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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

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VÍDEOS EDUCATIVOS, PEDAGÓGICOS E DIVERTIDOS.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: PROPAGANDA ELEITORAL 2016.

Inicialmente, o TSE-Tribunal Superior Eleitoral, lançou em 16 de agosto de 2016 a autorização para as propagandas Eleitorais das Eleições Municipais deste ano. Notavelmente, este é um momento singular para os candidatos que concorrem a um cargo eletivo, pois os mesmos discorrerão sobre a sua proposta de trabalho, as suas metas e explanarem para o público um pouco sobre o seu currículo, fator imprescindível para que os eleitores conheçam a quem confiarão o seu voto e que nos representará. Partindo desse pressuposto, é de suma importância, que o eleitor em potencial leve em consideração as propagandas políticas, sobretudo neste momento, pois que boa parte dos candidatos sai da hibernação à procura dos eleitores. Provavelmente, neste período as nossas costas ficarão vermelhas de tanto tapinhas ofertadas pelos candidatos e o nosso e-mail receberá uma avalanche de códigos binários transformados em promessas pedindo o nosso apoio político. A nossa caixa de correio não ficará de fora da inundação de propagandas e promessas descabidas, utópicas e desconexas, e sem contar as ligações e chamadas de Whats App que nos perturbarão durante o dia e a noite. Diante dessa situação e a avalanche de propagandas, surge a indagação: Em quem confiar e votar para nos representar politicamente por um determinado período? Desde dos primórdios da humanidade não existe uma cartilha ensinando em quem votar, ou qual o candidato será certo para a administração pública. Diante da incerteza, o mais correto e confiável é, a priori, analisar as propostas dos indivíduos, verificar o seu histórico, ou seja, a sua genealogia na política e além dela, se o mesmo já teve um mandato político, como transcorreu enquanto servidor do povo, entre outras ações relevantes e alinhadas ao caráter da pessoa. Na verdade, se faz necessário, cautela com as promessas dos candidatos ao afirmarem que arrumarão a cidade do dia para a noite, principalmente, quando o nosso país está passando por uma crise sistêmica, e essa ação inviabiliza receitas oriundas do Estado e da União (Governo Federal). Alguns pensamentos sumários devem estar julgando o raciocínio de este escritor, tecendo considerações acerca da política estar articulada à corrupção e todo político ter caráter duvidoso.  Concordo plenamente, existem alguns políticos corruptos, porém não é exclusividade da política, outras instituições também os têm, na verdade, o maior e mais prestigiado esporte do planeta, o futebol, e quiçá as Olímpiadas do Rio/2016, ou seja, a politicagem e a corrupção são culturalmente humana, independente da instituição. Dessa forma, esta é a hora de valorizar o poder de escolha, isto é, fazer as opções corretas de acordo com o histórico pessoal de cada político, ou melhor, do candidato no qual depositaremos confiança. É fato, a política é uma das ações humanas que atravessou milênios, e acredite sem ela o caos seria pior, pois se temos o direito de escolher e ainda não está dando certo, imagine se nos tirar esse direito. Considerações finais: Enfim, se este direito for usurpado de nós, com certeza, os donos do poder se tornariam vitalícios, correndo o risco de se transformar em uma Ditadura Institucionalizada. Já pensaram nisso? Por mais complexo que seja a política, o voto e a incerteza de quem escolher, é a melhor arma nos regimes democráticos, no entanto, é preciso melhorar as nossas escolhas, aliás se as mesmas forem erradas teremos que conviver com elas por quatro anos, isso se ele não se reeleger. Já pensaram nisso também?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
Blog: http://albertoviajandonahistoria.blogspot.com.br/
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Cidade: Hortolândia/SP.    

terça-feira, 23 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O LEGADO DAS OLIMPÍADAS NO RIO 2016.

A priori, a participação como expectador nas Olimpíadas do Rio 2016, sobretudo nos eventos da cidade Olímpica, foi exclusivamente para a elite brasileira, devido ao preço exorbitante dos ingressos.  No entanto, não podemos negar o legado que esse evento deixará para a nação brasileira, principalmente para aqueles que não tiveram a oportunidade de nascer em um berço de ouro e sempre levou uma vida sacrificada, sofrida e espoliada pelos donos do poder. É uma constante, comentários de que os jogadores da Seleção Olímpica ganham salários astronômicos, isso é verdade, porém, alguns que ali estão têm uma história de vida bastante conflituosa, de luta e superação, ou seja, precisaram de muita luta e persistência para chegar onde chegaram. À luz da reflexão, que linda história a do baiano Isaquias, que se consagrou com três medalhas olímpicas na canoagem, feito inédito para o nosso país em Olímpiadas, e mais, quão difícil foi para o atleta conquistar tal feito. Nesse sentido, seguem as meninas do futebol feminino, infelizmente, não foram agraciadas com medalhas, no entanto, a história de vida e superação dessas atletas é de causar arrepios em qualquer ser humano. Prosseguindo, a seleção brasileira de Voleibol nos consagrou no domingo com uma medalha de ouro, e não podia faltar também, a história de vida desses atletas, em que muitos saíram das comunidades carentes para chegar no lugar mais alto do pódio olímpico. Naturalmente, não tem como lembrar e discorrer sobre todos os atletas olímpicos e as suas histórias, no entanto, todos de alguma forma, são exemplos de superação e analisando as Olímpiadas do Rio 2016, concebemos como o esporte transforma a vida das pessoas. Assim, esporte e educação são duas modalidades que caminham juntas e como elemento em potencial na vida das pessoas, construindo valores, Ética, bom caráter e cidadãos idôneos. Pena que tudo isso durou 15 dias, e muitos desses heróis olímpicos irão cair no esquecimento em breve pela mídia, quiçá, pela sociedade. Considerações Finais: As Olímpiadas nos passaram um legado de que vale a pena lutar pelos nossos sonhos ou melhor, o nosso Projeto de Vida, que o dinheiro não é o elemento primordial na vitória, e sim, acreditar que podemos conseguir, ou seja, podemos escrever a própria história. As Olímpiadas do Rio 2016, não veio para mascarar e abafar as mazelas do nosso país, esse acontecimento nos mostrou que é possível construir um mundo melhor, mesmo diante da corrupção política, saúde e educação pública precárias, a falta de segurança pública, entre outras mazelas que assolam a sociedade brasileira. Enfim, a magnitude desse evento mostrou-nos que somos capazes de grandes feitos, que podemos virar as páginas ruins pelos quais passamos, para tanto, basta que acreditemos somente em algo, no nosso potencial. 

