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sábado, 23 de maio de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: ESSA É A PÁTRIA EDUCADORA?


ESSA É A PÁTRIA EDUCADORA?ESSA É A PÁTRIA EDUCADORA?

A Presidenta da República Dilma, que tem sofrido rejeição pela maioria dos brasileiros, nos surpreendeu, novamente, cortando investimentos em Secretarias de extrema importância na vida dos brasileiros, sobretudo na Educação. O teor deste artigo surgiu, após analisar uma matéria veiculada no site da UOL, discorrendo que a Educação Pública terá um corte de 9 bilhões de reais, em torno de 13%. Não obstante, ficarmos nos últimos lugares nas avaliações externas, inclusive na retaguarda de países com PIB (Produto Interno Bruto) inferior ao brasileiro, a Chefe de Estado e de Governo toma uma iniciativa, diga se de passagem, inadmissível; é sabido, que a educação formal é a base para o desenvolvimento do país em todas as dimensões. Algo muito estranho, visto que durante a sua campanha política para a reeleição, a mesma discursava que iria transformar o país em uma “Pátria Educadora”. Por outro lado, é inaceitável ações assim, pois a corrupção se alastra em nosso país, só para citar um entre tantos, a Operação Lava Jato, que usurpou somas infindáveis da Petrobrás, dinheiro que se investido em Educação Pública já promoveria a qualidade desta. Por que o corte de investimentos na Educação Formal e pública? Não se tem certeza, mas os governantes na história da humanidade com o intuito de reduzir o conhecimento do povo, afastaram as massas das escolas, pois essa ação inibe as falcatruas dos mesmos, haja visto as mentes pensantes incomodarem. Grosso modo, durante a Idade Média a Igreja Católica e a Nobreza queimavam os livros, considerados proibidos, uma estratégia para afastar as classes menos favorecidas do conhecimento para que as mais abastadas dominassem o povo. Igualmente, aconteceu em governos Totalitários na Europa, incluindo o Nazismo alemão e o Fascismo Italiano, mandando livros para a fogueira, com isso, evitavam que o conhecimento chegasse as massas e elas utilizassem-no contra o regime. Durante muito tempo o povo brasileiro lutou pela universalização da Educação Básica, e essa proeza somente ocorreu a partir da década de 90, com o advento da nova LDB/96, Legislação que organiza a Educação Nacional, contudo, concebe-se a divisão do país em dois: aquele das campanhas eleitorais e o outro, após as eleições. Logo, só nos resta a indagar, outra vez: Por que corte de investimentos? A resposta é certa, o conhecimento liberta as pessoas das amarras da ignorância, e gente com conhecimento incomoda governantes, evitando Mensalões, Corrupção dos correios e Operação Lava Jato. A saber, pessoas inteligentes e sábias, não se contentam somente com Programas Sociais, como Bolsas Famílias e outros tipos de assistencialismo do Governo esperando em troca o voto nas eleições. Ao contrário, essas pessoas cobrarão dos governantes atitudes que justifiquem a sua eleição pelo povo. E para finalizar, será que esses governantes não percebem que dinheiro na educação não é gasto e, sim, investimentos. Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
Facebook: http://www.facebook.com/home.php
Cidade: Hortolândia/SP.    



Novamente, a Presidenta da República, Dilma, aquela que vem sofrendo rejeição da maioria dos brasileiros nos surpreendeu cortando investimentos em Secretarias de extrema importância na vida dos brasileiros, Educação e Saúde. Veja mais informações no link, acesse AQUI




domingo, 19 de abril de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA

DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA
O Dia das Mães comemorado no segundo domingo de maio em várias partes do globo foi iniciativa da estadunidense Anna Jarvis no Estado da Virgínia Ocidental, em 1905. Na verdade, essa jovem ao perder a mãe decidiu fazer uma homenagem para ela, coincidindo com o segundo domingo de maio, e a data teve repercussão mundial, já no Brasil a data passou a ser comemorada durante o Governo de Getúlio Vargas no ano de 1932. Versões históricas e consumismo à parte, o que é ser mãe em pleno século XXI, diante das transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na estrutura familiar e na sociedade? Diga-se de passagem, ser mãe na Contemporaneidade é reconhecer as mudanças nos aspectos político e familiar, em que essa figura antes detentora somente da educação das crianças teve que conquistar com muita luta o comando das famílias, deixando o seu feminismo perfeccionista nessa Instituição de suma importância na formação integral das crianças. Ser mãe no século XXI, sobretudo, nos aspectos sociais, é assumir o desenvolvimento dos filhos em todas as dimensões, educando, amando e confortando-o, desde os primeiros segundos de vida até o momento... mãe é para sempre. No mundo Hodierno ser mãe é conceber as transformações econômicas impostas pelas mulheres, quando essas adentraram no mercado de trabalho para oportunizar uma vida digna para os filhos. Mãe é aquela que reconhece as transformações culturais, entretanto, percebe que não é preciso mudar a sua cultura para cuidar dos filhos, pois mesmo em épocas de mudanças utiliza-se de sabedoria de mãe para direcionar os filhos para o caminho dos valores. A título de ilustração, ser mãe é compreender a complexidade da sociedade e reconhecer que essa função não necessariamente começa com a gestação, a saber, mãe é quem cria. Ser essa figura de suma importância é contar as horas, os minutos, segundos e milésimos, esperando o retorno da sua prole para o lar. Considerações finais: Partindo desse pressuposto, é de extrema importância valorizar aquela que dedicou a cuidar dos filhos desde o momento em que esses foram reconhecidos em seu ventre ou entrou em sua vida (momentos delicado da vida), pois é nesse exato instante que começa o carinho, amor e afeto. Contudo, não pensa que devemos fazer homenagens somente nesse dia acreditando que já é suficiente, é uma ótima iniciativa, no entanto, é preciso homenageá-las todos os dias, diga-se de passagem, sem elas, com certeza, não estaríamos aqui para venerá-las. E, mais, enquanto as têm, só quem já vivenciou essa experiência sabe a falta que ela faz. Feliz Dia das Mães, quando em inúmeras situações abdica da sua vivência em prol dos seus filhos.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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A EXECUÇÃO DE BRASILEIROS NA INDONÉSIA


