadores para o desenvolvimento de uma nação em todas as dimensões. À luz da reflexão, é a qualidade dos cursos superiores um termômetro na inserção de mão de obra qualificada, outrossim, oferecendo subsídios para o desenvolvimento socioeconômico. Grosso modo, o motivo que levou este escritor de artigos de opinião a discorrer sobre essa temática, está articulada com uma notícia midiática ao explanar que alguns Cursos Superiores no Brasil ficam a desejar no quesito qualidade. De acordo com o ENADE/2014, (Exame Nacional de Estudantes), 756 cursos tiveram notas abaixo do esperado. Partindo desse pressuposto, esses profissionais adentrarão no mercado de trabalho com uma mão de obra comprometedora, lesando a priori, os cidadãos que procuram um serviço de qualidade. É fato, ocorreu um aumento de ingresso de estudantes nos cursos superiores, aumento esse articulado com os programas de Bolsas de Estudos dos Governos, citando alguns, PROUNI; FIES; SISU, cujo objetivo é corrigir a injustiça social. No entanto, é preciso atentar e refletir, todos inclusos no Ensino Superior não significa, necessariamente, aumento na qualidade, eis os pontos de atenção que os nossos administradores precisam focar, quantidade em sinergia com qualidade.  Para ser mais claro, a entrada desse estudante, seja através de Bolsa ou não, deve ser monitorada, assim, observará se realmente os Programas de incentivo aos cursos superiores estão trazendo resultados positivos. Na atual conjectura, adentrar em uma Universidade não é mais o grande desafio, e sim acompanhar a trajetória estudantil na instituição para se sair com um curso de qualidade. O outro ponto de atenção, entre tantos, a qualidade dos cursos superiores está articulada também com a qualidade da educação Básica em nosso país, sobretudo o Ensino Médio, pois a clientela que está terminando essa modalidade possui os pré-requisitos para o prosseguimento dos estudos? Considerações finais: Destarte, o objetivo deste artigo não é procurar os culpados pela desqualificação da educação em todos os níveis (até porque existem muitos e o espaço seria insuficiente para descrevê-los), mas sim levar a população a refletir e, principalmente, os nossos governantes: a Universalização é o ponto de partida na Educação Superior, porém carece de um sistema de ensino alinhado desde a Educação Infantil até as modalidades superiores, caso contrário, sempre estaremos coletando fracassos educacionais. A propósito, sabe quem perde com tudo isso? Todos, pois fracasso escolar é o mesmo que investimento errado, e investimentos na esfera pública vem dos impostos, a bem da verdade, saem dos nossos bolsos. Enfim, estão usurpando duas vezes os nossos direitos, primeiro de jogar pelo ralo a arrecadação dos impostos e depois, nos privar de uma educação pública de qualidade, conforme discorre a Legislação. O incrível é que as pessoas que estão aí e são responsáveis pelo fracasso na educação em nosso país, subiram ao poder com a ajuda de muita gente. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: REFORMA NA APOSENTADORIA DO TRABALHADOR

Mediante a fala da Presidenta da República em 07 de janeiro de 2016, em que a excelentíssima discorreu que é a favor de mudanças para a aposentadoria do trabalhador brasileiro, entre uma dessas mudanças a elevação da idade e do tempo de contribuição, não pude deixar de tecer algumas considerações e repúdio sobre as considerações dessa pessoa que sempre defendeu que em seu governo que iria lutar e trabalhar para os que mais precisam.  Grosso modo, é perceptível que a Previdência está sofrendo um rombo, mas onerar e usurpar o trabalhador é inadmissível. À luz da reflexão, a aposentadoria tão sonhada pelo trabalhador é a única esperança de sobrevivência que o mesmo tem, após longos anos de árduo trabalho (ainda mais em um país em que o custo de vida é altíssimo), tirar ou prorrogar esse direito é causar mais injustiça para os que mais precisam. A priori, a fala da Presidência direciona para o dito popular: “Faça o que eu mando, mas, não faça o que eu faço”, em outras palavras, é fácil Legislar em mudanças na Previdência, quando a excelentíssima não precisa dela para a sua aposentadoria. É isso mesmo, segundo o INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos, após o término do mandato, os ex-presidentes contam com oito assessores, dois veículos oficiais e vencimento de 11 mil reais, dessa forma os quatro presidentes vivos custam 3 milhões, por ano, aos cofres públicos. Assim fica fácil mudar a aposentadoria, visto que a mesma não precisará desse benefício ao término de sua gestão. Essa notícia é pouco divulgada, mais os ex-Presidentes vivos como Lula, José Sarney, Collor e FHC, ainda usufruem do nosso dinheiro, dinheiro este adquirido com muito esforço e suor pelos trabalhadores, na verdade, corroído pelos impostos que deveriam fazer parte da aposentadoria do mesmo.  Considerações finais: Dessa forma, fica fácil legislar em prol de reformas da Previdência e usurpar os direitos da população, pois os legisladores jamais dependerão da Previdência durante a sua aposentadoria, todavia o dinheiro que sustentará os ex-presidentes com a sua luxúria terá como procedência o bolso do povo, isso mesmo as mesmas pessoas que os governantes querem dificultar a aposentadoria. Não nos restam dúvidas, economizar para o trabalhador, para sobrar mais para os donos do poder. E acredite, o slogan do governo é legislar para aqueles que mais precisam. Pimenta na aposentadoria dos que mais precisam é refresco para os governantes. Acorda Brasil!
Alberto Alves Marques
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: UM FELIZ ANO NOVO!