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação – UNICID/SP.
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sábado, 20 de agosto de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: "O BRASIL NÃO TEM POVO E SIM PÚBLICO".

À luz da reflexão, o título deste artigo foi proferido pelo escritor pré-modernista, Lima Barreto, que discorria sobre a situação da população brasileira no final do século XIX, ou seja, um conformismo, alienação e comodismo. Essa frase foi retirada do livro: Os bestializados: o Rio de Janeiro e a república que não foi, do escritor José Murilo de Carvalho, que explana a transição do Império para a República, em 15 de novembro de 1889 e a não participação das massas (povo) nesse processo de transição. De acordo com Carvalho, e o olhar clinico de Lima Barreto, a população brasileira ficou bestializados assistindo tudo de camarote, sem saber o que estava acontecendo, pois, a República foi proclamada por uma elite cafeeira, que estava descontente com o Imperador D. Pedro II, deixando a massa de fora do processo.  A priori, ao refletir sobre o assunto, encontrei a oportunidade para traçar uma analogia com o contexto brasileiro atual, principalmente no quesito Política e Corrupção, sobretudo, quando o presente e passado se entrelaçam nas reflexões, além do mais, o trabalho dos Historiadores é lembrar o que os outros esquecem. Partindo dessa reflexão, o Brasil tem povo ou público diante do cenário político, da corrupção desenfreada, da situação precária da educação e da saúde pública, e de outras mazelas que atingem a população brasileira na atualidade? Como dizia o Filósofo e escritor francês, Voltaire: “Devemos julgar um homem mais por suas perguntas do que por suas respostas”. Partindo dessa linha de raciocínio, a indagação é: se o país tivesse um povo esclarecido e consciente, estaríamos presenciando as corrupções políticas como a Operação Lava Jato e outras politicagens? Em uma nação mais politizada, o povo não sairia da arquibancada e questionaria a qualidade do ensino público em nosso país, o preço dos alimentos, dos combustíveis e a qualidade da saúde pública? Povo não conforma com o calvário quando precisamos de hospitais públicos. Um país que tem povo, não questionaria a sobrecarga dos tributos, que contradiz com um dos menores salários mínimos do planeta? Todavia, o que estamos percebendo é um público que prefere contentar-se com as políticas assistencialistas em detrimento de lutar por uma nação mais equitativa, na política, na sociedade e na economia, lutar por melhores escolas, hospitais, segurança, ou seja, por uma vida digna de uma nação de pagadores de imposto. Considerações finais: Toda essa carência de indagações e direito são fruto e reflexo das nossas escolhas, isto é, podemos ficar na arquibancada e prestigiar o espetáculo, ou fazer parte dele, cobrando, lutando, questionando. Reflexão: As Eleições 2016 foram lançadas, assim, precisamos mais do que nunca neste momento deixar de ser público e assumir o papel de povo, pois do contrário, sempre iremos assistir espetáculos que, a bem da verdade, demora uma eternidade para acabar. E mais, patrocinados por nós.

Alberto Alves Marques
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sábado, 30 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: RESPOSTA A REVISTA VEJA: PROFESSORES GANHAM MAL?