Ultimamente, a execução de dois brasileiros na Indonésia acusados de tráfico de drogas gerou bastante polêmica e dividiu opiniões em solo brasileiro entre políticos, jornalistas e, principalmente, a Presidenta Dilma.  A priori, é de fundamental importância conceber que a pena de morte nas suas diversas modalidades faz parte de alguns países no globo, sobretudo, em alguns Estados estadunidenses, no entanto, não se sabe ainda se essa forma de punição inibe o crime, essa ação necessita de um estudo científico. Grosso modo, o que eu quero discorrer neste artigo são três pontos de suma importância: a Soberania dos países; a opinião da Presidenta da República e os atos praticados pelos brasileiros executados na Indonésia. É sabido, todo país é soberano para elaborar a sua Legislação, ou seja, o Brasil tem autonomia para criar as suas próprias Leis, da mesma forma que a Indonésia também a tem, e tais leis discorrem em solo nacional; logo nem um governo internacional pode se intrometer na Soberania do outro. Por outro lado, está o papel de um Presidente da República, ou seja, esse ao assumir o cargo de representante da nação deixa de ser uma pessoa particular e transforma-se em um sujeito público. No caso brasileiro, o chefe de Estado e de Governo, diante dessa situação, as suas opiniões e decisões devem ser muito bem pensadas para não causar entendimento duvidoso e comprometer a sua gestão e o povo brasileiro, com falas precipitada e comprometedora para um representante da nação. No que toca as execuções dos brasileiros condenados na Indonésia, vale ressaltar, as ideias de Newton: “Toda ação gera uma reação” (não no Brasil onde se presencia e vivencia crimes bárbaros); em outras palavras, eles já sabiam dos riscos em fazer contrabando de drogas nesse país asiático, sendo assim, o mesmo assumiu as suas responsabilidades e pagando pelas mesmas. Todavia, o que mais me impressiona, e acredito a população brasileira também, é a parcialidade da Presidenta em tamanha preocupação com os brasileiros antes da execução, chegando a fazer o pedido formalmente por telefone, interferindo na soberania de um país estrangeiro, e mais, em prol de um traficante. Como seria a reação da mesma se um governo estrangeiro interferisse na política Nacional colocando descrédito na soberania do país? Diga-se de passagem, essa ação não transmite a sensação de querer que os outros países sigam as regras da impunidade, como acontece na maioria dos crimes praticado em solo brasileiro, em que a Justiça não é igual para todos? A bem da verdade, não se sabe qual a intenção da Presidenta, mas com certeza, é incoerente para um Governo estrangeiro sair por aí defendendo traficantes nos países em que a Justiça funciona, independente da classe social, credo ou religião. Considerações finais: Com tantos problemas internos em território brasileiro, mormente, uma corrupção jorrando um mar de lama (ou melhor, petróleo) na política nacional, tendo como suspeita pessoas e políticos filiados ao Partido da própria Presidenta, é inadmissível tamanha intromissão. Será que antes de tomar essa ação, a mesma refletiu sobre quantas pessoas perdem a vida pelo tráfico de drogas em nosso país, sem políticas enérgicas para sanar essa mazela? Ao se ocupar um cargo público dessa importância, as nossas palavras, não são mais minhas, pois estamos falando em nome da nação, sendo assim, não é de bom tom para um chefe de Estado tomar as dores de traficantes em países cuja Legislação deixa claro “Toda ação gera uma reação”. E mais, não é porque aqui se pode tudo, em outras nações também. Acorda Brasil!!!
Alberto Alves Marques
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UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DO DIA DO TRABALHO