 A priori, nesta época do ano, as ações humanas são preenchidas por certo otimismo, sobretudo, com as festas do final de ano oportunizando para alguns e não a todos, viagens, encontros com parentes, troca de presentes, e muitas promessas e expectativas, afinal, todos esperam um próximo ano bem melhor. Aliás, esperanças à parte, é preciso iniciar o ano novo com os pés no chão, principalmente perante o contexto nacional vigente. Mas como discorre o dito popular “a esperança é a última que morre”, devemos sim, acreditar, nas coisas boas que virão. No entanto, o que seriam essas coisas boas? Grosso modo, é preciso relativizar, pois para alguém que está desempregado, com certeza, pediria para o próximo ano um trabalho, já quem tem família acometida por uma doença, desejará a cura. A propósito, como dizia o poeta português Fernando Pessoa: “Tudo em nós é o ponto onde estamos”, em outras palavras, os nossos desejos estão articulados com as nossas fragilidades e necessidades. Todavia, é uma constante, nos preocuparmos somente com o nosso umbigo, não se importando a mínima para o problema do próximo. É óbvio, que seria muita ingenuidade, dar toda atenção para os problemas externos e esquecer dos meus desejos e as minhas expectativas. À luz da reflexão, é preciso manter o equilíbrio e lançar energia positiva para que a humanidade encontre a verdadeira paz em todas as dimensões, assim preocupar-me-ei, inclusive com as minhas necessidades. Outrossim, desejo a todos que estão em meu entorno, um ano novo repleto de saúde, emprego, dinheiro (pois afinal ninguém vive sem), felicidade, ou seja, tudo que possibilita aos seres humanos viver bem. No entanto, para que os meus desejos se transformem em realidade é preciso que almejemos que em 2016 apareçam políticos não corruptos que denigrem a imagem da política nacional; que as grandes corporações não pensem somente no lucro e vejam o lado humano, como aconteceu em Mariana/MG; que concebam que a educação formal nas escolas, a saúde e os direitos sociais são imprescindíveis no desenvolvimento de uma nação, sendo assim, é preciso transformar essas categorias em prioridade para que todo povo brasileiro possa tomar as três refeições por dia (fala constante da Presidenta da República). Considerações finais: É óbvio que somente desejos não geram ações em prol de uma vida digna, mas já é o começo para acreditar que 2016 será melhor do que 2015. Um Feliz 2016 em todas as dimensões para aqueles que tiveram a paciência de ler os artigos de opinião deste escritor.

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: O BLOQUEIO DO WATSHAPP: USURPANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA.