Inicialmente, após analisar um texto do escritor Claudio de Moura Castro publicado na Revista semanal Veja, resolvi discorrer e tecer algumas considerações sobre o artigo intitulado de: “Professores ganham mal?”, em que o escritor emitiu algumas ideias infundadas e desconexas sobre o contexto o qual os docentes trabalham. Naturalmente, que o mesmo frequentou uma escola de educação básica para adentrar no curso superior, porquanto, deve ter frequentado no mínimo as escolas privadas de excelência, em que o público ali presente fazia parte de uma elite de brasileiros privilegiados. A priori, digníssimo escritor, antes de expressar considerações sobre determinado fato, é de fundamental importância, conhecer e vivenciá-lo e, ainda apropriar-se do mesmo, em outras palavras, para tomar partido e assumir uma posição em torno de uma questão, seja ela positiva ou negativa, é relevante tê-lo vivenciado em todas as suas dimensões. Assim, as pessoas mais apropriadas para discorrer sobre a educação formal pública, são os professores que ali estão, da mesma forma que para tecer opinião sobre economia nada mais adequado do que um economista. Todavia, o economista Claudio de Mora e Castro, a bem da verdade, economista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado em Yale nos Estados Unidos e Doutorado pela Universidade Vanderbilt, também nos Estados Unidos, não seria uma pessoa com experiência e credibilidade para explanar sobre a educação, e mais, fazer deboche a respeito dos salários dos professores, propagando que os mesmos não ganham mal. À luz da reflexão, é ingenuidade do escritor, diga-se de passagem, esconde atrás de um editorial de uma Revista conceituada como a Veja, para não querer reconhecer a realidade educacional pública em solo brasileiro. Por outro lado, é sarcástico dizer que os professores oneram os cofres públicos, através das férias anuais e outros benefícios concebidos a esses profissionais. Será que esse cidadão graduado e pós-graduado nas melhores Universidades do Planeta, conhece a realidade educacional em nosso país, ou a presencia, por intermédio, do mascaramento midiático? Será que o próprio sabe quão altíssimo são os salários dos nossos representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, que permanecem em Brasília usurpando os cofres públicos? Será que esse economista Doutor sabe quanto é o salário de um professor da escola pública no Brasil? Considerações finais: Caríssimo Economista e Doutor, obviamente, existe dentro dessa profissão aqueles que deixam a desejar, porém, isso não é exclusividade da educação, existe também na política, na advocacia, e em todas as categorias profissionais, ah... inclusive na economia. Generalizar comprova a ingenuidade de um profissional que passou por todas as etapas do conhecimento até se tornar um Doutor. Além do mais, se torna necessário, retomar as aulas de economia na academia, pois ao colocar na ponta do lápis o quanto os professores oneram os cofres públicos, conceberá que é muito menos do que os salários dos políticos corruptos.  Reflexão: Dizem que quanto mais um indivíduo estuda, mais conhecimento e sabedoria adquiri, elevando e aprimorando a sua linha de raciocínio, evitando, com isso, opiniões infundadas. Será? Aliás, a indignação de este escritor repousa no fato de possuir o livro: “Os tortuosos caminhos da educação brasileira”, criação do autor em discussão, ou seja, Claudio de Moura Castro. Na obra, profere que a Educação deve ser baseada em evidências e pesquisas e, não em palpites; no entanto, o seu artigo está recheado de palpites. Não causa estranhamento e, paralelamente, é contraditório? Ao invés de tecer críticas aos professores, qual a sua contribuição, mediante ao caos, pelo qual a educação pública atravessa, por falta de investimento do poder público? Educação formal pública de qualidade não se faz nos bastidores da política e dos estudiosos sobre educação, essa ação é realizada no dia a dia, no chão da sala de aula pelos professores, independente dos seus salários. Sabe o porquê: Amamos o que fazemos.  Acorda Brasil!!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 27 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: SUZANE RICHTOFEN NA MÍDIA NOVAMENTE

“Suzane Richtofen é recepcionada e aplaudida por membros dos Direitos Humanos”. À luz da reflexão, eis a frase estampada na mídia ao utilizar da Web para atualizar as notícias no dia 20 de julho de 2016. Isso mesmo, Suzane Richtofen, aquela que matou os pais e deixou o seu irmão órfão, e após cumprir, aproximadamente dez anos na prisão, terá direito ao regime semiaberto. No entanto, o mais chocante, é que ela poderá deixar de ser ré e se transformar em uma popstar, isto é, uma celebridade, sobretudo, quando um órgão de grande competência, como os Direitos Humanos, faz uma referência dessa magnitude. Diga-se de passagem, na época o caso teve repercussão e causou um estardalhaço midiático, propagando na mídia nacional e internacional, e agora, a mesma será agraciada pelos membros dos Direitos Humanos? É repugnante tal atitude.  Por outro lado, como ficará o seu irmão, que na época sofreu todo impacto de perder os pais assassinados e tendo a própria irmã como culpada? Notadamente, a ré cumpriu a parte de sua pena, porém, jamais o seu irmão terá os seus pais de volta. Esse é o paradoxo do Brasil, ou seja, o criminoso tem mais benefícios do que a vítima. A perplexidade foi maior, no momento em que um membro de uma ONG-Organização Não Governamental discorreu o seguinte: “Queremos dar amparo para ela, pois sabemos que é uma fase de transição complicada, ainda mais para quem é órfão e não conta com uma família para apoiar”. Isso chega a ser sarcástico, e mais, se não fosse trágico seria cômico, pois se Suzane Richtofen não tem apoio da família significa que ela não existe, e por ironia do destino foi ela própria que contribuiu para matar, os seus pais. Dessa forma, é ridícula a frase dessa ONG, na verdade, a destruidora da própria família foi Suzane. Por outro lado, será que o irmão de Suzane e os entes queridos foram amparados pelos Defensores dos Direitos Humanos? Considerações finais: Não é aqui pretensão, discutir qual a função dessa instituição e questionar se a sua ação está certa ou errada, mas sim, indagar: Como fica a opinião pública? Nesse sentido, ações dessa natureza não induziria para o pensamento de que o crime compensa em solo brasileiro? Enfim, a sensação passada é que em nosso país as pessoas cometem qualquer tipo de crime e saem ilesos, além de aplaudidos por uma instituição que deveriam amparar as duas partes envolvidas e não praticar uma ação unilateral.

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 20 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O BLOQUEIO DO WATSHAPP: UM ATENTADO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Novamente, a sociedade brasileira foi surpreendida com a perda da liberdade de expressão, o bloqueio do WhatsApp pela juíza Daniela Barbosa, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias/RJ. Grosso modo, o fato ocorreu porque a empresa que administra o aplicativo negou a liberação e a interceptação de conversas para uma investigação criminal. Não é intenção de este escritor de artigo de opinião defender as atividades ilícitas, e sim, buscar uma fundamentação na liberdade de imprensa e de expressão das pessoas que vivem em um país democrático sem prejudicar também o trabalho da Justiça. É fato, em um Estado de direito e democrático, a liberdade de expressão é de suma importância para evitar o Estado Autoritário, aquele que por intermédio, de medidas coercivas e punitivas impedem as críticas da população. Além do mais, a comunicação digital e informacional através das redes sociais é uma das ações humanas mais bela, pois oportuniza para as pessoas, por meio do diálogo virtual, a quebra das barreiras físicas do mundo real. É óbvio, que a transgressão adentrou o mundo cibernético, contudo não é bloqueando os meios de comunicações e as redes sociais que essa modalidade de crime desaparecerá. À luz da reflexão, é preciso órgãos governamentais competentes para fiscalizar essas ferramentas digitais de comunicação, e não o bloqueio da mesma por ineficiência do próprio Estado. Em um mundo cada vez mais virtual, se faz necessário investimento e estudo em tecnologia de investigação virtual, assim evitar-se-á que a injustiça do mundo real recaia sobre o mundo cibernético. É sabido, o crime está se naturalizando em nosso país, buscando novas ferramentas para atuar de forma mais eficaz, porém não podemos deixar que essa chaga da sociedade brasileira contamine algo que está engatinhando em solo brasileiro, as Redes Sociais, uma categoria das Tecnologias Digitais de Informação. Considerações finais: A História do Brasil foi manchada pela contenção da liberdade de imprensa durante a Ditadura Militar (1964-1985), exigindo do povo uma luta constante contra o Estado opressor, agora novamente, uma medida unilateral e equivocada não pode derrotar as conquistas da nação brasileira em relação à liberdade de expressão. Perder a liberdade de imprensa é um retrocesso na história da humanidade. Por outro lado, essa ação da magistrada do Rio de Janeiro esconde um paradoxo que não se cala: Por que conseguem bloquear o WhatsApp, e não os celulares nos presídios? Não seria melhor investir em pessoas e equipamentos mais preparadas para lidar com o crime cibernético? Com certeza, seria melhor do que colocar uma mordaça na comunicação brasileira. Ditadura, nunca mais!