Antes de tecer algumas considerações sobre o dia do trabalho, porque não retroceder e buscar a etimologia da palavra. Grosso modo, a palavra trabalho origina do Latim TRIPALIUM, designando-o como instrumento de tortura, sofrimento, dor, etc. Na verdade, o trabalho em Roma Antiga era praticado pelos escravos, situação que somente as classes subalternas praticavam, nesse fato reside a resistência das classes abastadas pelo trabalho; sendo assim, incentivavam o ócio como algo nobre, e apenas a elite usufruía desses benefícios para os estudo, lazer e as festas. Com o passar do tempo, a partir da Revolução Industrial Inglesa em meados do século XVIII, com a implantação do Capitalismo e o fim da escravidão, a palavra trabalho passa de tortura para dignidade. Com isso, o Capitalismo moldou a sociedade da produção, tirou o trabalho do lugar do sofrimento e o inseriu na produção, a principal ação para a acumulação da riqueza dos Capitalistas, eis o motivo da origem do Dia do Trabalho. Prosseguindo, surge nos Estados Unidos, o país símbolo do Capitalismo, no ano de 1886, em que vários operários reivindicavam melhores condições de trabalho diante das condições degradantes nas indústrias e não tardou para o Primeiro de Maio irradiar para outras partes do Globo.  Assim, o dia 1º de maio é lembrado em vários países como o Dia do Trabalhador, com festas, comemorações e homenagens. Contudo, no Brasil a data passou a ser comemorado oficialmente a partir de 1917, quando imigrantes europeus fizeram uma greve por melhores condições de trabalho, mas só no ano de 1924, o Presidente da República Arthur Bernardes, decretou feriado Nacional. A priori, esse feito revela algo que acontece em nosso país na Contemporaneidade, ou seja, esperamos as coisa prontas, vindas do exterior, importadas de países europeus ou dos Estados Unidos. Partindo desse pressuposto, indaga-se: se não fosse a participação do povo europeu não teríamos no primeiro de maio as comemorações do Dia do Trabalhador Brasileiro? A saber, uma inquietação difícil de responder, história à parte, seguimos em frente, pois no sistema Capitalista tempo é dinheiro, e o trabalho, as ações e as ideias são filhas deste sistema. Nesse sentido, o Capitalismo se apropriou do trabalhador e de sua dignidade, juntamente com a mais valia (acumulação de capital) uma das maiores invenções da burguesia e, conseguiu transformar o sofrimento (trabalho) em algo benéfico para uma pequena parcela humanidade, a concentração de renda na Contemporaneidade. Talvez, alguns leitores desavisados poderão tecer ideias falsas sobre este escritor, de que o mesmo é contra o trabalho, seria leviandade da parte desse formador de opinião ser contra uma forma que sustenta a estrutura social e econômica de uma nação, ao contrário, sou a favor, pois mesmo com as mudanças em seu significado, o trabalho em condições humanas é o caminho para evitar as mazelas hodiernas. Considerações finais: Após discorrer sobre algumas versões sobre o Dia do trabalho, o que presenciamos hoje é uma inversão de valores com a palavra trabalho, ou seja, na Roma Antiga, o ócio significava um tempo livre para filosofar, estudar, produzir novas ideias, novos inventos, enquanto uns trabalhavam, outros pensavam. Na atualidade, sobretudo, em nosso país, muitos confundem o ócio com oficina para fazer coisas erradas, ou melhor, ter tempo para planejar assaltos, sequestros, homicídios, etc. Mesmo que você não tenha o trabalho dos sonhos, ainda é melhor do que ficar sem ele, pois a maioria das pessoas ainda não consegue no sistema Capitalista utilizar o tempo vago para produzir novos pensamentos, ideias ou estudar, por isso, se você está empregado, dê graças a Deus. Agora o difícil é para aqueles que ganham um dos menores salários mínimos do mundo, ter estímulos para comemorar. Paciência meus amigos e bom Feriado!

Alberto Alves Marques
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SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?

Alberto Alves Marques
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domingo, 5 de abril de 2015

SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

SENSACIONALISMO NA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS

Após analisar uma reportagem do Fantástico sobre agressões dos pais ou responsáveis com seus filhos, diga-se de passagem, em exibição há dois finais de semana, algumas inquietações nos fazem refletir: Como educar os filhos hoje perante a falta de limite e respeito para com os pais, professores e todos aqueles que querem mostrar que viver em uma sociedade necessita de regras de convivência? Como deixar isso claro para um número razoável de crianças e adolescente que se julga os donos do mundo? Como diferenciar educar, corrigir de agressões e excessos por parte dos responsáveis? Se eu não educar o meu filho, quem irá fazê-lo por mim, a polícia, a sociedade, a violência ou o tráfico de drogas? O medo de os responsáveis em educar e impor regras aos filhos, diante do sensacionalismo midiático, está resultando em jovens sem limites que afrontam pais, professores, entre outros? Antes de prosseguir com essa reflexão é de suma importância diferenciar agressões físicas de ações corretivas, cujo intuito é orientar esses jovens para conhecerem realmente os seus Direitos, porém não se esquecer dos Deveres, pois a maioria está crescendo sem limites e tão somente com Direitos. O sensacionalismo exacerbado de pais agredindo os filhos sem a devida apuração, não contribui em nada para o desenvolvimento integral desses sujeitos em formação, ao contrário, ao expor apenas um lado da História, se transfere certo poder para esse público e, com isso, o enfrentamento àqueles que querem mostrar as regras para se viver em sociedade. Ressalta-se, a importância para que essa matéria seja esclarecida em todas as dimensões, obviamente espancamentos acontecem e é preciso deixar claro a diferença entre educar e espancar. A saber, o sensacionalismo da Matéria do Fantástico mostrando somente uma versão do fato passa uma imagem de pais “vilões” e crianças “mocinhos”, pessoas que já nascem prontos, com limites, regras; em outras palavras, de que esse público só tem Direito esquecendo aquilo que é primordial para se viver em sociedade, conhecer os nossos deveres e limites, pois a nossa liberdade termina onde a do outro começa. Para aqueles que têm a faixa etária deste escritor, que viveu nas décadas de 70 e 80, conheceu o que realmente era educar os filhos, apanhamos sim, muitas vezes ficamos revoltados, entretanto, ninguém morreu por isso, outrossim, viveu-se respeitando as regras para viver com os nossos semelhantes, coisa que poucos jovens na Contemporaneidade sabem fazer. Seria omissão não citar os excessos, como hoje também existem e sempre existirão, no entanto, falo de educação e não espancamento. Na verdade, aquelas palmadas doeram naquele momento, mas foi necessário para não doer no futuro, em que muitos pais não sabem o que fazer com os filhos ao se envolverem com o crime ou com drogas. Considerações finais: Ao discorrer sobre a necessidade de se analisar os dois lados da História, é para evitar que muitos jovens, sem limites e regras, acabem aumentando os indicadores de adolescentes que matam, roubam e caem no mundo do crime e da droga, disparando o índice de adolescentes que perderam a sua liberdade em uma cela na Fundação Casa ou perdeu a vida envolvido com o crime. As medidas corretivas que sofremos quando éramos crianças, na época não existia o sensacionalismo da mídia e se mostrava os dois lados da História, contribuíram para que a maioria da minha geração se tornasse sujeito conhecedor primeiro, dos Deveres para então, exigir os Direitos, ou seja, ter uma formação em todas as dimensões, respeitando o outro como o seu semelhante. “É preciso educar as crianças para não castigarmos os adultos, dizia o grego Pitágoras”. Partindo desse pressuposto, é preciso ter muito cuidado com o sensacionalismo midiático, pois é sabido que a criança de hoje será o adulto de amanhã, e dependendo da educação o mesmo poderá estar dentro de uma Universidade ou uma cela da cadeia. Não está na hora de acordarmos?
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PÁSCOA: O CAMINHO PARA A PAZ