Ao acordar nesta quinta-feira, dia 17 de dezembro de 2015, algo estava estranho, a priori, tive a sensação de estar em países em que as liberdades de imprensa e de expressão são usurpadas da população, como China, Coreia do Norte e Cuba. Fiquei perplexo, pois batemos no peito e afirmamos que a Ditadura Militar brasileira (1964-1985) acabou há 30 anos e, repentinamente, somos surpreendidos por esta ação, a bem da verdade, uma incógnita, pois ninguém sabe realmente quem foi o responsável por emitir essa ordem judicial.  Segundo as diversas mídias, a suspensão é um pedido do Tribunal de Justiça de São Paulo, e o motivo é uma investigação criminal em São Bernardo do Campo, levando ao bloqueio do serviço por 48 horas. No entanto, até que ponto essa notícia procede? Grosso modo, em países democráticos em que a liberdade de imprensa ecoa para todos os cidadãos, essa resposta não satisfaz a população, aliás se o objetivo, realmente, é evitar ou até mesmo combater ações criminosas, logo esses malfeitores não necessitam do WhatsApp, pois existem outros meios de comunicação como celulares, telefones fixos e, inclusive a Internet, que podem atuar como suporte para o crime. Esse segredo de Estado, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, incomoda mais do que o bloqueio, visto que ninguém sabe quem pediu a suspensão, levando as indagações como: E se por trás desse bloqueio encontra as grandes corporações da telefonia celular, diga se de passagem, não ganha com o WhatsApp, vendo as suas somas astronômicas caírem dia a dia? Em outras palavras, a própria omissão dos órgãos Judiciais para esse bloqueio, usurpa o direto da população brasileira de liberdade de imprensa e informação. Considerações finais: É lamentável, em pleno século XXI em que as TDIC- Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação diminuíram a distância comunicacional, ter que conviver no Brasil com ações retrógradas medievalistas (referentes à Idade Média) quando a liberdade de imprensa, expressão e pensamento estava nas mãos dos donos do poder. À luz da reflexão, esse é o paradoxo do nosso país, sendo que uma das maiores ações criminais no Brasil acontece na nossa maior Empresa Nacional, a Petrobrás. E você acredita que essa estratégia utilizou o WhatsApp? Não. Essa ação aconteceu debaixo do nariz e com a validação de muitos políticos importantes. Afastar o povo da liberdade de se comunicar é uma das estratégias de países totalitários, como o Nazismo na Alemanha e o Fascismo na Itália. E alguém se lembra desses regimes? Sucumbiram perante a Liberdade. Estamos sucumbindo na Política, na Economia e até mesmo na Sociedade, só faltava querer tirar a nossa liberdade de imprensa, expressão e pensamento. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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domingo, 29 de novembro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: FORMA DE GOVERNO REPÚBLICA: UM MOMENTO PARA REFLEXÃO

À luz da reflexão, o mês de novembro de 2015 é o aniversário da República Brasileira, proclamada no dia 15 de novembro de 1889, ou seja, 126 anos de um Governo com a “participação do povo”. Será? Grosso modo, a etimologia da palavra tem origem no Latim, quando Res= coisa e pública = governo de todos, outrossim, um governo eleito pelo povo para trabalhar em prol da nação. Sendo assim, parte-se do pressuposto de que a República está acima da Monarquia Absolutista e dos Governos totalitários, pois esses não tinham intenção nenhuma de repartir o poder com a nação. Dessa forma, foi por esse motivo que no dia 15 de novembro de 1889, entra em cena a República Brasileira, deixando 67 anos de Império no passado. No entanto, após décadas, se percebe que a República Brasileira ainda não está consolidada, sobretudo, se a coisa pública, realmente, não se encontra nas mãos de todos e, sim, de uma minoria, os donos do poder, quiçá direcionando para a corrupção e usurpação dos poderes das mãos do povo brasileiro. Ao longo desses anos tivemos avanços e retrocessos durante a nossa República. Sendo assim, essa ainda é a melhor forma de governo? A priori, é preciso relativizar, pois a forma de governo é de suma importância, desde que nos bastidores existam seres humanos que trabalhem para a nação e, não, para satisfazer as próprias vontades. O que está em questão não é simplesmente escolher a República ou a Monarquia, diga-se de passagem, temos o exemplo da Inglaterra que é uma Monarquia absoluta. Aparentemente, funciona muito bem, contrapondo ao nosso país que, nas últimas décadas, está sendo assolado por corrupção em todas as dimensões, envergonhando a dignidade do povo e usurpando a riqueza da nação, elemento em potencial para uma qualidade de vida, pois a corrupção é a chaga de um país, sugando os investimentos em educação pública, saúde, segurança, entre outras ações, direcionadas para uma vida digna. Considerações finais: O que mais chama a atenção é que as mazelas políticas, sociais e econômicas naturalizaram em nossa pátria amada, passando a sensação de que as pessoas assistem ao espetáculo como se nada estivesse acontecendo. Analogicamente falando, sistematizar-se-á essa situação nas palavras de Lima Barreto na transição da Monarquia para a República em 1889: “O Brasil não tem povo e sim público”, isto é, assistem o show da arquibancada, “Bestializados”. Será que Lima Barreto tinha razão, perante a corrupção que assola o Brasil e a sua naturalização? Não obstante a forma de governo, seja ela Monarquia ou República, a nação e o povo antecedem a vontade dos donos do poder e, por incrível que pareça, a Revolução começa pelo povo. Portanto, onde está o povo?  