Alberto Alves Marques
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: FRAUDE NA LEI ROUANET: CORRUPÇÃO EM TODAS AS DIMENSÕES.

À luz da reflexão, o teor deste artigo de opinião está fundamentado em uma notícia midiática que envolve a fraude na Lei Rouanet, denominada operação “Boca Livre”, em que a Polícia Federal prendeu 14 pessoas, inclusive sujeitos da RMC-Região Metropolitana de Campinas, participantes na fraude de R$ 180 milhões e beneficiados por essa Lei. Grosso modo, a Lei Rouanet é uma Ação do Governo Federal com o propósito de incentivar Políticas Públicas para a cultura nacional, a denominação da Lei é uma homenagem a Sérgio Paulo Rouanet, o então Secretário de Cultura quando a mesma foi criada, no ano de 1991. Após essa pequena explanação, pode-se analisar quão a naturalização da corrupção está impregnada em outras dimensões, além da política em nosso país. Se não bastasse o descaso pela Educação Pública de qualidade, uma das vertentes da Cultura brasileira, temos que conviver com essa usurpação escancarada, uma vergonha nacional, a corrupção em todas as dimensões. Não obstante o lamaçal na política, através da Lava Jato e outros tipos de corrupção que envolvem as esferas pública e privada, cujos lesados são os que mais precisam (os pagadores de impostos), agora somos bombardeados por essa podridão em um Órgão que procura nos singularizar e promover uma identidade como brasileiros, a nossa Cultura. Considerações finais: Não é aqui pretensão, analisar e aprofundar sobre as fragilidades dessa Lei, quando, a bem da verdade, a mesma favorece em alguns momentos à Elite do mundo da arte. A priori, é repugnar essa fraude, pois essa pouca vergonha, está lesando a própria população brasileira, visto que o financiamento dessa Entidade é mantido pela doação de um percentual do Imposto de Renda dos contribuintes. Virou uma constante, discursos evocando o senso comum de que a corrupção em nosso país é algo cultural.  Reflexão: Perante a esse episódio, o senso comum está prevalecendo na sociedade brasileira?  Estaremos fadados a conviver com a corrupção? Não. Contra a corrupção, sobretudo, na política, dispomos de uma arma infalível, a educação. Como ressalta o grande apresentador Jô Soares: “ O maior inimigo de um Governo é um povo culto”.

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 22 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O PARADOXO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

A priori, é preciso comemorar as posições de 1º lugar da USP e de 2º da Unicamp, em outras palavras, duas Instituições públicas no ranking que envolvem as 10 melhores Universidades da América Latina.  Grosso modo, essas informações estão em um novo ranking de reputação acadêmica da revista Times Higher Education (THE), dedicado às universidades da América Latina. Se levarmos em consideração, que a América Latina tem aproximadamente 32 países, então essa classificação é de suma importância no aspecto educacional. No entanto, tal classificação esconde um paradoxo, sobretudo ao verificar que a Educação Básica, inclusive pública, carece dessa qualidade, e mais, os financiadores de ambas são os brasileiros pagadores de impostos. Prosseguindo com esse paradoxo, a Educação Básica do país está nas últimas colocações, principalmente, se está em questão a avaliação da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Diga-se de passagem, existem uma articulação entre a classificação das Universidades e a Educação Básica em nosso país? A bem da verdade, não, ou seja, por que temos uma Instituição Pública de Ensino Superior em primeiro lugar no Ranking dos países da América Latina e amargamos os últimos lugares nas Avaliações externas da Educação Básica (Ensino Infantil, Fundamental e Médio)? Falta investimento na Educação Básica? Em algumas situações o importante não são as respostas e, sim, os questionamentos posteriores às próprias perguntas que direcionam para a reflexão. Dessa forma, o que se percebe em nosso país o seguinte, ao se encontrar em pauta a Educação Básica, faltam os quatro pilares essenciais para uma educação de qualidade, como Investimento Público, Participação da sociedade, Interesse do Educando e Formação dos docentes.  Para aqueles com pensamentos sumários, que já devem estar questionando, qual seria a solução? Deixo este recado, não existe soluções ou receitas prontas quando está em jogo uma educação de qualidade, mas envolvimento de todos, porém, só teremos uma educação Básica de qualidade quando os segmentos responsáveis pelo aprendizado assumir as suas responsabilidades, começando pelos órgãos públicos, em se tratando do nosso país, muitos estão se isentando dessa responsabilidade. Considerações finais: É uma constante, discursos das mais variadas formas de que o professor e a Educação Básica são responsáveis por todas as profissões, devido a passagem de todos por essa modalidade. Porquanto, ainda é perceptível a ausência de vários investimentos nessa categoria imprescindível para a sociedade. Obviamente, é muito relevante para a nação a classificação da USP e da UNICAMP, em primeiro e segundo lugares no Ranking das melhores Universidades da América Latina, em contrapartida essa medalha teria outro sabor se estivéssemos entre os melhores países na Educação Básica também, afinal, uma Educação Básica de qualidade é a matéria prima para o desenvolvimento das Universidades, seja ela Pública ou Particular. 