Grosso modo, existem vários significados para o termo Páscoa, que variam no tempo, no espaço, de versão histórica e de religião, porquanto, o objetivo deste artigo não é desenvolver uma tese em cima dessa temática, muito menos buscar a verdade sobre esse evento, pois cada um a interpreta de acordo com a sua crença e visão de mundo. Diante dessa complexidade, evocarei a origem da Páscoa fundamentada na Bíblia Sagrada, em que o evento está relacionado à libertação dos israelitas da escravidão no Egito, em outras palavras, Deus emitiu uma ordem para que o Faraó egípcio libertasse o seu povo, diante da persistência e resistência do soberano, o Senhor invocou várias pragas contra o Egito cujo intuito persistia na libertação dos israelitas. Diante de várias tentativas e a não obediência do Faraó, o Senhor lançou a décima e derradeira praga: “Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12). Para livramento dos filhos primogênitos dos israelitas das ações do anjo destruidor, o Todo Poderoso lançou uma ordem específica para proteção dos seus filhos, ou seja, todas as famílias sacrificariam um cordeiro macho de um ano de idade e o sangue seria exposto nas portas das casas israelitas com primogênitos, a marca evitaria que o anjo destruidor matasse os primogênitos daquelas casas. Partindo desse pressuposto, o termo Páscoa na cultura hebraica está articulado com  “Pesah”, que significa “pular a marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. A saber, como Deus libertou o seu povo da escravidão do Egito, o mesmo enviou o seu filho para libertar o povo dos pecados; dessa forma Jesus morreu na cruz e ressuscitou para nos libertar e mostrar o verdadeiro caminho para uma paz eterna e divina. Em outras palavras, nessa versão a Páscoa significa vida nova, recomeçar e renovar, ou seja, um momento de reflexão sobre as nossas ações como filho do senhor, buscar e oportunizar a liberdade.  Considerações finais: Versões a parte,  diante das tribulações e adversidades que nos afligem na contemporaneidade, precisa-se urgentemente de outra Páscoa para nos libertar da violência, da arrogância, dos males, das doenças, da inveja, isto é, de todas as mazelas que assolam a humanidade, e com certeza essa ação será menos atordoante se estivermos do lado do Senhor.  Estar do lado de Deus não significa  ficar esperando, acomodados, alienados de braços cruzados, como se todas as coisas boas caíssem do céu.  Com certeza está bastante difícil, mas não devemos fraquejar, pois nada é impossível, sobretudo, para aqueles que estão com o Senhor, e às vezes os sacrifícios que enfrentamos hoje será a tranquilidade do amanhã, esse foi o objetivo do sacrifício de Jesus, trocar a sua liberdade pela nossa liberdade. Uma ótima Páscoa a todos.

Alberto Alves Marques
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sábado, 21 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA MUNDIAL DA ÁGUA: UM MOMENTO DE REFLEXÃO