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/

Cidade: Hortolândia/SP.    

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

ARTIGO: COMO SERIA A SOCIEDADE SEM AS ESCOLAS E SEM OS PROFESSORES?

Na verdade, a resposta mais coerente para o título deste artigo seria:  um retorno às trevas, à ignorância, ao obscurantismo e, até mesmo, às cavernas. Em outras palavras, ocorreria uma evolução ao contrário, ou seja, retrocederíamos no processo de evolução que levou milênios para se construir. Então, por que essa mesma sociedade que reconhece a escola (são poucos), há os que a desprezam, juntamente com os seus professores, que estão ali passando o seu máximo para construir conhecimento perante um mundo onde a ignorância está ocupando espaço? É simples, existem aqueles que têm medo do conhecimento, pois essa arma intelectual incomoda muito, sobretudo, quem está acostumado com o topo do poder e jamais quer perdê-lo; mas também existem os conformados, acomodados e contentes com a situação vigente, em que quem domina o conhecimento determina o poder, outrossim, ser mandado por alguém pelo resto da vida. Partindo desse pressuposto, é fundamental conceber a importância dos professores e da escola no mundo hodierno. À luz da reflexão, essa instituição secular liberta os indivíduos das amarras da ignorância (obviamente, aqueles que queiram estudar), pois ler e escrever são ações que tiram as pessoas do obscurantismo, das trevas intelectuais e impedirão que retornemos às cavernas. Paralelamente, as escolas e o conhecimento colocarão no topo da humanidade a Razão, a Ciência e o conhecimento e ao menosprezar as escolas e, principalmente, os professores -naturalmente, os comprometidos com a sua profissão-, estamos concordando com a corrupção que assola o país e colaborando com a crise econômica, social e política. Se desvalorizamos os professores (é claro, aqueles que buscam a sua formação continuada, se atualizando para as constantes mudanças em todas as dimensões), estamos aceitando os políticos caras de pau que temos, que roubam milhões e juram até a morte que são inocentes. A priori, abdicar do conhecimento, é ter que ouvir todos os dias notícias midiáticas discorrendo sobre envolvimento de políticos, que a bem da verdade, deveriam nos representar, envolvidos com Operação Lava Jato, é sabido: povo sem instrução é igual ao gado no pasto, vai para onde os seus donos tocar. Considerações finais: Diante de tudo isso, e para evitar que políticos corruptos perpetuem no poder, é primordial que a geração que está sentada nos bancos escolares tome uma atitude e assume a sua responsabilidade como estudante, absorvendo o conhecimento para lutar contra as mazelas da sociedade. Não é fácil, pois se fosse seríamos um país com um percentual de pessoas com curso superior razoável.   No entanto, é fato, a nossa geração (nem todos) que tem acima dos 40 anos, como este escritor, está fazendo a sua parte, lutou contra o retorno da democracia, contra o Impeachment de Collor, e outras tantas que assolaram a sociedade, para que os estudantes que se encontram no espaço escolar (muitas vezes resistindo ao conhecimento), tivessem um dia uma escola Pública Gratuita e de qualidade. Infelizmente, por razões múltiplas muitos que estão naquele espaço não estão nem aí. Grosso modo, lutei bastante, estou cansado, mas se for preciso aguento o batente, mas, e a geração que nos substituirá?  Segundo o Filósofo Mário Sérgio Cortella: “O mundo que deixaremos para nossos filhos depende dos filhos que deixaremos para o nosso mundo”. Tristemente, é assim, valoriza-se algo somente ao perdê-lo.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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domingo, 18 de outubro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA NA CONTEMPORANEIDADE.