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: UMA VISÃO HISTÓRICA SOBRE A CASSAÇÃO DE EDUARDO CUNHA

Após negar até o fim a sua inocência, o Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, foi cassado pelo Conselho de Ética por 11 votos a 9. Esse fato envolvendo um dos três Poderes, o Legislativo, é reflexo da Politicagem que ocorre em nosso país há várias décadas, quiçá séculos, cuja denominação é a corrupção, ação em que os nossos políticos usurpam o dinheiro do povo em prol dos seus interesses particulares. À luz da reflexão, se não bastasse o lamaçal no Executivo com o afastamento da Presidente Dilma, agora a nação brasileira depara com essa vergonha Nacional e Internacional. Na verdade, o que mais nos deixam perplexos é a negação desses corruptos até o último caso, tentando convencer a opinião pública e os Juízes do STF- Supremo Tribunal Federal, a sua inocência. Analisando essa novela vergonhosa, fica difícil procurar um indivíduo na Política que não esteja envolvido com a corrupção em todas as suas dimensões, deixando-nos à espera de notícias de quem será o próximo corrupto. No entanto, diante dessa vergonha Nacional os que mais perdem são os que mais precisam, ou seja, o povo brasileiro que sempre fica às margens do Estado. Buscando uma visão Histórica sobre o nosso país, a princípio fomos usurpados pelos portugueses, em outras palavras, foram mais de três séculos de espoliação da sociedade e da nossa riqueza. Grosso modo, veio a Independência, mas continuamos sobre o jugo de Portugal com Dom Pedro I e Dom Pedro II.  Não fazia sentido um país Monárquico perante a várias Repúblicas na América, assim veio a República, infelizmente esse regime serviu, somente, para atender as necessidades dos fazendeiros e da elite urbana. Passando pela Era Vargas (Getúlio Vargas), JK (Juscelino Kubitschek, o Período Desenvolvimentista e a Ditadura Militar, página negra da nossa História, percebe-se, que sempre os Donos do poder procuraram usurpar e saquear o povo. Considerações finais:  Diga-se de passagem, lutamos e morremos por uma causa digna, a democracia e, após 21 anos de Ditadura Militar (1964-1985), conseguimos a Nova República (1985), porém, de nova ela não tinha nada, pois os Donos do Poder estavam de volta e seriam os mesmos com pensamentos do Brasil Colônia, da República Velha, e da Ditadura Militar. Resumindo, os mesmos que estão hoje na frente da Política Brasileira, sejam no Legislativo ou no Executivo. E o que mais nos deixam indignados é que o povo é o mesmo também, isto é, há séculos esperando por uma independência econômica e social. Estaremos fadados a conviver com as mazelas da corrupção eternamente? Não. Podemos reverter essa situação através da maior arma que temos, o voto. Acorda Brasil!

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
Contato: albertomarques1104@hotmail.com
Twitter: https://twitter.com/albertomarques3
Blog: http://blogdoalbertoprofessoremrede.blogspot.com.br
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domingo, 12 de junho de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: BRASIL A DIFERENÇA ENTRE POLÍTICA E POLITICAGEM

Existe diferença entre política e politicagem? A bem da verdade, sim, pois os gregos inventaram a Política como Ciência, enquanto podemos afirmar com propriedade que a maioria dos políticos brasileiros inventou a politicagem, sobretudo, perante a atual conjuntura política brasileira. Segundo a etimologia, a palavra política nasce na Grécia Antiga com Aristóteles, sendo sinônimo da palavra democracia, governo de todos. A priori, a palavra política origina de polis (cidade), ou politeia, assuntos relacionados à administração da cidade, ou seja, governar em prol de todos os cidadãos em detrimento de alguns grupos ou de siglas partidárias. No entanto, quando buscamos a etimologia da palavra politicagem, a mesma rima com malandragem e pilantragem, algo corriqueiro na maioria dos políticos brasileiro, que diga-se de passagem, não escolhendo sigla partidária. À título de ilustração, a vida pública em nosso país confunde com a vida privada, quando muitos políticos brasileiros estão preocupados em fazer politicagem, transformando a esfera pública no quintal de sua casa. Diga-se de passagem, as assembleias gregas eram discutidas na Ágora (praça pública), transbordando e atingindo os cidadãos gregos. Entretanto, em nosso país, sobretudo, em Brasília o que transborda é uma cachoeira de corrupção, derramando um mar de lama que atinge aqueles que mais precisam, os pagadores de impostos. Por outro lado, política é o que ocorreu na França, o povo cansou de ver as mesmas caras administrando o país e resolveu trocar o conservadorismo pelo socialismo, uma nova via almejando mudanças. E no Brasil? A princípio, são as mesmas caras e convicções políticas e, mais, a corrupção prevalece há décadas sem solução, e a cada dia a cachoeira aumenta derramando no povo a miséria, desemprego, educação de qualidade duvidosa e uma saúde pública de levar o cidadão a morte. E mais, política ainda, foi o que aconteceu na Primavera Árabe, quando o povo derrubou políticos autoritários no Egito e na Líbia, que usurpavam o poder do povo há décadas. E no Brasil? Na verdade, assistimos de camarote, esvaziar os cofres públicos e os nossos bolsos com impostos para abarrotar as contas nos paraísos fiscais dos que utilizam da politicagem para promoção financeira. Considerações finais: A principal diferença entre a política e a politicagem é: com a política, o cidadão ganha, já com a politicagem o único que ganha é os politiqueiros, usurpando os direitos e deixando só os deveres, pagar impostos. E mais, pagar tributos para se contentar com um salário mínimo de aproximadamente R$ 870, 00, em ficar desempregado, com uma escola de qualidade duvidosa, com uma saúde pública degradante, comparada a quantidade de imposto que pagamos. Reflexão: Não está na hora de valorizar mais o nosso voto e mudar a concepção que temos da política?