Grosso modo, no ano de 1992 a ONU-Organização das Nações Unidas definiu o dia 22 de março como “Dia Mundial da água”, uma ação articulada com o contexto da época, quando os seres humanos internalizavam a afirmação, consumo logo existo. Durante as décadas subsequentes, em que boa parte dos seres humanos, considerada racional cientificamente, porém socialmente continuava irracional, deixou de acreditar na escassez desse líquido precioso. O resultado não demorou muito para aparecer, e estamos coletando hoje, a escassez. A priori, nunca estivemos perto do colapso hídrico, como este que está ocorrendo nas últimas décadas. Todavia, para alguns um discurso apocalíptico, para outros, alarde desnecessário, visto a abundância de água doce no Planeta, ou seja, de acordo com estudos e versões a distribuição se encontra nas seguintes proporções: 79% nas calotas polares, 1% na superfície e 20% no subsolo. Naturalmente, esses números transmitem certo otimismo para a população do planeta, no entanto, as ações antrópicas, juntamente com mudanças naturais, estão colocando esse líquido insubstituível e de suma importância para a manutenção da vida, em estado caótico para o uso. Além do mais, o desequilíbrio entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provocou mudanças climáticas que afetaram o ciclo da água, trazendo escassez de chuvas, prejuízo humano e posteriormente econômico. Diante dessa problemática, é de fundamental importância ações urgentes para evitar o caos maior, sobretudo, nos grandes centros urbanos. O grande desafio é: Como conscientizar pessoas em um mundo utilitarista, consumista, egoísta e ausente de políticas públicas eficazes? Complicado, não? Contudo, é preciso desconstruir três discursos infundados sobre a preservação desse líquido mais precioso do planeta, o governamental, o imediatista e o futurista. Diga-se de passagem, o primeiro está relacionado com os políticos e os Governantes, tentando sensibilizar a população para que os mesmos façam a sua parte. A saber, no tocante aos políticos e aos governantes, as ações ficam engavetadas, ou seja, saindo do casulo somente próximo às eleições, isto é, em suas campanhas salvacionistas.  O segundo discurso, está articulado com o imediatismo, com as pessoas egocêntricas, que só pensam no momento e em si mesmas, pouco se sensibilizando com o restante da população do planeta, muito menos para os recursos naturais, no caso, a água. A seguir, têm os futuristas que explanam que é preciso cuidar da água para as gerações futuras, diante desse discurso, muitos esperam o futuro, para depois cuidar, aí já é tarde. Considerações finais: A bem da verdade, concebe-se uma infinidade de discursos e poucas estratégias de todos os responsáveis pela manutenção da água potável. Por quê?  Porque se vive em uma sociedade Contemporânea imediatista, consumista e desgovernada (falta de políticas públicas), o que importa é o aqui e o agora, pois o tempo de permanência do indivíduo no planeta é pequeno, sendo assim, jamais existirá credibilidade em expressão como: “Preservar a água para as futuras gerações ou sem água não haverá vida”. Por outro lado, a expressão futurista faz com que muitas pessoas acreditam que esse líquido é infindável, assim posso usar e abusar no presente que sobrará para as gerações futuras. Naturalmente, é preciso mudar os discursos governamentais, imediatistas e futuristas, na verdade, é salutar atitudes de todos, principalmente, daqueles em que o povo deposita confiança, os governantes. Reflexão: A preservação da água começa com pequenas ações no presente, que automaticamente refletirão nas gerações do presente e do amanhã. Porquanto, não vamos esperar o amanhã, quem quer, faz agora, não espera acontecer, ressaltava-se o Físico inglês Isaac Newton: “Toda ação gera uma reação”, aí está a reação da natureza e ela é visível.  Acorda Brasil!!!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 11 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO:DIMINUIÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

A priori, toda vez que se discorrer sobre essa temática, “a Diminuição da Maioridade Penal” é de fundamental importância tecer um olhar crítico e problematizador, pois além de um assunto polêmico, corre-se o risco de opiniões superficiais. Assim, assumirei o risco de pontuar algumas considerações sobre esse impasse, quando no dia 31 de Março de 2015 (terça-feira), foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o projeto de emenda à Constituição (PEC), em que se reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Na verdade, ao se falar na diminuição da maioridade penal em nosso país, parte-se da perspectiva de que a punição deve estar articulada à ação, ou seja, a pena deve estar à altura do crime, a saber, essa lei já funciona em países como os Estados Unidos (pelo menos é o que a mídia nos mostra). Contudo, por trás dessa estratégia, é preciso conceber a complexidade dessa lei para que a mesma funcione na prática, principalmente se em nosso país convive-se com a diferença social, isto é, aqueles que têm poder aquisitivo e os que estão excluídos dele, logo, o dinheiro está acima da Justiça. Grosso modo, a eficiência dessa lei em países desenvolvidos está em sinergia com a estrutura politica (a inexistência da corrupção), social (menos desigualdade social), econômica (equilíbrio entre a desigualdade econômica) e cultural (pessoas conscientes dos seus direitos e deveres). Resumindo, a desigualdade socioeconômica por lá não é exorbitante como em nosso território, sem contar, a ausência de Justiça para os donos do poder. É sabido, urge colocar um basta nas barbaridades que os nossos jovens estão aprontando, tirando a vida de pessoas inocentes, molestando e, em muitas situações até mesmo estuprando. Entretanto, se faz necessário fiscalizar a classe social e a etnia que essa legislação irá atuar, em outras palavras, todos deverão ter um julgamento equitativo, independe da posição social e financeira, caso contrário, é uma lei que já nasce com um alvo definido, os pobres. Considerações finais: Estamos passando por um momento ímpar na História da humanidade, sobretudo, no Brasil, é inegável, a violência está fazendo a sociedade retroceder à época do Feudalismo, em que as pessoas, por receio da violência, se trancafiam em seus feudos para se protegerem de bandidos e delinquentes juvenis. A diminuição da maioridade penal é uma das ações que poderá diminuir a criminalidade envolvendo menores desde que seja justa para todos. A título de ilustração, essa iniciativa se assemelha ao Código de Hamurabi, a Lei de Talião: “Olho por olho e dente por dente”, porquanto, é preciso saber de quem será o olho e o dente dos infratores. Sendo assim, antes dessa lei sair do papel para a prática é preciso reflexão/ação/reflexão, senão será mais uma lei para inglês ver, ou melhor, para pobre ver.
Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
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POLÍTICA BRASILEIRA: A LISTA DA IMPUNIDADE E DA VERGONHA?