 As tecnologias substituirão os seres humanos como discorridos nos filmes de ficção científicas? Ou melhor, as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, as chamadas TDIC, substituirão os professores nas salas de aula? Segundo a palestrante Leila Navarro, a qual eu tive o prazer de conhecê-la: “Mais importante que respostas, são as perguntas que nos permitimos fazer”; em outras palavras, as perguntas, posteriormente, advindas das respostas. Mas vamos lá, as tecnologias em todas as suas dimensões ocuparão o lugar dos seres humanos? A bem da verdade, em todo questionamento é preciso relativizar, como dizia Rene Descarte em seu Discurso do Método, é necessário questionar, indagar e, a priori, duvidar das verdades absolutas. Partindo dessa linha de raciocínio, as tecnologias poderão substituir os seres humanos dependendo de qual ponto de vista, como discorria o poeta português Fernando Pessoa: “Tudo em nós é o ponto onde estamos”, dessa forma, trazendo para o contexto do Mundo Hodierno e, sobretudo, para a sala de aula, é preciso relativizar. Fisicamente falando, as tecnologias em suas diversas modalidade não substituirão os professores, porém, quando está em questão a sua didática pedagógica, é outra história, pois dependendo, é óbvio do interesse do seu público e outros elementos de suma importância no processo de ensino aprendizagem, a probabilidade dos estudantes prestarem atenção e demonstrar interesse em uma aula com o uso das tecnologias digitais é bem maior do que as aulas analógicas, em que se utilizava giz e lousa. Outrossim, segundo o Freire (1996) o professor depositava uma avalanche de conteúdos programáticos nos alunos sem elencar significado aos mesmos. Portanto, uma aula com as melhores e mais avançadas tecnologias do mundo podem não surtir efeitos e se transformar em uma proposta de aula monótona e tradicional, parafraseando o Historiador da América da Unicamp, Leandro Karnal: É possível dar uma boa aula com um jornal do dia anterior, e por outro lado, possibilitar uma aula monótona e entediante com os melhores recursos tecnológicos do mundo. Dessa forma, onde está a problemática em questão? Na criatividade. Considerações Finais: À luz da reflexão, as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, estão em todos os lugares, real ou virtual. Assim, não tem mais como fugir dessas ferramentas, principalmente quando as mesmas estão batendo a nossa porta com os dizeres: ou você me decifra ou eu te devoro? Dessa forma, o que está em jogo na educação formal e, perante, ao nosso público, é manusear todo esse aparato a nosso favor. Como? Utilizando a criatividade e as tecnologias. É óbvio, as tecnologias sozinhas não resolverão o problema da educação, porquanto, sem elas ao nosso lado e concebendo-as como concorrentes, ficará mais difícil. A solução é uma articulação entre a didática pedagógica do professor e as tecnologias em suas diversas modalidades, com essa ação evitar-se-á que morramos profissionalmente. Qual a receita? Felizmente, para o bem da produção do conhecimento, não tem, cada um construirá a sua forma de trabalho, com flexibilidade e criatividade. As tecnologias não substituirão as pessoas, mas, com certeza muitos serão substituídos por aqueles que estão um passo à frente na tecnologia. Já pensaram sobre isso? Dá medo, não? Então, o que estão esperando, é momento de não ser devorado por essa maravilha do século XXI e dos próximos milênios.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Bauru/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DO PROFESSOR: SER PROFESSOR É ULTRAPASSAR BARREIRAS EM TODAS AS DIMENSÕES.