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 7 de maio de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: DIA DAS MÃES: MAIS DO QUE UMA HISTÓRIA                           

O Dia das Mães comemorado no segundo domingo de maio em várias partes do globo foi iniciativa da estadunidense Anna Jarvis no Estado da Virgínia Ocidental, em 1905. Na verdade, essa jovem ao perder a mãe decidiu fazer uma homenagem para ela, coincidindo com o segundo domingo de maio, e a data teve repercussão mundial, já no Brasil a data passou a ser comemorada durante o Governo de Getúlio Vargas no ano de 1932. Versões históricas e consumismo à parte, o que é ser mãe em pleno século XXI, diante das transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na estrutura familiar e na sociedade? Diga-se de passagem, ser mãe na Contemporaneidade é reconhecer as mudanças nos aspectos político e familiar, em que essa figura antes detentora somente da educação das crianças teve que conquistar com muita luta o comando das famílias, deixando o seu feminismo perfeccionista nessa Instituição de suma importância na formação integral das crianças. Ser mãe no século XXI, sobretudo, nos aspectos sociais, é assumir o desenvolvimento dos filhos em todas as dimensões, educando, amando e confortando-o, desde os primeiros segundos de vida até o momento... mãe é para sempre. No mundo Hodierno ser mãe é conceber as transformações econômicas impostas pelas mulheres, quando essas adentraram no mercado de trabalho para oportunizar uma vida digna para os filhos. Mãe é aquela que reconhece as transformações culturais, entretanto, percebe que não é preciso mudar a sua cultura para cuidar dos filhos, pois mesmo em épocas de mudanças utiliza-se de sabedoria de mãe para direcionar os filhos para o caminho dos valores. A título de ilustração, ser mãe é compreender a complexidade da sociedade e reconhecer que essa função não necessariamente começa com a gestação, a saber, mãe é quem cria. Ser essa figura de suma importância é contar as horas, os minutos, segundos e milésimos, esperando o retorno da sua prole para o lar. Considerações finais: Partindo desse pressuposto, é de extrema importância valorizar aquela que dedicou a cuidar dos filhos desde o momento em que esses foram reconhecidos em seu ventre ou entrou em sua vida (momentos delicado da vida), pois é nesse exato instante que começa o carinho, amor e afeto. Contudo, não pensa que devemos fazer homenagens somente nesse dia acreditando que já é suficiente, é uma ótima iniciativa, no entanto, é preciso homenageá-las todos os dias, diga-se de passagem, sem elas, com certeza, não estaríamos aqui para venerá-las. E, mais, enquanto as têm, só quem já vivenciou essa experiência sabe a falta que ela faz. Feliz Dia das Mães, quando em inúmeras situações abdica da sua vivência em prol dos seus filhos.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor da Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião.
Especialista em História pela Unicamp. Pós Graduação: Gestão Escolar e Fundador do GEPEPM, (Grupo de Estudos de Políticas Educacionais na Pós Modernidade).
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domingo, 1 de maio de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: DEMOCRACIA: A DISTÂNCIA ENTRE TEORIA E PRÁTICA.

À luz da reflexão, durante o processo de Impeachment da Presidenta da República na Câmara dos Deputados, na maioria dos Deputados ecoava a frase em nome da Democracia, sobretudo para justificar a posição política e do Partido Político que representava. A priori, um equívoco por parte dessas pessoas que escolhemos para nos representar. Etimologicamente falando, discorre no Dicionário de Filosofia: “ A Democracia segundo Aristóteles é o Governo dos pobres ou das pessoas pouco afortunadas”. No sentido geral, entende-se por Democracia uma forma de Governo em que ocorre a divisão dos poderes em Executivo, Legislativo, Judiciário e o Povo, em outras palavras, é o governo do povo em todas as dimensões políticas, sociais, econômicas e culturais e não somente o Governo de poucos. Partindo desse pressuposto, quando os Deputados evocavam a palavra Democracia os mesmos estavam preocupados com a população em si, ou querem somente a troca de sigla partidária e a ausência das massas da transformação? Todavia, é difícil saber o que está por trás das ações dos políticos, porém, algumas evidências nos preocupam. Na verdade, as mudanças são essenciais, principalmente ao se conceber que as estruturas política, econômica e social em nosso país estão comprometidas, reluzindo no desemprego, inflação e precariedade nos serviços públicos, logo as mudanças são necessárias. Contudo, a palavra Democracia não deve ser evocada somente no momento do Impeachment, e sim após esse evento, quando a população clamar por participação não apenas na política através do voto, mas também na economia, com salários dignos que aumentem o poder de compra de todos. Além do mais, Democracia está articulada com a ordem social, ou seja, ter os direitos sociais garantidos em forma de boas escolas, hospitais, segurança e um plano de moradia amplo, que abarque inúmeras camadas sociais não apenas os mais favorecidos que estão no poder.  Outrossim, Democracia, é ter direito de se expressar e não ser intimidado por outrem com pensamentos divergentes do nosso. Considerações finais: Não obstante, após explanar o conceito de Democracia nas linhas e entrelinhas acima percebe-se que a nação brasileira necessita com urgência de transformações, estamos carentes de algo novo na Política. Porquanto, outra indagação nos atormenta: Será que o Impeachment nos oportunizará um Governo do povo, com investimentos em educação pública, segurança, saúde, emprego, transporte público, entre outras formas de alavancar a qualidade de vida e nosso país, uma das maiores economias do planeta? Infelizmente, se tudo isso não acontecer, os próprios deverão passar pelo mesmo processo de Impeachment, pois sabemos que em uma Democracia republicana existe as divisões dos Poderes, porém, o quarto Poder deve ser o mais ativo quando a Democracia está sendo corrompida. Só nos restam aguardar para ver, pois, na Democracia o Governo deve atender a todos e não a vontade de uma minoria, isso caracteriza uma Oligarquia.