Antes de tecer algumas considerações sobre a divulgação da lista, que envolve políticos de primeiro escalão na Operação Lava Jato, é de fundamental importância conceber o que é Política. Mediante a tantas versões sobre esse conceito, ressalta-se Marco Aurélio Nogueira, estudioso do assunto, que discorre: “A política diz respeito às atividades que fazem com que as comunidades humanas se organizem se reconheçam e se governem.” Partindo desse pressuposto, não existe sociedade sem governo, pois imperaria o caos, em que lutaria todos contra todos, como afirmava Thomas Hobbes (1588-1679).  Diga-se de passagem, a introdução acima contribuiu na construção de argumentos para discorrer sobre o assunto, a Operação Lava Jato, divulgada em várias mídias. A meu ver, se comprovado a culpa desses políticos, haja vista, no Brasil assuntos desta natureza tendem a acabar em pizza, naturalizou-se no Brasil uma politicagem esdrúxula e vergonhosa; sobretudo, porque essa lista contém políticos que foram escolhidos para nos representarem, ocupando cargos de extrema importância, como os Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados. Diante dessa circunstância e da gravidade dessa ação, tanto interna como externa, só nos restam a indagação: Todos os políticos brasileiros são corruptos? O que torna um político corrupto, o poder, a impunidade ou a índole do mesmo? Quando está em pauta a Politicagem em nosso país, o importante não é a resposta, e sim, o percurso e outros questionamentos que originaram de indagações anteriores. Como assim? É simples, na lista têm políticos que já foram condenados em tempos passados por estarem envolvidos em corrupção, como é o caso do então Senador de Alagoas Fernando Collor de Melo, a bem da verdade, jamais poderia integrar essa lista, pois se pressupõe que oito anos fora da vida Política seriam uma lição e reflexão sobre os seus atos. Todavia, ao escrever este artigo não significa a prática de julgamento sumário por parte do escritor, mas a reflexão sobre um fato que incomoda muita gente, principalmente por se viver em um país onde se encontram a gasolina mais cara do planeta e o salário mínimo mais baixo do globo, e na contramão, Projetos de Lei para o aumento dos salários dos governantes. Considerações finais: Concomitante, a lista de políticos corruptos envolvidos com a Operação Lava Jato, segue outra, a de direitos sociais usurpados da população, dentre uma infinidade, que tal começar por Universidades passando por dificuldades por falta de investimentos correndo o risco de fechar as portas, Escolas com infraestruturas inadequadas, Hospitais públicos desmoronando, Segurança pública decadente, entre outros direitos sociais de extrema importância na construção de uma vida digna. Para finalizar elencar-se-á essa interrogação: Será que essa lista é apenas uma especulação política da oposição, como uma parcela de políticos está falando? Cabe a nós como cidadãos politizados acompanhar os resultados, no entanto, onde ha fumaça há fogo, diz o dito popular.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
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sábado, 7 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No dia 08 de março, “comemora-se” o Dia Internacional da Mulher, porém, não se sabe ao certo a criação da data, sendo assim busca-se uma versão bastante circulada no Brasil e no mundo. A priori, a data foi escolhida para homenagear mulheres incendiadas em uma fábrica na cidade de Nova Iorque, no ano de 1857, a mando do patrão. Contudo, o dia foi realmente oficializado em 1910, na Dinamarca, como “Dia Internacional da Mulher”. Versões à parte, esse dia é um momento de reflexão, visto que a sociedade mundial ainda esconde resquício de um passado machista. Diga-se de passagem, as mulheres conquistaram bastante direitos, mas não conseguiram ainda a liberdade plena. Será que as mulheres, de maneira geral, podem comemorar? Quantas ocupam cargos importantes no mundo atual? Em outras palavras, as mulheres deram um passo bastante significante em busca de seus direitos e muitas já estão colhendo frutos, mas estamos longe ainda do reconhecimento da igualdade de direito. Assim, basta analisar o salário ganho por uma mulher e um homem se os mesmos ocupam cargos iguais. Certamente, não é a intenção de este escritor passar uma imagem de imobilismo e que nada muda no mundo, ao contrário, trazendo a problemática para o debate, faz com que muitos reflitam e conscientizem sobre a luta dessas batalhadoras no passado e no presente, pela equidade perante o sexo oposto. No entanto, como vivemos em um mundo Capitalista alguém tirará proveito disso, e transformará a data em fonte de lucro inimaginável, em síntese, a própria data esconde uma visão machista e excludente, pois nos passa a impressão de que as mulheres só podem contar com este dia, ficando os restantes para os homens. É lamentável quando programas de televisão colocam atrizes e pessoas públicas para representar as mulheres brasileiras, deixando de fora as donas de casa.  Pressupondo que essas celebridades encontram as mesmas dificuldades do que àquelas que vivem nos confins da Amazônia, Nordeste e outras regiões brasileiras assoladas pela pobreza e a fome, levando-as aos trabalhos penosos para sustentar a família. Considerações finais: Enquanto muitos vivem em um mundo idealista usando a data para lucrar, inúmeras Marias, Aparecidas e Joanas se sujeitam às barbáries das safras da cana, nas fábricas de carvão, nas lavouras de sisal e nas salas de aulas, sem contar as que estão vulneráveis à violência doméstica. Reflexão: O dia das mulheres são todos os dias, independente de ser uma atriz, gari, catadora de papelão ou professora, o reconhecimento deve ser global. E mais, não podemos ser coniventes, construindo um idealismo propagandeado pela mídia com mulheres requintadas e exuberantes, elas também fazem parte, mas não podemos privilegiá-las em detrimento das outras. A princípio, a luta pela equidade começou pela Joana, Maria, Aparecida, independente de cor, condições socioeconômicas e beleza exterior. Feliz Dia das mulheres, ou melhor, felizes todos os dias do ano para todas as mulheres.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor e Coordenador da área de Humanas da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião. Concluindo Licenciatura Plena em Pedagogia- UNICID-SP. Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduando em Educação Inclusiva – UNESP.
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quarta-feira, 4 de março de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO: POR QUE EXISTEM ESCOLAS DEPREDADAS X ESCOLAS BEM CUIDADAS

POR QUE EXISTEM ESCOLAS DEPREDADAS X ESCOLAS BEM CUIDADAS?