Dia do professor, como homenageá-lo? Buscando a origem da data ou parabenizando? Diga-se de passagem, ao contrário do que nos anos anteriores quando discorri em artigos sobre a temática acima, fundamentarei a minha linha de raciocínio no tempo e espaço, pois ser Professor ou Professora é ultrapassar as barreiras, milênio e séculos. Outrossim, sem o Professor não teríamos conhecimento sobre a História da Humanidade replicada de geração a geração por esses mestres que em muitas ocasiões abdicam de cuidar dos seus filhos em prol dos estudantes. Porquanto, tudo isso vale a pena, pois ser professor é plantar uma semente e vê-la germinar em pequenos seres que um dia nos substituirão na profissão, à luz da reflexão, sem esse profissional, não existiria o próprio Professor. Ser professor é libertar os indivíduos das amarras da ignorância, é iluminar a mente daqueles que só observam escuridão, é oportunizar caminhos seguros onde há insegurança, insuflar a alegria nos lugares em que exista tristeza. Grosso modo, o Dia do Professor não deveria ter uma data exata, ou melhor, um único dia, na verdade, os 365 dias do ano seriam pouco perante a importância desse profissional.  Em muitas situações ser Professor é assumir as responsabilidades que nos delegam, de fato, seria responsabilidade de outra instituição, a família. Diante da complexidade da profissão surge a ambiguidade, professor ou educador? Na verdade, educador está em sinergia com a palavra educação, porém, segue rumos diferentes e buscando uma fundamentação teórica em Kant (1724- 1804): “Por educação entende-se [...] os cuidados (alimentação, o sustento), a disciplina e a instrução com a formação”. Observa-se que o significado da palavra direciona para a instrução. Partindo desse pressuposto e seguindo a linha de pensamento de Kant, o professor, em algum momento, se torna um educador, uma responsabilidade inimaginável perante a estrutura familiar no mundo Hodierno. Assim, professor e educador estão em sinergia, o ato de ensino aprendizagem é um ato educador do ponto de vista acadêmico, foi o que Kant chamou de “tirar os sujeitos do estado da menoridade”, ou seja, das trevas da ignorância, ou sair das cavernas com disse Platão (séc. V – IV a. C) em o Mito da Caverna. Considerações finais: Professor e Professora, parabéns pelo seu dia, não obstante as adversidades enfrentadas, não devemos desanimar, é sabido que o desenvolvimento qualitativo de qualquer nação passa pelas mãos de um docente. Imagine um país sem Engenheiros, Advogados, Médicos, Enfermeiros e outras profissões de suma importância? Todas elas passaram pelas mãos de um Professor, sendo assim, não existe satisfação e orgulho maior do que Este. Não são só flores, é obvio, ainda falta muito, como reconhecimento, é preciso, sim, batalhar por condições dignas de trabalho e essa ação é um elemento em potencial em nossa matéria prima, os discentes. Nesse sentido, é preciso mudar as mentalidades e quebrar paradigmas, assim possibilitaremos as mudanças necessárias na sociedade, mudar é preciso, e não podemos ter medo dela, como discorre Chico Buarque: “As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem”. Não tenhamos medo das mudanças, ela é um bem necessário, logo, ela tem que começar por todos aqueles que lutam pelo mundo melhor em todas as dimensões.  Parabéns Professores e Professoras
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
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sábado, 26 de setembro de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF NOS ESTADOS UNIDOS

DISCURSO DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF NOS ESTADOS UNIDOS
Enquanto a minha casa pega fogo será que eu posso fazer discurso moralizante na casa do vizinho? Resolvi discorrer sobre este artigo com uma indagação após analisar o Discurso inflamado nos Estados Unidos pela nossa digníssima Presidenta da República exigindo reformas no Conselho de Segurança da ONU- Organização das Nações Unidas. À luz da reflexão, enquanto o nosso país passa por um caos econômico, político e social, o nosso chefe de Estado e de Governo propaga um discurso poético para países, a bem da verdade, não estão nem aí com a nossa crise. Não é aqui pretensão de este escritor e formador de opinião fomentar um discurso xenofóbico na população, obviamente, devemos nos preocupar com os problemas externos ao nosso território. Pelo menos, se a nossa Pátria Amada estivesse organizada... pois um Presidente da República é eleito pelos cidadãos do próprio país, sendo assim, a prioridade é a nação, para então, aventurar-se no mundo exterior. Enquanto, a Presidente da República do Brasil poetizava em solo internacional, o povo brasileiro ficava perplexo ao chegar aos postos de combustível para abastecer, pois o Etanol subiu novamente de preço. Enquanto, a fala da Presidenta ecoa nos ouvidos dos chefes de Estados Internacionais, a nação brasileira sente dores de ouvidos de tanto se falar, novamente, em CPMF. Enquanto, a autoridade máxima do nosso país tenta passar a sensação de preocupação com a nação, em relação aos problemas externos, o nosso Brasil gigante pela própria natureza, está sendo assolado por uma enxurrada de mazelas políticas (corrupção), econômicas (o país perdendo a credibilidade no exterior) e social (hospitais e escolas sucateadas, desempregos). Considerações finais: Não obstante, os aplausos desses países perante a fala da Presidenta, são os mesmos que rebaixaram o Brasil no termo confiança internacional. Para aqueles que têm memória curta, que tal relembrar o discurso de posse em 2010 da nossa Presidenta:Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando na rua", disse. "A erradicação da miséria é uma meta que assumo, [...]”. Reflexão: Será que erradicação da miséria significa deixar o povo perecer à própria sorte? Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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