Alberto Alves Marques
Profissão: Professor Coordenador da Área de Ciências Humanas na Rede Pública do Estado de São Paulo e Escritor de artigos de opinião para jornais e Blogs.
Pós-Graduado em História pela Unicamp- Campinas. Pós-Graduado em Educação Inclusiva pela UNESP- Presidente Prudente/SP e Pedagogo pela UNICID/SP. Curso de Coordenação Pedagógica (em andamento) na UFSCAR- Universidade Federal de São Carlos. Em andamento: Curso Superior em Gestão de Tecnologia da Informação – UNICID/SP.
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sábado, 30 de abril de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O DIA DO TRABALHO.

À luz da reflexão, antes de tecer algumas considerações sobre o dia do trabalho, porque não retroceder e buscar a etimologia da palavra. Grosso modo, a palavra trabalho tem sua origem no Latim TRIPALIUM, designando-o como instrumento de tortura, sofrimento, dor, etc. Na verdade, o trabalho em Roma Antiga era praticado pelos escravos, situação que somente as classes subalternas praticavam, nesse fato reside a resistência das classes abastadas pelo trabalho; sendo assim, incentivavam o ócio como algo nobre, e apenas a elite usufruía desses benefícios para os estudos, lazer e as festas. Com o passar do tempo, a partir da Revolução Industrial Inglesa em meados do século XVIII, com a implantação do Capitalismo e o fim da escravidão, a palavra trabalho passa de tortura para dignidade. Com isso, o Capitalismo moldou a sociedade industrial, tirou o trabalho do lugar do sofrimento e o inseriu na produção, a principal ação para a acumulação da riqueza dos Capitalistas, eis o motivo da origem do Dia do Trabalho. Prosseguindo, surge nos Estados Unidos, o país símbolo do Capitalismo, no ano de 1886, em que vários operários reivindicavam melhores condições de trabalho diante das condições degradantes nas indústrias e não tardou para o Primeiro de Maio irradiar para outras partes do Globo.  Assim, o dia 1º de maio é lembrado em vários países como o Dia do Trabalhador, com festas, comemorações e homenagens. Contudo, no Brasil a data passou a ser comemorado oficialmente a partir de 1917, quando imigrantes europeus fizeram uma greve por melhores condições de trabalho, mas só no ano de 1924, o Presidente da República Arthur Bernardes, decretou feriado Nacional. A priori, esse feito revela algo que acontece em nosso país na Contemporaneidade, ou seja, esperamos as coisa prontas, vindas do exterior, importadas de países europeus ou dos Estados Unidos. Partindo desse pressuposto, indaga-se: se não fosse a participação do povo europeu não teríamos no primeiro de maio as comemorações do Dia do Trabalhador Brasileiro? A saber, uma inquietação difícil de responder, história à parte, seguimos em frente, pois no sistema Capitalista tempo é dinheiro, e o trabalho, as ações e as ideias são filhas deste sistema. Nesse sentido, o Capitalismo se apropriou do trabalhador e de sua dignidade, juntamente com a mais valia (acumulação de capital) uma das maiores invenções da burguesia e, conseguiu transformar o sofrimento (trabalho) em algo benéfico para uma pequena parcela humanidade, a concentração de renda na Contemporaneidade. Talvez, alguns leitores desavisados poderão tecer ideias falsas sobre este escritor, de que o mesmo é contra o trabalho, seria leviandade da parte desse formador de opinião ser contra uma forma que sustenta a estrutura social e econômica de uma nação, ao contrário, sou a favor, pois mesmo com as mudanças em seu significado, o trabalho em condições humanas é o caminho para evitar as mazelas hodiernas. Considerações finais: Após discorrer sobre algumas versões sobre o Dia do trabalho, o que presenciamos hoje é uma inversão de valores com a palavra trabalho, ou seja, na Roma Antiga, o ócio significava um tempo livre para filosofar, estudar, produzir novas ideias, novos inventos, enquanto uns trabalhavam, outros pensavam. Na atualidade, sobretudo, em nosso país, muitos confundem o ócio com oficina para fazer coisas erradas, ou melhor, ter tempo para planejar assaltos, sequestros, homicídios, etc. Mesmo que você não tenha o trabalho dos sonhos, ainda é melhor do que ficar sem ele, pois a maioria das pessoas ainda não consegue no sistema Capitalista utilizar o tempo vago para produzir novos pensamentos, ideias ou estudar, por isso, se você está empregado, dê graças a Deus. Agora o difícil é para aqueles que ganham um dos menores salários mínimos do mundo, ter estímulos para comemorar. Paciência meus amigos, um bom Feriado e torça para mudar a estrutura política, econômica, social e cultural do país!