Após 15 anos de magistério, profissão que exerço com grande orgulho e, confesso que já vivenciei vários contextos escolares durante esse período. Partindo desse pressuposto e fundamentando a minha linha de raciocínio em referenciais teóricos, posso afirmar com propriedade sobre a realidade no interior de muitas escolas, não como o dono da verdade, algo impossível em um mundo onde a produção dessa ação perde a sua validade em questão de segundos. Mas como uma pessoa que acredita no poder da educação formal como elemento em potencial no desenvolvimento das pessoas em todas as dimensões necessárias para enfrentar os desafios do mundo Contemporâneo, quiçá tecnológico e excludente. Assim, ao discorrer sobre a reflexão acima, algumas indagações são necessárias para compreender o contexto das escolas na atualidade. Por que se convive constantemente com unidades educativas depredadas e outras bem cuidadas neste mundo hodierno? Como explicar a funcionalidade de algumas escolas nas dimensões acadêmicas e formação para a vida, conforme a Legislação? E, em outras, lamentavelmente, observa-se situações de indignação, como a destruição, e, na maioria das vezes, uma ação feita pelos próprios alunos? Na verdade, se vivemos em uma sociedade em que o importante não é mais as respostas prontas, e sim as novas questões geradoras de outras indagações, é preciso relativizar e problematizar os fatores que contribuem direta e indiretamente para a destruição de uma instituição milenar de suma importância no desenvolvimento político, econômico, social e cultural da população, a escola; afinal, com o povo instruído em todas as dimensões, certamente, não teríamos corrupção e “Operação Lava Jato”. No entanto, não são as palavras que ajudarão a preservar as escolas, tampouco a Legislação (essa primordial, porém há algo a mais para ser feito), ou seja, uma ação coletiva. Diga-se de passagem, é uma constante o descaso dos políticos para com a educação formal, contudo, alguns Gestores, Professores, Alunos e Famílias, conseguiram formar o seu nicho em prol da comunidade em seu entorno. Na Contemporaneidade essa ação recebe o nome de trabalho em Equipe e Excelência em Gestão, em que a primeira estratégia é gostar daquilo que se faz e trazer a comunidade para dentro da escola de forma participativa. Como? Não existem fórmulas prontas, cada Instituição, com certeza, encontrará a sua. Obviamente, alguns tecerão julgamento sumário e condenarão esse professor escritor no Tribunal da Inquisição pela sua visão utópica, mediante a realidade vigente. É utópico, mas quem não tem sonhos perde a essência de viver e de refletir, pois sempre há uma esperança. A saber, outras vozes, também apressadas dirão que essa ação diminuirão as responsabilidades dos governantes e, com isso, transferir as suas responsabilidades para a escola. É fato, não é preciso alertar sobre o descaso por parte dos governantes, essa ação é visível e, consoante Karl Marx (1818 – 1883): “Não é a consciência que determina a sua existência e sim a existência que determina a sua consciência”, isto é, a realidade vivida oportuniza utilizar o discurso contra quem o faz. Considerações finais: A título de ilustração, a educação formal, aquela organizada e sistematizadas em escolas, faz parte de uma realidade e não há como negá-la, porquanto, é preciso que as pessoas conheçam essa realidade e tentem transformá-la, construindo novos conhecimentos e discursos para combater os descasos, sobretudo, do Poder Público. Enfim, agora eu consigo a resposta para o porquê de existirem escolas depredadas e escolas cuidadas. É simples, felizmente nessas unidades existe alguém como esse escritor e educador que acredita no potencial da educação formal na vida das pessoas, além do mais, desenvolve uma ação primordial, o trabalho em equipe entre os Gestores, Professores, Alunos e, principalmente, com a Família, em outras palavras, esses são os Quatro Pilares de uma escola bem cuidada.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
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Na verdade, o que motivou este escritor a discorrer sobre o tema deste artigo, foram as notícias mediáticas como: “Agência Brasil Relatório do TCU mostra que 44% das escolas no DF precisam de reparos”. “Em crise Universidade Estadual do Rio de Janeiro atrasa o pagamento de 621bolsistas”. “Sem verba, universidades do PR correm risco de fechar as portas”. Essas são algumas notícias, entre tantas ocultadas, pelo poder ideológico do Estado sobre a educação formal em nosso país. Assim, ao analisar tais notícias veiculadas nas diversas mídias, indagar-se-á: Estamos retrocedendo na época do medievalismo, ou melhor, na Idade Média, ou quem sabe voltando para as cavernas? Grosso modo, a era medieval foi marcada pelo retrocesso em boa parte do conhecimento, ficando sob o monopólio da religião, em que o domínio desse bem precioso estava concentrado nas mãos de poucos, os denominados detentores do poder divino e terreno, em outras palavras, da Igreja e da Nobreza. Por outro lado, estamos retornando para as cavernas pelo simples fato de retrocedermos ao ponto de partida, quando os nossos ancestrais acenderam a primeira fonte enérgica na história da humanidade, o fogo e, com isso, lançou-se a primeira chama rumo ao conhecimento. Durante todo esse percurso os seres humanos procuraram se relacionar com a natureza, com o propósito de transformá-la e, ao mesmo tempo, se transformar, acumulando informação e conhecimento, cujo nome se chamou evolução. Isso mesmo, informação e conhecimento está em sinergia com a evolução da humanidade, não precisamos partir do início para aprender, basta utilizar todas as informações acumuladas durante todo processo histórico e, com certeza, a educação formal, através da Educação Básica ou dos Cursos Superiores, têm grande papel nessa ação. Partindo desse pressuposto, quando se deixa de investir e valorizar a educação formal em todas as dimensões e nas suas diversas modalidade em nosso país, estamos desconstruindo todo um patrimônio histórico e cultural deixado pelos nossos ancestrais, que iniciou ao acenderem a primeira fogueira, iluminando o conhecimento. A saber, o que presenciamos agora com o descaso pela educação formal, é análogo ao que aconteceu durante a Idade Média, em que boa parte do conhecimento acumulado pelos gregos e romanos foram desconstruídos em nome de pessoas que queriam afastar o saber das massas. Partindo desse pressuposto, por que séculos depois ainda presenciamos ações análogas à época da Idade Média? É simples. Conhecimento é poder, e o mesmo liberta como também aprisiona as pessoas, liberta quando esse conhecimento não permite que os outros tirem proveito das nossas ações. Por outro lado, aprisiona, pois a falta dele faz com que nos calamos perante os detentores do conhecimento, não cobrando os nossos direitos. Considerações finais: O Renascimento do século XV, juntamente com o Iluminismo do século XVIII, refutou o obscurantismo medieval, propiciando que o conhecimento fosse levado às camadas menos favorecidas, oportunizando a esse público lutar pelos seus direitos, entre eles, a educação laica e gratuita para todos. A priori, é o que está precisando acontecer no Brasil com relação à Educação Formal, em outras palavras, é urgente renascer e iluminar os pensamentos dos nossos governantes e, inclusive, da sociedade. Outrossim, conhecimento é poder, e isso, reluzirá em um povo mais consciente em seus direitos, evitando a politicagem e a corrupção que já se naturalizaram em nosso país.  Será que esse é o motivo da falta de investimento em Educação Formal em nosso país? Logo, se justifica, pois pessoas informadas, sábias e detentoras de conhecimento incomodam muita gente, principalmente, aqueles que querem monopolizá-lo.  