Alberto Alves Marques
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quarta-feira, 27 de abril de 2016

AS CARREIRAS PROMISSORAS E OS CURSOS EM ALTA PARA OS VESTIBULARES 2017

 O grande desafio na Contemporaneidade para os jovens após uma trajetória na Educação Básica, é a escolha do Curso Superior. À luz da reflexão, enfrentamos um mundo intempestivo em todas as dimensões. O desemprego está em alta, a política desacreditada por muitos e a Graduação não é mais garantia sucesso pessoal e profissional principalmente quando os diplomas ficam engavetados. Diante dessa situação, que curso superior está em alta na atualidade? Qual carreira é mais promissora? No site da UOL abaixo, encontrar-se-á as carreiras promissoras e os cursos em alta para os vestibulares no ano de 2017. Acesse aqui mais informações.







domingo, 10 de abril de 2016

ARTIGO DE OPINIÃO: O MOMENTO POLÍTICO BRASILEIRO: REVOLUÇÃO OU REVOLTA?

Não há dúvida, o Brasil está passando por um momento singular e delicado em sua estrutura, que envolve a base Política, Econômica, Social e Cultural. Obviamente, já existiu períodos na história desse país em que essas estruturas foram abaladas, porém, com o advento das mídias eletrônicas digitais e outros suportes da comunicação, as notícias acabam espalhando em instantes, mesmo quando alguns preferem assistir ao Big Brother (nada contra o gosto), ao invés de estar articulado com o episódio político brasileiro, pois o preço do arroz, do feijão, dos combustíveis está alinhado com as decisões tomadas pelos integrantes do cenário político. À luz da reflexão, esse estardalhaço, sobretudo da Operação Lava Jato e do Impeachment da Presidenta, faz com que muitos apressados atropelem os fatos Históricos e emitem opinião, sobre a ocorrência de uma suposta Revolução. A priori, foi pensando nessa linha de raciocínio que resolvi discorrer sobre essas temáticas e a diferença entre Revolução e Revolta. Na verdade, é uma constante vozes acaloradas levantar bandeiras de que a nação brasileira está fazendo uma Revolução, ingenuidade à parte ou falta de informação, cometem alguns equívocos. Revela-se na Operação Lava Jato e no processo de Impeachment da Presidente uma Revolução ou uma Revolta? Diga-se de passagem, em muitas situações as respostas não são tão importantes, e sim, outras perguntas que provocarão outras respostas, academicamente, recebe o nome de construção do conhecimento. Levando em consideração essa linha de raciocínio, é preciso percepção para uma compreensão mais profunda da estrutura de um país, cuja base é a Política, Economia, Sociedade e Cultura, antes de tecer um olhar superficial e conceber qualquer movimento como uma Revolução. Buscando uma fundamentação teórica metodológica no Dicionário de Conceitos Históricos entende-se Revolução: “[...]como categoria de análise, significa todo e qualquer fenômeno que transforma radicalmente as estruturas de uma sociedade”. Em outras palavras, ocorrer-se-á uma Revolução se mudar toda essa formação. Frente a esse pensamento, cabe a pergunta: que mudanças substanciais estamos percebendo até o momento com a Operação Lava Jato? Grosso modo nenhuma, apenas estardalhaços e especulações. Longe de transmitir conivência com o episódio, mas se faz necessário uma visão Histórica e Sociológica de forma holística, para evitar o senso comum. Por outro lado, não é a intenção de este escritor de artigos de opinião passar a sensação de imobilismo e conformismo com a situação vigente, mas é sim, refletir, sobre a o que difere uma Revolução de uma Revolta. Considerações finais: Grosso modo, a Revolta antecede a Revolução, e somente no momento que essa ação mudar toda a estrutura de um país, estado, cidade, acontecerá uma Revolução, ao contrário, corre-se o risco de ser considerada uma tentativa frustrada. Outrossim, essa é a justificativa que eu, da Área de Ciências Humanas, encontro para não tecer argumentos simplistas e reducionistas sobre os acontecimentos na Política Brasileira. Não podemos cair na ingenuidade e discorrer opiniões sumárias sobre um fato, mormente, se tal atitude está inserida em uma incógnita política, sem saber qual será o resultado. Enfim, para que seja uma Revolução e não uma simples Revolta, essa situação não pode acabar em pizza.

Alberto Alves Marques
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Destaque: 07/04/2016 - Veja tabela do Bônus 2016. Bônus por servidor da Educação chega a R$ 20 mil.

Bônus por servidor da Educação chega a R$ 20 mil

Maioria dos professores e funcionários da Educação receberá mais de R$ 2.000 em bônus
O Governo do Estado de São Paulo pagará, até 15 de abril, R$ 450 milhões em bônus por mérito a 223,8 mil servidores da Secretaria da Educação, sendo 179 mil professores. O bônus poderá chegar a R$ 20 mil, sendo a média de R$ 2.008,73 por servidor. O pagamento será feito em uma parcela por meio de folha suplementar. Em breve, os funcionários da Educação poderão consultar o provisionamento.
Do total de servidores que receberão o bônus, 61,9 mil deles receberão até R$ 1.000 e 70,7 mil entre R$ 1.000 e R$ 2.000. Outros 46,6 mil receberão até R$ 3.000 e o restante (44,4 mil), acima desse valor. Há, neste montante, servidores que receberão até R$ 20 mil. Continue lendo a matéria AQUI


Maioria receberá até R$ 2.000 de Bônus da Educação


O Estado vai pagar até R$ 2.000 de Bônus da Educação para 60% dos servidores das escolas que melhoraram o desempenho no Idesp (índice da educação) entre 2014 e 2015.
Esse percentual representa um total de 132,6 mil profissionais.
Ao todo, 223,8 mil servidores terão direito à bonificação, que cairá na conta até o dia 15 deste mês.
Desse total, 61,9 mil receberão até R$ 1.000 e 70,7 mil ganharão entre R$ 1.000 e R$ 2.000.
Outros 46,6 mil receberão até R$ 3.000 e os demais, 44,4 mil, ganharão acima desse valor.
Fonte: http://www.agora.uol.com.br/trabalho/2016/04/1758370-maioria-recebera-ate-r-2000-de-bonus-da-educacao.shtml. Acesso em 07/04/2016.