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 2 de março de 2015

APOSTILAS PARA A PROVA MÉRITO ANO 2015.




Já estão prontas as Apostilas para a Prova Mérito dos professores da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Conteúdo revisado e atualizado de acordo com a Bibliografia Oficial.














Segundo o site da Secretaria da Educação de São Paulo o pagamento do mérito referente ao ano de 2014 será pago em maio de 2015. 

Educação pagará mais de 3,3 mil no mês de maio de 2015 o valor do mérito retroativo ao ano de 2014. Para mais informações acesse o link AQUI.


Governo muda as regras no meio do jogo.

Após ter anunciado que iria pagar o valor retroativo para os professores que fizeram a prova mérito de 2014 no mês de abril/2015, o mesmo volta atrás e disse que irá pagar em maio de 2015. O pior do que não ter uma regra clara, é mudá-la no meio do jogo, isso causa descrédito, sobretudo, sabendo que o Estado de São Paulo é o mais rico da Federação. Essa é a Política de valorização do magistério tanto falado por ele? Veja abaixo a matéria em sua totalidade.

Acesse AQUI no site da Secretaria da Educação de São Paulo.

Abaixo: Resultado do IDESP de 2014 Caros amigos saiu o resultado do IDESP de 2014. O Bônus está provisionado no Banco do Brasil e será pago no dia 31 de março, boa sorte. Consulte AQUI o IDESP
 da sua escola.



Olá pessoal, o Bônus dos professores da Rede Estadual de São Paulo é mais misterioso do que o surgimento da vida no planeta, quando se opõe a Teoria Criacionista e a Evolucionista. Todo ano quando chega próximo ao final de março começa todo essa euforia, preocupação, ansiedade e sofrimento para os docentes que durante o ano letivo procuram desenvolver em seus alunos um aprendizado de qualidade. 

A priori, não se sabe realmente o resultado do Saresp e do Idesp, em outras palavras, ainda não tem nada de oficial, como diz boa parte dos professores, tudo gera em torno de especulação. Contudo, descobri algumas informações, volto a ressaltar, não é nada de oficial é um percentual de esperança para aqueles que dedicam boa parte de seu tempo em construir conhecimento juntamente com os seus alunos.

Abaixo segue algumas informações e quem tem direito a esse dinheiro. 
 Acesse AQUI mais informações sobre esse prêmio e boa sorte.
Confiram abaixo a lista dos professores da Rede Estadual que foram classificados na Prova Mérito de 2014. 


Finalmente saiu a lista dos professores que passaram na Prova Mérito de 2014. De acordo com o site da Secretaria da Educação o pagamento ocorrerá em abril de 2015 e será retroativo a julho de 2014, ou seja, mais uma vez o docente arcará com os tributos, principalmente, Imposto de Renda. Quer saber mais,  acesse AQUI a lista completa.